Daily Archives: 2007/10/28

Porque é que as mulheres preferem o côr-de-rosa e os homens o… azul?

Segundo um interessante estudo da Universidade de Newcastle no Reino Unido, a maioria das pessoas preferem a côr azul, mas que existe uma tendência para que as mulheres tendam a escolher variantes de cores na banda do encarnado, enquanto que os homens parecem preferir cores na banda cromática do azul… Os testes foram conduzidos sobre voluntários oriundos de várias matrizes culturais, desde chineses Han a causasianos e os resultados foram transversais à cultura dos sujeitos da experiência, parecendo revelar algo de mais essencial nessa preferência, e talvez de raíz genética…

Parece claro que esta preferência tem raízes genéticas e que existe para conferir ao seu possuidor uma vantagem evolutiva, especulando-se se as suas origens estariam os papeís tradicionais da divisão de trabalho, forjados em épocas pré-históricas e quando haviam divisões claras de actividades funcionais entre homens e mulheres… Nessas sociedades pré-neolíticas as mulheres estariam especializadas na recolha (recolecção) de frutos e bagas, onde predominava a côr vermelha e rosa. Outra teoria – paralela mas não contraditória – advoga que as mulheres seriam particularmente sensíveis ao rosa porque essa seria a côr das crianças quando adoeciam e ficavam com febre… Os homens, por sua vez, prefeririam o azul, porque essa era a côr do céu, elemento dominante das planícies até onde levavam as suas caçadas…
Assim se pode explicar porque preferem as mulheres o côr-de-rosa e os homens o azul, independentemente da cultura onde estão inseridos.
Ou não?

Fontes:
Edição Impresa do The Economist de 23 de Agosto de 2007
Time.com

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Categories: Economia, História | 3 comentários

A Organização Política dos Cónios

É no Calcolítico que surge um sistema económico que mercê da hierarquização social e da constituição de uma organização pré-estatal forma uma sociedade que envolta em conflitos com as comunidades circundantes cerca as suas povoações de muralhas defensivas. Estas muralhas ovaladas e irregulares, posteriormente reforçadas com a adição de torres e bastiões indiciam um processo de centralização e organização do trabalho que traria, com sucesso, a paz às suas populações. É assim que notamos que as povoações cónias já são inteiramente desguarnecidas de fortificações de qualquer tipo, conforme já observámos no ponto anterior.

A dispersão dos povoados conhecidos indica uma densidade populacional semelhante à actual, embora em povoados muito menores que os actualmente existentes. A uniformidade do povoamento, assim como a pequenez das povoações, sem que nenhuma predomine sobre as demais pode indicar que os grandes centros administrativos estão ainda por descobrir. É também possível que estes simplesmente não existissem, mas sendo assim dificilmente surgiria a “massa crítica” intelectual suficiente para a introdução de um processo tão revolucionário e complexo como era então a escrita alfabética. A tradição grega fala ainda de uma federação de cidades, o que não entra necessariamente em contradição com a tese da “capital desconhecida”. Com efeito, não é impossível que essa cidade ou cidades partilhassem o seu poder com outras, ainda que de menores dimensões mas de fortes tradições, talvez uma espécie de “berço” dos cónios. Tal situação não seria inédita na História dos povos mediterrâneos.

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