“Em breve, chamar a polícia por caua de uma colisão com outro carro – mesmo que aparatosa – deixa de ser possível. Só quando houver feridos.”

“Em breve, chamar a polícia por caua de uma colisão com outro carro – mesmo que aparatosa – deixa de ser possível. Só quando houver feridos.”(…)“Em muitos casos são as próprias seguradoras a aconselhar nesse sentido (chamar a polícia) os respectivos segurados, como forma de assegurar uma descrição completa, isenta e fiável das circunstância em que o indicidente ocorreu. Era sugerido pela auditoria (pedida pelo MAI) que passassem a ser as seguradoras a ser responsáveis por esta missão.”(…) “A auditoria tinha encontrado 6000 polícias e militares nos chamados serviços de suporte. (…) A PSP e a GNR têm 524 cozinheiros e 418 empregados de mesa/balcão.”

Valentina Marcelino

Expresso, 5 de Janeiro de 2008

Bem, se as polícias eram chamadas a estes acidentes apenas para serem “testemunhas imparciais” das seguradoras isso consiste num desperdício óbvio de recursos públicos a favor de interesses privados (dos acidentados e das seguradoras). Assim sendo, algo deve ser feito a este respeito de forma a libertar estes agentes para outras tarefas mais adequados ao seu treino e especialização… Mas deixar esta tarefa às seguradoras também é arriscado… Em caso de diferentes posições, qual será a posição prevalecente? Os factos são recolhidos por ambos os agentes das seguradoras, e depois é o tribunal que decide daqueles que estão mais conformes à verdade dos factos?… É uma possibilidade… Outra será entregar essa responsabilidade aos municípios, nomeadamente às polícias municipais, menos saturadas em missões puramente policiais e que de qualquer modo poderiam aqui criar organismos no seu interior especializados na relação e reporte imparcial deste tipo de acidentes, algo que actualmente não existe no seio das corporações policiais tradicionais… De uma forma ou de outra, esta medida parece-nos acertada. Podemos é discordar dos concretos da sua aplicação, mas para saber mais sobre estes… Temos ainda que esperar.

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