Daily Archives: 2008/01/12

O J-XX: Mais informações sobre o caça stealth chinês


(Filme sobre o J-XX)

Existem relatos de que as duas maiores empresas aeronáuticas chinesas, a “Shenyang Aircraft Corporation” e a “Chengdu Aircraft Industry Co” estariam a trabalhar em simultâneo sobre dois modelos de aviões de combate de 4,5ª geração, dos quais sairá um avião que entrará em serviço na força aérea chinesa até 2015 e do qual já falámos por AQUI. A Shenyang tem procurado criar uma versão chinesa do F-22 americano designada como J-12, enquanto que a Chengdu trabalha sobre um versão mais pesada e maior do J-10, nomeadamente pela adição de uma segunda turbina, que tem a designação de J-13. Quer o J-12, quer o J-13 dependem muito de tecnologia de motores e aviónica de origem russa, quer por engenharia reversa a partir do Su-27 e Su-30 fabricados localmente na China, quer através de importações directas.

Ambos os programas começaram em finais da década de 90 e em 2003 já havia modelos a serem testados em túneis de vento.

O vencedor do programa deverá ter apenas baías internas de armamento, de forma a reduzir a marca do aparelhos nos radares e terá um radar de “Active Phased Array”. Ou seja, será radicalmente diferente e muito mais sofisticado do que qualquer outro aparelho desenvolvido até hoje na China e especialmente será o primeiro caça chinês com algum tipo de características furtivas. Alguns relatos apontam para a presença de técnicos da Sukhoi na Shenyang que estariam a assistir esta empresa a desenvolver tecnologia de motores vectoriais e furtiva. E de facto, algumas das imagens mostradas neste filme que acompanha este artigo indicam algumas semelhanças com o abandonado projecto russo MiG 1.44… O que também confere com as indicações de que engenheiros da MiG estariam na China desde 1990 a trabalhar numa variante do J-10 que parece ter resultado no J-13 da Chengdu com duas turbinas modificadas a partir das excelentes Saturn AL-41 russas que equiparão os Su-34, jactos vectoriais como os dos Su-37, ou seja, um aparelho comparável em características ao EF-2000 e ao Rafale, mas ainda assim consideravelmente inferior ao F-22 americano.

Fonte:
Sino Defense

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O Apocalipse e a… “estrela que do céu caiu sobre a terra”

Apocalipse de Durer
(Os 4 Cavaleiros do Apocalipse, gravura de Albrecht Dürer in http://starbulletin.com)

Apocalipse (XIV, 1-4) do vidente de Patmos:

“E o quinto anjo tocou a sua trombeta e vi uma estrela que do céu caíu sobre a terra e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. (…) e subiu fumo do poço, como o fumo de uma grande fornalha e com o fumo do poço escureceu-se o sol e o ar. E do forno vieram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhe dado poder, como o poder que têm os escorpiões da terra. E foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm nas suas testas o sinal de Deus.”

1. “Quinto anjo”… Em tempo de… vigência daquela forma entrevista pelos poetas e profetas da portugalidade, desde Bandarra a Pessoa e que conhecemos sobre as designações de “Reino do Espírito Santo” e… “Quinto Império”?
2. E “uma estrela que do céu caiu sobre a terra”… Não soa a meteorito? E “poço do abismo”, não soa a cratera meteórica? E “subiu fumo do poço” / “escureceu-se o sol e o ar”, não soam às poeiras lançadas para a atmosfera pela colisão, que estiveram na directa razão da redução de luz solar que provocou uma extinção de 90% das espécies à 251 milhões de anos?

Estranhos paralelos os destas linhas do Apocalipse… Um sinal adicional que nos preparemos contra… isto?

Categories: Mitos e Mistérios, SpaceNewsPt | 17 comentários

Sobre o Movimento que procura banir o uso de “Bombas de Fragmentação” (Cluster Bombs)


(“Bomba de Fragmentação” que não detonou, contendo centenas de pequenas bombas e que foi lançada por Israel no Sul do Líbano em Novembro de 2006 in http://www.worldproutassembly.org)

Uma das maiores pragas da actualidade – a par das minas pessoais – são as chamadas “Bombas de Fragmentação” (Cluster Bombs) que são usadas frequentemente na maioria dos conflitos militares da actualidade, por todos os intervenientes, mas sobretudo pelas maiores potencias militares da actualidade. Germina actualmente um movimento que reclama a proibição do seu uso, e nesse sentido, em Viena, no passado dia 5 de Dezembro reuniram-se várias dezenas de vítimas destas armas. Esta reunião é parte do “Oslo Process” (não confundir com este “Processo de Oslo”) que procura banir em 2008 o uso destas bombas. Mais de 130 países procuram estabelecer um acordo nesta área, mas infelizmente – e vergonhosamente – entre estes não estão os maiores utilizadores deste tipo de munições: Estados Unidos, China, Rússia e Israel… As duas últimas usaram muito recentemente armas deste tipo, na Chechénia e no Líbano, e os EUA… Distribuiram-nas abundantemente por todo o mundo… As Nações Unidas estão a patrocinar este esforço e o seu secretário-geral Ban Ki-moon tornou este ponto numa das prioridades da sua agenda para 2008. Veremos se estes quatro países conseguem resistir a estas pressões…Estas “Bombas de Fragmentação” são lançadas por artilharia ou de avião e congregam várias pequenas bombas que se soltam em pleno vôo, depois da bomba principal ser activada. São armas de elevada dispersão (entre 200 a 400 metros), e logo, a antítese das “armas de precisão” que os EUA dizem usar nos seus cenários de guerra actual, mas nem sempre… Concebidas para serem usadas contra formações de blindados ou concentrações de infantaria, na verdade, cerca de 5% de cada lote destas bombas não explode imediatamente e fica activda durante muito tempo, até serem descobertas acidentalmente – quase sempre por civis, e frequentemente por crianças – provocando grandes ferimentos ou a morte. Estima-se que só no Kosovo existam vários milhares destas armas, aí deixadas pelos EUA numa época em que tinham menos pruridos do que hoje no Iraque, onde actualmente já não têm usado estas armas…

Fontes:

Categories: DefenseNewsPt, Política Internacional | 7 comentários

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