A Origem da Escrita Cónia: Origem Fenícia

Como dissemos anteriormente, a origem fenícia da Escrita Cónia ou Sud-lusitânica é a mais provável. Javier de Hoz é o mais notável protagonista desta abordagem, defendendo uma origem por volta do século VII a.C.. Uma origem que teria atravessado o Guadiana, partindo do reino de Tartessos, sob influência fenícia, e chegado às populações cónias do outro lado da fronteira.

Morfologicamente, esta tese concorda com a forma dos signos cónios que efectivamente revelam uma maioria de signos fenícios, puros ou adaptados, para além de um grupo de signos suplementares, obviamente introduzidos para grafar fonemas ausentes no sistema fenício, nomeadamente as vogais. Outros símbolos fenícios seriam utilizados, mas com diferentes valores dos originais. Um processo semelhante à adopção do alfabeto fenício pelos gregos, como descreve Javier de Hoz: “o grego carecia de duas das três velares fenícias pelo que os criadores do alfabeto grego atribuíram o mesmo valor fonético, “k”, aos signos que transcreviam a surda e a enfática fenícias, mas reservando uma das duas, o antecessor do actual “q”, para uso antes de “o” e “u”. No caso da escrita tartéssica foi necessário completar o repertório fenício com uma série de signos novos, inventados, já que, uma vez desenvolvido o sistema, resultava insuficiente para cobrir de forma sistemática todas as situações possíveis.” Por esta razão, surgiriam as sequências duplas que tanto intrigaram os investigadores, como os k(a)a e os k(e)e (segundo a proposta de interpretação de J. de Hoz). Segundo o autor, os signos consonânticos silábicos não eram grafados como tais, isto é, k(a)a valia pela velar “k” e pela vogal “a” e não pela sílaba “ka”.

Hoz conclui a sua tese afirmando a prioridade da Escrita Tartéssica sobre a Cónia. Deduz o autor que se a Escrita Sud-Lusitânica dos Cónios antecedesse a Tartéssica, ao seu repertório de signos não poderia faltar nenhum signo fenício grafado neste, uma vez que esta fora a fonte inspiradora do sistema de escrita. Ora não é isso que sucede, como descobre Javier de Hoz no signo que considera representar a sílaba “bi”, 13.jpgque inventou embora tivesse disponível no sistema fenício o fonema “bet”.

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Categories: A Escrita Cónia, História | 13 comentários

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13 thoughts on “A Origem da Escrita Cónia: Origem Fenícia

  1. tifanny

    porque a escrita tem varios tipos de significados

    • Carlos Castelo

      A escrita antiga em especial o konii não tinha diversos significados, sua linguagem era muito simples ! Por exemplo uma frase konii: Bethy sana Kordy sati san Ores – tradução ( Beti Filha de Kordy consagrou a {seu] filho Ores! É muito normal que os nomes de pessoas konii eram nomes de cidades e de reinos! Assim, Beti vem de Betica, Kordy vem de Korduba, Ores, vem de Orense, cidade konii na Galicia! A palavra Sana Filha é o feminino de San Filho,ainda hoje em dia na língua inglesa escreve-se Son com o ( O=Ayin, fenício ) mas, os ingleses mantiveram a pronuncia ibérica konii de San! que é abreviação de – Sangue! E o sangue de nosso Sangue directamente é o nosso Filho (San). Nem os próprios ingleses, que chamam de San ao filho, não sabem de onde vem essa palavra! Como se pode observar quando existe uma transliteração correcta as mensagens gravadas nos Herouns (Estelas) podem ser lidas e explicar seus significados linguísticos!

  2. questão de contexto… o mesmo sucede ainda hoje.
    quantas palavras mudam de sentido, dependendo do contexto?
    ou letras de fonetização, consoante a sua posição na palavra?

  3. Raquely

    Gente, ñ entendi, preciso de um trabalho sobre a escrita de fenicios, + ñ entendi esse texto! Por favoor, me ajudeem!!!

    • Epigrafista Carlos Castelo

      Amigo:Se não entendes é porque és de compreensão lenta!

    • Epigrafista Carlos Castelo

      Amigo:Se não entendes é porque és de compreensão lenta!Já não se pode brincar, ou dizer uma graça sem ofender? Também não devemos ser tão ofensivos de um ar de graça! Pois a mim podem dizer tudo ! Que eu fico contente, pois sou dado à brincadeira!

  4. porque este texto é sobre a origem fenícia (possível) da escrita cónia (do Algarve português, séc VII a.C.)…

    • Carlos A. B. Castelo

      Amigo: Tanto se fala na escrita fenícia, como sendo que deu origem à escrita da Península ibérica, então apresentem provas de uma escita primitiva de onde se tenha dado rigem á fenicia. Se vamos para o egipcio primitivo pré-dinástico eu apresento provas documentais que os simbolos primitivos alfabetiformes que usaram os egipcios são da escrita Ibérica em especial da escrita Konii. A escrita mais antiga do Egipto não fora os Hieroglificos mas, sim a escrita pré-histórica da Ibéria que passou ao Egipto. O Povo Konii edificou cidades no Egipto como nomes tais como El-Koni : Konaisse e outras. A própria cidade bem conhecida de Egipto de nome Sais sendo a abreviação de Saitic ( Saitis ), encontramos num Heroun do Algarve, e também o mesmo nome se encontra em saitis de Espanha. Os konii fora o primeiro povo do ocidente que habitou no Egipto antes do tempo do rei pharaon Amásis que edificou a Vila de Naucratis que cedeu aos gregos, por os gregos terem a mesma deusa do egipcia Aneth que viera a dar Athena sendo o nome para os gregos no sentido invertido. Quando em Portugal e Espanha aparecem es+ólio arqueológico em sepulturas do Povo konii, os arqueólogos dizem logo que teria vindo de Naucrátis da cidade grega do Egipto, desconhecendo tais arqueólos que o Povo Konii tinha cidades no Egipto e que traziam mercardoria para a Península Ibérica, Agora voltando à escrita konii e dos outros povos ibéricos que são nativos e consanguíneos dos konii, se observarem bem na nusmismática ibérica veram que essas moedas têm nomes escristo ainda com caracteres iconográficos da Arte Rupestre, tais como os ramiformes, os circulos, e tantos outros pré-históricos que os povos do oriente nunca tiveram tais signos.
      Agora lanço um desafio aos maiores epigrafistas nacionais e estrangeiros se quiserem um debate público sobre o assunto do Ilustre Pove Konii para saber quem tem razão sobre as transliterações das inscrições dos herouns (Estelas), então vamos a isso, é só combinar ao nivel nacional, para se acabar de vez com teorias absurdas de transliterações que fazem desses monumentos funerários. Pois se estão certos das transliterações que fazem, então não devem ter receio de fazermos um confronte epigráfico, mas, com provas documentais sobre esse assunto. Assina: Epigrafista Carlos Castelo.

      • Tenho as minhas reticencias: os vestigios das povoacoes conias dao conta de pequenos nucleos urbanos, com necropoles (com estelas) muito perto. Tudo indica terem sido uma federacao muito “lassa” (uma alianca de pequenos nucleos urbanos) sem nenhum grande nucleo urbano. Nao ha provas de que tivessem escala para organizar um tal povoamento massivo dessa escala…

  5. Carlos A. B. Castelo

    A Escrita Konii é nativa da Ibéria e não de outros povos. Deviam os estudiosos e arqueólogos, verificar os simbolos iconográfricos da arte rupestre do Sul da Ibéria e encontrarão gravados e pintados em cerca de 160 grutas a raiz do alfabeto Konii. è tão triste ver tanta ignorancia em especial do povo português que são os actuais descendentes históricos directos desse ilustre povo.
    Devem ler também sobre as pesquizas e descobertas do grande arqueólogo inglês Sir William Petrie que descobriu que na época neolitica se encontram caracteres alfabetiformes simetricos que vão desde a Ibérica até ao Oriente Mèdio, os quais se encontram na escrita semitíca. A Língua do Povo Konii é similar ao latim, sendo a língua Konii a lingua pré-ariana do latim. Nas Estelas encontra-se vocábulos da língua Mirandesa, pois que a cidade de Miranda do Douro, teve o nome de antiguidade de Konti e os romanos acrescentaram o terminativo “Cum” ficado essa cidade Konii escrita em latim de Conticum. A própria ´Peninsula Ibérica tinha o nome de Kontinent ( Continente) ou seja a junção de dois vocábulos a saber de Konti ( Koniti) e nent de anente que se referia ao povo Konti ( Konii). As Estelas existentes do sudoeste tem gravadas o nome do povo que as escreveu, umas com Konii e Konai e outras com Konti ( abreviação de Konitis que passou ao grego como Kunetis). Fico pasmado com tanta ignorância que existe nas pessoas deste povo português que não conseguem exergar o que têm em frente dos olhos, pois alguns de seus investigadores nem conseguem destinguir um caractere alfabetiforme de uma linha curva de uma linha recta, é caso para se dizer: que grandes epigraficas que existem em especial em Portugal. Assina Carlos Castelo – Investigador Arqueológico Epigrafista.

    • A questao da escrita de alvor? Mas aqui nao ha similitudes graficas, receio bem. Semelhancas morfogicas, mesmo, sao com o fenicio e grego focio.

  6. Carlos A. B. Castelo

    O POVO KONII NO AEGYPTHUS
    Talvez não seja de conhecimento histórico, mas o Povo Konii, foi o primeiro povo do ocidente a habitar e povoar algumas áreas do Aegyptus, aonde
    edificaram cidades, como podemos verificar a seguir.
    A Cidade El-Koni ficava situada entre Berimbal ao Norte, e Metoubès ao Sul, na margem Este do “ Rio Nilo “ próximo do “Lago Borollos “ e da ribeira “ Bel-Kassabi “ que estava ligada ao canal “ Kotni “ ( Konti ). Por sua vez este canal dirigia-se para sul e atravessava a famosa província de “Saitic”( Saitis) junto à cidade de “ Sais “ ( Sa El-Haguer )
    em árabe.
    A cidade “ Sais “ foi a terra natal do Faraó Amasis ( Ahmosé ) da XXVI ª Dinastia “ Saíta “ que viveu entre 569-526 A.C..Este rei egípcio fundou a “ Vila de Naucratis “ em Nebîré ( Nebeirah ) ao sul do braço do Rio Canope, e por amizade cedeu-a aos gregos. Mas, antes da presença grega no Aegyptus, conta a lenda muito antiga que fora da cidade de “ Sais “que saíra « Cecrops » ( o fundador de Athenas ).
    A cidade El-Koni, desde de remota antiguidade ainda existia em 1897, e fora mencionada por Karl Baedeker no seu “ Manual du Voyagem ao Egypte et Soudan “. Um dos seus principais amigos e colaboradores foi M.G. Steindorff professeur d`égyptologie à l`université de Leipzig.(Baedeker Egypte,1908 ).

    Por isso não é de admirar que algumas sepulturas dos Konii encontraram-se artefactos egípcios, como na necrópole de Mealha Nova fora descoberto um escaravelho ( pensa-se que terá sido feito em Naucrátis, no Delta do Nilo ) no qual está gravado o nome do Faraó Pedubaste ( 817 – 763 A.C. ) fundador da XXIII dinastia que reinou em Tanis.

    . Na herdade do Gaio ( Sines ) numa sepultura entre diverso espólio arqueológico descobriu-se, também um escaravelho de faiança engastado num aro rotativo de prata, com o selo real do Faraó Thutmosis III.
    Existira no Egyptus uma cidade muito antiga chamada « Konaissé» (Konayesseh) que ficava na rota de « Mehallet » junto ao caminho de « Tanta–Mansoura-Damiette » no Delta. O nome Konai é um variante de Konii, e se encontra gravado na Estela de Bensafrim ( depositada no Museu de Arqueologia de Belém – Lisboa ). Outra descoberta de grande relevo no Egyptus, foi o facto de em 1890, o arqueólogo inglês Sir William Flinders Petrie (1853-1942 ), ao fazer pesquisas num local entre as ruínas de antigas cidades egípcias, descobriu em fragmentos de pedra, signos gravados da família dos caracteres peninsulares ibéricos que datam à volta de 6.000 a 1.200 A.C. e considerados anteriores aos hieroglíficos. Mais alguns exemplares destes caracteres estão dispersos desde a Ibéria até à Ásia frequentemente no Período Neolítico.
    Caso curioso é que o termo linguistico « Saiti » gravado na Estela de Monchique ( Portugal ) e o da cidade « Saiti » de Játiva – Valencia, que significa a « Consagrada » fora provavelmente a denominação dada pelos konii ibérios à província egípcia de « Saitic » ( Saitis ), cujo o nome da cidade dessa província é a abreviação « Sais ». Era nessa cidade « Sais » que existia o «Templo da Deusa Nith » ( Neth – Neith ) padroeira dos gregos com o nome de « Athenas ».
    A cidade Konii do Algarve de onde partiam os navegadores nativos era denominada de Besuris a actual ( Castro Marim ). O topónimo dado pelos Konii a essa antiga cidade Castro Marim de
    Besuris ( Bisuris ) tem parentesco com a cidade Busíris do Aegyptus, derivado à comercialização entre os dois povos, os cónios e egípcios. Assim os Cónios de Besuris com barcos fabricados na Konitania ( Al-garb ) do Ocidente, atravessavam as Colunas de Hércules chegavam ao Aegyptus. Entravam pois pela “ Bouche de Rosette “ do rio Nilo descendo até « Berimbal » para logo seguirem num canal do Nilo que passava junto à cidade El-Koni. Continuando a descer para sul pelo mesmo canal, cerca de alguns quilómetros, voltavam a entrar novamente no próprio Nilo já próximo da cidade de « Dessouk » para logo a seguir mais a baixo chegavam a « Sais » cidade da província de Saitic, povoada por konii. Por outro lado os nossos navegadores de « Besuris » pela
    « Baía d`Abou kir » também do Delta, entravam no « Lac Edkou » e por um canal deste lago chegavam a outra cidade konii com a denominação de « El-Konayes ». Eram pois nestas viagens que traziam artefactos egípcios para o actual Algarve, tais como aqueles encontrados em algumas sepulturas do Povo Konii.
    A cidade Konii do Algarve de onde partiam os navegadores nativos era denominada de Besuris a actual ( Castro Marim ). O topónimo dado pelos Konii a essa antiga cidade Castro Marim de
    Besuris ( Bisuris ) tem parentesco com a cidade Busíris do Aegyptus, derivado à comercialização entre os dois povos, os cónios e egípcios. Assim os Cónios de Besuris com barcos fabricados na Konitania ( Al-garb ) do Ocidente, atravessavam as Colunas de Hércules chegavam ao Aegyptus. Entravam pois pela “ Bouche de Rosette “ do rio Nilo descendo até « Berimbal » para logo seguirem num canal do Nilo que passava junto à cidade El-Koni. Continuando a descer para sul pelo mesmo canal, cerca de alguns quilómetros, voltavam a entrar novamente no próprio Nilo já próximo da cidade de « Dessouk » para logo a seguir mais a baixo chegavam a « Sais » cidade da província de Saitic, povoada por konii. Por outro lado os nossos navegadores de « Besuris » pela « Baía d`Abou kir » também do Delta, entravam no « Lac Edkou » e por um canal deste lago chegavam a outra cidade konii com a denominação de « El-Konayes ». Eram pois nestas viagens que traziam artefactos egípcios para o actual Algarve, tais como aqueles encontrados em algumas sepulturas do Povo Konii. A localidade do Algarve chamada actualmente de « TOR », nos mapas cartográficos antigos vem como « ATOR » sendo o termo degenerativo de « HATOR », cidade antiga da época konii.
    Assim o nome Thina ( Tina ) é de raiz egípcia da deusa « Nith » ou seja « Neth » que evoluiu para « Neith ». Essa deusa fora a padroeira da cidade de « Sais » no Delta do Baixo – Aegyptus antigo.
    Todavia a deusa egipcia, ( A-NETH-A ) passara á deusa grega ( A-THEN-A ), mas, a raiz original do nome é: ( A-NITH ) que invertido da direita para à esquerda é ( THINA ). O Faraon Amasis da XXVI Dinastia, considerava-se um « Si-Nith » que quer dizer « Filho da Deusa Nith », ou « San Idula Naith » em língua konii ibérica.

    Manuel du Voyageur au Egypte et Soudan
    Par Karl Baedeker
    RELIGION EGYPTIENNE
    ( Extracto Literário )

    Les trépassés étaient placés sous la protection des dieux de leur ville, qui veillaient à leur inhumation et à leur sécurité dans le tombeau. Il y avait en outre un dieu spécial des morts, révéré dans beancoup de villes, Khenti – Amentiou, le « primiere des habitants de l`Ocident » ( c.-à-d. l`empire des morts ), que l`on se représentait sous forme d`un chien. Plus tard toutes ces divinités furent éclipsées par Osíris qui, à l`origine, habitait Busiris dans le Delta.

    TRADUÇÃO PARA A LÍNGUA PORTUGUESA

    Os mortos estavam sobre a protecção dos deuses de sua cidade, que queriam os seus enterramentos e as suas segurança nas suas sepulturas. Eles tinham outro deus especial dos mortos, respeitado em
    muitas cidades Khenti-Amentiou, o «primeiro dos habitantes do ocidente» (C.-ad. O império dos mortos), que se nos apresentavam sobre a forma de Cão. Mais tarde todas essas divindades foram desaparecidas por Osíris que deu origem aos naturais da cidade de Busíris no Delta.
    O nome Khenti ( Kenti ) é uma forma degenerativa de Khonti ( Konti ) na língua egípcia referente aos Konitis – Konii ( Cónios ), que teriam sido « os primeiro habitantes ocidentais »
    ( El-Garb ) que habitaram no Aegyptus onde construíram cidades tais como: El-Koni, Konaysse, Sais cidade da província de Saitic ( Saitis, da língua konii, o “c” egipcio é o “s” ibérico ).
    Sobre a referida forma que era representado o primeiro habitante ocidental, Khenti – Amentiou por um Cão, é muito simples; Quando os Konii expandiam-se para outras terras, como no caso do Aegyptus, levavam consigo seus animais de estimação em especial o Cão ibérico, muito fiel ao homem. Quando da morte dos seus donos, e depois de eles estarem sepultados, esses animais se deitavam junto às sepulturas, pelo amor e fidelidade que tinham por seus donos, guardando assim esse pedaço de terra sagrado. É pois provável derivado a esse facto o Cão tenha sido considerado pelo povo egípcio, como um « deus protector dos mortos » guardando suas sepulturas. Posteriormente o Cão passou a ter o nome Anubis, o « deus protector dos mortes » do Alto-Aegyptus.
    Epigrafista Carlos Castelo

    • Esses objetos egipcios eram fabricados em massa para exportacao no Egito e depois usados pelas redes comerciais feniciais como materia de escambo nas suas feitorias. Nao provam um contato direto, mas muito indireto…

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