Daily Archives: 2007/11/09

Agostinho da Silva: Vídeo – “Primeiro inventaram o país que queriam, porque não havia”

* “Primeiro inventaram o país que queriam, porque não havia”
* “Aconteceu que realizaram o único país estável do mundo”
* “E que Mar resultou das viagens dos portugueses? O Mar que há. Não havia outro possível”
* “É uma ideia essa que aparece hoje de que os portugueses são passivos: eles estão à espera de que o barco passe para pularem dentro.”

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Quanta energia consome toda a… Internet?

Durante algum (bom) tempo foi-nos vendida a ideia de que a Informatização iria implicar uma redução dos níveis de Poluição… Agora, alguns começam a questionar qual será a quantidade total de energia consumida por essa grande filha da computação (dito assim soa mal…) que é a Internet…

Esse número terá que incluir toda a energia consumida no mundo por todos os computadores que estão ligados à Internet, assim como a dispendida por todos os routers, hubs, centros de dados, servidores, etc. Quanta energia consomem todos estes equipamentos, isto é, em época de Aquecimento Global e de emissões de gases com efeitos de estufa… Qual é o peso da Internet neste problema? Um artigo do Networking Computing de 2001 (ver AQUI) e outro da mesma fonte escrito em 2001 (ver AQUI e AQUI ) permitiam estimar que o consumo total da Internet, em todo o mundo andava em torno dos… espantosos 868 biliões de kWh por ano! Ou seja, quase metade da capacidade (2200 biliões de kWh) gerada por todos os 435 centrais nucleares do mundo! (ver AQUI), ou, por outro lado, a perto de 5,3% do consumo energético mundial! Exacto! quase 200 centrais nucleares do mundo são necessárias para manter a Internet em funcionamento e para que eu possa escrever estas linhas e você… as ler. Ok. Não somente… Mas todas as outras páginas, sites, blogs e cibernautas do planeta, admito…

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QuidSZ S3-7: Que monumento natural é este?

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Dificuldade: 4

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Algas que produzem biocombustíveis e hidrogénio

Uma das fontes mais promissoras para biocombustíveis e, sobretudo, para hidrogénio (o chamado “combustível do futuro”) são as… algas. Algumas variedades produzem um óleo idêntico ao da soja, podendo ser usado como biocombustível, mas o trabalho do biólogo Anastasios Melis da Universidade de Berkeley, na Califórnia, indica que as algas podem também produzir hidrogénio. Já se sabia que a maioria das algas produziam hidrogénio durante o seu processo de fotosíntese, mas Anastasios acredita que é possível modificar genéticamente algumas espécies de algas de forma a criar uma forma viável de fabricar hidrogénio.
Os primeiros trabalhos criraram uma alga mutante (hum… dito assim, soa mal, não soa?) que triplico hidrogénio produzido pela alga e, adicionalmente, também aumenta a sua produção de óleo que pode ser usado para biocombustíveis. O grande problema actualmente está em que apenas as algas na superfícies captam a quantidade máxima de luz solar, e logo, as do interior produzuem muito menos hidrogénio e óleo. A solução para conceber um “bioreactor” viável parece residir – pelo menos no laboratório de Melis – na utilização de garrafas com algas, que maximizem a superfície de exposição, em vez dos mais tradicionais, mas ineficientes tanques e no redesenho genético das algas de forma a terem menos clorofila, de forma a que absorvam menos luz e deixem passar mais para as algas que estão abaixo delas.

Actualmente, já existem algumas empresas nos EUA a desenvolverem métodos de produção de biocombustíveis a partir de algas, como a Solix Biofuels e LiveFuels. Ambas as empresas estão a tentar produzir biodiesel para automóveis e aviação através da construção de Fotobioreactores “Photobioreactors” (PBRs) que produzem óleo a preços competitivos (e cada vez mais competitivos, especialmente se o barril de crude chegar mesmo aos 90 USDs nas próximas semanas, como se antecipa). Estes PBRs serão uma forma eficiente e ecológica de produzir biocombustível, de facto mais racional e ecológica que as formas convencionais, especialmente mais do que o hipersubsidiado milho ou que o etanol de cana brasileiro, já que a produção ocorrerá em instalações fechadas e logo, sem risco de contaminação de sementes OGM, sem necessidade de solo agrícola e que usarão 99% menos água do que a agricultura convencional intensiva. Além do mais, podem ser instalados em qualquer local, desde desertos, até ao topo de edifícios de escritórios… Muito mais eficazes que outras fontes de biocombustíveis, já que todo o organismo converte luz solar em óleo, e logo, a mesma área de algas produz mais biocombustível do que uma área equivalente de soja, milho ou cana do açúcar. De facto, uma área equivalente a uma garagem para dois carros produz tanto biocombustível como um campo de futebol plantado com soja… Para se ter uma noção da escala da diferença…

Se o processo para criar uma alga genéticamente manipulada para potenciar a produção de hidrogénio foi cumprido, isto significa que será possível num prazo inferior a cinco anos produzir bioreactores que produzam hidrogénio durante a fase de desenvolvimento das algas, e depois, quando estas estiverem plenamente desenvolvidas, extrair o óleo para biocombustíveis que também produzem. Actualmente, a produção de hidrogénio ainda não é rentável, já que o processo normal de fotosíntese liberta apenas 3 a 5% de hidrogénio, mas os investigadores da equipa de Melis acreditam que este valor pode ser multiplicado, fazendo com que 80 Kg de hidrogénio possam ser produzidos por cada acre de um campo de algas genéticamente modificadas.

Fonte: Technology Review

Categories: Agricultura, Ciência e Tecnologia, Ecologia, Economia | 3 comentários

A Origem da Escrita Cónia: Origem Oriental (Ásia Menor)

Varela Gomes julga reconhecer nas sete dezenas de estelas inscritas cónias traços que permitem adivinhar influências do Mediterrâneo Oriental, nas suas palavras: “Originária do Leste do Mediterrâneo, encontra paralelos nas escritas minorasiáticas da Lídia, Licinia, Cária e Frígia, no grego arcaico (eólio e jónio) e no etrusco, revelando uma raiz comum no modelo semítico da Síria do Norte.” Opinião semelhante – ainda que mais precisa na sua preferência pela origem etrusca – é a de Antonio Guadan. Este numismata defende que a escrita penetrou na Península a partir da sua região Ocidental, do Sudoeste Ibérico, subindo depois o curso do Bétis a escrita chegaria às outras populações peninsulares. Mas também os cónios se situavam no Sudoeste e mantinham com Tartessos relações muito próximas, conforme escrevia o mesmo autor castelhano: “as inscrições do Algarve, que poderiam ser os seus mais longínquos protótipos”.

O posicionamento da Escrita Cónia no ramo afro-asiática, quando ao sistema de escrita, é manifesta, mas não encontramos vestígios etruscos e anatólicos suficientes para poder pensar em qualquer tipo de relação genética que a possa colocar entre os diversos alfabetos gregos do Mediterrâneo Oriental.

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A Origem da Escrita Cónia: Origem no Mar Egeu (Helénica)

A tese da origem egeia da Escrita Ibérica, um sistema de escrita que se sabe próximo da Escrita Cónia, implica um processo de importação com raízes no segundo milénio a.C., um processo que seria posteriormente alvo de influências das presenças gregas e fenícias. Estas são as teses do maior especialista desta Escrita Ibérica, Gomez Moreno e também a do português Rogério Azevedo. Para Gomez Moreno, tratar-se-ia de um Silabário que teria eclodido no Sul da Península Ibérica durante a Idade do Bronze. Contudo, apesar de todo o prestígio de Gomez Moreno, Javier de Hoz criticaria esta posição levantando sobre esta tese uma série de objecções muito pertinentes:

· A pluralidade de origens para os vários signos da Escrita Cónia não é comum entre as escritas conhecidas;

· Problemas estruturais, na notação das consoantes não oclusivas e a redundância tão característica da Escrita Cónia não são coerentes com a tese do Silabário.

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Agostinho da Silva: Vídeo 3: “O que faço com os meus alunos é que eles busquem o seu próprio caminho”

  • “A capacidade de cada um ver no que vê não aquilo que está, mas aqui que ele imagina de que se trata”
  • “A vida de vez em quando lhe faça sinais”
  • “Eu recusei a Ordem da Liberdade”
  • “Mas aceitei a Ordem de Santiago, que era uma ordem monástica militar porque a Ordem de Santiago ajudou a fazer Portugal”
  • “O que faço com os meus alunos é que eles busquem o seu próprio caminho”
  • “O professor acredita que há vida nos outros mundos” e a “hipótese de Gaia”
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