Daily Archives: 2007/11/13

854 milhões de pessoas passam fome no Mundo

 

“854 milhões de pessoas passam fome, apesar de a produção alimentar mundial ser suficiente.”(…) “Eveline Herfkens, coordenadora da Campanha do Milénio, nomeada pelo secretário-geral da ONU, disse ao Público que será possível atingir os objectivos definidos, a nível global. Porém, algumas regiões ficarão aquém das metas, sendo África e o Sul da Ásia as mais preocupantes.””

De acordo com o relatório de 2007 sobre os progressos para conseguir atingir os objectivos no prazo previsto, a África subsaariana não está no caminho para obter qualquer um dos objectivos”.

Sofia Branco

Fonte: Público de 17 de Outubro de 2007

Graças aos progressos verificados nas últimas décadas nas tecnologias agroalimentares e com o aumento paulatino, mas sistemático da produção alimentar esta terrível constatação é o mais eloquente e cabal demonstrador que o sistema de Economia de Mercado não funciona naquela que devia ser a principal determinação de um qualquer sistema económico, que seria o de distribuir a riqueza bastante para eliminar a Fome.

Não se trata tanto de combater esse grande mal que é a Explosão Demográfica – provavelmente o grande “demónio desconhecido” dos nossos tempos, tão focados no Aquecimento Global e na “Guerra ao Terrorismo”, trata-se aqui apenas de combater o grande problema que é o da distribuição de alimentos, mas de uma forma que não destrua as agricultoras locais, como sucede actualmente quando assistimos ao derrame em África de milhões de toneladas de alimentos a custo zero, excedentários na Europa ou na América e que inundam os mercados locais a custo zero e por dumping arrasam os agricultores locais, incapazes de competir com estes donativos… Enviar alimentos a custo zero não pode ser a solução, se esta destruir a sustentabilidade das economias locais… Sobretudo quando estes excedentes são alimentados a custo de subsídios massivos, como aqueles que a Europa alimenta via PAC… Então como redistribuir, sem aniquilar as economias locais?De qualquer forma, a citação exprime também de forma soberba que a Globalização – ainda que tenha elevado os níveis de vida médios na China e na Índia – está muito longe de ter tido sucesso em África e no Sul da Ásia…

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Categories: Agricultura, Economia, Política Internacional, Sociedade | 1 Comentário

QuidSZ S3-9: Como se chama este monumento natural?

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Dificuldade: 4

Categories: QuidSZ S3 | 7 comentários

Agostinho da Silva: As relações com a Seara Nova e com António Sérgio

“Conversas Vadias” CD2
Entrevista com Baptista Bastos
A Seara Nova, a relação com António Sérgio

“A Seara Nova era o único lugar onde eu podia ir aos exames e combater os examinadores”

“A Seara me acolheu, escrevi os artigos que eram necessários, fui, como se calcula na «Escola Normal Superior»
“Eu por exemplo em relação ao António Sérgio, é duvidoso se amava ou não Portugal, porque Portugal lhe punha problemas”

“A coisa melhor do Espinosa não era ser racionalista, era que enquanto português, não ser racionalista”

“Tudo o que se passa na Cidade é política”

“A Sociedade portuguesa deve realizar-se não é através de discursos, escrever em jornais ou publicar uma revista todos os meses, mas implantar um certo número de coisas que depois, como semente dariam uma floresta de outras e isso é o que realmente a Seara Nova queria fazer”

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A Fonética do Ibero

No Ibero, os ditongos estavam ausentes, supondo-se que possuía as vogais a, e, i, o uma característica que a afastava do Etrusco e do Raético (ambas pertencentes ao chamado “Grupo Tirrénico”) onde o “o” é completamente ausente, algo que contraria aqueles que quiseram colocar o Ibero próximo dessas línguas. Também a presença das consoantes k, p e t , assim como as aspiradas h e th e ainda das s, s’ e z, reforçam ainda mais a distância entre o Etrusco e o Ibero, uma vez que no primeiro as consoantes aspiradas são bastante raras. Também a tese que classifica o Basco como um sobrevivente moderno do Ibero saí prejudicada, desta feita, pela raridade das palatais nesta língua do Norte da Península. Aliás, deve dizer-se que segundo aquilo que dele se conhece actualmente, a fonética do Ibero não encontra muitos paralelismos nas línguas europeias conhecidas. Impõe-se assim a tese de uma origem extra-europeia, o que nos leva à tese norte-africana que já defendemos noutro lugar deste texto.

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O Substrato Ibérico no Espanhol, Português e Basco

A chegada dos romanos ao Sul da Península produziu uma importante perturbação no tecido linguístico e cultural indígena. A sua língua indo-europeia cedo suplantou as línguas Mediterrâneas locais, mas como sucede em qualquer processo de aculturação, houve elementos que sobreviveram até aos tempos de hoje nas modernas línguas castelhana e portuguesa. Existem deste processo vários exemplos, por exemplo, foneticamente, o som castelhano s é claramente diferente de todos os outros fonemas semelhantes nas restantes línguas românicas. Também morfologicamente o castelhano apresenta outra incomum dissemelhança: sufixos produtores de palavras, algo em que é positivamente único entre as língua do mundo românico. De qualquer modo, a sobrevivência mais consensual e evidente deste Substrato Ibero nas nossas modernas línguas peninsulares são sem dúvida aquelas que nos legou o vocabulário, uma identificação tanto mais evidente quando comparamos as palavras semelhantes entre o basco e o espanhol e anotamos a ausência destas nas línguas românicas e nas de outras línguas europeias pertencentes à família indo-europeia.

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A Língua dos Iberos

Quanto ao Ibero, a grande discussão que se coloca é a de saber se estamos perante uma única língua ou se, pelo contrário, uma que se dividia em vários dialectos. Aqueles que defendem a pluralidade de dialectos ou de línguas ibéricas encontram um argumento decisivo na existência de vários sistema de escrita em uso simultâneo na Península Ibérica. Julga-se contudo – e seguindo de perto as indicações epigráficas – que o Ibero se dividia em dois grupos dialectais: o Norte-oriental (desde a costa francesa até Castela) e o Sulista (presente sobretudo na Andaluzia).

Esta língua seria gradualmente absorvida pelo intenso e eficaz processo de romanização e não se passaria muito tempo após a consolidação da presença das legiões para que desaparecesse. No tempo de Tácito era já falada por um grupo muito reduzido de indígenas, uma dedução que extraímos de um extracto da obra desse historiador em que este nos fala de um cidadão da Ibéria que respondendo a romanos num julgamento pela morte de um praector usava ainda a sua língua nativa, e em que Tácito o menciona como se essa utilização se tratasse de uma raridade entre os seus companheiros de nação.

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