A Amazónia perde 7 mil Km2 em apenas 5 meses !… e Furacões no Brasil

Amazónia
(Imagem de satélite da Amazónia in http://www.cnpm.embrapa.br)

A Amazónia continua perder cada vez da sua cobertura florestal, verdadeiro pulmão do mundo e… derradeiro travão contra o Aquecimento Global. Com efeito, o governo Lula da Silva anunciou uma taxa recorde de deflorestação nos últimos cinco meses de 2007, com uma perda total superior a mais de três mil quilómetros quadrados. A proporção do desastre é inaudita, admitindo Gilberto Câmara do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial brasileiro: “nunca vimos antes tamanha desflorestação neste período do ano” (BBC ).

Mas na verdade, a informação da BBC está errada!… Uma vez que nesta se fala dos supracitados: In the last five months of 2007, 3,235 sq km (1,250 sq miles) were lost.”, mas no site do INPE se pode ler – na fonte original – que a escala do problema é afinal ainda maior! “Estimativa baseada no Sistema DETER – Detecção do Desmatamento em Tempo Real, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), aponta que o desmatamento na Amazônia pode ter atingido 7.000 km2. A maior parte dos desmatamentos se concentra nos estados de Mato Grosso (53,7%), Pará (17,8%) e Rondônia (16%). Os novos desmatamentos detectados pelo DETER entre Agosto e Dezembro de 2007 somaram 3.235 km2. Nos anos recentes, a área mapeada pelo DETER representou entre 40% a 60% do que é registrado pelo PRODES, nosso sistema que faz o cálculo anual detalhado da área desmatada. Deste modo, o INPE considera que entre agosto e dezembro de 2007 o desmatamento é da ordem de 7 000 km2, com uma variação para mais ou para menos de 1.400 km2″

Sendo assim, a escala da devastação é ainda maior e a área afectada já se aproxima de uma décima parte da área total de Portugal continental! E isto em apenas cinco meses!

O que se está a passar no Brasil que está a provocar esta devastação de proporções apocalípticas? O preço da soja, e o crescente interesse do mundo e do próprio governo Lula da Silva pelos biocombustíveis pode estar a levar os agricultores das regiões mais afectadas (Mato Grosso, Pará e Rondônia) a conquistar terreno à floresta virgem. A escala deste problema expõe também o gritante fracasso das medidas anunciadas por Lula da Silva em 2005 em que prometia um conjunto de medidas para reduzir a desflorestação e o abate ilegal de árvores (ver AQUI). Na época, o pacote de medidas era uma resposta de urgência a um recuo da Amazónia de mais de 26 mil km2, entre Agosto de 2003 e Agosto de 2004 (1/3 de Portugal). O desaparecimento da Amazónia está a contribuir para o Aquecimento Global, já que sendo esta a maior mancha florestal do mundo, é o maior meio de absorção de CO2 do planeta, e além do mais um importante centro regular do próprio clima na região… A sua redução, acelera a rapidez do fenómeno do Aquecimento Global, e de facto, uma das formas que o Homem poderia ter para travar a progressão desta ameaça poderia ser multiplicar a plantação de árvores e a recuperação de florestas. Contudo, a pressão provocada pelo esgotamento do petróleo que leva ao aumento da produção de biocombustíveis (menos) e a grande procura de soja no mercado internacional (mais) está não a contribuir não para o combate ao Aquecimento Global, mas a intensificar ainda mais os seus assassinos efeitos! E estes estão muito mais próximo do próprio Brasil do que se pensa… Não falo aqui da fatidicamente famosa seca do Nordeste, mas da inédita aproximação de furacões à costa brasileira (ver AQUI), anunciando que agora… até o Brasil está na rota dos furacões.

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75 thoughts on “A Amazónia perde 7 mil Km2 em apenas 5 meses !… e Furacões no Brasil

  1. sa morais

    A Natureza não costuma “levar desaforos para casa” e custuma punir de uma ou outra maneira aqueles que a agridem. O problema é que, na maioria das vezes, paga o “justo pelo pecador”… Ou seja, pagam os mais pobres…

    Bastou ver o todo-poderoso Gigante Amarelo de joelhos perante a vontade da Natureza.

    Mas claro que há os que continuam a dizer que tudo isto é normal… Um processo com milhões de anos, blá, blá… Como se o Homem não tivesse qualquer impacto no mundo onde vive, como se essas alterações não fossem visíveis e não estejam a ser condensadas em poucos anos, ao invés dos tais milhões de um processo natural… Mas eles, claro, é que são os espertalhões…

  2. Sim… Chama-se a isso “feedback”!
    E sim, talvez a dimensão da catástrofe na China faça pensar os seus líderes, daquele que já é hoje o maior emissor de CO2 do mundo. Mas algo me diz que não… Que acham que esses custos continuam a poder ser absorvidos pelo crescimento do PIB. Estão errados, claro. Porque aquilo é apenas a ante-câmara, não a “coisa plena”…
    No caso do Brasil, há aqui uma manifesta incapacidade do governo federal e esta desflorestação é o problema nº 1 do Brasil actual, logo atrás da criminalidade (que está a recuar, segundo alguns dados).

  3. cravo

    Inevitavelmente, a humanidade caminha para colher as terriveis calamidades que tem vindo a semear. Tal como uma praga de roedores que morrem aos milhões assim que o alimento é todo devorado e a capacidade de regeneração destruída. Nós fazemos parte da natureza e a natureza se encarregará de lentamente estabelecer o equilíbrio que tão rapidamente tem sido destruído. Mas isso só acontecerá quando a praga for dizimada pela destruição da sua própria fonte de recursos. Para a mãe Terra, é apenas mais uma extinção em massa, e a humanidade é apenas como uma praga temporária de pulgas na pelagem do cão.

  4. Anónimo

    todo o Estado de Rondonia, Tocantins, norte do Mato Grosso e leste do Pará devem ser explorados economicamente. Aquele mato não pode ficar para selvagens pagãos nem para estrangeiros “com problemas de consciência” …

  5. sa morais

    “todo o Estado de Rondonia, Tocantins, norte do Mato Grosso e leste do Pará devem ser explorados economicamente. Aquele mato não pode ficar para selvagens pagãos nem para estrangeiros “com problemas de consciência” …”

    Selvagens pagãos ( este anónimo ser o torquemada? )
    Ficará então para os… inconscientes?…

  6. cravo

    >Selvagens pagãos ( este anónimo ser o torquemada? )
    >Ficará então para os… inconscientes?…

    julgo que será para os estrangeiros sem problemas de consciência que chegaram para dar uma lição aos selvagens pagãos locais

  7. Tijucal

    Senhores…
    Grande parte da madeira extraída dessas áreas é simplesmente exportada, (China, Europa, EUA, etc…) logo, o interesse pela conservação é no mínimo conversa fiada.
    A propaganda é forte e eficaz, motivo mais que suficiente para convencerem as cabeças da necessidade de apropriação, ou talvez internacionalização, ou chamem do que quiserem.

  8. revoltado

    O grande problema do Brasil é não aplicar as suas leis de forma eficaz, pois elas não podem funcionar todas ao mesmo tempo. Isso condenaria o país à esquizofrenia jurídica. Ao mesmo tempo que se impede o desenvolvimento económico da Amazónia, entravando os grandes projectos, nada se consegue fazer contra o desmatamento promovido por sem-terra, índios, ongs e estrangeiros que se aproveitam da falta de presença militar nas fronteiras para exportar o produto do seu saque. E no fim tudo isso é usado por aqueles que querem limitar a soberania brasileira na região e preparar o terreno para um mandato internacional. Senhores como o Al Gore já falaram disso. Não podemos aderir ao “ecologismo”, o que não significa abdicar de se tentar reduzir ao mínimo as consequências do progresso. Nunca esqueçam que a melhor garantia de que pedaços importantes da Amazónia sobrevivam é que o Brasil se desenvolva ao ponto de poder dar maior atenção à questão e organizar com maior eficácia este território fundamental para o mundo que fala português.

  9. Anónimo

    cravo…EXPERIMENTA!!!

  10. Tijucal:
    ” Senhores…
    Grande parte da madeira extraída dessas áreas é simplesmente exportada, (China, Europa, EUA, etc…) logo, o interesse pela conservação é no mínimo conversa fiada.”
    -> Sendo essa exportação que é preciso travar. Sobretudo, onde essa travagam é mais simples e eficaz (e moral): na procura, pela via da proibição absoluta. Ou seja, é mais fácil travar a entrada dessas madeiras nos portos do que impedir o abate das árvores na imensa amazónia, embora esse seja um aspecto da solução que não pode ser esquecido.
    -> Mas uma parte significativa desta desflorestação deve-se à expansão descontrolada das áreas de cultivo…

    ” A propaganda é forte e eficaz, motivo mais que suficiente para convencerem as cabeças da necessidade de apropriação, ou talvez internacionalização, ou chamem do que quiserem.”
    -> Opção contra a qual nos exprimimos muito veementemente.
    -> A haver ela serviria os interesses que precisamente cobiçam economicamente a Amazónia, não os “interesses verdes” que nos motivam ou deviam motivar a todos. A Amazónia É responsabilidade do Brasil, e assim deve continuar.

    Revoltado:
    ” O grande problema do Brasil é não aplicar as suas leis de forma eficaz, pois elas não podem funcionar todas ao mesmo tempo. Isso condenaria o país à esquizofrenia jurídica. Ao mesmo tempo que se impede o ”
    -> Compreendo. Falta recodificiar e encetar um processo de harmonoria jurídica entre os vários corpos legais.

    “desenvolvimento económico da Amazónia, entravando os grandes projectos, nada se consegue fazer contra o desmatamento promovido por sem-terra, índios, ongs e estrangeiros que se aproveitam da falta de presença militar nas fronteiras para exportar o produto do seu saque. E no”
    -> Sim, essa é a leitura que tenho feito. Existe um recuo sistemático do Estado nessa área geográfica, e os privados – uns por ignorância outros por avidez – têm ocupado esse papel com as consequências que se vêm e que ninguém nega.

    “fim tudo isso é usado por aqueles que querem limitar a soberania brasileira na região e preparar o terreno para um mandato internacional. Senhores como o Al Gore já falaram disso. Não podemos aderir ao “ecologismo”, o que não significa abdicar de se tentar reduzir ao mínimo as consequências do progresso. Nunca esqueçam que a melhor garantia de que pedaços importantes da Amazónia sobrevivam é que o Brasil se desenvolva ao ponto de poder dar maior atenção à questão e organizar com maior eficácia este território fundamental para o mundo que fala português.”
    -> Sem dúvida. A defesa da Amazónia deve ser uma causa primária da comunidade lusófona, assim como a sua manutenção no Brasil. Ele, aliás, está mais preparado para a defender do que a ONU ou qualquer outra organização a criar para o efeito.
    -> Existem contudo problemas sérios na defesa da Amazónia e há que intervir a fundo e a sério imediatamente… mas faltam medidas concretas do governo Lula…

  11. revoltado

    Caro Clavis,

    Não faltam medidas concretas por parte do governo Lula, mas todas elas vão no sentido de aumentar o descontrolo(e) desse território por parte do Estado Brasileiro e aumentar a intensidade da campanha de internacionalização. O que se passa na reserva Raposa do Sol é um bom exemplo. O território está a viver uma guerra civil latente desde que foi decidida a expulsão dos agricultores “brancos” de lá. A maior parte da “população indígena” está contra, sabem que a sua prosperidade está ligada à deles, mas aqueles poucos mobilizados pelas ongs internacionais e pela Funai têm o apoio do governo federal. O exército está contra, mas nos dias de hoje eles pouco podem. Devido aos baixos salários, parte dos melhores oficiais abandonou o exército, e o que sobrou está mal equipado material e intelectualmente para compreender a gravidade do problema e agir. A população, anestesiada pelos meios de comunicação de massa, nada sabe, e nada exige. É uma situação grave, porém, ainda acredito que se vai a tempo de concertar este gravíssimo erro histórico.
    Como diz o Olavo de Carvalho;
    Sapientiam Autem non Vincit Malitia

    Um abraço.

  12. Sem dúvida que se trata de uma situação muito complexa, com muitas nuances e um ainda maior número de agentes…
    De qualquer forma, acredito que a solução para o problema da Amazónia (e do mundo, nele) passa pela entrega de um número crescente de responsabilidades às entidades locais, e por um acentuar da prioridade local em desfavor da global na economia mundial, e neste concreto, brasileira.
    A maioria das pressões contra a Amazónia não é interna, ou brasileira. Ou vem dos mercados de madeiras exóticas, ou dos importadores de soja, de uma forma ou de outra, o Brasil deve buscar no seu próprio mercado local, e no interno o sustento e o esteio principal para o seu crescimento e prosperidae. Só esta mudança de paradigma bastaria para resolver parte destes problemas e fornecer uma alternativa viável ao moderno modelo globalista de tendência neoliberal que está a promover esta delapidação acelerada do património natural do Brasil e do próprio clima mundial.

  13. Anónimo

    o Brasil não é Portugal, nunca território brasileiro será transformado por elementos alienígenas em “comunidade independente” como os Açores.

  14. Anónimo: Compreendo as suas reservas. Teme que uma autonomia administrativa da Amazónia a pudesse expôr a apetites imperialistas de terceiros… É uma objecção razoável, mas saiba que acredito que essa descentralização administrativa poderia ser feita de forma a não ameaçar a soberania nacional… Podia ser uma descentralização municipalista (não estatal), e assim diluir os centros de poder, e logo as possibilidades de um ser tomado por esses interesses, e, sobretudo seria uma descentralização que mantivesse as responsabilidades de Defesa e de representação internacional sempre na sede da federação, e Brasília. É esse o modelo de federação (ou confederação) que advogo para Portugal e para o Brasil.

  15. Ed

    Pulmao do mundo sao os oceanos todos sabem disto…….
    Quantos % do planeta terra era povoado por animais e florestas antes das navegaçoes, e antes da colonizaçao europeia, a amazonia nao e nem 10 % do mundo.
    Meu filho porque o Brasil não destruiu a amazonia antes agora tempos que dar explicaçoes a todos que um dia tiveram florestas maiores que as nossas e hoje so sabem encher o saco….

  16. Ed

    * temos

  17. Anónimo

    Clavis, ninguém advoga a depredação da amazõnia ou qualquer outra área, mas um país como o Brasil necessita explorar riquezas e produzir alimentos (e talvez “combustivel”) como a soja e cana de açucar. Quanto a municipalização,não funcionaria neste caso , já que alguns depredadores influenciam na administração local, o que poderia mudar com a geração de mais riquezas e melhor distribuição de renda.

  18. Ed: Podes crer! A Europa nesse concreto tem muitas “culpas no cartório”… Mas o mal está feito, e agora temos poucas manhas florestais para defender… e uma das mais importantes está hoje no Brasil. A Amazónia não é só uma riqueza brasileira, é uma riqueza do mundo que está sob a responsabilidade brasileira (e assim deve continuar).

    Anónimo:
    Claro que não! Enfim… Talvez alguns madeireiros e fazendeiros o façam… O desenvolvimento não tem que ser incompatível com a Natureza. Tem é que ser sustentado e regrado, e a situação supra indica que nestes dois campos há muito trabalho a fazer por parte do governo federal. Não é isso que indicam estes números provenientes do próprio Governo? E quanto melhor defesa fizer o Brasil da Amazónia menos argumentos entrega aqueles que defendem a sua “internacionalização” (colonização anglo-saxónica, sob o manto da ONU). Quanto ao municipalismo… Ele funciona, claro. Mas depende da formação e da capacidade cívica das gentes.

  19. Ed

    ´´A Amazónia não é só uma riqueza brasileira, é uma riqueza do mundo que está sob a responsabilidade brasileira (e assim deve continuar).“

    Não goste deste comentario….. esta amazonia que falam e 100% brasileira sim oque e de todos é a antartica……

    Ao invéz de incentivar o Brasil a parar de cortar maderia e plantar ou cultivar gado. E fazer a reforma agraria que e oque esta acontecendo ou pelo menos oque é para acontecer na amazonia, porque a europa os Eua não indenizao grandes propriedades e Plantam arvores ao ivéz de so criicar.

  20. gerrero

    boa.
    Tem tanto dinheiro para fazerem guerras oque custa indenizar grandes propriedades privadas e plantar.
    Voces saibiam que o maior reflorestamento urbano do mundo ocorreu no Brasil com Rei português.

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=469225

  21. ed

    E acredite se quiser a 1 a 2 e a 3 colocaçao em area de reflorestamento urbano e Brasileira.
    Ou seja destroi uma floresta inutil Amazonica e Refloresta a Atlantica, com maior biodiversidade de fauna e flora do mundo.
    Pena que so os brasileiro e que veem isto o resto do mundo e tão vitrado em porteçao da amazonia que esquece de reflorestar de tentar melhorar a sua propria biodivercidade.
    A mata atlantica foi a mais devastada do brasil e hoje e a que possue as maiores areas de proteçao e reflorestamento, será que um dia veremos isto acontecer em algum outro lugar do mundo.

  22. gerrero

    É acho que so os brasileiros tem esta conciência, afinal somos nós quem devemos conciêntizar o Mundo??????
    De que adianta possui só um tipo de floresta, se oque realmente importa é a biodivercidade. Ou será que esqueceram dos animais em extinção e so tem olhos para a extinçao da raça humana a ponto de quererem evitar uma devastaçao controlada da amazonia, em troca da extinçao de varios animais que não tem esta mata como habitat natural.
    Só para se ter uma ideia a mata atlantica tem 3 vezes mais biodivercidade que a amazonica. O pantanal matogrossense vem em segundo lugar e por fim vem a amazonia.
    Isto so no ranking brasileiro de biodivercidade porque no mundo todo devem haver muito mais matas melhores que a amazonica.

  23. Ed:
    1. Discordo de que a Amazónia seja uma “floresta inútil”. Talvez não produza tanto para a Economia brasileira como (por m2) outras manchas florestais, mas a sua dimensão é essencial para o clima do mundo (pela absorção do CO2) e para o próprio regime pluvial em toda a América do Sul, e nem falo (falo) da biodiversidade e da imensa reserva de vida que abriga.
    2. Discordo frontalmente de todos aqueles que a manto da Ecologia defendem a entrega da Amazónia a um mandato internacional e a sua retirada do Brasil. Estarei sempe na linha da frente de tais movimentações. mas a boa gestão deste património mundial que é a Amazónia é o melhor argumento para calar estes e esta notícia é sinal de que eles estão atentos e que… o governo brasileiro não tem feito o suficiente para a preservar. É isso que importa mudar.

    Gerrero:
    1. Desconhecia esses indicadores, que só revelam a espantosa diversidade do Brasil. Contudo, não anulam no essencial aquilo que é dito: existe um preocupante recuo da mancha de floresta na Amazónia e não tem sido feito o suficiente para o travar.

  24. Fred

    Clavis e demais, o desmatamento não vai parar, o avanço é inevitável e o governo tenta apenas não atrapalhar. Apesar de dizer que não!

    Atentemos para os seguintes fatos:

    O governo ampliou o projeto calha norte agora atingindo mais de 30% do território nacional! Com isso até a ilha de Marajó está contemplada no programa.

    O principal intento deste é prover infraestrutura básica, saúde e educação para a população da região e intensificar o povoamento da área.

    Até ai morreu neves, tudo ótimo e todo mundo concorda.

    Porém, e sempre existe um porém!
    O que acontece quando se povoa um área? A população tem que ocupar algum lugar, ela precisa de infraestrutura, trabalho, etc e tal.

    Brasil: população absoluta e densidade demográfica por regiões (1991)
    Região População absoluta Área Densidade demográfica(hab/km2)
    (km2)
    Centro-Oeste 9.428.000 1.612.000 5,8
    Norte 10.030.000 3.870.000 2,6
    Sul 22.129.000 577.000 38,3
    Nordeste 42.498.000 1.561.000 28,2
    Sudeste 67.740.000 927.000 67,7
    Brasil 146.825.000 8.547.000 17,2

    Brasil: população absoluta e densidade demográfica por regiões (2007)
    Região População absoluta Área Densidade demográfica (hab/km2)
    (km2)
    Centro-Oeste 13.222.854 1.612.000 8,20
    Norte 14.623.316 3.870.000 3,78
    Sul 26.733.595 577.000 46,33
    Nordeste 51.534.406 1.561.000 33,01
    Sudeste 77.873.120 927.000 84,01
    Brasil 183.987.291 8.547.000 21,53

    Veja o crescimento populacional da região Norte foi de cerca de 31 % contra 20% do Brasil e 13% do Sudeste, obviamente em números absolutos o sudeste ganha disparado. Quem ficou em segundo a Região Centro-Oeste 28%.
    Isto não acontece espontaneamente, é um fato provocado por política pública de continuidade.

    E agora com as represas do Madeira então? O Acre vai necessitar de uma indústria de construção civil para fornecimento de insumos que não existe no país, exceto o Sudeste, que inevitavelmente terá de ser implantada na região.

    Bem isso são fatos, vide: http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/contagem2007/defaulttab.shtm

    Minha opinião é que aparentemente o governo (não importa qual, pois isso vem desde a década de 80) não quer impedir o desmatamento de verdade tanto quanto os governos estrangeiros não querem impedir a compra da madeira nobre desmatada do Brasil.

    O que o governo quer é tentar por uma certa ordem na casa e aparecer para todos como um bom moço, cheio de boas intenções que infelizmente é um pouco atrapalhado e não consegue fazer aquilo a que se propõem.

    Feio isso não? Mas tem funcionado.

    Desculpe pelo texto ter ficado muito extenso, sei que fica de difícil leitura para a maioria quando ultrapassa o tamanho de uma tela (ou ecrã, como queira)

    Forte abraço a todos.

    Fred

  25. Ed

    floresta inútil, no que se diz respeito a preservaçao, analizando a pobre biodivercidade, que não precisa de tanta quantidade como aqui esta para se manter.

  26. Ed

    É economica e socialmente viavel explora-la, porque não fazer.

  27. Fred:

    ” Clavis e demais, o desmatamento não vai parar, o avanço é inevitável e o governo tenta apenas não atrapalhar. Apesar de dizer que não!”
    -> Será mesmo inevitável? Gostaria de acreditar que não, que existem alternativas ao fim da maior mancha florestal do mundo… Por alguma razão defendo o Crescimento Zero (no mundo desenvolvido).

    ” O governo ampliou o projeto calha norte agora atingindo mais de 30% do território nacional! Com isso até a ilha de Marajó está contemplada no programa.
    O principal intento deste é prover infraestrutura básica, saúde e educação para a população da região e intensificar o povoamento da área.”
    -> O povoamento pode seguir padrões ecológicos e de sustentação ambiental… não tem que ser uma ruptura com o meio ambiente.

    ” Porém, e sempre existe um porém!
    O que acontece quando se povoa um área? A população tem que ocupar algum lugar, ela precisa de infraestrutura, trabalho, etc e tal.”
    -> Esse é o risco dos povoamentos…

    ” Brasil: população absoluta e densidade demográfica por regiões (1991)
    Região População absoluta Área Densidade demográfica(hab/km2)
    (km2)
    Centro-Oeste 9.428.000 1.612.000 5,8
    Norte 10.030.000 3.870.000 2,6
    Sul 22.129.000 577.000 38,3
    Nordeste 42.498.000 1.561.000 28,2
    Sudeste 67.740.000 927.000 67,7
    Brasil 146.825.000 8.547.000 17,2
    Brasil: população absoluta e densidade demográfica por regiões (2007)
    Região População absoluta Área Densidade demográfica (hab/km2)
    (km2)
    Centro-Oeste 13.222.854 1.612.000 8,20
    Norte 14.623.316 3.870.000 3,78
    Sul 26.733.595 577.000 46,33
    Nordeste 51.534.406 1.561.000 33,01
    Sudeste 77.873.120 927.000 84,01
    Brasil 183.987.291 8.547.000 21,53
    Veja o crescimento populacional da região Norte foi de cerca de 31 % contra 20% do Brasil e 13% do Sudeste, obviamente em números absolutos o sudeste ganha disparado. Quem ficou em segundo a Região Centro-Oeste 28%.
    Isto não acontece espontaneamente, é um fato provocado por política pública de continuidade.”
    -> Quanto ao crescimento demográfico, sempre acreditei que era uma das maiores ameaças à Terra e à sustentação continuida da actividade humana sobre a mesma. Importa travá-lo para quebrar esse tipo de pressões e para criar sociedades mais justas e socialmente mais equilibradas. A Europa já o fez, porque alcançou um nível de desenvolvimento que leva a tal travagem, mas isso não acontece ainda no resto do mundo, e boa parte dos males de África (do Brasil muito menos) devem-se precisamente a essa pressão demográfica.

    Ed
    ” floresta inútil, no que se diz respeito a preservaçao, analizando a pobre biodivercidade, que não precisa de tanta quantidade como aqui esta para se manter.
    É economica e socialmente viavel explora-la, porque não fazer.”
    -> Compreendo o argumento da sua fraca biodiversidade, mas esse argumento válido, não anula a importância da Amazónia na aborção de CO2, o grande problema mundial da actualdiade, nem o facto de que a sua destruição envia ainda mais Carbono (queimadas e menos CO2 que é convertido em Oxigénio) e agrava o problema que nos ameaça a muito curto prazo: o do Aquecimento Global.

  28. Ed

    aborção de CO2. Caso voçe não analizou ainda a maior quantidade de Co2 eliminada pelo brasil e por consequencia das queimadas feitas na amazonia, não tenho dados mas com certeza e mais do que a propria amazonia consegue absorver, e se forem plantados alimentos, os mesmos tambem absorverão co2.
    E o co2 e um dos menores poluentes que nós possimos na atualidade.
    E todo oxigendio produzido durante o dia e consumido durante a noite, isto e biologia, as arvores fazem a fotossintese ao dia e respiram a noite.

  29. Ed

    Diversas substâncias químicas acabam destruindo o ozônio quando reagem com ele. Tais substâncias contribuem também para o aquecimento do planeta, conhecido como efeito estufa. A lista negra dos produtos danosos à camada de ozônio inclui os óxidos nítricos e nitrosos expelidos pelos exaustores dos veículos e o CO2 produzido pela queima de combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Mas, em termos de efeitos destrutivos sobre a camada de ozônio, nada se compara ao grupo de gases chamado clorofluorcarbonos, os CFCs.

    Lembrando que o as camadas superiores do planeta refletem em torno de 40% da radiação solar. Destes, aproximadamente 17% são absorvidos pelas camadas inferiores sendo que o ozônio interage e absorve os raios ultraviloeta. o DIOXIDO DE CARBONO e o vapor de água absorvem os raios infravermelhos. Restam 43% da energia, esta alcança a superfície do planeta.

    Desta forma resumindo o CO2 não faz mal para a atmosfera pelo simples fato deste pertencer a atmosfera.

  30. Mas os CFCs já não são produzidos… E ainda bem. Por isso é que o chamado “buraco do ozono” saiu das notícias, tanto quanto sei, ele reverteu graças às medidas que pararam com o uso dos CFCs. E felizmente estes mantêm-se pouco tempo em suspensão na atmosfera, o que, infelizmente, não acontece com o CO2… É que se mesmo hoje parássemos de o emitir, só daqui a perto de 25 anos é que os seus níveis na atmosfera começavam a descer, dizem os peritos.
    O CO2 por si próprio não faz mal. O que faz, e muitissimo são os níveis altíssimos que se registam hoje em dia. Esse aliás é o cerne do problema do Aquecimento Global que nos ameaça a todos nós.

  31. Fred

    Clavis, veja bem, não quer dizer que a Amazônia vai acabar, que não existirá mais mata e floresta, longe disto. Nem o desmatamento vai chegar nos atuais níveis de desmatamento do sudeste.

    Porém, com o povoamento da região obrigatoriamente uma parte do que hoje é floresta vai deixar de ser, isso é inevitável não só no Brasil, mas na Venezuela, na Bolívia, na Colômbia e no Peru.

    Veja por exemplo o Complexo Madeira

    “O projeto do Complexo do Rio Madeira propõe a construção de quatro usinas hidrelétricas com eclusas e canais de navegação, nos rios Madeira, Mamoré e Beni, este último na Bolívia.
    No total, o projeto poderá gerar mais de 11.000 megawatts (MW) de eletricidade.

    O Mais importante, porém é proporcionar a criação de uma extensa malha hidroviária em mais de 4.200 km, nos rios Madeira, Mamoré, Guaporé, Beni e Madre de Diós, beneficiando diretamente o Brasil, a Bolívia e o Peru.

    Permite-se ainda a navegação até o Alto Guaporé, em Mato Grosso, viabilizando uma integração rodoviária com a hidrovia Paraguai-Paraná, cujo extremo norte se situa em Cáceres (MT), a menos de 200 km de distância, o que permitiria o estabelecimento de um sistema multimodal de transportes entre Iquitos (Peru) e Buenos Aires, de enorme importância para a integração sul-americana.”

    Entende o que está acontecendo? O processo é lento, porém contínuo e irreversível, além de necessário.

    Obvio que as guerrilhas, ONGs, plantio de drogas e coisas afins dificultam e retardam o processo, afinal impedir o desenvolvimento da região é vital para a manutenção do ilícito e do ganho fácil.

    Para o Brasil diminuir a disparidade econômica e social entre as diversas regiões é fundamental, não digo acabar a disparidade, mas deixá-la em um nível aceitável, ou seja, escola para as crianças, trabalho para os economicamente ativos, acesso a atendimento de saúde, segurança, etc. Enfim justiça social.

  32. Fred:
    “Clavis, veja bem, não quer dizer que a Amazônia vai acabar, que não existirá mais mata e floresta, longe disto. Nem o desmatamento vai chegar nos atuais níveis de desmatamento do sudeste.”
    -> Não se vê é sinais dele parar, ou pelos menos abrandar. É isso que é mais preocupante.

    “Porém, com o povoamento da região obrigatoriamente uma parte do que hoje é floresta vai deixar de ser, isso é inevitável não só no Brasil, mas na Venezuela, na Bolívia, na Colômbia e no Peru.
    Veja por exemplo o Complexo Madeira
    “O projeto do Complexo do Rio Madeira propõe a construção de quatro usinas hidrelétricas com eclusas e canais de navegação, nos rios Madeira, Mamoré e Beni, este último na Bolívia.
    No total, o projeto poderá gerar mais de 11.000 megawatts (MW) de eletricidade.
    O Mais importante, porém é proporcionar a criação de uma extensa malha hidroviária em mais de 4.200 km, nos rios Madeira, Mamoré, Guaporé, Beni e Madre de Diós, beneficiando diretamente o Brasil, a Bolívia e o Peru.
    Permite-se ainda a navegação até o Alto Guaporé, em Mato Grosso, viabilizando uma integração rodoviária com a hidrovia Paraguai-Paraná, cujo extremo norte se situa em Cáceres (MT), a menos de 200 km de distância, o que permitiria o estabelecimento de um sistema multimodal de transportes entre Iquitos (Peru) e Buenos Aires, de enorme importância para a integração sul-americana.”

    Entende o que está acontecendo? O processo é lento, porém contínuo e irreversível, além de necessário.”
    -> Tenho dúvidas que o destino final tenha mesmo que ser o fim ou a redução extrema da área da Amazónia… Não há alternativas? A população não tem que continuar a crescer, sempre e aos níveis actuais. A explosão demográfica pode e deve ser travada se coloca em risco o ambiente e a nossa própria sobrevivência na Terra.

    “Obvio que as guerrilhas, ONGs, plantio de drogas e coisas afins dificultam e retardam o processo, afinal impedir o desenvolvimento da região é vital para a manutenção do ilícito e do ganho fácil.
    Para o Brasil diminuir a disparidade econômica e social entre as diversas regiões é fundamental, não digo acabar a disparidade, mas deixá-la em um nível aceitável, ou seja, escola para as crianças, trabalho para os economicamente ativos, acesso a atendimento de saúde, segurança, etc. Enfim justiça social.”
    -> Claro. Mas isso tem que ser feito à custa do desmatamento da Amazónia? A Amazónia tem mesmo que ser um dos focos de crescimento demográfico do país? Os seus solos não são demasiado fracos para sustentar uma ampla população?

  33. Fred

    -> Claro. Mas isso tem que ser feito à custa do desmatamento da Amazônia? A Amazônia tem mesmo que ser um dos focos de crescimento demográfico do país? Os seus solos não são demasiado fracos para sustentar uma ampla população?

    1) Sobrou algum outro lugar no Brasil?

    2) Se fim que você fala for da Amazônia que atualmente conhecemos, sim. Realmente espero que a miséria, a fome, o narcotráfico e a exploração da população por espertalhões e biltres acabem.

    3) Todos os países do mundo tem direito de prover os meios necessários ao desenvolvimento da sua população, não importando como, diga-se de passagem. Os países que compõem a Amazônia não? Porque? Para manter o padrão de vidas de gente que não é de lá?

    4) É fácil falar em manutenção total da floresta. Difícil é morar lá. Sem energia, sem trabalho, sem saúde pública, escolas precárias etc e tal.

  34. Fred

    Sobre o potencial agrícula da região,

    http://mapas.ibge.gov.br/pot_agro/viewer.htm

  35. Fred

    Outro exemplo de crescimento industrial

    http://www.alerta.inf.br/Energia/1257.html

  36. Fred

    e outro do governo federal contras as ONGs suspeitas

    http://www.alerta.inf.br/Geral/1256.html

  37. Fred:
    “1) Sobrou algum outro lugar no Brasil?”
    -> Não, de facto com essa extensão, não.

    “2) Se fim que você fala for da Amazônia que atualmente conhecemos, sim. Realmente espero que a miséria, a fome, o narcotráfico e a exploração da população por espertalhões e biltres acabem.”
    -> Também eu. Estamos de acordo nesse ponto em que a ausência do Estado não significa que a Amazónia esteja melhor.

    “3) Todos os países do mundo tem direito de prover os meios necessários ao desenvolvimento da sua população, não importando como, diga-se de passagem. Os países que compõem a Amazônia não? Porque? Para manter o padrão de vidas de gente que não é de lá?”
    -> Compreendo o argumento: e a Europa não tem moral para fazer exigências, ela que destruiu a grande parte da sua mancha florestal, eu sei.

    “4) É fácil falar em manutenção total da floresta. Difícil é morar lá. Sem energia, sem trabalho, sem saúde pública, escolas precárias etc e tal.”
    -> Essa é que é a verdadeira questão: Será imperativo povoar e colonizar a região? O desenvolvimento do Brasil é incompatível com a preservação da mancha florestal amazónica? Até agora não tem sido, porque o teria que ser no futuro? Os custos ambientais de a reduzir acima de um dado limiar (que pode desencadear um processo de colapso massivo irreversível) não serão mais altos do que os custos de não-desenvolvimento. É que acabar com a Amazónia não é a mesma coisa do que desmatar, por exemplo, a Bélgica. É desmatar a maior área florestal do planete (secundada apenas pela áfrica ocidental, julgo).

  38. Anónimo

    Bem vamos então:

    Povoar ou não a região já não cabe mais, já existem 14,5 milhões de habitantes só na área brasileira! Fora os estados do Mato Grosso, Maranhão e Tocantins.

    Clavis, não tem sido? Veja o que sobrou da mata atlântica no resto do pais, está naquelas fotos que te mandei hoje. Não foi feito até então na Amazônia porque estava em execução no resto do País, Sudeste e depois no sul.
    No meio do século passado a meta foi o Centro Oeste, (Com Brasília) separação dos Mato grosso e de Goiás (Tocantins).

    Quem sobrou?

    Custos mais altos de quem? De quem morre de malária em Rondônia por falta de atendimento? Ou de quem tem que plantar coca para não ser morto com os filhos por narcoguerrilheiros na Colômbia? Ou de crianças com 12 ou 13 anos que não sabem ler e que trabalham pesado na extração de madeira ilegal?

    Seriam das empresas que patenteiam os frutos da Amazônia como se fosse um produto. Não, acho que não, eles estão preocupados com o meio ambiente, não é?

    Ou das ONGs que mapeiam o urânio, ferro, ouro, petróleo, etc. Não elas não. Elas querem é o bem da humanidade e do planeta.

    E daí que é a maior área florestal do planeta, se for para permitir uma condição melhor para o habitante do lugar, que passe a ser a África então, status não paga conta nem enche barriga.

    Como um ditado pernambucano diz: Se for para alguém chorar que seja a mãe dos outros.

    Não falo crescimento de qualquer modo, as usinas do madeira por exemplo não vão alagar mais que a área máxima alagada dos rios do sistema, graças a nova tecnologia de hidroelétrica a fio de água e as turbinas de bulbo. Ou seja não serão mais construídas usinas com represas ciclópicas como Itaipu.

    O que tento dizer é que se puder ser feito com impacto controlado deve ser feito, infelizmente não se faz omelete sem quebrar ovos. (nem pastéis)

    Muita gene está incomodada com a ocupação da Amazônia, pois estão perdendo recursos que gostariam de explorar para si.

  39. Fred

    o anomimo ai em cima sou eu, i’m so sorry 🙂

    E é muita gente e não muita gene

    Abraço

    Fred

  40. Ed

    Nice
    Ainda bem que não sou só eu que defendo um desmatamento controlado porem necessario obrigado a voçes.

    Se dependesse de mim, 50% da amazonia estaria no chão, com esta reduçao alem de lugar para plantar, seria mais facil de controlar a biodevercidade e reduziria a cobiça de outros paizes para com nossas florestas e suas riquesas subterraneas, e uma pena ver que a midia corrompeu um pouco os dados, e apresenta a devastaçao da amazonia como se fosse um problema, alegando coisas sem sentido como o Pulmao do mundo, dentre outros motivos.

  41. Fred

    50% , 40% 70%, não sei precisar quanto seria necessário, e acho irrelevante até, apenas seguir as lei existentes sobre porcentagem de mata preservada e preservação de mata ciliar, essa sim, no meu raso entendimento, imprescindível para a região.
    Fora, claro, as reservas ambientais já existentes que já estão por volta dos 40 % do território da região. Cerca de 1 548 000 km² Não já está de bom tamanho? Ou estou enganado?

    Abraço

    Fred

  42. Ricardo Teixeira

    Concordo com seus pensamentos, por mais que eu seja um defensor da preservaçao das reservas, a amazonia não é, e nem deve ser apenas floresta, temos que promover avanços, povoamentos, como voçes mesmo citaram crescimento de infra extrutura e integraçao da AL, seja por vias ferreas navais ou ferroviarias, mas, reduzir a diciparidade aumentar a qualidade de vida e tornar a amazonia um lugar que produz alimentos, eletroeletronicos, em correlaçao com a natureza, pois a amazonia não pode acabar como a floresta atlantica.
    já erramos uma vez não podemos cometer o mesmo erro novamente.

  43. Ed

    mas, reduzir a diciparidade aumentar a qualidade de vida e tornar a amazonia um lugar que produz alimentos, eletroeletronicos, em correlaçao com a natureza.
    A amazonia não pode acabar como a floresta altalntica.

    desta forma a frase se torna mais compreensivel.

  44. Ricardo Teixeira

    grato.

  45. Ed:
    ” Nice
    Ainda bem que não sou só eu que defendo um desmatamento controlado porem necessario obrigado a voçes.”
    Se dependesse de mim, 50% da amazonia estaria no chão, com esta reduçao alem de lugar para plantar, seria mais facil de controlar a biodevercidade e reduziria a cobiça de outros paizes para com nossas florestas e suas riquesas subterraneas, e uma pena ver que a midia corrompeu um pouco os dados, e apresenta a devastaçao da amazonia como se fosse um problema, alegando coisas sem sentido como o Pulmao do mundo, dentre outros motivos.”
    -> Bem, serão só os Media ou também a classe científica?
    -> Por exemplo:
    http://web.mit.edu/12.000/www/m2006/final/threats/threat_deforest.html
    “Deforestation causes increases in erosion and flooding. The land of the Amazon Rainforest is naturally nutrient-deficient because most of the nutrients are stored within the aboveground biomass of the vegetation. Tree root systems hold the soil together to slow the rate of flooding and reduce erosion. Trees themselves also absorb water during the rainy season. When the trees are removed from the environment, the rainy season can have devastating effects. Rains wash away the vital topsoil and what nutrients are left. Increased deforestation therefore leads to decreased biodiversity and species richness.”

    Fred:
    ” 50% , 40% 70%, não sei precisar quanto seria necessário, e acho irrelevante até, apenas seguir as lei existentes sobre porcentagem de mata preservada e preservação de mata ciliar, essa sim, no meu raso entendimento, imprescindível para a região.
    Fora, claro, as reservas ambientais já existentes que já estão por volta dos 40 % do território da região. Cerca de 1 548 000 km² Não já está de bom tamanho? Ou estou enganado?”
    -> Mas com estas pressões (mesmo link) quem pode garantir que essa reserva é respeitada pelos operadores locais:
    “Deforestation also is fueled by expansions in the amount of acreage used for agriculture and ranching. When the land is deforested by slash-and-burn, for example, the nutrients are mixed back into the soils. However, as the tree root structures die, the stability of the soil decreases and it becomes more susceptible to erosion. The land’s fertility decreases as nutrients and topsoil are washed away. ”

    E sobre o Carbono:
    “The method of slash and burn deforestation has a strong impact on the carbon cycle. The forests of the Amazon region act as a very large natural carbon sink. Plants and soil hold about 460-575 billion metric tons of carbon. Each acre of tropical rainforest releases about 180 metric tons of carbon. This carbon joins with oxygen and goes into the atmosphere as CO2. The equivalent to a football field of rain forest is destroyed every minute that passes.

    E sobre as causas do fenómeno:
    “The causes of deforestation are very complex. A competitive economy forces the need for money in poorer third world countries. Brazil sells logging concessions to raise money for projects, to pay international debt, or to develop industry.”

    Ricardo Teixeira:
    ” Concordo com seus pensamentos, por mais que eu seja um defensor da preservaçao das reservas, a amazonia não é, e nem deve ser apenas floresta, temos que promover avanços, povoamentos, como voçes mesmo citaram crescimento de infra extrutura e integraçao da AL, seja por vias ferreas navais ou ferroviarias, mas, reduzir a diciparidade aumentar a qualidade de vida e tornar a amazonia um lugar que produz alimentos, eletroeletronicos, em correlaçao com a natureza, pois a amazonia não pode acabar como a floresta atlantica.”
    -> E aí concordo. Deve haver desenvolvimento, controlado e monitorizado de forma a não colocar em risco a sua própria sustentabilidade que assenta tanto na própria floresta amazónica. O Brasil tem o direito de crescer e de usar a sua amazónia, mas deve fazê-lo de forma a que não a ameaçe, ou quem pagará o preço de um crescimento incontrolado serão as próprias populações locais (os solos são geralmente muito fracos e ineptos para agricultura intensiva) e, logo após, o Brasil e o mundo, com a perda dessa grande mancha florestal:

    E por fim, o efeito no clima (o maior problema, a meu ver):
    “RETROALIMENTAÇÃO COM A MUDANÇA DE CLIMA

    A floresta amazônica tem uma série de ligações de retroalimentação com e mudança climática que representa uma ameaça séria à existência da floresta e para a continuação de seus serviços ambientais. Um mecanismo é por perda de evapotranspiração, assim reduzindo a precipitação a ponto em que a floresta deixa de ser o tipo de vegetação favorecido pelo clima da região (por exemplo, Shukla et al., 1990). A floresta seria substituída com um tipo de vegetação parecido com o cerrado, por meio da savanização. Até 60% da floresta amazônica no Brasil poderia ser transformado em cerrado pelo processo de savanização (Oyama & Nobre, 2003).

    Uma ameaça separada resulta do aumento da freqüência do fenômeno de El Niño. Os eventos El Niño aumentaram em freqüência desde 1976, indicando uma mudança no sistema climatológico global (Nicholls et al., 1996). O fenômeno El Niño causa secas na Amazônia que, por sua vez, provê condições para incêndios destrutivos, como os que ocorreram em Roraima em 1997-1998 (Barbosa & Fearnside, 1999). Eles também conduzem à perda de carbono de ecossistemas de floresta em pé, mesmo na ausência de fogo (Tian et al., 1998; Camargo et al., 2004). A mudança continuada no equilíbrio entre anos El Niño, quando a floresta perde carbono, e os anos do tipo “normal” e de La Niña, quando a floresta pode ganhar carbono, implica em uma perda a longo prazo de quantias grandes de carbono. Vários estudos apontam para o efeito estufa como a causa subjacente do aumento de El Niño (por exemplo, Timmerman et al., 1999). O aumento contínuo do aumento do efeito estufa, como projetado por todos os modelos climáticos na ausência de mudanças significantes nas emissões antropogênicas mundiais, implica em eventos de El Niño que são mais freqüentes e, provavelmente, mais severos.

    O efeito estufa pode causar a morte da floresta amazônica diretamente, além de seu efeito provável por meio do El Niño. Médias de temperatura mais altas exigem que cada árvore use mais água para executar a mesma quantia de fotossíntese. O efeito estufa não acontece uniformemente sobre o planeta, e é esperado que a Amazônia seja um dos locais com os maiores aumentos de temperatura (Stainforth et al., 2005). Simulações que presumem alta sensabilidade climática (a quantidade de elevação da temperatura média global para cada unidade de concentração de CO2 adicional na atmosfera) indicam aumentos de temperatura média tão alto quanto 14ºC na Amazônia (Stainforth et al., 2005, p. 405). Isto implica em picos de temperatura de bem mais de 50ºC, o que não só resultariam em morte da floresta mas também em aumento na mortalidade humana. Projeções mais modestas indicam aumentos de temperatura de aproximadamente 6ºC, que também seriam catastróficos.

    Os resultados de Stainforth et al. (2005) indicando aumento de 14ºC na Amazônia até aproximadamente 2070 sob alta sensitividade climática está defasada devido a revisões para baixo das probabilidades de valores muito altos para a sensitividade climática (Hegerl et al., 2006). Presumindo proporcionalidade, o aumento de 14ºC seria alcançada 30 anos mais tarde em 2100.

    Espera-se atualmente que o sistema de clima global se mantenha em um El Niño permanente caso o efeito estufa continue aumentando sem mitigação. Este resultado foi encontrado primeiro pelo modelo do Hadley Center, do Escritório Meteorológico do Reino Unido (Cox et al., 2000, 2004). Inicialmente, os outros modelos de clima global não mostravam isto, mas agora foram acrescentadas a estes modelos as retroalimentações de sistema acoplado biosfera-atmosfera que foram incluídas primeiro no modelo do Hadley Center, com o resultado que hoje a maioria dos modelos (5 entre 7) apresentam a formação do El Niño permanente. O modelo do Hadley Center, que projeta o cenário mais catastrófico para a Amazônia, também é o modelo que melhor representa o clima atual desta região (J.A. Marengo, declaração pública, 2005).

    A morte da floresta amazônica contribuiria numa retroalimentação significativa para intensificar o efeito estufa, tanto por liberação de carbono da biomassa da floresta (Huntingford et al., 2004) como por liberação de carbono do solo (Huntingford et al., 2004; Jones et al., 2005). Isto eleva o espectro do “efeito estufa fugitivo”, onde o aquecimento global escapa de controle de humano e continua aumentando independentemente de quaisquer cortes nas emissões antropogênicas que possam ser alcançadas. Uma pesquisa recente indica que ocorreram perdas de estoques de carbono do solo na Grã Bretanha mesmo com o modesto nível atual de aumento da temperatura global desde 1900, de apenas 0,8ºC Hansen et al., 2006). Os estoques globais de carbono contidos nos solos, como os da Amazônia, dê a este, o potencial para alcançar o limiar para o efeito estufa fugitivo (Fearnside, 2007).

    Uma indicação da capacidade de mudança climática para liberar grandes estoques de carbono independente da vontade humana foi provida pela seca na Amazônia em 2005. Esta seca causou níveis de água muito baixos em todos os afluentes do lado sul do rio Amazonas, assim como também nas calhas principais dos rios Amazonas e Solimões. Incêndios afetaram muitas áreas que não estão historicamente sujeitas a fogos, inclusive a Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre. A seca não foi causada pelo El Niño, mas sim por uma massa de água morna no Oceano Atlântico. Na época do período de pico da seca na Amazônia, a zona de convergência intertropical (ITCZ) ficava situada aproximadamente na latitude de 12º N, ou seja, em cima da área de água morna. A energia da água morna causou a intensificação da ascensão de ar no ITCZ, assim aumentando a circulação de Hadley, inclusive a descida do ar seco em cima das cabeceiras dos afluentes do lado sul do rio Amazonas. Anomalias de temperatura no Atlântico seguem um ciclo natural de 60 anos, e este ciclo estava em um ponto alto em 2005 (Marengo & Nobre, 2005). De junho a outubro de 2005 a temperatura média da superfície do mar no Atlântico Norte Tropical era 0,92ºC acima da média para 1901-1970; a metade disto (0,45ºC) era devido ao aquecimento global, o resto sendo do ciclo natural de 60 anos (< 0,1ºC), o efeito residual de El Niño no ano anterior (0,2ºC) e de fenômenos com variabilidade de ano a ano (0,2ºC) (Trenberth & Shea, 2006). Um fator adicional que contribui à acumulação de água morna no Atlântico pode ser a redução da velocidade de movimento da Corrente Marinha do Golfo, como resultado da debilitação da circulação termohalina (por exemplo, Bryden et al., 2005). É esperado que o efeito estufa debilite esta circulação e, além disso, pode ser esperado que o aquecimento geral dos oceanos faça massas de água morna exceder as temperaturas de limiar com maior freqüência em geral, incluindo tanto as anomalias de temperatura no Atlântico, assim como o aquecimento da água superficial do Oceano Pacífico que ativa o fenômeno El Niño.”
    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0044-59672006000300018

  46. Fred

    Mas com estas pressões (mesmo link) quem pode garantir que essa reserva é respeitada pelos operadores locais:
    “Deforestation also is fueled by expansions in the amount of acreage used for agriculture and ranching. When the land is deforested by slash-and-burn, for example, the nutrients are mixed back into the soils. However, as the tree root structures die, the stability of the soil decreases and it becomes more susceptible to erosion. The land’s fertility decreases as nutrients and topsoil are washed away. ”

    ->> Clavis, primeiro isso não é bem verdade, tecnicamente a queimada mata a vida do solo e esses organismos vivos, insetos, bactérias e fungos são os maiores responsáveis pela degradação biológica e que abastecem o solo com os nutrientes. O fogo também o faz, mas em pequena monta.

    E o que defendo é uma presença do estado realmente efetiva que permita uma condição humana de sobrevivência, ou seja, trabalho. Todo mundo tem que viver! O Desmatamento só ocorre por falta de opção, se você capacitar à economia da região, o desmatamento ilegal diminui.

    A maioria dos trabalhadores que atuam no desmatamento, no plantio de drogas, etc. Só o fazem por falta de opção, se há desenvolvimento econômico e social, essa situação descresse sobre maneira. Se há presença do estado, o crime encolhe por pura falta de espaço.
    Não adianta proibir, sem dar condição de existência à população. Se o Estado tolhe o sustento de alguém, não importando o motivo, se certo ou errado, licito ou ilícito, o mesmo estado tem a obrigação de prover a capacidade de sustento de sua população. Ninguém fica de braços cruzados vendo o filho com fome.
    Quem não plantaria coca tendo um filho ameaçado por um narco-guerrilheiro?

    Você acha que existe 190, 911, telégrafo, tambores, sinal de fumaça, para chamar a cavalaria, o ritintin e o cabo Rusty por lá?

    Veja o exemplo:

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u374465.shtml

  47. Ricardo Teixeira

    Voçe notou que suas citaçoes basicamente foram tiradas de documentarios Dos EUA, porque não existem tais comentarios em portugues????
    A midia norte americana destorce e muito a realidade.

    O futuro da Amazônia é uma grande incógnita. Há várias pressões sociais sobre a região. A população em geral deseja melhorias econômicas e de infra-estrutura. Do outro lado, cientistas e ambientalistas batalham por uma diminuição da pressão contra a floresta. Empresários nacionais e internacionais se interessam em usar a riqueza em prol dos seus negócios. O governo vê na região um grande potencial para suprir problemas de infra-estrutura do País, por exemplo, com a construção de hidrelétricas.

    Uma discussão comum em todos esses setores é qual a verdadeira vocação da região. Uns dizem que é o extrativismo; outros, a industrialização.

    A maioria considera imprescindível um zoneamento econômico-ecológico da região, que o Ministério do Meio Ambiente vem delineando nos últimos anos. A grosso modo, o zoneamento é uma divisão territorial da região em pólos econômicos e ecológicos específicos. Nesse zoneamento, estão as grandes unidades de conservação da região, que, pelo menos na teoria, são inibidores do desmatamento. Cerca de 40% dos 5 milhões de quilômetros quadrados da Amazônia Legal estão protegidos de alguma forma, segundo os dados levantados pela Fundação Vitória Amazônica e publicados na revista Política Ambiental, da organização Conservação Internacional. É bom lembrar que nem todas as unidades de conservação têm o intuito de deixar a natureza intacta. Reservas indígenas, por exemplo, prevêem a utilização da terra para cultivo, em pequena escala. Além disso, desde 2002, o governo criou uma nova modalidade de unidade que é reserva de desenvolvimento sustentável (RDS), onde é possível a exploração dos recursos naturais com baixo impacto e pela população tradicional que já vive no local. A primeira foi a Itatupã-Baquiá no estuário do rio Amazonas.

    Além disso, é unânime a necessidade de aumentar a fiscalização tanto nas reservas quanto nos pólos madeireiros. A fiscalização e a punição de corruptos em órgãos de desenvolvimento como a extinta Sudam também é condição sine-qua-non para uma melhoria no trabalho.

  48. Ricardo Teixeira

    Sustentabilidade e soberania na Amazônia :: Rogério Rocco

    Mestre em Direito e superintendente do Ibama-RJ

    Em meados da década de 80, as preocupações dos brasileiros com uma suposta possibilidade de internacionalização da Amazônia ganhavam grandes repercussões. Imaginavam-se formas de ocupação territorial por tropas estrangeiras, o domínio econômico dos elementos do solo e do subsolo amazônico e prováveis guerras pelo controle sobre as reservas de água.

    Ecologistas e membros das Forças Armadas tinham nesse cenário um dos raros pontos de convergência entre suas convicções ideológicas. Porém, assim como vários alertas divulgados com relação às perspectivas negativas do modelo de desenvolvimento adotado pelo Brasil, este pareceu envolvido numa elucubração catastrófica, sustentada por profetas do apocalipse. Pouco mais de duas décadas foi suficiente para indicar que a situação da Amazônia não variou muito quanto a algumas das piores previsões.

    O Plano Colômbia viabilizou uma ocupação territorial parcial da região por tropas militares norte-americanas, comprovando o desejo das superpotências no domínio espacial dessas áreas. Por outro lado, temos presenciado inúmeras detenções de estrangeiros que tentam sair do Brasil com amostras de espécimes da fauna e da flora brasileiras – numa ação que se convencionou chamar de biopirataria: levam exemplares para laboratórios e desenvolvem tecnologias a partir de nosso patrimônio genético. Na atualidade, várias empresas por todo o planeta possuem patentes de produtos cosméticos, alimentícios ou farmacêuticos constituídos à base da genética de elementos de nossa biodiversidade.

    Há uma farta lista de outras questões que poderiam ser usadas como exemplo do que não queremos para a Amazônia, relacionadas à água, à ocupação territorial, à violência e à exploração de madeira, pelo menos. A série de reportagens publicadas pelo Jornal do Brasil sobre o assunto trouxe à tona questões cruciais para os interesses nacionais, ressaltando o histórico de omissão do Estado brasileiro na região. Porém, não podemos deixar de lado os processos que pressionam para a mudança desse quadro e que já demonstram viabilidade política e ecológica.

    O Programa Arpa – Áreas Protegidas na Amazônia (MMA / Funbio) – trabalha com um universo de investimentos em unidades de conservação na ordem de US$ 400 milhões, pelo prazo de dez anos. Já foram investidos US$ 90 milhões e somente em 2006 foram criados 18 milhões de hectares e consolidados outros 7 milhões de hectares de áreas protegidas na região. A meta é atingir 50 milhões de hectares até o final do programa.

    No campo normativo há avanços importantes, como a edição da MP 2.166/01 – que passou a dispor sobre o acesso ao patrimônio genético, aos conhecimentos tradicionais e à repartição dos benefícios da atividade, instrumentalizando o Estado brasileiro e a sociedade para uma justa equação do problema. Não há como não citar a aprovação da Lei de Gestão de Florestas Públicas – dispondo dos meios para que o poder público ordene adequadamente o uso do solo e o manejo sustentável da floresta. A soberania brasileira na Amazônia depende da existência de instrumentos legais que viabilizem uma gestão pública da região, minimizando as possibilidades da manutenção das práticas ilícitas existentes desde muito tempo.

    No campo administrativo, as operações promovidas pelo Ibama e pela Polícia Federal no combate aos crimes de falsificação de documentos de manejo e de transporte de madeira desvendaram quadrilhas que saqueavam elementos do bioma amazônico há várias décadas. E por outro lado, a execução do Plano de Combate ao Desmatamento na Amazônia – coordenado pela Casa Civil, com a participação de 14 ministérios, alcançou resultados significativos, reduzindo em cerca de 50% o desmatamento registrado nos últimos anos.

    Vinculadas ao princípio da sustentabilidade, essas transformações em curso na região amazônica não podem abstrair dos processos participativos, onde o dissenso registra as diversidades sociais e culturais das comunidades envolvidas. A participação social em grande parte se manifesta através das ONGs e dos movimentos sociais, que são fundamentais na evolução das políticas públicas para a Amazônia.

    Portanto, dado o diagnóstico atual de um dos principais biomas do Planeta, cabe à atual geração – em especial aos brasileiros – construir as políticas, os instrumentos e a cultura da sustentabilidade socioambiental da Amazônia, zelando pela soberania e pela paz, para o bem de toda forma de existência. Os primeiros passos para alcançar estes objetivos estão sendo dados e é fundamental que isso seja reconhecido.

  49. Ed

    ESTE PROBLEMA SÓ SERA SOLUCIONADO QUANDO OCORRER OQUE ESTA SENDO FEITO NAS FAVELAS DO RIO RESOCIALIZAÇAO

    Na Rocinha está programada a ampliação de ruas e a construção de um hospital, uma creche e uma passarela sobre a Auto-estrada Lagoa-Barra. No Complexo do Alemão, a principal obra será o teleférico integrado à estação de trem de Bonsucesso, que deverá transportar cerca de 30 mil pessoas por dia. Em Manguinhos, estão previstas obras de saneamento básico e acessibilidade, a construção de escolas, de quadras poliesportivas e de ciclovias. Cerca de 260 mil moradores serão beneficiados pelas obras nas três comunidades.
    COM UM CUSTO DE 1,180 BILHOES DE REAIS

  50. Esta é a grande batalha pelo Desevolvimento que o Brasil tem que travar e vencer. Uma batalha onde a Educação deve ser prioritária, assim como a contenção da explosão demográfica que ameaça engolir as grandes cidades do Brasil (cuja pressão está – sabe-se, sempre ligada aos grandes focos de conflito social). Deve haver um repovoamento do Interior, contido e gregado, mas consistente e permanente, e um recuo demográfico das grandes megápoles como o Rio e SP, simplesmente demasiado grandes para a escala humana (e por isso mesmo desumanizantes). E falo também de Lisboa e dos seus arredores… Na verdade, só cidades de escala média (como Aveiro, Torres Vedras, etc) têm uma escala compatícvel com os quadros mentais humanos.

  51. gaitero

    Estava vendo coisas sobre a Amazonia e derrepente cai aqui no seu site, ^^, acostumado a falar só em equipamentos militares, nem havia notado estes debates intrigantes sobre a Amazonia que é um assunto muito importante.

    LI SOMENTE ALGUMAS PARTES E NOTEI QUE MUITO SE FALA SOBRE A AMAZÔNIA, MAS POUCO SE COMPROVA, ACHO QUE O PROBLEMA ESTA NA FALTA DE ESCLARECIMENTO, FALTA ESCLARECIMENTO NÃO SO NO MUNDO COMO NO BRASIL.

    Pesso desculpas, pois vai ser grande meu texto, vou procurar ser o mais breve e menos intediante possivel.

  52. gaitero

    Primeiro a começar pela foto que esta ai em cima, è mentira dizer que esta é a floresta amazônica.
    O verdadeiro nome para esta imagem é Amazonia legal.
    Oque é amazonia legal, poucos sabem destas informações, pois não aparece nos canais de maior audiência vide TV Globo, SBT, Record, Band, ainda que nos 2 ultimos se fale alguma coisa.

    Amazonia legal é o nome dado às porções de terra localizadas no centro-oeste menos goiás, norte e em algumas áreas do nordeste, foi chamada assim durante o período de ocupação, ou pelo menos incentivo do governo à ocupação destas áreas antes pouco habitadas.

    Deste total, oque realmente é bioma-amazônico, este sim a floresta amazônica, está somente nos testados do acre, amazonas, roraima, rondônia, 30% ao norte do mato grosso, pará e metade do amapá, e 10 % do tocantins.

    Da para comparar estas áreas que pertencem ao bioma amazônico com o seu mapa ultilizando um simples mapa do Brasil, neste mapa,

    Da para localizar os estados que fazem parte do bioma amazônico e que podem ser facilmente identificados no mapa do seu site.

    Observe, que pouco, muito pouco da floresta amazonica, vide, BIOMA-AMAZÔNICO realmente está sendo desmatada. Sabe porque ?

    Vamos explicar formou-se um cinturão, ao norte onde existem muitas áreas indigenas, no centro, pois existe a área de proteção do rio amazonas, e ao sul onde existem as áreas de proteção ambiental. Ou seja 95% destes 7 mil km2 NÃO SÃO BIOMA-AMAZÔNICO E SIM FAZEM PARTE DA AMAZÔNIA LEGAL QUE NÃO TEM NADA HAVER COM A FLORESTA AMAZÔNICA.

    Tanto é verdade que a maior parte deste dematamento cerca de 80% está localizada em mato grosso que está ao sul, e tocantins, a oeste, estados que detem de 30% e 10% de áreas de floresta amazônicas respectivamentes, e estes buracos no meio da floresta, são as capitais dos estados. É um erro falar que estamos desmatando a amazônia, pois não estamos.

    Muito pouco foi desmatado, e onde foi em maior escala vide roraima, já esta sendo feita muitas operações da Polícia federal e do ibama contra a exploração ilegal da madeira.

  53. gaitero

    O único, Único lugar que existe uma exploração intenciva da madeira vinda de floresta amazonica é em roraima esta ponta ao norte que tem metade de seu território já desmatado, é lá que se concentra as operações da PF

  54. Fred

    E no Pará, gaitero, e no pará, notadamente no município de Altamira!

    É justamente por isso que defendo uma maior atuação do estado em suas obrigações para com os cidadãos Brasileiros!

    é vergonhoso que jovens brasileiras tenham que ir parir seus filhos na colombia por falta de hospitais do lado brasileiro

    é triste ver que pais de familia tem que explorar o desmatamento no Pará por falta de trabalho e pespectiva de sobreexistência

    Sem falar em narcotráfico, contrabando, etc e tal!

    E a madeira de exportação? A punição devia ir também para quem compra, não só para quem vende!

  55. gaitero

    Bom o Para é um grande problema, falta de tudo muito.
    Acho que só resolveremos este problema quando o dinheiro que hoje é destinado a pagamentos de funcionários publicos for ultilizado de maneira a minimizar os problemas mais graves que aparecem em poucos estados brasileiros, mas que sem dúvida não são dignos de um país tão forte como o nosso.

    Pena, que gastamos tanto com politicos corruptos e tão pouco com politicas públicas voltadas aos estados mais pobres da nação.

  56. Fred

    Dai minha defesa incessante da presença do Estado na Amazônia!

  57. dé tem uma pesquisa da tia susy que é para segunda – feira . que é sobre :
    Floresta Amazônica
    -Características
    -Fatos mais emportantes

  58. gaitero

    « Voltar
    Desmatamento na Amazônia cai 27% nos meses mais críticos do ano
    Números do sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), mostram que a média de desmatamento nos três meses mais secos do ano (junho, julho e agosto) vem caindo desde 2004, chegando ao menor valor agora em 2008 – 649 km2.

    Nesses meses tradicionalmente ocorre o maior volume de corte da floresta. A área desmatada no período chegou a ser de 5.858 km2 em 2004, início do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E está sendo reduzida desde então: foi de 1.568 km2 em 2005; 1.187 km2 em 2006; 884 km2 em 2007 e 649 km2 em 2008.

    “Este ano registramos a menor média em cinco anos para os meses mais críticos e uma redução de 27% sobre o ano anterior”, destaca o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele acrescenta que os números mostram que seu governo está conseguindo manter a tendência de queda registrada na gestão da ministra Marina Silva. “Mas os números não são bons. Temos que reduzir ainda mais o desmatamento na Amazônia”, diz Minc.

    Para isso, o Ministério do Meio Ambiente está implementando uma série de medidas de fiscalização, como o aumento do número de portais de fiscalização nos entroncamentos de rodovias na Amazônia. Hoje são apenas dois, nas BRs 364 e 163, mas o objetivo é chegar a oito. Entre as medidas de combate à impunidade ambiental, o MMA anuncia nesta sexta-feira o ajuizamento de ações contra 90 desmatadores.

    As ações da agenda positiva, a chamada Operação Arco Verde, também foram reforçadas e devem se refletir em breve na criação de empregos sustentáveis na Amazônia. Uma delas é a consolidação do Distrito Florestal da Rodovia BR-163 (Cuiabá/MT-Santarém/PA) – uma área de 15 milhões de hectares, no Pará, onde serão aplicados 6 milhões de euros em manejo das florestas públicas da região, apoio a iniciativas de produção sustentável e fortalecimento da sociedade civil.

  59. mas não se deve desprezar também o grande efeito da atual recessão…

    The global financial crisis will likely slow forest clearing in the Amazon rainforest, said Brazil’s environment minister.

    Falling commodity prices combined with tighter credit and increased aversion to risk will undermine the economics of activities — including logging and agricultural expansion — that are key drivers of deforestation in the Brazilian Amazon. Forest clearing in the region has shown an increasingly tight correlation to beef and soy prices in recent years. Both products are produced on cleared rainforest lands.

    “It’s true that the reduction of commodity prices reduces (deforestation) pressure,” Minc told Reuters at the Reuters Global Environment Summit in Brasilia.

    Market turmoil and increased risk aversion amid a widening financial crisis may also dent emerging efforts to use carbon markets to finance forest conservation. ”

    http://news.mongabay.com/2008/1008-brazil.html

  60. Existem bons projetos p/ amazônia, de forma q possibilite renda as populações , só vai diminuir e/ou acabar o desmatamento e queimadas, quando os mesmos tiverem este “olhar” . O sr carlos minc , está cheios de boas idéias e intenções..e de espertos a sua volta; as populações /tribos , ao melhorarem de vida, financeiramente falando, seram os maiores guardians da floresta por extensão flora e fauna. Mais sem o intervencionismo do tal “algore” dos ianks.O gal. Heleno está presente por lá…a lei do abate em preno vigência…e invetiguem esta ONGs e alguns missionários fajutos q levam a cizânia p/ as tribos Brasucas..expulsam e cadeias p outros.

  61. gaitero

    O Que já pode ser destacado, é que neste ano pela primeira vez, a reforma agraria desmatou mais que as grandes madeireiras, e vai seguir assim, eu tive a oportunidade de assistir a uma palesta e conferir o que esta sendo feito com relação a amazônia, te digo que os meios, a organização é gigantesca para que se formem cinturões verdes, e cada vez mais se abram vias para se prender os infratores.

    Teve até um fato inusitado no começo deste ano, quando uma tribo indigena que agora começaram a ter internet, mandou um e-mail para o ministério da defesa, informando que estavam prontos para atacar um grupo de peruanos que tinham invadido a reserva e estavam desmatando, ele dizia, estamos com arcos e flechas em mãos e iremos atacar, com ou sem a ajuda de vocês.
    1 hora depois 2 helicópteros do exercito prenderam os peruanos, e a madeira que já tinha sido derrubada foi dinamitada.

  62. o que só prova a importancia de vencer essa grande batalha contra a infoexclusão e…
    que os índios não são necessariamente “anti-brasileiros”, como por vezes tenho lido por aqui… o que não quer dizer que não existam manipuladores a serviço de interesses terceiros, nem tribalismos muito vivos. E é por isso que importa prosseguir o trabalho de defesa das suas particularidades culturais e integrando-os na sociedade brasileira, mas mantendo vivas as suas idiossincrasias… sinal máximo da grande riqueza da sociedade brasileira, aliás.

  63. Os ashincas,; este seu último comentário, sr.Clavis, tbm são os meus. Temos de manter mente é o coração ativos, garimpar ,o q é bom e excluir o ruím .Fora o intervencionismo, amazônia é do BRASIL eiros..

  64. sem dúvida.
    e nenhuma moral resta aos EUA nesse domínio, já que conseguiram exterminar quase por completo os 17 milhões de índios que viviam no seu território antes da colonização anglosaxónica ali chegar.

  65. gaitero

    Novo decreto restringirá atuação das ONGs
    Defesa será consultada quando envolver região de fronteira ou Amazônia Legal

    Um decreto à espera da assinatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva criará restrições para a entrada de pesquisadores, missionários e organizações não-governamentais em terras indígenas. O texto obriga os religiosos, cientistas e ONGs a submeterem seus projetos à prévia análise do Ministério da Justiça. Se a reserva estiver próxima à faixa de fronteira ou na Amazônia Legal, a autorização dependerá ainda da avaliação do Ministério da Defesa e do Conselho de Defesa Nacional.

    O decreto é parte da estratégia do governo para controlar a ação das organizações não-governamentais e coibir a biopirataria e a exploração ilegal de recursos no Brasil, especialmente por estrangeiros. O documento chegou à Casa Civil uma semana antes do julgamento da demarcação da terra indígena Raposa Serra do Sol (RR) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), marcado para a próxima quarta-feira.

  66. agora veremos se aparecem também os meios de fiscalização cuja ausência tem sido notada e que são – ao fim ao cabo – o principal ponto de critica internacional quanto à gestão brasileira da Amazónia…

  67. O ministro Tarso Genro está certo…fora o piratas e fazedores de cizânias..A amazonioa é nossa, e ponto final.

  68. “O terceiro projeto é o do Orbisat-UAV-1, um radar de imagens que será aerotransportado e usado em cartografia. Hoje, levantamentos cartográficos como os de topografia, por exemplo, são feitos com o uso de aviões comerciais bimotores de pequeno porte, como o Seneca, por exemplo. A idéia do projeto é fazer o mesmo trabalho utilizando um veículo aéreo não tripulado (VANT — UAV é a sigla em inglês). Trata-se de um avião um pouco maior do que os feitos para prática de aeromodelismo, e comandado à distância por sistemas eletrônicos, muito usados pelas Forças Armadas de países como Estados Unidos e Israel.

    A Orbisat obteve R$ 1,4 milhão de subvenção para projetar um radar de imagens que caiba em um VANT. Ou seja, ela vai miniaturizar o radar de sensoriamento remoto que já fabrica e é usado em atividades como mineração, construção de hidrelétricas e vigilância de fronteiras em lugares como a Amazônia, com mata fechada, de difícil acesso e onde não se vê o solo. O uso de um VANT é vantajoso, segundo Moreira, porque reduz os custos da operação.”
    http://inovabrasil.blogspot.com/2007_12_04_archive.html

    um UAV… uma forma económica e inteligente de aumentar o patrulhamento e fiscalização na região… como andará este projeto de 2007?

  69. Claro q o projeto está parado…falta td.

  70. gaitero

    Esta em andamento.
    ^^

  71. O projeto Brasuca p/ o meio-ambiente, é um avanço sifnificatico..nos dá moral e ratifica o nossos principios de defendender nosso bioma e faúna.A amazônia como ponto de referência.E a ficalização in loco e com punições exemplares, + sem esquecer os ribeirinhos os Brasucas q lá moram , n/ soldados de linha de frente na hiléia BRASILeira. E com uns Vant , a coisa será + eficaz e rápida.

  72. espero que os Mi-35 sejam usados nestas bandas… se há bicho que intimida um traficante ou um garimpeiro ou explorador de borracha ilegal é a visão de tal heli aproximando-se…

  73. Otus scops

    a sentença de morte do pulmão do Mundo foi assinada pelos (supostamente) mais interessados em preservá-la.

    http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/07/06/comissao-especial-da-camara-aprova-reforma-do-codigo-florestal-917076573.asp

    http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100707/not_imp577532,0.php

    há pessoas que não merecem o que tem!

    O silêncio dos justos é mais preocupante do que o barulho dos violentos.
    Martin Luther King

    Requiem pela Amazónia:

    (excerto do Requiem de Mozart)

    CONFUTATIS

    Confutatis maledictis
    Condenados os malditos

    Flammis acribus addictis
    E lançados às chamas devoradoras

    Voca me cum benedictis
    Chama-me junto aos benditos

    Oro supplex et acclinis
    Oro, suplicante e prostrado

    Cor contritum quasi cinis
    O coração contrito, quase em cinzas

    Gere curam mei finis.
    Tomai conta do meu fim.

    LACRIMOSA

    Lacrimosa dies illa
    Dia de lágrimas será aquele

    Qua resurget ex favilla
    No qual os ressurgidos das cinzas

    Judicandus homo reus.
    Serão julgados como réus.

    Huic ergo parce,
    Deus A este poupa, ó Deus

    Pie Jesu Domine
    Piedoso Senhor Jesus

    Dona eis requiem, Amen.
    Dá-lhes repouso. Amém.

    P.S. façamos fé para que surja algum movimento político e/ou de cidadania que trave este crime contra a Natureza e por consequência, contra a Humanidade.

    • Odin

      Você vê, Otus Scops. São os políticos predominantes no Brasil. A Democracia Representativa. A minha vontade, como a de milhões de brasileiros, só vale na hora de ir lá votar. Depois…
      😦

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