Daily Archives: 2007/11/18

Está farto dos telemóveis perto de si?… Pense no: CELLULAR PHONE JAMMER Model CS008…


(CELLULAR PHONE JAMMER Model CS008)

Está farto de ser interrompido por chamada de telemóvel? Não, não aquelas que vão para o seu telemóvel, mas aquelas que vão para quem está perto de si… Quer andar equipado como um agente secreto?… Bem, basta aceder AQUI e em troca de 950 dólares e impedir aqueles indivíduos mal educados de deixarem tocar o telemóvel em pleno filme, em pleno momento de apogeu da acção… Em plena sala de aula onde aquele energúmeno insiste em levar o telemóvel ligado… Ou naquelas reuniões, ou no comboio onde tenta ler o último livro de Robert Harris. Ou num hospital, onde sempre há uma visita que leva os malditos aparelhos, com aqueles toques cada vez mais intrusivos e sonoros!

Bem, para todas estas vítimas da tecnologia existe agora uma solução que passa por comprar um “cellular jammer” (a coisa será completamente legal?) sob a forma aparente de pacote de cigarros Marlboro Lights, carregar num botão na parte de trás e zás. Todos os telemóveos num raio de pouco menos de 20 metros perdem o sinal.

E não… Não levo comissão! 😉

Categories: Ciência e Tecnologia | 2 comentários

Comparing OpenOffice 2.2 with Office2007 (em inglês)

1. Performance and Memory footprint

Winner: Office2007

Desc: Opening Excel, Word and Access files takes normally 50% less that with Office2007. And the memory used on all of the OO components is normally also arpound the double that Office 2007.

This is specially true when opening large Excel files, where we can have a relation of 1 to 3 in favour of Office

 

Source:

http://blogs.zdnet.com/Ou/?p=480

 

2. Programs contained on the office suite:

Winner: Office2007

Desc:

a. OO does not contain a mail or calendar solution.

b. The rest of OO and Office2007 is more or less comparable. OpenOffice Base = Access, PowerPoint = Impress. Visio = Draw

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

 

3. Running on old, less powerfull, machines

Winner: OpenOffice

Desc: OpenOffice runs better on old computers, with less RAM, and less CPU power. OO runs on a Pentium 166 with only 129 Mb and runs also over Windows98 and Linux.

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

4. Templates differences

Winner: Office2007

Desc: Some people use a lot of Office Templates. Altought it seems possible to use templates between OpenOffice and Office2007 some adaptation work must be done in most cases. Less changes should be need if migrating from Office2000 to Office2007.

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

5. File formats compatibility

Winner: Office2007

Desc: Both office suites can save to many file formats. But .doc and .xls are more or less standards, and OpenOffice uses his own file formats. Its possible to use these file formats as standards to Save in OO, but this is not standard behaviour.

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

6. Macro support in Word and Excel

 

Winner: Office2007

Desc: Many Excel files have Macro that do complex stuff over them. Altough OO should support easily most of it, there can be issues with the more complex of them.

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

 

7. Comparing Office2007 applications witn OpenOffice 2.2 applications

Winner: Office2007, altough some less demanding users could be satisfied with OO

Desc: See above link, please

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

 

8. Cross-Platforming

Winner: OpenOffice

Desc: OpenOffice can run over MacOSX, Linux and Windows.., Office2007 is a Windows only solution.

 

Source:

http://www.techsoup.org/learningcenter/software/page4765.cfm

 

 

9. Support Burden over IT staff

Winner: Office2007

Desc: During the last decades many users have build many know-how over Excel, PowerPoint, Word and Access. All this knowledge could be “zeroed” if a change to OpenOffice is done. And the IT support staff won´t have knowledge over OO, also.

 

 

Post Scriptum:

This text has been write on OpenOffice Writer…

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O Nissan Pivo 2: Um carro eléctrico com uma cabine que vira 360º

Eis o Nissan Pivo 2… Um dos concept cars mais interessantes dos últimos tempos e que consiste num veículo de propulsão eléctrica – o que não é propriamante uma novidade – mas com uma cabine capaz de rodar 360 graus e que usa tecnologia by-wire para as travagens e direcção. A tecnologia já tinha sido ensaiada antes no Pivo 1, mas o Pivo 2 expande agora o conceito até um novo patamar de facilidade condução e estacionamento e acrescenta um robot dentro da cabine que fala directamente com o condutor e que lhe vai fornecendo conselhos de condução e orientando-o através do sistema GPS incluído…

A única má notícia é de que se trata de mais um concept car sem qualquer data de lançamento em produção de massa…

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Língua-hipótese: o Fenício e as Origens da Escrita Cónia

Desde o começo do Bronze Final que se regista a presença de navegadores do Mediterrâneo Oriental na Península Ibérica. Os fenícios – senhores absolutos do Mediterrâneo nessa época – chegam a estas paragens por volta do século VIII a.C ou mesmo no século X a.C. e impedem a partir de então a chegada de embarcações de outras nacionalidades, cretenses, etruscas e micénicas, nomeadamente. A Península torna-se então território comercial exclusivo das cidades-estado da Fenícia, um papel que só perderiam para o grande império semita do Mediterrâneo: a temível e empreendedora Cartago.

Não são raras as provas da presença de mercadores fenícios no actual território português, as pérolas de vidro, os escaravelhos egípcios de marfim do Tesouro de Gaio e a recente descoberta de um entreposto comercial fenício em Almada são algumas dessas provas. Destes intensos contactos resultarão diversas influências nas populações locais. Elementos religiosos, tais como imagens divinas, amuletos e animais divinizados de tipo oriental são frequentes e já foram bastante bem analisados Mello Beirão e Augusto Tavares, entre outros historiadores que se debruçaram sobre o tema das influências orientalizantes em Portugal.

A própria morfologia dos caracteres cónios também nos indicia a forte influência que estes mercadores fenícios tiveram nas populações indígenas e a intensidade e constância destes contactos torna muito provável a adopção por parte dos cónios de palavras fenícias. Moisés Espírito Santo leva ainda mais longe esta abordagem, ao defender que os cónios eram basicamente colonos fenícios ou hebraicos e propondo a tese segundo a qual a sua escrita seria simplesmente uma variação do alfabeto fenício.

Coloca-se assim a questão: a escrita cónia resultou de um processo de génese e desenvolvimento local ou foi essencialmente o resultado da influência fenícia? Os petroglifos descobertos em Alvão, os seixos ilustrados de Mas d´Azil (Sul de França) e muitos outros sinais geométricos descobertos em Espanha e Itália indicam que as populações neolíticas eram capazes de representar geometricamente conceitos e ideias. Mas não existem indícios suficientes para acreditar (como Lopes Navarro) na existência de um processo de maturação que a partir destes exemplos conduziu à aparição de uma escrita no Sul de Portugal. O nascimento de uma escrita como a Cónia implicaria necessariamente a existência de testemunhos das várias fases intermédias, testemunhos que, contudo, não existem. Aliás, todas as estelas são tão semelhantes que devem pertencer a um lapso de tempo muito concentrado. Não foi encontrado até agora nenhum exemplo semelhante às primeiras inscrições maias, nem à escrita do Sinai (matriz do alfabeto fenício), ganha assim força a tese de A. Augusto Tavares que defendia que a Escrita Sud-lusitânica nascera da adaptação local do alfabeto fenício. António Lopes Navarro defende igualmente que a Escrita Cónio foi o primeiro sistema alfabético do mundo, anterior mesmo ao próprio fenício, mas ao propô-lo ignora a escrita sinaítica, que apresenta em forma embrionário a maioria dos signos fenícios e foi já claramente identificada como a origem do próprio alfabeto fenício.

A importação do sistema de escrita alfabético fenício teve lugar na região meridional da Península, onde a influência fenícia era mais intensa, nomeadamente no reino de Tartessos e sofreu uma adaptação por parte destes turdetanos. A intensidade dos contactos comerciais, culturais e a própria comunhão étnica entre as duas margens do Guadiana influenciou certamente – se não determinou – o próprio processo de adaptação em que os cónios depois se viriam a empenhar. Podemos assim afirmar com alguma segurança que na gestação da Escrita Cónia, tartéssicos e fenícios tiveram um papel igualmente importante, uns como fonte remota os outros como mediadores da transmissão dessa mesma fonte.

Parece fora de dúvida que a Escrita Cónia resultou de um processo de importação e adaptação a partir dos caracteres utilizados pelos mercadores fenícios que frequentavam as cidades cónias. É portanto praticamente certo que a maioria dos signos mantêm o mesmo valor fonético que no fenício. Mas as escritas afro-asiáticas apresentam um traço comum que parece ausente na Escrita Cónia: a não representação de vogais. Com efeito, as escritas hamito-semitas votam as vogais a um papel mais secundário do que as da família indo-europeia. Este papel subsidiário das consoantes não significa que um leitor de uma inscrição semítica não as interpretasse no texto, apesar da sua omissão, como se demonstra: n scrvr vgs (não escrever vogais). Consideramos assim que a Escrita Fenícia esteve na origem da Cónia, mas fica ainda por aclarar a antiguidade desta importação. A fundação lendária da colónia de Gades recua até ao ano 1000 a.C., será então possível que tenha sido nessa data que o alfabeto Caananita ou mesmo Proto-canaanita. Essa é a tese de David Diringer e de Joseph Naveh.

Esta influência seria posteriormente reforçada pelos cartagineses. A Península Ibérica era pelas suas riquezas e densidade populacional a possessão mais importante de Cartago. Para conservar esse império era necessário manter no território uma forte presença militar. Mas a cidade africana estava fortemente condicionada pela sua fraca população… Pelo contrário, as suas colónias eram ricas em recursos e em população e, com efeito, foi da Península que os cartagineses retiraram a maioria das tropas mercenárias que durante três séculos defenderam o seu império marítimo e territorial. Estes mercenários, finda a sua vida militar regressavam às suas terras de origem trazendo consigo a cultura e a língua dos seus comandantes e companheiros de armas. Uma língua derivada directamente do fenício e um sistema de escrita que reforçariam a influência fenícia no “Cuneum Ager”. Mas não devemos confundir este reforço de influência semita/afro-asiático com uma transformação étnico-linguística das populações indígenas que manteriam o seu carácter até à chegada da República Romana, para só então começarem a perder a sua identidade.

Categories: A Escrita Cónia, História | 2 comentários

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