Despedido (ou não) por causa de um… SMS

Num sinal dos tempos em que vivemos, um escocês foi despedido por ter enviado uma mensagem de texto (sms) para a sua empresa avisando que iria ficar em casa, doente. Felizmente, a decisão foi anulada por um Tribunal do Trabalho, em Edimburgo. Ou seja, se o empregado tivesse telefonado… Não teria sido despedido, mas aparentemente o SMS estava para além do tolerável… A porta-voz do Tribunal declarou: “A queixa da empresa de que as mensagens de texto não eram aceitáveis era fraca, e no caso o Tribunal não acreditou que o empregador tivesse dito ao empregado que este não devia avisar das ausências por mensagens de texto. De qualquer forma, o gestor local e Mr. Selley (o CEO da empresa) estavam perfeitamente cientes do motivo da ausência do seu funcionário. Uma dose de bom senso poderia ter esclarecido tudo isto.”

Recentemente, publicou-e no Reino Unido um estudo que revelava que 40% dos jovens britânicos terminam as suas relações passionais por SMS… Agora é-se despedido por causa de um SMS… Não admira que as operadoras ganhem tanto dinheiro no Natal e no Ano Novo!

Sabemos que o mercado laboral britânico é dos mais liberais da Europa… mas aparentemente nem tudo ainda é permitido. E pelos vistos… Ainda não é possível despedir alguém por SMS… Ou fazê-lo por causa de um SMS.

Fonte:
Text Marketer

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Categories: Ciência e Tecnologia, Sociedade | 2 comentários

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2 thoughts on “Despedido (ou não) por causa de um… SMS

  1. Golani

    noticia de hoje:

    U.K. Unemployment Declined to the Lowest Since 1975

    Jan. 16 (Bloomberg) — U.K. unemployment fell in December to the lowest since 1975 as the fastest annual economic growth in three years encouraged companies to hire more workers.

    Claims for jobless benefits dropped 6,400 from November to 807,700, the Office for National Statistics said today in London. The median forecast in a Bloomberg News survey of 28 economists was for a drop of 5,000. Wages including bonuses rose 4 percent in the quarter through November.

    The report shows the economy stayed strong enough to spur jobs growth before a slowdown caused by higher credit costs. Economists forecast the Bank of England, which cut the benchmark interest rate last month, will reduce it again in February as the weakest housing market since Britain’s last recession in 1992 threatens to derail consumer spending.

    “As we move further into 2008, the labor market will soften,” Nick Kounis, an economist at Fortis Bank NV in Amsterdam and a former U.K. Treasury official, said in an interview. “It’s too early to see this in hard data. We think interest rates will trough at 5 percent this year.”

    The Bank of England reduced the key rate by a quarter point in December to 5.5 percent on concern economic growth is slowing. It predicts expansion of about 2 percent this year, down from 3 percent in 2007. The economy grew 0.5 percent in the fourth quarter, the weakest pace in two years, the National Institute of Economic and Social Research said on Jan. 12.

    Job Creation

    The unemployment rate as measured by International Labour Organization standards was 5.3 percent in the quarter through November. The rate compares with 7.2 percent in the 13-nation euro region, 5 percent in the U.S., and 3.8 percent in Japan.

    The British economy is still creating jobs, swelling total employment by the most in a decade to 29.4 million people, which was the highest since records began in 1971, the statistics office said today. The unemployment rate, based on jobless benefit claims, was at 2.5 percent, matching the lowest since 1975, the statistics office said.

    Michael Page International Plc, Britain’s second-largest recruiter, said on Jan. 8 that fourth-quarter profit rose 38 percent. Although the banking unit’s profit growth stalled, the U.K. division experienced “good levels of activity across all other disciplines and industry sectors,” the company said.

    Economic Downturn

    “The market expects a strong economic downturn in 12-18 months in the U.K.,” Paul Venables, Chief Financial Officer of Hays Plc, Britain’s biggest recruitment company, said in a Jan. 10 interview. EMI Group Plc, the music company bought last year by private-equity financier Guy Hands, said yesterday it will cut as many as 2,000 jobs after a record loss.

    Slowing economic growth may raise unemployment, weighing on spending by consumers as they struggle to service a record 1.4 trillion pounds ($2.8 trillion) of debt and a housing slowdown erodes the value of their homes.

    “In the U.K., we do expect the MPC to have to cut (interest rates) a couple more times in 2008 to stabilize the economy,” Alex Patelis, head of international economics at Merrill Lynch & Co., said in a Bloomberg Television interview.

    The number of real-estate agents and surveyors saying house prices fell exceeded those reporting gains by 49.1 percentage points, the Royal Institution of Chartered Surveyors said today in London. That compares with 40.6 points the previous month. In the capital, confidence in prices fell to the lowest since 2003.

    Prime Minister Gordon Brown called for wage moderation last week as labor unions started a round of annual pay negotiations. The retail price index, which unions use in wage demands, climbed 4 percent in December from a year earlier, down from 4.3 percent in November.

    The 4 percent annual gain in average earnings including bonuses in the three months through November was the same as in the period through October, the statistics office said today. Economists predicted 3.9 percent, the median of 29 forecasts in a Bloomberg survey showed. Without bonuses, wage growth was 3.6 percent.

    To contact the reporter on this story: Svenja O’Donnell in London at sodonnell@bloomberg.net .

    Last Updated: January 16, 2008 05:16 EST

  2. São valores notáveis, sem dúvida… e até nos EUA onde apesar de toda a crise subprime e desta se começar a propagar à “economia real” se continuar a manter um nível baixo de desemprego… A questão é aqui também esta: que emprego gerado é este? Tem qualidade? Isto é, tem altos níveis de precaridade, baixos níveis salariais, etc? Esta é a informação que tem faltado e que suspeito que poderá explicar uma parte significativa destes números (de facto notáveis neste contexto de crise).

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