Daily Archives: 2007/11/27

O que não fazer durante uma… Apresentação numa reunião, conferência ou seminário

Depois de ter visto tantas Apresentações em reuniões, conferências e seminários, acho que começo a perceber um pouco daquilo que distingue uma boa de uma má (e entediante) apresentação… Partilhando um pouco desse know-how, eis uma lista dos erros típicos que se comentam ao fazer uma apresentação a uma audiência:

1. Não começar a apresentação pela inclusão de um slide com a agenda e os temas a abordar durante a apresentação
2. Não objectivar exactamente os propósitos da apresentação
3. Ler textos, nos slides ou em anotações
4. Ficar parado, atrás de um palanque
5. Falar demasiado rápido ou demasiado lento
6. Usar durante a apresentação um tom monocórdico
7. Utilizar slides com texto só em maiúsculas
8. Não mexer, nem braços, nem mãos

Mas… Atenção! Não garanto não cometer eu próprio alguns destes erros… Especialmente o ponto cinco… Ao que dizem…

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Categories: Informática | 2 comentários

FFmpeg: Convertendo VOBs em MPEGs em Ubuntu

Para converter um ficheiro .VOB não encriptado extraído préviamente de um DVD Video sob o Ubuntu podemos recorrer à ferramenta ffmpeg que pode ser carregada da Internet gratuitamente e após a sua instalação numa janela de Terminal invocar a seguinte instrução:

ffmpeg -i VTS_02_1.VOB -target vcd VTS_02_1_ffmpeg.mpg
A qual resultará em:

FFmpeg version SVN-rUNKNOWN, Copyright (c) 2000-2004 Fabrice Bellard
configuration: –enable-gpl –enable-pp –enable-pthreads –enable-vorbis –enable-libogg –enable-a52 –enable-dts –enable-libgsm –enable-dc1394 –disable-debug –enable-shared –prefix=/usr
libavutil version: 0d.49.0.0
libavcodec version: 0d.51.11.0
libavformat version: 0d.50.5.0
built on Jan 28 2007 22:48:38, gcc: 4.1.2 20070106 (prerelease) (Ubuntu 4.1.1-21ubuntu7)
Input #0, mpeg, from ‘VTS_02_1.VOB’:
Duration: 00:23:59.2, start: 0.287267, bitrate: 2328 kb/s
Stream #0.0[0x1e0]: Video: mpeg2video, yuv420p, 720×576, 9000 kb/s, 25.00 fps(r)
Stream #0.1[0x80]: Audio: ac3, 48000 Hz, stereo, 192 kb/s
Assuming PAL for target.
Output #0, vcd, to ‘VTS_02_1_ffmpeg.mpg’:
Stream #0.0: Video: mpeg1video, yuv420p, 352×288, q=2-31, 1150 kb/s, 25.00 fps(c)
Stream #0.1: Audio: mp2, 44100 Hz, stereo, 224 kb/s
Stream mapping:
Stream #0.0 -> #0.0
Stream #0.1 -> #0.1
No accelerated IMDCT transform found
Press [q] to stop encoding
frame=36018 q=2.0 Lsize= 244531kB time=1440.6 bitrate=1390.5kbits/s
video:202240kB audio:39392kB global headers:0kB muxing overhead 1.199756%
rmartins@quintus:~/Desktop$ split

Depois, se precisarmos, podemos segmente o .mpg resultante em várias parcelas usando o já conhecido mpgtx…

mpgtx -s VTS_02_1_ffmpeg.mpg {99M}
Now processing VTS_02_1_ffmpeg.mpg [1/2] … 100.00%
Now processing VTS_02_1_ffmpeg.mpg [2/2] … 100.00%
E pronto… Lá ficam mais umas dicas para que se aventurando nos mares do Linux, como eu…

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QuidSZ S3-18: Que porta-aviões é este?

sssss.jpg

Dificuldade: 3

Categories: QuidSZ S3 | 14 comentários

Amie Street: Uma forma original de comprar (ou não…) música livre de DRM

Em pleno clima de desespero das produtores de música frente ao desabar das suas vendas e à evaporação crescente dos seus lucros encontramos aqui e além propostas interessantes que servem de alternativas viáveis para uma indústria que se sente encostada contra a parede e que multiplica em desespero políticas cada vez mais agressivas contra a pirataria recorrendo frequentemente ao uso de meios excessivos e que provocam danos de proporções “nucleares” na sua já muito corroída imagem…

Mas existem abordagens a este problema… Por exemplo, a Amie Street, apresenta uma proposta interessante para o problema da disseminação digital via Internet ou redes P2P de músicas protegidas com Direitos de Autor. Neste site é possível usar técnicas de “Redes Sociais” (Social networking) como aquelas que popularizaram o MySpace, o Facebook ou o Hi5, para destacar autores e bandas, para que possamos identificar novos autores de estilos que apreciamos e com preços distintos consoante a sua procura ou novidade. Isto é, não estamos já perante o modelo de preço único popularizado pela Apple no seu iTunes – em que cada tema custa sempre 1 dólar – mas perante preços variáveis, começando por 0 cêntimos (raras e difíceis de encontrar…) até aos 98 cêntimos de acordo com a sua popularidade e novidade. Os membros do serviço votam a sua preferência no site e por cada voto recebem créditos que faz reduzir o preço das músicas que aqui compram em valor proporcional à subida do tema que votaram, o que incentiva a votação em temas de qualidade…

O modelo da Amie Street também garante que uma parte substancial vai para quem deve efectivamente ir: para os artistas, ao contrário do que acontece frequentemente com alguns contratos draconianos impostos pelas grandes editoras… 70% das vendas vão directamente para os artistas… Estes fazem o upload gratuito dos seus temas e estes ficam de imediato disponíveis para compra.

As músicas aqui compradas estão livres daquele pesadelo engendrado pelas multinacionais do ramo chamado DRM que impede efectivamente que os comprados de música façam cópias para seu uso privado ou como backup para eventuais e comuns erros dos media (CD Audio, DVD, etc) e que copiemos a licença de audição (que de facto é isso que compramos) para outro Media, por exemplo, uma música comprada no iTunes não pode ser copiada para um leitor da CreativeLabs! Bem, aqui, pela Amie Street não é isso que passa. Todos os temas são MP3 normais, sem tecnologia DRM e podem ser livremente copiados (mas respeitando sempre as regras dos Direitos de Autor).

Fonte: Amie Street

Categories: Informática, Sociedade, Websites | Deixe um comentário

Os Invasores célticos e o colapso da Civilização Cónia

É por volta do século V a.C. que as regiões a Sul do Tejo assistem à chegada de vagas de invasores vindos do centro da Península ibérica que criam aquela civilização que nos é actualmente conhecida sob a designação de “II Idade do Ferro”. Seriam estas populações[1] que, mercê das suas repetidas investidas e através de um denso processo de assimilação cultural e linguística levariam ao termo da civilização cónia que elegemos como objecto de estudo. Os enterramentos tumulares, com estelas escritas, terminam, e passam a surgir nas estações arqueológicas rituais de incineração, com recolha de fragmentos ósseos dentro de urnas, reveladores da introdução de novos hábitos funerários. J. M. Arnaud e T. J. Gamito encontram cerâmicas decoradas de influência celtibérica que testemunham essas movimentações de povos em direcção ao Sul a partir da Meseta. Curiosamente, ou talvez não, todas estas transformações deste lado do Guadiana coincidem com a decadência do potentado “tutelar” de Tartessos e com o declínio da presença grega na Península após a vitória cartaginesa na Batalha de Alalia. Quebrado o poder do “protector” tartéssico estes aguerridos povos de matriz celta ter-se-iam sentido livres para avançar para Sul acabando eventualmente por chegar ao Cuneum Ager.

Perante esta invasão assistimos a uma multiplicidade de reacções. Temos por um lado, violações de túmulos e broches de bronze inacabados em vários povoados do Baixo Alentejo, juntamente com cerâmica quebrada e madeira queimada (Fernão Vaz); mas temos também estelas inscritas que foram reutilizadas o que indicia um repovoamento com novas populações. O facto de serem desta época de transição as últimas estelas revela uma descontinuidade cultural com os povos da Meseta, e o abandono de diversos povoados revela novas prioridades de povoamento, mais viradas para o litoral do que para os circuitos comerciais terrestres com tartessos que serviam de base à economia dos cónios. Revela também um grau de violência relativamente elevado nestas movimentações populacionais, um grau demasiado elevado para as pacíficas, não-fortificadas povoações cónias do Cuneum Ager.


[1] Desconhecedoras de qualquer sistema de escrita.

Categories: A Escrita Cónia, História | 10 comentários

CurtasLinhas (2): O caso do cirurgião seropositivo

Por AQUI escrevi na primeira CurtaLinha sobre o caso do cozinheiro despedido por ser seropositivo. Agora, gostaria de escrever sobre as decisões tomadas pela Ordem dos Médicos defendendo que um cirurgião seropositivo poderia continuar a operar já que “Há um “consenso alargado” de que o risco de um cirurgião infectar um doente durante uma operação é muito baixo – “é semelhante ao de um satélite de telecomunicações cair no meio da rua ou de haver um tremor de terra em Lisboa”. Mas… vejamos, se a ciência médica demonstra que o vírus consegue viver fora do corpo humano durante dois minutos, e se numa cirurgia não é raro os médicos cortarem-se com os seus próprios bisturis, se o sangue dessa ferida cair directamente sobre a incisão da cirurgia, o risco de infecção não é enorme? Não se trata aqui da conjugação de factos improvável e não conhecida ainda do cozinheiro, mas de uma possibilidade bem mais concreta e segundo admite a própria Ordem dos Médicos já provada: “Em todo o mundo “só há um ou dois casos documentados de cirurgiões que podem eventualmente ter infectado doentes”. Dito isto, há neste caso um peso diferente que pode (sublinho: “pode”) dar à questão uma leitura diferente do outro caso… Uma coisa é certa: a Ordem dos Médicos é muito mais influente do que o “Sindicato dos Cozinheiros”, porque o médico que deu origem a este debate continua hoje a operar algures, num hospital público perto de si, ao contrário do cozinheiro que continua sem emprego…

Categories: CurtasLinhas, Saúde, Sociedade Portuguesa | 1 Comentário

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