Patriotismo e Nacionalismo

Frequentemente confundidos no discurso comum, “Patriotismo” e “Nacionalismo” são efectivamente dois termos bem distintos… Ambos apropriados injustamente por uma certa Direita, que se diz defensora dos valores tradicionais e de um tipo de conservadorismo imobilista que aparelhou demasiado bem com a forma portuguesa de sentir o mundo, imposta após o castramento colectivo imposto pela Inquisição e pelo ultracatolicismo de Dom João III.

Mas se “nacionalismos” há muitos… “patriotismo” só há na mente daqueles que encontram fundamento na existência de uma “Pátria” ou “Estado” concretos firmados ou existentes algures nas brumas da História. Isto é, se “nacionalismo” pode ser um sentimento difuso de pertença a algo que pode nunca ter tomado a forma física de um Estado estruturado e com limites físicos bem conhecidos, já o “patriotismo” exige a existência desse “locus” bem delimitado e cercado de estacas, sem o qual o conceito não pode sobreviver. A Pátria exige toda a carapaça e burocracia dos Estados para poder respirar: um corpus legislativo, uma mão armada (a Polícia ou o Exército) capaz de aplicar a violência de forma legal e em seu nome. A Pátria é em suma um valor estruturante e estrutural enquanto que a Nação é um conceito mais abstracto e sentimental, nem sempre espelhado na primeira. Aliás, Portugal é neste contexto uma autêntica bizarria… Portugal é o único país europeu onde as fronteiras territoriais correspondem às linguísticas, e estas, por sua vez, às nacionais. Excepção afinal que confirma a regra: nada deve confundir Nação com Pátria e se esta ocorre precisamente em Portugal é porque é daqui, desta Finisterra Ocidental prevista pelos profetas de Bandarra a Vieira que há-de nascer uma nova forma de sentir e viver a “Pátria”: a foram portuguesa de viver o mundo que outros quiseram reconhecer na forma do… “Quinto Império”.

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Categories: Movimento Internacional Lusófono, Portugal | 23 comentários

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23 thoughts on “Patriotismo e Nacionalismo

  1. sa morais

    BEm, concordo com a tua diferenciação e acrescento: o Patriota ama a pátria, o Nacionalista ama a pátria e detesta todas as outras.
    Também podemos dizer que o nacionalismo pode ser o patriotismo dos sem pátria: Bascos, Galegos, Irlandeses, etc…

    Porém, pareceu-me que tu poderias ser… nacionalista… “Isto é, se “nacionalismo” pode ser um sentimento difuso de pertença a algo que pode nunca ter tomado a forma física de um Estado estruturado”
    Estou a brincar mais para acreditar num 5 Império, não estamos a ser “nacionalistas”, mesmo que seja a tal nação plural que advogas?

    Mas Portugal não será bizarria… Antes, “obra” bem construida, sem as confusões de outros recantos…

    Entre todos os nossos falhanços como povo, temos um sucesso brilhante: uma pátria!
    Também seria interessante analisar isso…

    E continuo a perguntar-te se essa “nova forma de sentir e viver a “Pátria”:” já não será “velha”, apenas apagada das memórias?

  2. sem Pátira por acidentes da História… Ali´,as todos esses, dessa lista chegaram a ter pátrias independentes, nalgum momento da sua história…
    e sou nacionalista, claro… nacionalista lusófono, pois. Daquela pátria pessoana da língua, de Malaca à Rondónia…
    É velha, sim… é a do vom velho e fiável portugal medieval que os faustos e a pimenta das índias fizeram esquercer nos idos de Quinhentos…
    E parabéns ao Sázinho!

  3. Uma dúvida…
    No estado do Paraná e principalmente em São Paulo, existe um grande número de descendentes de japoneses. Inclusive estamos comemorando cem anos de sua chegada ao Brasil. As últimas gerações já não falam mais a língua dos antepassados e cada vez mais casam com representantes das outras raças e cruzas, gerando filhos com traços orientais cada vez mais brandos. Mesmo assim, os demais brasileiros continuam se referindo a eles como ´japoneses´ ou ´japas´.`
    É frequente que muitos deles vão ao Japão quando lhes falta colocação no Brasil, ou quando querem rapidamente obter dinheiro para iniciar negócio próprio aqui. Todos eles, mesmo os ´não cruzados´ e que falam japonês, são tratados como estrangeiros, como o seriam portugueses ou alemães.
    Mesma raça e mesma língua… documentos diferentes… e só!
    No teu conceito, o povo japonês é o que? : Patriota? Nacionalista? Ou…???
    Fraternas saudações

  4. Graxaim

    Conheces a expressão brasileira ´sinuca de bico´?
    Fraternas saudações

  5. Ana Maria de Souza

    Não compreendo o texto seja mais claro nas respostas bjuuuuuuuss

  6. Eu ñ vejo a menor diferença entre eles , é nós od descendentes de luso/Amreíndios/Negros, temos quase as mesmas caracteristicas…eu tenho uuns parentes descendentes de Japoneses..como posso julga-los ? Até pq abomino essas alcunhas, Portua, Noguga ou japa…e inqualificável, demonstranto a pequenez mental do gajo…raças ñ existem e sim seres humanos, acima de tudo e só abaixo de Deus (YHWH ).

  7. concordo em absoluto, Carlos.
    ainda que tanto quanto pude seguir, na minha árvore, só há mesmo portugueses, do interior algarvio e alentejano e todos agricultores, logo nenhum imigrante.
    Um padrão que deve ser muito raro entre os brasileiros, presumo eu.

  8. Radcliff

    Bem, começaria por fazer uma ressalva. Desde 1948, com o celebre texto da UNESCO que o termo raça, não se aplica a pessoas com uma fisionomia diferente. Raça, raça entre os humanos so há uma, a raç humana. O que existe depois são diferentes fenótipos, associados a diferentes zonas do planeta, por mera adaptação ao meio. O mapa genético é o mesmo, entre todos os humanos. Relativamente á questão que pões…os japoneses, no caso que explicas são é..desenrascados..masi a sério, partilham aquilo que se chama um sentimento de diáspora..mesmo os que nem nunca foram ao Japão, mas isso tem-lhes sido passado pelos seus pais e avos.O sentimento de diáspora, que não consigo explicar todo aqui, remete sempre para a terra de origem dos antepassados e para um regresso sempre desejado, mesmo sabendo que ele nunca irá acontecer…e as idas ao Japão só demosntram isso mesmo…a busca de apoio á disapora. SE são uma coisa ou outra, não creio que se possa ver nestes detalhes, ms pela sua tradição e história, eu diria que são nacionalistas ssentes numa visão de interaccionismo simbolico de A. Smith.Pois remetem para este nacinalismo que gera paixõesbtão grandes pela naçãobassente na tradição, reinventado o passado das nações enquanto grupo étnico. Espero que tenha ajudado.

  9. renators

    “Porém, pareceu-me que tu poderias ser… nacionalista… “Isto é, se “nacionalismo” pode ser um sentimento difuso de pertença a algo que pode nunca ter tomado a forma física de um Estado estruturado”
    Estou a brincar mais para acreditar num 5 Império, não estamos a ser “nacionalistas”, mesmo que seja a tal nação plural que advogas?”

    Sim, concordo inteiramente…se há pessoas que acreditam num 5º império, são sim nacionalistas.

    Acho portugueses e brasileiros muito negativistas com o que tem. Portugal, sem falar dos descobrimentos e das navegações, foi a única nação a sobreviver frente a hegemonia de Castela. Diferenciou-se como país, como nação e com idioma próprio – um idioma tão forte, tão rico, que sobreviveu no Brasil às milhares de ondas de imigrantes de todas as partes do mundo. Sim, porque se fala português no Brasil inteiro, de Norte a Sul, do Oiapoque ao Chuí, malgrado acentos e sotaques regionais.

    O Brasil foi a única nação sul-americana que não se fragmentou – continuou única, grande e indivisível. Nossos vizinhos nos vêem como “potência”, mas nós nos vemos como “mendigos” (e cada vez nos tornamos mais mendigos, pois a auto-imagem é tudo), se bem que isso vem mudando ultimamente, malgrado a nossa mídia direitista, entreguista, neoliberal e americanófila (o que não é uma série como “O Quinto dos Infernos” senão uma tentativa de nos envergonhar das origense ficarmos ainda mais agarrados aos bagos dos americanos ? Estes valorizam a própria História, nem que para isso mintam “um pouquinho”).

  10. renators

    Graxim

    Eu não sei o que o povo japonês seria…mas os seus descendentes aqui, há 15/20 anos atrás, eram irritantes ao inacreditável. Sim, porque nessa época o Japão era a China de hoje, e o que tinha de “japa” falando bem do Japão (em detrimento do Brasil) não era brincadeira…e eu pergutava: “Se era tão bom lá, o que teus avós vieram fazer pra cá ???”

    Agora não se vê tanto isso (pudera, o Japão atravessa uma crise cruel, já não é mais o “darling” do mundo e os nipo-brasileiros que foram para lá sentiram na pele o que é preconceito). Mas, sem querer jogar confete (não é meu estilo), só há uma colônia aqui no Brasil que se sente inteiramente brasileira, e não estrangeira; nem fica fazendo comparações do tipo “lá no Japão”, “lá na minha Itália”, etc.

    Quem adivinhar, ganha um doce…

  11. e não só… o Japão mudou muito depois da “abertura forçada” ao mundo que os EUA lhe impuseram no fim da Segunda Grande Guerra e com os bombardeamentos atómicos.
    Continuam a ser um povo de riquíssima e fascinante cultura, mas perderam o tal “espírito do Bushido” que os torna tão racistas e arrogantes para com a humanidade “inferior/não japonesa” da década de 30-40.

  12. foi imperialismo puro é direto…esse ato dos ianks.

  13. júlio césar

    (SANTA DA LIMPEZA) SANTA RAIMUNDA, NASCEU EM MINAS GERAIS ,NA CIDADE DE LASANGE EM 1946, PAI PORTUGUES, MÃE BRASILEIRA.

  14. júlio césar

    primeiro atleta recordista brasileiro em medalhas conquistadas para uma cidade (105) cidade de ilha comprida sp brasil (vale do ribeira) fonta rank brasil (livro dos recordes brasileiro) fotos webrun .com.br. atleta (júlio césar candela) (maratonista e fundista) pioneiro no brasil, e no mundo (membro do guinnes wolds records)

  15. paulo Alves

    Uma proposta para a solução dos problemas do Pais , PORTUGAL TORNAR-SE UMA PROVICIA DO BRASIL , assim foi mencionado no Finantial Times

    http://economico.sapo.pt/noticias/ft-portugal-teria-a-ganhar-em-tornarse-uma-provincia-do-brasil_114376.html

    • Odin

      Paulo Alves

      O Financial Times é um jornal arrogante e prepotente, que se acha acima do bem e do mal, pelos tipos de reportagens dele.
      É certo que os líderes portugueses do pós-25 de Abril cometeram erros terríveis. Não souberam negociar a entrada e a presença de Portugal na União Européia de forma que fosse mais vantajoso à economia portuguesa, não souberam administrar os gastos públicos. Não há como contestar isso.
      Mas os ingleses não têm moral para criticar os portugueses. Ou os britânicos garantem que o seu país ainda vai estar entre os países mais ricos do mundo no futuro? Sem falar na hipótese da Escócia e da Irlanda do Norte se tornarem independentes. Muitos dentre os ingleses teimam em ter uma ridícula arrogância de querer julgar os outros povos. Mas a dívida deles também não é nada pequena. Os governantes deles também têm cometido os erros absurdos, disperdiçam muito, mas muito dinheiro nas guerras que lutam ao lado dos norte-americanos. Então, um jornal inglês sugerir que Portugal se torne província do Brasil (província é algo que não existe mais aqui no Brasil desde 15 de novembro de 1889), é “jogar pedra no telhado dos outros quando se tem telhado de vidro”.
      Quanto a uma hipotética união entre Portugal e Brasil, eu acho que para agora não seria bem sucedida. Porque esta geração atual não tem preparo. Os preconceitos de portugueses contra brasileiros, e de brasileiros contra portugueses são muitos e fortes. E como dizia Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Talvez as crianças de hoje aceitem melhor a união quando forem pessoas adultas. Agora, Portugal podia apoiar diplomaticamente a independência da Galiza e buscar a integração com eles, e “brigar”(não entrar em guerra, mas via diplomática na ONU), pela devolução de Olivença.
      E a melhor forma do Brasil ajudar Portugal não é comprando a dívida, mas investindo aí, abrindo empresas, fábricas, postos de trabalho para os portugueses. E importando alguns produtos de Portugal. Um tratado de livre-comércio parcial (de alguns produtos).

      • Roma e Pavia não se fizeram num dia. As mentes demoram tempo a preparar e as ideias novas (e sobretudo, as revolucionárias) ainda mais. É isso que pretende e tenho feito por aqui: agitar mentes, induzir novas formas de pensamento “fora da caixa”, a saber fora da “via única” europeia e federalista.
        Quanto aos “preconceitos” de parte a parte eles resultam sobretudo do desconhecimento mútuo, que vai diminuindo um pouco (também) por causa deste espaço…

  16. Camilo

    Patriotismo tem diferentes significados que variam de acordo com quem se declara assim.

  17. Odin

    Clavis Prophetarum
    “Roma e Pavia não se fizeram num dia…”
    – Nenhuma civilização se fez num só dia.
    “As mentes demoram tempo a preparar e as ideias novas (e sobretudo, as revolucionárias) ainda mais… Quanto aos “preconceitos” de parte a parte eles resultam sobretudo do desconhecimento mútuo, que vai diminuindo um pouco (também) por causa deste espaço…”
    >Vamos fazer algumas comparações. Se a Alemanha do Kaiser Guilherme II não tivesse sido derrotada na 1ª Guerra Mundial, ou se não tivesse entrado em guerra contra os aliados, Hitler provavelmente não teria ascendido ao poder posteriormente. A crise pós-guerra, a derrota humilhante é que fez o povo alemão perder o senso de civilidade e deixar o anti-semitismo e outras formas de racismo ou etnocentrismo falar alto demais.
    A atual crise está colocando Portugal e o seu povo numa situação tão humilhante que isso já está fazendo, conforme comentários em diversos sites lusos na internet, com que algumas pessoas já demonstrem apoio a união ao fazerem afirmações como “portugueses e brasileiros não são dois povos. São o mesmo povo em dois continentes…” outro exemplo, “a história volta a ensinar-nos, Portugal sempre pôde contar nas horas mais difícies é com o Brasil”, enquanto outras pessoas se posicionam de forma hostil ao Brasil e a uma união, encarando o Brasil como um “novo colonizador”, uma ameaça. Os portugueses têm uma cultura diferente dos alemães, e reagem a crise e a humilhação diante do resto do mundo de forma diferente da dos alemães do pós-1ª Guerra Mundial.
    Quando, nos dias que Cavaco era o 1ºMinistro daí e o FHC, ou Itamar Franco, era o Presidente daqui e, o Brasil era uma economia “amarrada pelas correntes FMI”, a situação dos brasileiros era consideravelmente mais humilhante do que nesta época pós-Lula, e a UE era um sonho promissor prestes a se realizar, o Euro prometia uma prosperidade sem precedentes, se alguém falasse aos portugueses de “união” com qualquer outro país lusófono, simplesmente era ridicularizado. O Brasil não era nada mais para os portugueses que uma ex-colônia que se tornou um mísero país de 3ºmundo, onde a língua portuguesa é “bastarda”, sem expectativas de oferecer muito, problemática economia instável, e indesejável fonte de imigrantes, muitos deles ilegais. Hoje, é um dos BRIC, um dos “queridinhos” do hipócrita mercado mundial, aos poucos reduzindo os problemas de pobreza social, ampliando aos poucos a classe média, credor do FMI em vez de devedor, promissora potência mundial para breve. A posição de poder do Brasil chega a fazer os líderes lusitanos se sujeitarem a uma “unificação” ortográfica que não reflete o real sentimento do povo português (e nem do povo brasileiro), faz muitos portugueses se sentirem humilhados. É claro que a posição de muitos portugueses mudou em relação ao Brasil. Os seres humanos gostam de ficar do lado de vencedores, e não de derrotados. Isso é da natureza humana. Os brasileiros não teriam feito diferente. Então, do lado português, a atual crise somado ao crescimento do Brasil (e de outros da CPLP) facilitou a aceitação da proposta do MIL entre os portugueses. Do lado brasileiro, você com certeza vai encontrar gente favorável, aqui mesmo no Quintus houve manifestação. Mas quantos por cento dos brasileiros realmente estão favoráveis? Depende da visão que cada brasileiro tem de vantagem e desvantagem. A questão é: – O que o Brasil e os brasileiros vão ganhar afinal com a união com Portugal, Angola, Cabo Verde, Timor, etc? Eu vejo imensos benefícios que falariam mais alto que qualquer sentimento de xenofobia, racismo e etnocentrismo. Mas muitos milhões de brasileiros não enxergam do mesmo ângulo que eu enxergo. Não sei se já lhe dei este conselho antes. Mas vou fazê-lo agora. O MIL precisa de representantes na Assembleia da República daí e na Câmara dos Deputados daqui, por mais que você seja contra a Partidocracia. E nos parlamentos de outros países lusófonos também. Aí, o ambiente está mais propício. Aqui, vai ser mais trabalhoso. Porém, se você persistir, poderá viver para ver o seu sonho se realizar. 😉

  18. Precisamos, decerto… Mas não somos completamente alheios ao mundo dos partidos. Eu próprio apresentei o MIL numa sede do PS, recentemente e o Dr. Fernando Nobre, nosso presidente honorário, foi candidato presidencial reunido mais de 500 mil votos.
    Não enjeitamos a influência entre os eleitos, nos partidos, e já fomos recebidos pelos partidos, a propósito de uma petição que apresentámos e isso repetir-se-á brevemente.
    Há muito trabalho a fazer, requerendo muita paciência, mas somos persistentes!

  19. pedronunesnomundo

    esses conceitos andam tão degradados que até já o PCP faz discursos de… ‘patriotismo’

    http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/pcp-governo-patriotico-e-de-esquerda-nao-exclui-ninguem_1488249

    • Otus scops

      PNM

      desculpa mas as aspas do patriotismo estão mal aplicadas.
      o PCP é o partido histórico mais patriota do parlamento, até 24 de Abril de 1974 e depois…
      é indubitávelemte o partido que mais defendo os activos da nação, a coisa pública, as produção nacional, a manutenção de parte dos sector económico e aparelho produtivo (pareço um dirigente comunista a sério a falar , hein 🙂 ) nas mão do Estado ou dos portugueses. historicamente é dos partidos mais contestatários e cépticos com a UE.
      só encontro algum paralelismo (no discurso) noutro: o CDS/PP… curioso (ou talvez não)

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