Rafale ou Typhoon… Análise comparativa… Qual é o melhor caça?

Colocando a questão de uma forma muito sintética, podemos dizer que o Rafale é uma adversário mais pequeno, mais leve, mais barato e menos capaz do que o Typhoon, o programa que a França abandonou na década de 80 para construir o seu próprio avião de combate de 4,5 geração (ver AQUI). De facto, nem um, nem o outro são comparáveis às características oferecidas actualmente peo F-22 Raptor ou pelo projecto russo PAK-FA. Contudo, o Rafale não pode deixar de ser uma boa alternativa, nalgumas condições… Os EUA não estão a vender Raptors a ninguém, mesmo aos seus mais fiéis aliados que o estão a tentar comprar (Japão e Austrália, nomeadamente). O Rafale deveria ser mais barato que o Typhoon, custando entre os 45 e os 64 milhões de euros cada, enquanto que o Typhoon ronda os 120 milhões, mas sabe-se que ambos os aparelhos foram oferecidos à Coreia do Sul pelo mesmo preço: 95 milhões por unidade… Ou seja, o consórcio EADS anda numa de dumping…

Em termos genéricos, o Rafale é quase tão capaz como o Typhoon (ver AQUI ), pelo que pode sempre ser uma alternativa “económica” a esta caça, mais pesado, maior e, logo, mais capaz e caro. Se o seu uso em Porta-Aviões é determinante, o Rafale é a única alternativa ao F-35 dos EUA… Aliás, a França já o usa nesse papel no seu porta-aviões nuclear “Charles de Gaulle“.


(Rafale operando no “Charles de Gaulle”)

Em termos de furtividade, o Typhoon deveria ser mais capaz que o Rafale, mas existem informações que apontam para que o caça francês, porque é menor, tem afinal de conta um menor RCS, menos 50% que o Typhoon, segundo alguns.

A grande diferença entre o Typhoon e o Rafale está assim na banda financeira… A diferença a favor do Rafale reside nas suas menores dimensões e na sua inferioridade em algumas das suas características em relação ao avião da EADS. É também certo que programas puramente nacionais tende a ser mais baratos do que programas multinacionais (redudâncias, tempo gasto em reuniões e acordos, transporte de peças e montagem, etc). Esta vantagem tem sido anulada porque se estão a construir mais Typhoon do que Rafale, e a decorrente economia de custos está a baixar os preços do primeiro.


(Video promocional do Typhoon)

Os dois aviões são também diferentes, nos objectivos para os quais foram concebidos. Enquanto que o Rafale foi criado para ser um caça táctico, o Typhoon foi concebido de raíz para ser um caça de superioridade aérea. Isto confere com aquilo que se julga, que é o facto do Typhoon ser mais competente no papel de interceptor, do que o Rafale. Contudo, o Typhoon pode levar menos peso em bombas e mísseis (6500 Kg) do que o Rafale (9500 Kg) e isto, num cenário em que as operações contra alvos no solo são fundamentais, é uma vantagem importante para o aparelho gaulês…

O radar do Rafale está entre o melhor que hoje existe na aviação militar… Com efeito, o radar de “Phased Array” RBE2 permite o tracking de alvos múltiplos a distâncias superiores aos alcances dos mísseis Ar-Ar da actualidade. De facto, o RBE2 é apenas comparável ao APG-77 do F-22. O radar do Typhoon é de uma geração anterior e o seu upgrade (inevitável…) será complexo e caro. E quando fôr feito, provavelmente o Fase 3 RBE2 da Thales já deverá estar operacional nos Rafale, já que este modelo superior do RBE2 tem vindo a ser ensaiado nos Rafale desde 2003 e deverá ser tornado o padrão dos Rafale em 2008.

Em termos de manobrabilidade, o Rafale é um melhor avião… Aqui, o Typhoon paga o preço das suas maiores dimensões e peso.

Em termos de armamento embarcado, ambos os aparelhos podem usar o excelente míssil europeu de longo alcance Meteor, em médio alcance, o MICA do Rafale equivale ao AMRAAM do Typhoon… Em dogfight, são equivalentes….

O maior problema com o Rafale tem talvez a ver com a sua não integração com armas americanas… Estas são produzidas em grande número, e consequentemente, são mais baratas que as europeias ou francesas, um argumento importante se o mesmo país usar o JSF e o Typhoon, como sucederá pelo menos no caso britânico.

Conclusão:

De facto, o Rafale parece superior ao Typhoon… E isto colide com a ideia pré-concebida que alimentava ao começar este modesto estudo comparativo, admito… Aliás, o Rafale parece estar adiantado uns bons cinco anos em relação ao Typhoon e se o governo francês continuar a financiar o projecto, sendo aqui vital o encontro de algum cliente externo, esta vantagem vai manter-se com os programas de upgrade que estão já previstos e que o Typhoon dificilmente acompanhará. Actualmente, a Índia está a considerar o Rafale, assim como a Suíça. E a Líbia, parece ter encomendado entre 13 a 18 aparelhos (ver AQUI)… Isto somente, pode continuar esta ligeira vantagem a favor do Rafale.

Outras Fontes:
http://news.scotsman.com/uk.cfm?id=114082005
http://www.iht.com/articles/2006/07/16/business/rairfight.php?page=2

  Qual é o melhor avião de combate?
1) Rafale
2) Typhoon

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97 thoughts on “Rafale ou Typhoon… Análise comparativa… Qual é o melhor caça?

  1. Golani

    uma questão se levanta depois de ler o post:

    Se o Rafale é assim tão bom porque que foi preterido em todos os concursos internacionais que entrou e o nem um único Rafele foi ainda vendido ao exterior ?

    • ranjit kumar

      Porque ao nivel Internacional o lobbying e a politica tambem se conta.Os Franceses fazem bons aviões de guerra .Os Mirages 2000 deles foram usados em 1999 na guerra entre India e paquistao nas montanhas de Kaxemira onde os MiGs 21,23 e 27 falharam mas os MIRAGES tiveram sucesso total com laser guided missiles com precisão.E tenho certeza que os Indianos vao comprar esta maquina(126 RAFALE) potente em breve.

  2. sa morais

    Aqui concordo com o Golani: o Rafale?! Thanks, but no thanks…

  3. Ninguém sabe… Talvez os franceses já não tenham o lobbying de antigamente… Talvez o F-16 e os Su-30 sejam actualmente excelentes e baratas opções para os que eram habitualmente clientes dos aparelhos franceses… Talvez tenha sido um erro deixar o EF2000 (foi!).
    Mas francamente, depois de ler aquilo que li para escrever este post fiquei convencido da superioridade do aparelho francês…
    E não é certo que não o consigam exportar… O seu nome é novamente referido no programa indiano e brasileiro…

  4. Golani

    no Brasil, o concurso para o novo avião é uma telenovela (é como nós para substituir a G3, há 20 anos que a andamos para substituir… ehehe)

    na India, os tipos parecem mais interessados no Mig 35

  5. Pois é… E se o F-X não encalhou de vez, bem que pode o Brasil agradecer aos Sukhoi venezuelanos ou os Mirage III tornar-se-iam a espinha dorsal da FAb durante mais uns 20 bons anos…
    Quanto à Índia… Sim, parece que sim, sobretudo pelas parcerias locais.
    Mas pergunto-me se uma opção em torno de um avião tão antigo (Ainda mais que o Su-27/30) será uma boa decisão… O Rafale, o Typhoon, ou F-16 seriam melhores opções… mas não talvez a melhores preços, suponho.

  6. Golani

    os aspectos mais importantes são:

    transferência de tecnologia
    não ficarem sujeitos a embargos no futuro por opções politicas
    usarem a compra para forjarem uma aliança

    os americanos são os mais difíceis para transferir tecnologia, e mais propensos a um embargo, mas ultimamente têm-se aproximado dos Indianos para terem um aliando face á China e á Rússia, poderão ter interesse numa venda estratégica

    so israelitas não se importam com nada: transferem o que lhes pagam e não pensam em sanções, mas sim fazer negócio
    politicamente não representam mais valia para a India
    fala-se no F-16 Sufa (metade israelita, metade americano)
    espinha dorsal da Força Aérea Israelita ( recentemente preferiam este modelo, 2 lugares, a mais F 15), mas como o Paquistão tb usa F 16, não cai muito bem com os Indianos (se bem que o Sufa é muito diferente de um F16 tradicional)

    os russos, tem por vezes demasiada garganta e exageram na capacidade dos seus equipamentos, se bem que mais baratos (os Indianos tiverem problemas de manutenção e peças com os Sukoi), não esquecer que as versões mais sofisticadas dos Sukoi o são pq tem aviónica isarelita/francesa o que lhe aumenta o preço para níveis “ocidentais”
    Politicamente, os Indianos já têm uma boa relação com so Russos, mas receiam que mais uma compra os deixará demasiado dependentes de um único fornecedor

    Relativamente aos Suecos, o Gripen tb deve estar afastado pq trata-se de um caça ligeiro, com pouca autonomia, não muito diferente do projecto Indiano Tejas, mas os Suecos estão disponíveis em passar para a India a linha de montagem, e existe uma versão com maior autonomia e são capazes de navalizar o Gripen.
    Politicamente, a Suécia não tem peso (se bem o Gripen tem muito equipamento de origem americana)

    Os Franceses já devem estar desesperados por arranjar um cliente internacional para exportar o Rafale, este ordem seria um verdadeiro balão de oxigénio.
    Politicamente, a França já não tem a importância que teve no passado

    o Eurofighter, de um consórcio europeu ( Uk, Alemanha, Espanha…) parece ser um opção demasiado complexa para pensar em transferência de tecnologia e politicamente não deve trazer mais valias nenhumas pq estão demasiado países emvolvidos

  7. GilsØn¥

    OFF [Brasil]

    Licitação de Helicópteros: Ataque e Transporte

    O governo abriu uma licitação para a aquisição de dois lotes de helicópteros: um de transporte e outro de ataque. Esperada para o fim do ano de 2006 a licitação saiu agora. Os documentos do RFP (Request for Proposal) foram entregues pelos competidores à FAB, no dia 15 de Outubro.

    http://www.defesanet.com.br/md1/helos.htm

  8. Golani

    o EH 101 já está em serviço em Portugal, é um dos melhores helicópteros do mundo

    foi escolhido para ser o novo Marine 1 (helicóptero do Presidente dos EUA) apesar de ser um helicóptero Europeu

    é bastante mais caro que o Mi-17-V

    numa relação preço/qualidade o aparelho Russo deve compensar

    Portugal tb está a considerar o AW 109 para helicóptero ligeiro pq causa da sua versatilidade (transporte + ataque)

  9. Daquilo que tenho lido, o Eh101 é verdadeiramente um extraordinário helicóptero… E muito adequado às necessidades da FAP, já muito habituado ao igualmente excelente e fiável Puma… É sem dúvida a melhor escolha como aparelho de transporte ou multifunções.
    Como helicóptero de ataque… Escolheria provavelmente o Ka-50… Um aparelho impressionante, ainda que apenas um desenvolvimento de finais da década de 80…
    Mas algo me diz que o Brasil está a pensar em opções Mi…
    E que venha o AW109, que os Allouete bem que precisa de substituto!

  10. Bokaido

    Se calhar já é competição a mais para o mesmo sector.. O projecto Eurofighter eliminou logo alguns prováveis compradores do substituto dos Mirage 2000 (e de mais seis aparelhos segundo a Dassault).

    O Rafale é certamente um bom avião, ao nível dos principais concorrentes, mas não será assim tão barato, senão já teriam vendido alguns..

    Talvez o mais difícil seja a primeira remessa para o exterior, depois até pode ser que o preço vá baixando nos próximos anos.

  11. Golani

    Escolheria provavelmente o Ka-50

    creio que até os russos já desistiram do KA 50 ( apenas 1 piloto em voo nocturna era insuficiente)…apenas 15 unidades produzidas

    existe ainda o KA 52 ( 2 lugares side by side) e o protótipo/parceria com Israel KA 52 Erdogan ( 2 lugares em tandem ) para a Turquia que perdeu para o A129 Mangusta

    os russo optaram pelo Mi 28 ( e Mi 28N )

  12. Bokaido: O Rafale é barato… Se o venderem à Índia ou ao Brasil, o seu peço unitário ainda vai descer mais… O que tem faltado à França é sentido de oportunidade (azar) e lobbying… Mas parece-me que no caso indiano, o aparelho gaulês tem francamente boas hipóteses…
    Golani: Caramba! Tens razão! Li um artigo da DSI em que mostra um Mi28 e dizia que “o plano de investimento do ministro da Defesa russo” vai apostar neste helicóptero, e olhei e parece-me tanto um Ka-50 que nem li a parte da legenda onde se dizia que era um Mi28 Havoc! Caramba, são mesmo parecidos!

  13. Golani

    Caramba, são mesmo parecidos!

    tu confundiste um heli com rotor coaxial, sem rotor de cauda, 1 lugar com um heli configuração tradicional, 2 lugares ? ….eheheh

    Mas parece-me que no caso indiano, o aparelho gaulês tem francamente boas hipóteses

    creio que não….recentemente falava-se de uma possivel compra da Arábia Saudita, a juntar aos Eurofighters, mas parece que essa hipóteses tb já caiu por terra segundo os últimos comentários da Dassault

  14. Golani

    France Loses Out as Saudis Sign $2.2 Billion Deal for Russian Helos
    (Source: defense-aerospace.com; published Oct. 30, 2007)
    By Giovanni de Briganti

    PARIS — In an abrupt policy shift, Saudi Arabia has signed an agreement to buy over 150 Russian-made Mi-35 Hind and Mi-17 Hip helicopters worth over $2.2 billion, ending French hopes of sealing a long-delayed sale of 148 helicopters and raising doubts about future French arms sales to the Saudi kingdom.

    (…)

    Abdallah also is loosening arms ties with France because of its insistence on large, multiple-system packages, and its stubborn arm-twisting to include weapons that the Saudis do not want, like the Rafale combat aircraft, in these packages.

    While the Saudis were willing as late as the fall of 2006 to sign two or three medium-sized helicopters deals, covering 42 Fennec light helicopters, 20 Cougar Combat Search and Rescue helicopters and 10 NFH-90 naval helicopters, sources say they indefinitely postponed these plans after French officials continued to insist that the package also include Rafales, several FREMM frigates and Gowind corvettes, and Leclerc tanks.

    “The idea of selling comprehensive packages was pushed by the Elysée [the French President’s office-Ed.] as a final coup for [former President Jacques] Chirac,” one industry official told defense-aerospace.com. “Now, Chirac’s gone, we’ve signed nothing, and we’re shut out of the Saudi market for the foreseeable future. A real success for France,” the official said.

    France has now conceded it will not sell Rafale to Saudi Arabia. “We haven’t discussed Rafale in Saudi Arabia. It’s not a current issue,” French Defense Minister Hervé Morin said Oct. 28 in Jeddah, after talks with Saudi leaders.

    [France is hoping that Libya, which has contracted to upgrade its obsolete Dassault Mirage F-1 fighters, may also agree to buy the Rafale, and an agreement could be announced during Libyan leader Moammar Gadhafi’s forthcoming visit to Paris, possibly in December.]

    The Saudis are also said to be unhappy with what they perceive as French snubs. These include the French government’s failure to appoint an official of sufficiently high rank to head Sofresa, the arms export agency especially set up to handle contracts with Saudi Arabia. France’s use of local marketing networks that include individuals that are “persona non grata” at King Abdallah’s court is seen as another snub.

    France’s insistence on stuffing as many weapons as possible into arms deals has also been cited as one of the reasons why Morocco finally opted to buy the U.S.-made F-16 fighter instead of the Rafale, which Paris wanted to supply in a single package together with helicopters and corvettes.

    Another factor is that the election in May of Nicolas Sarkozy to succeed Chirac as French president has not gone down well with the Saudis, who take exception at his declarations that French diplomacy would in future distance itself from its traditional pro-Arab stance.

    The loss of the Saudi contracts, whose total value was estimated at well over 7 billion euros, is a severe loss for French industry, which is encountering growing difficulties in exporting its weapons in the face of cut-throat competition from the United States and Russia.

    Paris is now making a last-ditch attempt to salvage at least some Saudi deals, and President Sarkozy’s planned visit to Saudi Arabia, in January, might constitute such an opportunity. The sale of several Airbus tanker aircraft, and possibly of a reconnaissance satellite which Saudi Arabia would share with Qatar and the United Arab Emirates, are two possibilities.

    The sale of Fennec light helicopters, which the Saudis need for pilot training, may finally go through simply because there is no direct Russian competitor, sources say, noting however that this sale is only worth about 300 million euros.

  15. Golani:
    1. O nariz! Foi o nariz! 😉
    2. Veremos. Tb já tinha lido sobre a tese saudita, mas ainda não conhecia esses indicios de um possível revez. De qualquer modo, é na Índia que está a chave. É aqui que está a última oportunidade para uma grande exportação que faça descer o preço unitário, já que até a França parece decidida a reduzir o nº inicial de aparelhos previstos…
    3. Helis russo na Arábia Saudita? Caramba. Por esta não esperava eu… Que mais havemos de ver? Su-35 na USAF?

  16. cravo

    Na minha opinião o eurofighter é superior por uma razão muito simples: são contemporâneos em termos de conceito e tecnologia, equiparáveis em muitos aspectos mas o eurofighter é maior. Isto significa que tem mais potencial de crescimento e perde menos performance por cada kg de peso que se adiciona, seja na forma de armas, combustível ou equipamento electronico. Nestas coisas o tamanho conta. Uma lebre pode correr tanto como um cavalo… até porem uma pessoa em cima de cada um.

  17. Ed

    pensei que o rafale fosse mais barato, não é vantagem hje para o brasil comprar nem 1 e nem o outro sao ambos caças de 4 geraçao e estao ai no ano de 2008, proximos ao lançamento em 2011 de um caça de 5 geraçao russo que pareçe caminhar para 100 milhoes de euros a unidade ou seja 10 milhoes a mais por uma aeronave muito superior

  18. é precisamente por isso que eu – um luso – defendo que o Brasil deveria comprar agora um “caça de transuição” par aos próximos 20 anos e entrar no PAK-FA russo indiano para daqui a 25 anos ter um caça nativo de 5ª geração…

  19. Ultramar

    Realmente, o PAK-FA deve demorar… Para o Brasil, especificamente, é necessário, o mais rápido possível, um caça que possa fazer frente, algum equilíbrio com os Su-30 do perigoso e imprevisível Hugo Chávez! Afinal: independente de preço e outros detalhes, alguém sabe se o Rafale ou o Typhoon, por exemplo, na hora “H”, pode fazer frente a esses Flankers, em combate, levando-se em conta, claro, os possíveis mísseis(meteor, etc) de cada um? Se não pode, não há saída: precisamos de Flankers também. Isso é o mais importante. O resto são detalhes de menor importância…

  20. cravo

    Parece-me que há aqui muita confusão. Fala-se muito em comprar aparelhos a pensar nos proximos 20 anos, mas tal não é viável nem para uma superpotência porque já não estamos nos anos 50. O material é muito caro e tem de servir por muito mais tempo. E não estamos a falar só de países do terceiro mundo. Reparem por exemplo, que a Alemanha e Japão ainda têm grandes quantidades de F-4 activos e sem planos para os retirarem a curto prazo, em regiões em que a ameaça potencial é incomparávelmente maior e de um grau tecnológico totalmente diferente das ameaças potenciais na américa do sul.
    No caso da américa do sul, não há ameaças de alto grau. O Brasil obviamente não vai esbanjar dinheiro com equipamento “provisório” para daqui a 20 anos voltar a investir, até porque a aquisição de um aparelho como o rafale, com actualizações e modernizações periódicas, deixaria o país bem servido para enfrentar todas as possíveis e previsíveis ameaças da região pelo menos por 40 anos. Mas nada justifica tal investimento, e a compra dos Su-30 por parte da Venezuela foi por uma questão puramente política, num acto de rebelia para provocar os EUA.
    Fala-se também em Su-35 e F-35, e até Su-37 que não passou de um demonstrador de tecnologia e já nem existe nenhum aparelho. Quanto ao F-35, apesar das caracteristicas de furtividade, é ingénuo acreditar que as versões de exportação serão comparáveis às versões dos EUA nesse aspecto. Quando muito terão uma assinatura-radar ligeiramente menor que um rafale. Em praticamente tudo o resto, enquanto caça de defesa aérea, é inferior a praticamente qualquer dos aparelhos que já entraram em serviço nesta década. Foi concebido como aparelho ofensivo e não defensivo, com inúmeras limitações.
    Quanto ao Su-35, há muita confusão com a versão dos anos 90. O Su-35BM actual, previsto para entrar em produção em dois anos, é um animal muito diferente, anos-luz à frente por exemplo, dos Su-30 venezuelanos, e poderia manter-se à frente de tudo o que existe na américa do sul talvez por varias dezenas de anos, mas mais uma vez duvido que justifique o investimento. Para quê comprar um martelo para matar formigas?

  21. Com relação à pergunta Eurofighter x Rafale: na minha opinião vence o Rafale
    pois daqui à alguns anos , a plataforma não será tão importante, como os meios de proteção como por exemplo os casulos LITENING e DOMO DE TESLA que , são tecnologias de PLASMA de alta temperatura, e os misseis de espoleta de alta temperatura, cuja literatura ainda não está disponivel para avaliação civil, Os radares AESA já estão na sua 5* geração, aguardando resultados de propagação de microondas de baixa temperatura em atmosferas de graduações de pressãoxconcentração de Oxigenio .
    Creio que os Franceses estão muito á frente neste tipo de pesquisa e que só
    agora os americanos se voltam para essa possibilidade, pois durante décadas miniaturizaram suas bombas nucleares e de hidrogênio, porém algumas bombas especiais de alto grau de geração de vácuo , estão em andamento, além de outras apelidadas de BAIXO EGITO ou bombas niveladoras á báse de ÁGUA.

    As guerras não estarão livres de PULSOS ELETROMAGNETICOS , e sistemas eletronicos baseados em microprocessadores,então
    o segredo é criar bombas e aeronaves imunes à esse tipo de interfer6encia,
    cujo resultado são aeronaves cada vez maiores e com alto grau de não-metais em sua estrutura………….

  22. Marcelo Cunha

    ingênuo é o comentário que “focando na árvore, esquece de ver a floresta como um todo”. O F-35, no momento, é a única solução para um futuro próximo (2010 em diante) no tocante à tecnologia, custos operacionais e o principal: segurança diante das atuais (e urgentes) ameaças, inclusive no sul da América. Por isso, a furitividade do f-35, que é modular e funcional, pode ser disponibilizada, inclusive a países que nem são inicialmente sócios no programa, como Israel, que até poderá contar com tecnologia própria no caça. Tecnologia esta (israelense) que está nos F-5 modernizados da FAB. Alguém com inveja?

  23. Ainda insisto que no futuro os meios não serão tão importantes, mas sim as
    armas, falamos em motores hipersônicos, para V= 12.000Km/h. O F35,F22,
    Su35,Su44, Mig 47 ou mesmo PAKFA são na veradade placebos,meus caros! Na verdade falamos de ObLivion, Domo de Tesla, e mesmo
    Plasma-Play (arma escalares), Armas de Tempo . Talvez alguém tente imaginar o que é isso… Não é ficção !!!
    Quando no Brasil, desistiram do FX, e compraram casulos LITENING e outros
    Onda-Absorvedores (OAX) é porque alguém de lá foi informado que gastar 1 ou 2 bi US$ dólar, com os descendentes dos anti-ROMANOV, isso não seria
    à toa. Claro que na atual conjuntura. fala-se de armas imediatas, ligeiras ou
    até mesmo de cruzadores aéreos ! Porém não se esqueçam que isso não é
    importante Hoje!
    Saibam que Israel puniu de maneira ostensiva os proprietários da “companhia da Indias Ocidentais”moderna só por ter mudado a frequência
    e de ter “butinado” as harmônicas do seu navio de Guerra na metade de 2007
    só por terem esses “interferido” em sua TV via satélite !!!!

  24. Cravo: Sim, tb li esse artigo na defensenews… E agendei uma publicação sobre o tema… Bem, se se confirmar que o principal esteio da defesa aérea do Ocidente para os próximo 30 anos é um fiasco… Ou seja, que é assim tão superior aos últimos membros da família Sukhoi e que ainda por cima tem problemas técnicos de design!
    Gerrero: Se bem entendo, defende que mais importantes que as plataformas (os aviões) são os mísseis que os armam… Não posso deixar de concordar… De que serviram os excelente Mig-29 aos sérvios e aos iraquianos contra mísseis de muito maior alcance e precisão que os seus?

  25. luiz

    nada de rafale nen de eurofighter somente o flanker serve a nos nesse momentoso ele tem autonomia para um pais tao extenso como o nosso compraria sim alguns rafales para o a12(sao paulo) mas o grosso seria o flanker

  26. Bem… Se têm mesmo que equipar o ex-Foch (e espero bem que sim, porque os A-10… é melhor nem falar…) podem comprar a versão navalizada do Su-30 , o Su-33 (Su-27K, que já opera no Kuznetsov russo desde 1994)… Ou seja, não teriam que ir necessariamente para o Rafale e em termos logísticos operariam um único aparelho na FAB e na MB, o que traria certamente benefícios em custos…

  27. gerson

    temos que comprar um caça de quem entende e faz a guerra…ou seja dos EUA.- F-35

  28. Ricardo Teixeira

    jah e certo a compra de 36 caças de superioridade para o Brasil jah em 2008
    se o rafale ganhar muito provavelmente, e for aprovado em teste, jah esta cotado para 2012 a compra de mais um lote de 34 unidades ate 2016 e mais um ultimo lote de 20 unidades ate 2019 somando um total de 90 aeronaves.

  29. Thomas

    O que o GERRER está falando sobre o a tecnologia escalar domo de tesla, está falando sem conhecimento de causa ou por via de uma fonte não confiável…
    1º A França não detém essa tecnologia toda que ele está falando sobre armas eletrônicas( Escalares) e eletromagnéticas;
    2º Os EUA não são as maiores potencias no que diz respeito a essas tecnologias para o uso em guerra ( vale ressaltar que estão atrás até da China) ;
    3º Muitos paises, inclusive Russia e Israel já possuem escudo escalar domo de tesla para evitar ataques eletrônicos…
    >>>>ANALISEM O LINK ABAIXO E TIREM SUAS PROPRIAS CONCLUSÕES:
    midiaindependente.org/pt/blue/2006/10/362093.shtml

    Sem falar que muitos bravejam aos quatro cantos que a guerra do futuro será totalmente informatizada, porem, se não obtiverem tecnologias ou escudos contra armas escalares voltarão ao periodo dos guerreiros….Salientando que os EUA, são os mais vulneráveis a esse tipo de armamento pelo seu uso intensivo de armamentos eletronicos…
    olhem esse tambem: infolive.tv
    A capacidade furtiva de equipamentos de guerra é sim importante, haja vista o campo visual e a capacidade de reação contra equipamentos cada vez mais escondidos aos radares….não é so a tecnologia em si que é importante…mais a capacidade furtiva tambem faz a diferença…..
    Armamento com componentes não metalicos não se faz necessário como afirmou nosso amigo GERRER, pois, a propagação de ondas eletromagnéticas podem ser interrompidas com equipamentos adequados que possuam a capacidade de concentrar escudos ou feixes de proteção eletromagnéticos..
    Háa!! E pra concluir, o nome dado á essa tecnologia vem do sobrenome de seu inventor o Russo :NIKOLA TESLA, e desde a década de 60 a extinta União Soviética trabalha, com essa tecnologia….>>Olhem o site abaixo:
    >>>radiestesiaonline
    …..BEM ta AÍ….VAMO PEQUISAR MAIS E TRZER POLÊMICAS…VALEU AEW GERRER…OBRIGADO..MANDA MAIS PRA NÓS

  30. Thomas

    Sites com temas sobre tecnologia escalar para consulta (Resposta ao GERRER)

    http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/10/362093.shtml

    olhem esse tambem:www.infolive.tv/.
    http://www.radiestesiaonline.com.br/v2/materias_05.asp

  31. Gerson:
    ” temos que comprar um caça de quem entende e faz a guerra…ou seja dos EUA.- F-35″
    -> A relação preço-resultados não lhe é favorável… E duvido muito que houvesse transferência de tecnologia, um dos pontos essenciais neste concreto.

    Ricardo Teixeira:
    ” jah e certo a compra de 36 caças de superioridade para o Brasil jah em 2008
    se o rafale ganhar muito provavelmente, e for aprovado em teste, jah esta cotado para 2012 a compra de mais um lote de 34 unidades ate 2016 e mais um ultimo lote de 20 unidades ate 2019 somando um total de 90 aeronaves.”
    -> Sendo destas quantas fabricadas localmente?
    -> E isso quer dizer que o rafale leva vantagem actualmente? Não é isso que vinha transpirando…

    Thomas:
    ” O que o GERRER está falando sobre o a tecnologia escalar domo de tesla, está falando sem conhecimento de causa ou por via de uma fonte não confiável…
    1º A França não detém essa tecnologia toda que ele está falando sobre armas eletrônicas( Escalares) e eletromagnéticas;
    2º Os EUA não são as maiores potencias no que diz respeito a essas tecnologias para o uso em guerra ( vale ressaltar que estão atrás até da China) ;
    3º Muitos paises, inclusive Russia e Israel já possuem escudo escalar domo de tesla para evitar ataques eletrônicos…
    >>>>ANALISEM O LINK ABAIXO E TIREM SUAS PROPRIAS CONCLUSÕES:
    midiaindependente.org/pt/blue/2006/10/362093.shtml
    Sem falar que muitos bravejam aos quatro cantos que a guerra do futuro será totalmente informatizada, porem, se não obtiverem tecnologias ou escudos contra armas escalares voltarão ao periodo dos guerreiros….Salientando que os EUA, são os mais vulneráveis a esse tipo de armamento pelo seu uso intensivo de armamentos eletronicos…
    olhem esse tambem: infolive.tv
    A capacidade furtiva de equipamentos de guerra é sim importante, haja vista o campo visual e a capacidade de reação contra equipamentos cada vez mais escondidos aos radares….não é so a tecnologia em si que é importante…mais a capacidade furtiva tambem faz a diferença…..
    Armamento com componentes não metalicos não se faz necessário como afirmou nosso amigo GERRER, pois, a propagação de ondas eletromagnéticas podem ser interrompidas com equipamentos adequados que possuam a capacidade de concentrar escudos ou feixes de proteção eletromagnéticos..
    Háa!! E pra concluir, o nome dado á essa tecnologia vem do sobrenome de seu inventor o Russo :NIKOLA TESLA, e desde a década de 60 a extinta União Soviética trabalha, com essa tecnologia….>>Olhem o site abaixo:
    >>>radiestesiaonline
    …..BEM ta AÍ….VAMO PEQUISAR MAIS E TRZER POLÊMICAS…VALEU AEW GERRER…OBRIGADO..MANDA MAIS PRA NÓS”

    ” Sites com temas sobre tecnologia escalar para consulta (Resposta ao GERRER)

    http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/10/362093.shtml

    olhem esse tambem:www.infolive.tv/.
    http://www.radiestesiaonline.com.br/v2/materias_05.asp
    -> Vou dar uma passagem por esses links, Obrigado pelo alerta e pelos links, Thomas.

  32. GERRER REBBE

    Resposta ao Sr Thomas:
    Com respeito à avaliação do propósito da França, possuir armas escalares , vejam bem o que o ministro Jobin está fazendo na França
    hoje (29/11/2008)) e saibam que ele esta indo para a RUSKI ainda para saber sobre o conceito de TESLA ,PS NIKOLA TESLA nunca foi
    russo e sim Theco-eslovaco como Mm Curie,
    Vejam : o dominio do escudo de Tesla é apenas de Neflin (ISRAEL)
    e de (*) Russia , EUA na verdade, possui o SkunK Works, que pesquisa o canhão de Laser ( veja MARTIN BOEING), armas de
    Shunt Litening (Raios). Se verificar que mesmo com um alto grau de
    tropas especiais os EUA ainda não atacaram o IRÃ é porque , eles
    foram para o guarda chuva Russo.
    THOMAS
    Gostaria de saber se você já teve experiência prática ou teórica nesta área, e no que se resume essa experiência.

    Veja o que aconteceu com o Verdi, foi só ele falar da CIA e veja o que aconteceu com ele (DEFESANET)site.

    Caros amigos.
    Alguns países fazem exercicio de amizade para saberem para onde
    vão os amigos quando VC está com uma gripe.

    Hoje a China, possui a arma de N.E.U.Trons , Sabem o que significa?
    que teremos mais três países para pagar os impostos (além de
    israel, EUA , UK, FRANÇA E ALEMANHA , Que já NOS COBRAM temos: CHINA, RUSSIA, E INDIA.

    Acompanhem o Jobim e mantenham contato.

  33. Alexandre

    O problema do rafale frente ao Typhoon é unico e exclusivamente comercial. O Typhoon supera o Rafale no quesito offset ou seja com países como Inglaterra,Espanha e Itália a contrapartida comercial frente com o cliente passa a ser mais vantajosa. Porém para a França foi mesmo melhor te saído do projeto Typhoon pois com isso conseguiu desenvolver um caça que atenda a seus requisitos operacionais e uma versão naval, como tbm em caso de viória do Typhoon a França recebe de qualquer jeito visto que 40%da Eads é da França.

  34. gaitero

    Existe uma grande possibilidade de compra imediata, so espero que seja a melhor escolha, pois não confio muito em novas aquisiçoes num praso de 15 anos estaremos em 2020 pensando num substituto para os f-5, e se estes 36 caças que hoje ´´iremos“ adquerir não forem capazes de manter nossa soberania estamos perdidos.

  35. Ed

    Falaram tanto da modernizaçao da força aerea do Chile que eu fui analizar oque realmente tinha acontecido, meu deus comprar 10 f-16 novos e 18 usados e coisa de outro mundo……………. prefiro ficar aqui com os 55 f-5Br e 53 Amx M
    do que com 28 f-16 ridiculos quem nem sabem se poderam contar com os misseis, pois chegaram lá pelados, e os Eua ainda não deram carta verde para a liberaçao dos mesmos.

  36. Ed

    se realmente comprarmos 36 rafales não devemos nos preocupar em comprar novas aeronaves ate 2020. POIS teremos somente os 55 f-5 com 30 anos de vida mas muito bem modernizados, 53 exelentes caças bombardeiros e 36 otimos caças de superioridade.

  37. Thomas

    resposta ao GERRER REBBE … Nicola Tesla nasceu em um país que fazia parte do bloco de economias planificadas(erroneamente consideradas como comunistas) no periodo da BI-polaridade, em final de sua vida( comunista x capitalista), por isso o coloquei como fazendo parte da Russia(erro meu) mas na verdade ele era CROATA(Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia), e não fazia parte da TCHECOSLOVÀQUIA…sim tenho amigos meus da Universidade que são físicos e alguns pesquisam sobre física quantica (pós-Doutorado) não éh a minha área, pois sou sociólogo, mas a gente discute coisas por aqui a respeito de políticas internacionais…claro que noções de ações políticas(incluindo de defesas) são contraditórias e em muitos casos ideológicas(me incluo nessa condição), porém o conceito no senso-comum é de que os EUA detém as maiores tecnologias sobre energia escalar, entre outras…mas na realidade eles possuem uma maior capacidade de marketing político-estratégico, com o intuito de fazer valer sua capacidade de disuasão…Os próprios Norte-Americanos em “off”sabem da capacidade de manipulação de energia escalar de Russos e Israelenses…quanto o tipo, qual, o nome, a fórmula, o jeito de funcionamento desses dispositivos, não podemos avaliar com precisão o que realmente é falácia ou realidade, porém, o que é certo, é que as pesquisas sobre uso militar de energia escalar está bem avançado isso éh verdade….

    O ponto é que existem nos bastidores uma competição entre Russia e EUA pelo domínio dessa tecnologia, tanto que Bush inventou o uso de escudo anti- misseis na Polônia com o pretexto de defesa anti-terrorista
    leia: http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2007/06/08/ult27u61632.jhtm

    Porém, me parece ser uma preocupação maior mesmo é com a Russia e sua capacidade escalar de interferencia e ataque usando essa tecnologia, tanto que Putin já está discutindo e pondo em prática uma nova corrida armamentista de uso disso em alto mar (Comentarios em bastidores)… leiam sobre aumento das atividades da marinha Russa nos ultimos tempos

    No mais caro amigo…O que eu tenho mesmo certeza é que ambos irão iniciar, com a China pelo meio, uma nova onda de guerra psicológica pela hegemonia mundial….Com um crescente fortalecimento da economia Russa diante das suas grandes reservas de petróleo e gás natural….e crescente investimento em defesa…

  38. Alexandre:
    ” O problema do rafale frente ao Typhoon é unico e exclusivamente comercial. O Typhoon supera o Rafale no quesito offset ou seja com países ”
    -> É o que parece. Mas o Typhoon é muito mais pesado (por isso não tem versão embarcada, como o Rafale) e muito mais caro… É um caça concebido para suceder ao Tornado, da guerra fria, e francamente, não se enquadra bem no tipo de necessidades reais do Brasil. O mesmo não diria eu de Portugal, com a sua frota envelhecida (e aparentemente perigosa) de F-16s…

    Gaitero:
    ” Existe uma grande possibilidade de compra imediata, so espero que seja a melhor escolha, pois não confio muito em novas aquisiçoes num praso de 15 anos estaremos em 2020 pensando num substituto para os f-5, e se estes 36 caças que hoje ´´iremos“ adquerir não forem capazes de manter nossa soberania estamos perdidos.”
    -> Mas os 26, não são apenas um lote inicial? O nº é certamente insuficiente para um país com as dimensões continentais do Brasil, e especialmente, se o modelo adoptado fôr o Rafale, que tem um raio de acção inferior ao do Sukhoi.

    Ed:
    ” Falaram tanto da modernizaçao da força aerea do Chile que eu fui analizar oque realmente tinha acontecido, meu deus comprar 10 f-16 novos e 18 usados e coisa de outro mundo……………. prefiro ficar aqui com os 55 f-5Br e 53 Amx M
    do que com 28 f-16 ridiculos quem nem sabem se poderam contar com os misseis, pois chegaram lá pelados, e os Eua ainda não deram carta verde para a liberaçao dos mesmos.”
    -> É verdade. Os chilenos foram bem enganados… Enfim, podem sempre ir a Israel comprar mísseis…

    THomas:
    ” resposta ao GERRER REBBE … Nicola Tesla nasceu em um país que fazia parte do bloco de economias planificadas(erroneamente consideradas como comunistas) no periodo da BI-polaridade, em final de sua vida( comunista x capitalista), por isso o coloquei como fazendo parte da Russia(erro meu) mas na verdade ele era CROATA(Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia), e não fazia parte da TCHECOSLOVÀQUIA…sim tenho amigos meus da Universidade que são físicos e alguns pesquisam sobre física quantica (pós-Doutorado) não éh a minha área, pois sou sociólogo, mas a gente discute coisas por aqui a respeito de políticas internacionais…claro que noções de ações políticas(incluindo de defesas) são contraditórias e em muitos casos ideológicas(me incluo nessa condição), porém o conceito no senso-comum é de que os EUA detém as maiores tecnologias sobre energia escalar, entre outras…mas na realidade eles possuem uma maior capacidade de marketing político-estratégico, com o intuito de fazer valer sua capacidade de disuasão…Os próprios Norte-Americanos em “off”sabem da capacidade de manipulação de energia escalar de Russos e Israelenses…quanto o tipo, qual, o nome, a fórmula, o jeito de funcionamento desses dispositivos, não podemos avaliar com precisão o que realmente é falácia ou realidade, porém, o que é certo, é que as pesquisas sobre uso militar de energia escalar está bem avançado isso éh verdade….”
    -> Bem, quando estive na Checoeslováquia em 1989… Na pousada havia ainda um rádio AM de marca “Tesla”… Era esquisito, pq tinha um único botão, que ligava e sintonizava, com o volume fixo… E acho que foi nesse país que Tesla fez carreira.

    ” O ponto é que existem nos bastidores uma competição entre Russia e EUA pelo domínio dessa tecnologia, tanto que Bush inventou o uso de escudo anti- misseis na Polônia com o pretexto de defesa anti-terrorista
    leia: http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2007/06/08/ult27u61632.jhtm
    Porém, me parece ser uma preocupação maior mesmo é com a Russia e sua capacidade escalar de interferencia e ataque usando essa tecnologia, tanto que Putin já está discutindo e pondo em prática uma nova corrida armamentista de uso disso em alto mar (Comentarios em bastidores)… leiam sobre aumento das atividades da marinha Russa nos ultimos tempos”
    -> Sem dúvida que os EUA (e em menor grau os outros grandes países) têm hoje projectos de armas revolucionários e secretos. Não se sabe bem o que é o Aurora, mas que ele existe, existe. E se está hoje em pleno uso… é porque já existem outros aparelhos muito superiores a serem testados como protótipos… E se hoje o F-22 Raptor é o melhor (de longe) avião do mundo (e também o mais caro), então… que tipo de coisa andará agora a ser testada na Area 51 para o substituir daqui a 20 anos?

  39. Thomas

    Vou colocar um link aqui de 2005, mas para reforçar um assunto que diz respeito a um planejamento à longo prazo dos EUA e de forças internacionais à soberania do Brasil…..Por isso que vejo com bom olhos uma maior parceria Brasil/Russia, pois ambos não fazem parte da OTAN, e poderiam liderar a formação de um bloco nos mesmos moldes para trazer um maior equilíbrio de forças no mundo…Incluindo nesse bloco países como China, Argentina, India, entre outros…que poderiam traçar um plano mundial de defesa mútua.

    Sinceramente (ideológicamente falando), fiquei um pouco desanimado sobre possíveis avanços nas negociações entre Brasil e Russia, porém, creio em avanços posteriores, frutos de melhores negociações entre os dois países.

    Mas temo sinceramente uma maior liberdade de tropas Francesas no Brasil, creio ser bom esse tratado com eles, mas o que assinamos foi muito mais abordando questões de treinamentos do que parcerias científicas…..”Qual será o custo de uma parceria desse porte com liberdade para Franceses espiarem nosso território?” (principalmente a cobiçada amazonia).

    Em suma, senhores que comentam neste site…A França faz parte da OTAN, um organismo que se alinha muito mais aos interesses imperialistas do G-7, basta ver as suas atuações humanitárias nos ultimos anos (praticamente zero)…Claro que é louvável sua intervenção na antiga yugoslávia, mas porque tambem não interferem com os problemas de limpeza étnica na Africa? Um antigo aliado comunista(Yugoslávia) pode sofrer intervenção, a Africa, praticamente não né??

    Espero que o governo Brasileiro mantenha seus olhos bem abertos, pois, do contrário….Seremos os Próximos..

    AAHH!!! ta aew o link:
    http://www.guardioesdafloresta.org.br/amazonia.php
    http://www.oquintopoder.com.br/arquivo/soberania/0010.htm

    Esses links são posts de 2004/2005, mas diante do temor Chavista,pelos EUA, e do aumento da intervenção Norte -Americana na vizinha Colômbia, gostaria de trazer isso a uma reflexão nossa…OBrigado à todos

  40. Thomas:

    “Vou colocar um link aqui de 2005, mas para reforçar um assunto que diz respeito a um planejamento à longo prazo dos EUA e de forças internacionais à soberania do Brasil…..Por isso que vejo com bom olhos uma maior parceria Brasil/Russia, pois ambos não fazem parte da OTAN, e poderiam liderar a ”
    -> Embora admire muito a resiliência a capacidade inventiva dos russos, as presentes tendências autoritárias cesaristas preocupam-me muito, assim como a excessiva dependência da sua economia do sector petrolifero… Não sei se a Rússia seria o melhor aliado do mundo para ter ao lado…

    “formação de um bloco nos mesmos moldes para trazer um maior equilíbrio de forças no mundo…Incluindo nesse bloco países como China, Argentina, India, entre outros…que poderiam traçar um plano mundial de defesa mútua.”
    -> A China não é confiável, muito menos que a Rússia. É uma potencia imperialista que mantêm colónias (Tibete) onde pratica uma repressão abjecta e medieval. E que oprime o seu próprio povo e onde – sobretudo – arrisca a estabilidade do próprio planeta em troca de um fátuo crescimento económico descontrolado.
    -> Quanto à Índia, Argentina e Europa… E a áfrica lusófona. Sim. Aí é que deveriam estar os esteios do novo desenvolvimento brasileiro.

    “Sinceramente (ideológicamente falando), fiquei um pouco desanimado sobre possíveis avanços nas negociações entre Brasil e Russia, porém, creio em avanços posteriores, frutos de melhores negociações entre os dois países.”
    -> Sim… Parece que os Sukhoi voaram para… o escambal.

    “Mas temo sinceramente uma maior liberdade de tropas Francesas no Brasil, creio ser bom esse tratado com eles, mas o que assinamos foi muito mais abordando questões de treinamentos do que parcerias científicas…..”Qual será o custo de uma parceria desse porte com liberdade para Franceses espiarem nosso território?” (principalmente a cobiçada amazonia).”
    -> Os franceses têm todo o interesse em manter boas parcerias com o Brasil… Chavez está muito perto da sua Guiana e não creio que tenham ambições de tomar a Amazónia brasileira. Quem lhes derá conseguir “aguentar” a deles…

    “Em suma, senhores que comentam neste site…A França faz parte da OTAN, um organismo que se alinha muito mais aos interesses imperialistas do G-7, basta ver as suas atuações humanitárias nos ultimos anos (praticamente zero)…Claro que é louvável sua intervenção na antiga yugoslávia, mas porque tambem não interferem com os problemas de limpeza étnica na Africa? Um antigo aliado comunista(Yugoslávia) pode sofrer intervenção, a Africa, praticamente não né??”
    -> Porque não havia ali interesses económicos… e é esse é o motor das politicas modernas… de todos, não só do G7. Por isso defendo um novo modelo de organização internacional, de base lusófona e tricontinental, que imponha e determine novas políticas, novas morais e princípios na cena internacional…

  41. Thomas

    EH Rui, com certeza temo o modelo de economia e soberania impostos por China e Russia, mas vamos ponderar aqui um pouco sobre a democracia Norte-Americana, por exemplo, eles financiaram verdadeiros ditadores mundiais na América do Sul, Africa e Oriente médio, basta olharmos para o Iraque atual,cuja cria ideológica deles foi o finado Saddan Hussein, que praticou atrocidades contra Curdos e xiitas(com a benção de Washington), aqui na América do Sul tivemos muitos, entre eles Pinochet, e também acho que Chavez é um sub-produto da politica imperialista Norte-Americana de favorecer as aristocracias regionais em troca de submissão a Washington.

    Claro que eles não agem de forma direta no sentido de expansão territorial, como agiu a China com relação ao Tibet, porém, age nos bastidores econômicos de embargos e imposições como fazem com Cuba, independentemente de qual sistema político eles adotem, o qual não concordo, porém deveriam respeitar a soberania deles e suas escolhas e lutas internas, crendo eu que se tivesse um maior desenvolvimento econômico por lá, esse regime já teria sucumbido.

    Rússia e China, são recentes em uma relação econômica mundial,porém suas particularidades sociais e culturais batem de frente com o modelo Ocidental de gestão,pois, por lá nunca experimentaram de fato experiências democráticas. Vale ressaltar que com a ajuda dos EUA, o Brasil e vários países por aqui, experimentaram de fato num passado muito recente, experiências
    ditatoriais implacáveis com verdadeiras aristocracias(A da Venezuela criou Hugo Chavez)…

    Não concordo com a forma que a China age em sua politica interna, principalmente de desrespeito aos direitos humanos,porém, as grandes potencias avalisam tal prática ao explorarem essas mãos de obra, reforçando a legitimidade desse regime. Interessante que quem negocia com CUBA sofre sanções, mas com a China tudo bem né!? Vejo verdadeiras hipocrisias no modelo econômico e social dos EUA, pois, nem os vizinhos mexicanos eles respeitam, não lhes tomam o território mas lhes tomam a dignidade, com um Nafta que está escravizando a população Mexicana nas linhas de montagem de empresas made in EUA, que se estabelecem na fronteira para explorar a mão de obra barata dos cucarachas, (como eles chamam), alguma similaridade com o regime Chinês, não!!??

    A Russia possui sim grande dependência de combustíveis fósseis, porem, possui uma crescente indústria de tecnologia e muita mão de obra qualificada (grande potencial). Mas, questões comerciais à parte, quando falo em parcerias estratégicas com China e Rússia, falo em uma parceria mais restrita à área de defesa, deixando as motivações econômicas ao vento dos mercados (infelizmente, mundo globalizado é assim).
    Veja o caso da OTAN, criada para combater o fantasma Soviético e seus satélites, em caso de agressão a qualquer dos membros, porém, a União Soviética caiu e no entanto permanece a OTAN como sombra à ONU e aos interesses mundiais gerais.
    Inimigos em comum, transformam distantes em aliados, como é o caso de China e Rússia, com um forte intercâmbio militar e de defesa, o primeiro com medo do crescente investimento dos EUA em Taiwan e tentando minimizar as influencias imperialistas de sua economia, levando isso até as ultimas “inconseqüências” ( até mesmo sacrificar o planeta) e Rússia que se ressente de um passado de glória e vê cada vez mais em seu quintal os EUA, ao lado de antigos aliados, entre eles a Polônia.

    Tratando das devidas salva-guardas o Brasil poderia fazer sim parcerias com esses países,como a Índia já faz, e com sucesso, pois, também vê cada vez maior a presença Norte-Americana em seu quintal. E a propósito o aliado dos EUA naquela região, é o Paquistão né !!. Inimigo da Índia, Islâmico ( cheio de fundamentalistas), e com bomba nuclear que ninguém sabe de onde tiraram.

    Em suma, estamos entre a cruz e o punhal, será que os inimigos de nosso provável inimigo futuro, nos seria bom aliado?? Já dizia Maquiavél!!!..hehe

  42. Thomas:

    “temo o modelo de economia e soberania impostos por China e Russia, mas vamos ponderar aqui um pouco sobre a democracia Norte-Americana, por exemplo, eles financiaram verdadeiros ditadores mundiais na América do Sul, Africa e Oriente médio, basta olharmos para o Iraque atual,cuja cria ideológica ”
    -> E em Portugal… Porque achas que o nosso Portugal salazarista era membro da NATO?

    “deles foi o finado Saddan Hussein, que praticou atrocidades contra Curdos e xiitas(com a benção de Washington), aqui na América do Sul tivemos muitos, entre eles Pinochet, e também acho que Chavez é um sub-produto da politica imperialista Norte-Americana de favorecer as aristocracias regionais em troca de submissão a Washington.”
    -> E a chamada Real Politik de Bismarck.
    -> País nenhum do mundo se tem furtado a ela e às suas torpes maquinações…

    “Claro que eles não agem de forma direta no sentido de expansão territorial, como agiu a China com relação ao Tibet, porém, age nos bastidores econômicos de embargos e imposições como fazem com Cuba, independentemente de qual sistema político eles adotem, o qual não concordo, porém deveriam respeitar a soberania deles e suas escolhas e lutas internas, crendo eu que se tivesse um maior desenvolvimento econômico por lá, esse regime já teria sucumbido.”
    -> Sim, mas o próprio Embargo serve de pretexto ao regime cubano para disfarçar muitas das deficiências internas e se perpetuar no poder…. Nesse sentido mantê-lo é um erro estratégico da política externa dos EUA.

    “Rússia e China, são recentes em uma relação econômica mundial,porém suas particularidades sociais e culturais batem de frente com o modelo Ocidental de gestão,pois, por lá nunca experimentaram de fato experiências democráticas. Vale ressaltar que com a ajuda dos EUA, o Brasil e vários países por aqui, experimentaram de fato num passado muito recente, experiências
    ditatoriais implacáveis com verdadeiras aristocracias(A da Venezuela criou Hugo Chavez)…”
    -> E o Brasil, com a sua longa ditadura militar…
    -> A Rússia é hoje formalmente uma demcoracia, mas de facto, há um controlo imenso dos Media e da Economia por parte do poder putiniano… E um regime não-democrático é sempre uma ameaça para o mundo, porque não dispõe dos mecanismos de controlo das democracias. Ou duvidamos que a actual mudança de atitude dos EUA em relação ao Iraque não radica na possibilidade do seu presidente ganhar ou perder eleições? (Isto apesar de os EUA serem os menos democráticos da sua História).

    “Não concordo com a forma que a China age em sua politica interna, principalmente de desrespeito aos direitos humanos,porém, as grandes potencias avalisam tal prática ao explorarem essas mãos de obra, reforçando a legitimidade desse regime. Interessante que quem negocia com CUBA sofre sanções, mas com a China tudo bem né!? Vejo verdadeiras hipocrisias no ”
    -> Sim, e a té a União Europeia alinha pela mesma vergonhosa bitola…

    “modelo econômico e social dos EUA, pois, nem os vizinhos mexicanos eles respeitam, não lhes tomam o território mas lhes tomam a dignidade, com um Nafta que está escravizando a população Mexicana nas linhas de montagem de empresas made in EUA, que se estabelecem na fronteira para explorar a mão de obra barata dos cucarachas, (como eles chamam), alguma similaridade com o regime Chinês, não!!??”
    -> Sim. As multinacionais infelizmente não têm Moral nem respeitam a dignidade humana… E o papel dos governos eleitos deveria ser também de as levar a tal… Só que estes têm perdido poder e influências para estes grandes conglomerados… para mal de todos nós, menos delas, que cada vez crescem mais e sem limites.

    “A Russia possui sim grande dependência de combustíveis fósseis, porem, possui uma crescente indústria de tecnologia e muita mão de obra qualificada (grande potencial). Mas, questões comerciais à parte, quando falo em parcerias estratégicas com China e Rússia, falo em uma parceria mais restrita à área de defesa, deixando as motivações econômicas ao vento dos mercados (infelizmente, mundo globalizado é assim).”
    -> O que falta ainda à Rússia é capacidade para formar uma cultura de crítica e inovação…. e chutar estes tiranetes e as mafias de crime e corrupção que a gerem actualmente… Cérebro eles têm, o que lhes tem faltado é Vontade.

    “Veja o caso da OTAN, criada para combater o fantasma Soviético e seus satélites, em caso de agressão a qualquer dos membros, porém, a União Soviética caiu e no entanto permanece a OTAN como sombra à ONU e aos interesses mundiais gerais.
    Inimigos em comum, transformam distantes em aliados, como é o caso de China e Rússia, com um forte intercâmbio militar e de defesa, o primeiro com medo do crescente investimento dos EUA em Taiwan e tentando minimizar as influencias imperialistas de sua economia, levando isso até as ultimas “inconseqüências” ( até mesmo sacrificar o planeta) e Rússia que se ressente de um passado de glória e vê cada vez mais em seu quintal os EUA, ao lado de antigos aliados, entre eles a Polônia.
    Tratando das devidas salva-guardas o Brasil poderia fazer sim parcerias com esses países,como a Índia já faz, e com sucesso, pois, também vê cada vez maior a presença Norte-Americana em seu quintal. E a propósito o aliado dos EUA naquela região, é o Paquistão né !!. Inimigo da Índia, Islâmico ( cheio de fundamentalistas), e com bomba nuclear que ninguém sabe de onde tiraram.

    Em suma, estamos entre a cruz e o punhal, será que os inimigos de nosso provável inimigo futuro, nos seria bom aliado?? Já dizia Maquiavél!!!..hehe”
    -> Não deveria de ser… os países devem unir-ser por princípios comuns, não por conveniências!… O que une a mentalidade chinesa e russa? Nada, como se vê a fraca “aliança” que hoje mantêm… O que une a forma brasileira de viver e ver o mundo com a russa ou chinesa, ou mesmo a indiana?… E contudo, existem tantos paralelismos com a latinidade (lusofonia e iberismos…)

  43. Amigos,

    Li tudo com cuidado. Nao sou da area (com 76 anos, tenho 56 anos continuos de ciencias de computacao, formado na Franca).

    O Brasil esta hoje (por causa da fatidica reserva de mercado, contra a qual eu tanto lutei e isoladamente) na 64a. posicao no ranking da informatica no mundo, e na 100a. no e-Government.

    Existe hoje um consenso no primeiro mundo, que o pais que nao tiver um e-Government de alto nivel, continuara nos outros mundos. Nesses posts, alguem disse que as guerras futuras serao com armas eletronicas, e isso é 100% correto, na realidade guerras com armas informaticas.

    E repito, o Brasil simplesmente ignora esse importantissimo setor da informatica. Mesmo na area civil (embora esses programas tambem sejam usados num e-Government), se os senhores perguntarem a um “bom” diretor brasileiro de IT o que é e o que representam para um pais Virtualization junto com os SaaS, os senhores ouvirao de volta somente sofismas. Ele nao sabera responder. Nao acreditem em mim, tentem. E em resumo, o que sao essas duas coisas juntas? Simplesmente um nova revolução muito maior do que o advento dos PCs e os seus efeitos.

    Recentemente a Microsoft quiz comprar o Yahoo, por 44 bilhoes (bilhoes…) de dolares. As midias noticiaram que a Microsoft queria entrar no campo dos anuncios na Internet. Nada disso, isso nao se justificaria. Queria apenas aproveitar a estrutura de Virtualization da Yahoo (para a sua propria sobrevivencia) a qual so é inferior a mesma estrutura de Virtualization do Google.

    No Brasil (tenho 30 anos de primeiro mundo, Franca, USA e Inglaterra) nao se costuma discutir essas coisas, a midia so fala da violencia, da corrupcao, dos famosos das TVs, etc.

    Dou um exemplo: Antes do September 11, o Bush iria comecar o maior plano da humanidade: Colocar Internet de 100 Mb/s em 100 milhoes de casas, em 10 anos. Maior do que aquele plano da Nasa, do Kennedy. Parou por causa das guerras. Entao ja haviam sido cadastradas quase 500 empresas que iriam participar do plano, no assessor de alta tecnologia do Presidente. Havia uma discussao tecnica: Existiam oito protocolos de comunicacoes, sete e mais o TCP frances que hoje é o padrao da Internet, todos brigando entre si. E o assessor de alta tecnologia do Prsidente, estava na duvida: Qual escolher? Escrevi um artigo, que em tese dizia: Deixe o mercado decidir, nao estandartize nada, nao normalize nada, etc (A proposito, isso “fez” os Estados Unidos). No dia seguinte, ele me chamou a Casa Branca e no fim essa foi a sua decisao. Nada de Ministerios das Ciencias e das fatidicas Secretarias Especiais de Informatica, la essas coisas nunca existiram… A proposito, o plano esta voltando, o G4 ja esta iniciando nestes ultimos meses.

    No Brasil, isso nunca aconteceu ou ira acontecer. Tudo é verniz, nada é seriamente discutido. E quanto eu poderia dar exemplos!

    Avioes e navios de guerra sao importantes, mas se nao entrarmos a serio na informatica em muito pouco tempo continuaremos como uma Nacao secundaria, inexpressiva, sem Poder, muito provavelmente fornecedora de baratas comodities… Mais um ou dois seculos numa vida marginal.

    As Forcas Armadas (que muito dependem disso) deveriam ser mais atuantes, fazerem mais pressoes, e no minimo começar a estudar de fato o que ja esta acontecendo e o que vai acontecer a curtissimo prazo, na eletronica digital.

    Um abraco,
    J.C.Melo

  44. J.C.Melo:

    “Existe hoje um consenso no primeiro mundo, que o pais que nao tiver um e-Government de alto nivel, continuara nos outros mundos. Nesses posts, alguem disse que as guerras futuras serao com armas eletronicas, e isso é 100% correto, na realidade guerras com armas informaticas.”
    -> Sim, concordo. o eGovernement simplifica, agiliza e poupa recursos.
    -> È aliás, uma das áreas onde o “nosso” Governo sócrates tem melhor agido, galgando sucessivos degraus nas listas internacionais (o que não me faz esquecer todas as suas outras numerosas asneiras)

    “E repito, o Brasil simplesmente ignora esse importantissimo setor da informatica. Mesmo na area civil (embora esses programas tambem sejam usados num e-Government), se os senhores perguntarem a um “bom” diretor brasileiro de IT o que é e o que representam para um pais Virtualization junto com os SaaS, os senhores ouvirao de volta somente sofismas. Ele nao sabera responder. Nao acreditem em mim, tentem. E em resumo, o que sao essas duas coisas juntas? Simplesmente um nova revolução muito maior do que o advento dos PCs e os seus efeitos.”
    -> Sim… Um novo paradigma… O que me lembra de que tenho que instalar hoje uma VM de ESX…

    “Recentemente a Microsoft quiz comprar o Yahoo, por 44 bilhoes (bilhoes…) de dolares. As midias noticiaram que a Microsoft queria entrar no campo dos anuncios na Internet. Nada disso, isso nao se justificaria. Queria apenas aproveitar a estrutura de Virtualization da Yahoo (para a sua propria sobrevivencia) a qual so é inferior a mesma estrutura de Virtualization do Google.”
    -> A MS não consegue crescer no campo dos motores de busca, e logo, procura crescer à conta do segundo posicionado nesse mercado… É uma forma de crescer imoral, mas legal, e foi… rejeitada ontem pelo board da Yahoo (muito mal gerida, aliás).

    “No Brasil (tenho 30 anos de primeiro mundo, Franca, USA e Inglaterra) nao se costuma discutir essas coisas, a midia so fala da violencia, da corrupcao, dos famosos das TVs, etc.”
    -> Ups. Isso parece mesmo os media portugueses…

    “Dou um exemplo: Antes do September 11, o Bush iria comecar o maior plano da humanidade: Colocar Internet de 100 Mb/s em 100 milhoes de casas, em 10 anos. Maior do que aquele plano da Nasa, do Kennedy. Parou por causa das guerras. Entao ja haviam sido cadastradas quase 500 ”
    -> Porque o Iraque está a absorver uma parcela monstruosa do deficitário orçamento dos EUA!… É isso que está a travar todas as outras iniciativas! Só quando esse sorvedou iraquiano estancar, é que os EUA poderão tornar a fazer algo.

  45. Prezado amigo,

    Virtualization nao é instalar um soft da Vmware. Ela é uma boa companhia, mas entre varias outras que ja tem Virtualization, como a Microsoft, IBM, Google, etc. E a Intel e a AMD, pois seus novos chips ja tem estruturas especiais para uma melhor Virtualization.

    Virtualization é jum processo bem complexo, nao existindo em nenhum curriculo no Brasil. E ela resulta em 26 grandes beneficios. Por exemplo, o Banco do Brasil (queira-o ou nao) em futuro proximo ira ter que mudar os seus 5400 servers para Virtualization, e passando a gastar somente 10-15% do que atualmente gasta em hardware, espaco, pessoal de informatica, ar condicionado, energia, etc. Afora sua excelente portabilidade que permite realmente uma rapidissima recuperacao em casos de desastres. E mais ainda: Sabendo programar honey-pots, ficará 100% imune ao maior hacker/crack do mundo.

    Alias, ha uns 10 meses o Presidente Bush mandou uma “determinacao presidencial” a todas as Agencias do Governo: Mudar imediatamente para Virtualization. As grandes (com muitos recursos tecnicos e de alto nivel) ja o fizeram, as pequenas ainda nao por causa da complexidade da migração.

    Nao conheco nenhuma Virtualization seria no Brasil, em empresas medias ou grandes, salvo eventuais pequenas instalacoes mais para enfrentar/aprender os problemas. Tambem nao conheco nenhum SaaS brasileiro. Tambem nenhum curriculo universitario para essas duas coisas.

    E é a maior revolucao depois do advento dos PCs.

    Um abraco,
    Melo

  46. luiz anor

    se realmente comprar-mos os rafales franceses , que sejam caças completos , com todos os tipos de misseis e tecnologias . sem limites para que possamos usufluir ao maximo de todo o equipamento e que possam garantir a nossa soberania nacional.E realmente o brasil precisa de um caça capaz de garantir o noso espaço aéreo em tempo real e o rafale parece ser este caça , só espero que nossos comandantes não demorem tão a se decidir sobre esta escolha

  47. Ricardo Teixeira

    Tenho certeza de que o Rafale por ser o principal caça francês, conseguira eliminar os defeitos e problemas, e que se escolhido jah em 2010 recebera uma atualizaçao que o colocará ao nivel dos eurofhigter.
    Qualquer caça que chegar não serão os substitutos dos f-5 e amx, pelo simples fato de serem caças da decada de 80-90.

  48. Ricardo Teixeira

    caças atuais mas com, tecnologia antiga.

  49. Daquilo que li, o problema maior do Rafale que dificultava a sua actualização para além de um certo patamar era a dimensão… Enquanto que o EF2000 ainda podia “crescer” muito, por ser um avião maior e mais pesado, o Rafale, não por ser menor… Mas é também esse seu tamanho que o torna num avião passível de ser embarcado… Mas todas as moedas têm seu reverso, presumo…

  50. PARA VOCE SER GRANDE DEVE SE ALIAR COM OS GRANDES, E PENSAR GRANDE, A MELHOR SOLUÇÃO E O F35, POIS SUA CAPACIDADE INVISÍVEL TRÁS TODAS AS VANTAGENS POSSÍVEIS NOS COMBATES, COM TODA CERTEZA NENHUM DOS OUTROS SERIA PAREO PARA ELE NOS PROXIMOS 20 ANOS.

  51. cravo

    >PARA VOCE SER GRANDE DEVE SE ALIAR COM OS GRANDES, E PENSAR >GRANDE, A MELHOR SOLUÇÃO E O F35, POIS SUA CAPACIDADE

    Esqueceste as “caps lock”: Se o f-35 é assim tão imbatível para que precisam os americanos do f-22?
    As pessoas não compreendem que por um avião ser dificil de detectar e abater, isso só por si não faz dele eficiente na missão de defesa aérea. Se assim fosse, o F-117 e o B-2, carregando mísseis ar-ar internamente, seriam os melhores caças da década de 90. Mas não, são bombardeiros lentos e desajeitados. O F-35 será dificil de detectar e abater, da mesma maneira que será muito difícil para ele interceptar boa parte dos adversários potenciais, muito mais rápidos, ágeis e fortemente armados. O f-35 tem como missão primária a interdição e apoio às tropas terrestres no campo de batalha. Os requisitos surgiram nos anos 90 como resultado da experiencia de combate num cenário em que o controlo do espaço aéreo estava garantido. O facto de ser furtivo não é para enfrentar aeronaves inimigas, é sobretudo para escapar às defesas terrestres estáticas, que foram as que mais baixas fizeram nas escaramuças do iraque. A furtividade é sobretudo pela frente, num ângulo de aproximação mais ou menos frontal às defesas terrestres. De qualquer outro ângulo é muito mais fácil de detectar. O requisito principal é a alta probabilidade de sobreviver ao primeiro dia do conflito, transportanto as armas num compartimento interno. A partir do momento em que as defesas terrestres estejam destruidas ou limitadas ele passará a operar em modo não furtivo, transportando uma grande quantidade de armas externamente. Foi projectado para voar em céus onde a superioridade aérea estará garantida pelos f-22. Também serve como caça de defesa de ponto, para proteger alvos específicos ou países de pequena dimensão, como a maioria dos países europeus. Para proteger espaços aéreos muito vastos é extremamente limitado, demasiado lento e com pouca resistência em número de tiros e combustível(tendo em conta que terá de usar pós-combustão para alcançar uma velocidade equivalente à velocidade de cruzeiro de varios adversários). A furtividade só existe até ele ter de usar o próprio radar para localizar o inimigo, ou até manobrar para se colocar em posição ofensiva e expor o escape anormalmente quente daquele motor, ou um qualquer ângulo em que será mais fácil de detectar. Seria muito eficiente a defender um país pequeno como a Suiça, a Holanda ou Israel, mantendo o radar calado e uma aproximação frontal ao inimigo, com o apoio do controlo terrestre via elo de dados. Mas num país com vastas áreas desabitadas e sem equipamentos de vigilância terá de fazer uso do próprio radar, de pós-combustão e manobras e angulos de aproximação que o tornam vulnerável. É preciso ter em conta tanto as questões tácticas como as técnicas. Além disso, do ponto de vista técnico, seria de uma grande ingenuidade acreditar que as versões de exportação serão equivalentes às versões americanas, sobretudo ao nível da furtividade e da electrónica. O f-35 de exportação será o f-35 dos pobres, excepto talvez que Israel vai receber. Na maior parte das vezes a questão política acaba por pesar mais que as questões táctico-tecnicas, mas para um país de grandes dimensões, com vastas áreas desabitadas e remotas a proteger, o f-35 é uma das piores opções em termos de custo/eficiência. É preciso algo grande, com uma colossal quantidade combustível interno, uma grande quantidade de armas, sensores potentes e muita autonomia. Não se vai para áfrica caçar elefantes com uma caçadeira de canos serrados.

  52. Thomas

    FAB inicia reforma de caças e quer mais 26

    Modernização e compra de novos aviões terão custo de US$ 3,3 bi

    Roberto Godoy

    A aviação militar brasileira tem um plano e um programa. O plano envolve a compra de um lote inicial estimado em até 26 caças supersônicos de 5ª geração, tão modernos que, nos países fabricantes, só agora começam a ser recebidos pelas forças aéreas ou ainda estão em fase final de desenvolvimento. Um contrato superior a US$ 1,3 bilhão, que vai exigir ao menos dois anos de definições e negociações.

    Se o pedido fosse fechado hoje, o modelo francês Rafale seria o escolhido. Eletronicamente avançado, compatível com os métodos de trabalho da Força Aérea Brasileira (FAB), robusto e coberto por ofertas oficiais de transferência de conhecimento sensível, associadas a um bom esquema de compensações comerciais, o jato não sai por menos de US$ 45 milhões. No Alto Comando há brigadeiros que consideram o F-35 Lightning, americano, uma solução melhor. A aeronave está fazendo seus primeiros vôos regulares. Só estará disponível para exportação após 2010. Não poderia ser mais avançado, pouco visível ao sistema de detecção. Leva armas em um compartimento interno.

    Por fora, correm o F-18 Super Hornet, o sueco Gripen e o russo Sukhoi-35. O problema com os produtos dos Estados Unidos, garantem oficiais da FAB, é o veto da Casa Branca à cessão de informação tecnológica.

    PROGRAMA URGENTE

    O programa, esse sim, é mais urgente e objetivo. A pretensão é manter e expandir todas as iniciativas de revitalização da frota – dos aviões de combate prioritariamente.

    O pacote atualmente em execução está recebendo do governo investimentos estimados em US$ 2 bilhões e abrange a modernização de 53 caças AMX – os únicos do continente com capacidade de bombardeio estratégico -, a aquisição de 100 turboélices Supertucano, de ataque leve e treinamento, a revitalização de 8 quadrimotores de patrulha oceânica P-3 Orion, a aquisição de 12 cargueiros médios C-295 e a transformação de ao menos 56 supersônicos F-5E Tiger II, em média com 27 anos de uso, na versão F-5M.

    A nova configuração, produzida pelo consórcio formado pela indústria brasileira Embraer com a israelense Elbit, incorpora tecnologias atualizadas. Destaque para o arranjo eletrônico, onde o radar italiano Grifo F pode detectar quatro alvos independentes a 80 km, priorizando dois deles pelo grau de ameaça e fazendo o procedimento para o disparo dos mísseis interceptadores. O F-5M voa na faixa dos 2 mil km/hora e permite o uso de bombas inteligentes, guiadas por laser, e dos mísseis ar-ar com raio de ação além da linha do horizonte, fora do alcance visual. A arma fixa é um canhão de 20 milímetros.

    O Comando da Aeronáutica quer ter 120 caças no inventário da força frontal, com disponibilidade de 90%. Na prática, em situação de crise, significa a possibilidade de lançar 108 aeronaves em operações de combate, a partir das bases aéreas no Rio Grande do Sul, Goiás e Rio.

    A esse conjunto serão incorporadas unidades no Nordeste e no Norte, guarnecidas com o deslocamento de parte dos Mirage-2000C/B usados comprados na França em 2005 por 80 milhões em acordo de governo. Os 12 interceptadores – quatro entregues até dezembro de 2006 – ficarão agregados ao 1º Grupo de Defesa Aérea (GDA), de Anápolis. O Alto Comando está analisando uma oferta da Armée de L’Air para um segundo conjunto, totalizando 24 unidades. Segundo um integrante do Comando Geral do Ar (Comgar), a diretoria da Aeronáutica responsável pelas ações armadas, o interesse é baixo. O caça foi descontinuado pelo fabricante e o custo para integrá-lo à rede eletrônica de comunicações,o Data Link da FAB, é muito alto. A solução mais provável passa pela aquisição de novos F-5. Na semana passada houve um avanço no programa. O Comando da Aeronáutica confirmou a discussão “ainda inicial” junto à Jordânia para o fornecimento de 12 supersônicos, uma combinação de tipos E (monopostos de combate) e F (de dois lugares, para treinamento e ataque especializado). Cada avião é avaliado em US$ 2,6 milhões. O custo da modernização é de US$ 4,5 milhões – no total, US$ 7,7 milhões. Uma fração do preço de um novo caça.

    PODER ESTRATÉGICO

    O caça-bombardeiro AMX pode atingir alvos em todo o continente e também no Caribe

    A revitalização dos 53 jatos subsônicos vai custar

    US$ 400 milhões.

    Reabastecido em vôo por aviões-tanque Boeing 707, o AMX pode cobrir até 7 mil km

    120 caças supersônicos

    é o tamanho da frota de ataque que a FAB considera ideal para garantir o espaço aéreo

    E dentro dessas projeções já estão incorporados o investimento no avião cargueiro militar da Embraer o C-390…. è pessoal o mercado de armamentos está mesmo se aquecendo por conta da importância e relevância do mercado brasileiro e de sua influencia na América do Sul….Porém, eu concordo com o que o Cravo disse com relação aos f-35 ,pois, se não houverem muitas adequações(projeto de construção aqui no Brasil, visando nossas peculiaridades) …esse caça não possui os melhores requisitos para as nossas forças armadas

  53. Thomas

    26 de Fevereiro de 2008

    Em aula no ITA, Jobim prega Defesa forte para Brasil ter voz no mundo

    São José dos Campos (SP) – Ao proferir aula inaugural do ano letivo de 2008 no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), o ministro da Defesa, Nelson Jobim, exaltou nesta segunda-feira (25/2) o papel que a instituição terá para o desenvolvimento de tecnologias na área de Defesa e ressaltou que somente com uma defesa forte o país terá voz na comunidade internacional. “O que nós queremos é exatamente termos voz e vez no concerto internacional, e isto só decorre de países que tenham uma estrutura de defesa com capacidade dissuasória e de expressão do Poder Nacional”, explicou Jobim.

    De acordo com o ministro, a garantia da dissuasão, que é a capacidade de desestimular agressões com a simples demonstração de capacidade de retaliação, só é possível com a capacitação tecnológica nacional que coloque as forças armadas brasileiras na vanguarda tecnológica. “Depender exclusivamente de últimas gerações de equipamentos militares do exterior, significa não ser dissuasório, por que basta cortar esse fornecimento”, alertou.

    É por isso, segundo Jobim, que o governo está elaborando o Plano Estratégico Nacional de Defesa, que prevê uma aliança com o setor privado para modernizar as forças armadas. Uma das principais premissas do Plano, é a transferência de tecnologias dos equipamentos adquiridos pelo País.“O Brasil não é comprador, e não vê os outros como vendedores, vê como parceiros, porque é fundamental para nossa política a substituição das importações. Se não quer ser parceiro, quer ser vendedor, passe bem e muito obrigado”, afirmou aos alunos do Ita e às autoridades e empresários presentes.

    Esse processo de aperfeiçoamento, segundo Jobim, exige um grande acordo nacional que classifique a Defesa como tema da Nação, e não de um governo ou de um partido. “Se o Brasil quer efetivamente portar-se como nação que tenha voz no mundo , precisa pensar grande. Por que quem pensa pequeno, fica pequeno.Temos que ousar”, disse Jobim. Ele lembrou que o escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues dizia que o brasileiro tem complexo de vira-lata, e ressaltou a necessidade de se afastar essa imagem do País. “Vamos sentar com o nariz erguido nos entendimentos internacionais. Vamos conversar com as potencias maiores olho no olho. Por que senão, o continente sul-americano vai continuar sendo, nada mais, nada menos, que um mero espaço de disputa das grandes potências.

    Jobim cobrou audácia de todos na execução dessa tarefa, e disse que o medo de errar não pode trazer a paralisia. “Sem audácia nada acontece. Quem não faz, não erra, só erra quem faz. E tem muitos de nós que não gosta de fazer para não errar. Vamos arriscar,vamos tocar, vamos em frente”, concluiu.

  54. Rafastrike

    Bem eu ainda sou novinho nisto dos aviões militares…a minha paixão começou ha 2 meses com o Ace Combat….enfim!
    Ora bem só tenho experiencia de videojogo. Sentime curioso sobre qual seria o melhor…até porque são muito semelhantes. Bem o Rafale compensa muito em agilidade subsonica mas em supersonica é o typhoon que ganha. Mesmo assim aposto no Rafale. Mas pra mim o melhor avião militar é o SU 47 Berkut e o SU 37 Terminator!!! Mas quem sou eu pra fazer juizos de valor (so tenho 17 anos)

  55. Mascarilha

    nada sabias aos 7
    agora tens 17
    mas quando tiveres 27
    vais perceber que su-37
    e s-47

    eram apenas demonstradores de tecnologia e já nenhum voa.

  56. bem, eu já passei há muito os 17 e continuo a não saber nada de praticamente tudo…
    e todos os dias aprendo que… tenho razão nesta atitude, sendo esta provavelmente a única coisa certa que verdadeiramente Sei…

  57. nosle

    Existe somente duas opções para o Brasil.
    A ideal que seria comprar 20 caças su-35 e entrar no PAK Fa adquirindo mais 80 aeronaves desse aparelho que colocaria de vez o Brasil no cenário geopolítico mundial.
    E a secundária que seria comprar 20 caças Rafale e se aliar aos franceses no desenvolvimento desse caça e substituindo seus F-5, AMX e Mirage 2000 pelos Rafales, o que também tornaria o Brasil inigualável na América do Sul, mesmo que Venezuela chegue a ter 40 Su-30.
    São as únicas opções em que o Brasil participaria do desenvolvimento, deixando de ser apenas um simples comprador.

  58. João

    parei de ler no “mais pequeno”…..

    sem comentários!!!

  59. Bem sr.nosle, espero mesmo q tenhais razão..+ o correto seria o n/Brasil montar e produzir , sob acordos aviões Su 35 e/ou Su 37 exterminador e os Subs Amur 1650 e/ou os Subs U 214 c/AIP , sem esquecer o n/Sub Atômico e reequipar n; Exército. Td isto p/ ontem ,em nossas fronteiras está pipocando problemas. E, vamos ser atingidos ..Que Deus nos ajude.

  60. Fred

    Caro Sr. João, em Portugal “mais pequeno” é correto e corrente!
    Quem sabe pela proximidade Ibérica ou pela distância atlântica! 😉

    Além do mais, diferenças como beringela ou berinjela, mais pequeno e menor, bilião ou bilhão, esdrúxulo ou proparoxítona não impendem de maneira nenhuma a compreensão da idéia.
    Pelo menos eu, do alto de minha ignorância e de erros de grafia recorrentes, entendo.

    já presumir onisciência ou omnisciência atrapalham um pouco, não é?

    🙂

    que coisa, só consigo pensar em coisas bíblicas hoje, 🙂 !

  61. obrigado, Fred.
    O uso da expressão é relativamente comum, entre nós:
    http://www.google.pt/search?q=%22mais+pequeno%22&ie=utf-8&oe=utf-8&aq=t&rls=com.ubuntu:en-US:unofficial&client=firefox-a
    mas é polémica…
    http://www.ricardo.pt/diario/2005/06/mais-correcto-ou-menos-incorre.html
    A questão não é, contudo, isenta de polémica, assim como o meu português também poderá não o ser de falhas…
    ainda que pareça correta:
    http://ciberduvidas.sapo.pt/pergunta.php?id=56

  62. Fred

    Clavis, talvez usem a expressão por estarem tão perto da Espanha? Vai saber! Claro que depois de muito ouvir, os brasileiros acham o “menor” como o correto e o mais pequeno “doi” no ouvido (ou nos olhos), ;)mas o belo das diferenças é exatamente este!

    Quanto a diferenças no Brasil a imensas, por exemplo, Alcatifa e Birô em Pernambuco são o mesmo que carpete e escrivaninha em São Paulo!

    ou Bergamota em Santa Catarina e mexirica no Rio de Janeiro.

    São tantas diferenças e todas tão iguais, 🙂

    Tomemos o Onibús ou o Auto Carro, no brasil o Auto Omnibus, vem do transporte público, o omni Bus (para todos) do século 18, pedendo o m.

    O mesmo aconteceu com o Bus inglês, que perdeu um pouco mais que apenas o m. 🙂

    melhor ainda o Strauss nórdico, Strett inglês e nossa boa e velha estrada, todos vem de via strata ou rua pavimentada!

    ou ainda trabalho… os tres pálios, bem deixa isso prá lá. 😉

  63. Por vezes, o uso acaba por legitimar certas expressões que em principios violam as gregas da gramática… poderá ser este o caso…
    alcatifa? nós usamos o termo, mas não sabia que o usavam também aí…
    Autocarro é a opção por cá…

    trabalho!

    sim, eu sei!
    Agostinho da Silva discorreu sobre o tema 😉
    http://www.apacp.org/art141.html

  64. Don Sedov

    O Rafale é um projeto espetacular. Não podemos esquecer que a Dassault tem larga experiência com caças de primeira linha com a serie Mirage. O Rafale é totalmente multimissão, apto para operações navais enquanto o Typhoon não passa de um interceptador. Operando os misseis MICA e o radar RBE temos uma combinação altamente letal. Com os nossos R-99 Guardiões a capacidade dos Rafele é ampliada pela possibilidade de uso em operações em rede através de datalinks. Com misseis meteor e radares AESA , a serem futuramente incorporados , temos um caça com grande capacidade de expansão e atualização. A celula do Rafale é cara , é verdade (mais ainda inferior ao typhoon e outras opções americanas), mas também é verdade que já se provou em combate como uma plataforma extremamente confiavel. E não podemos esquecer que o Brasil já opera aviões Dassault a pelo menos três decadas . Isso facilita toda a cadeia logistica que o avião exije . Já possuimos acordos estrategicos com a França , que não se importa em transferir tecnologia e oferecer compensações comerciais . O Rafale seria a melhor escolha para o defunto projeto FX-2 , e provalvelmente o vencedor apesar do preço. Agora o governo quer construir o caça aqui, em parceria com uma potencia amiga , segundo nosso caro ministro Nelson Jobim. Tudo indica que teremos o Rafale e a França escolhidas.

    OBS1: O Rafale é criticado por não incorporar armas americanas . É verdade . E também é uma grande vantagem ! Existem opções melhores no mercado, europeias, israelenses e até sul-africanas.
    OBS2: Para os defensores da Sukhoi: os caças da Sukhoi são espetaculares. Incorporam o estado de arte da tecnologia russa e são bem eficazes. Porém não temos tradição em operar material russo . Seria estupido desperdiçar trinta anos de experiencia com os aviões e a tecnologia da Dassault escolhendo outro avião que não o Rafale.
    OBS3: Como já dizia Marcel Dassault: “Avião bonito voa bem !”. É uma grande verdade . Além de grandes caças , os Rafales são lindos ! Viva o delta !

  65. O caça pode até ser tipo fusca, + tem q ser mt bom ;p/ dar superioridade áerea ao país .isso é o q importa.Q venhas logo esses caças..(rafale ?)

  66. gaitero

    o Brasil já opera aviões Dassault a pelo menos três decadas .

    # O Brasil não, somente a base de brasilia, caso esta seja a diferença os EUA com os F-5 possuem muito mais logística.

    Mas sem duvida os rafales serão o vencedor do FX-2, e serão uma letal arma, com seu AESA + Meteor + R-99, de qualquer modo, os 9 G que os Typhoon consegue, armado até os dentes, são a diferença entre os dois caças, e define assim o Typhloon como vencedor, mas é claro o Rafale é um ótimo caça, tão bom quanto o typhloon.

  67. mais uma vantagem para o Rafale:
    14 hard points no Rafale M, e 14 no B e C
    contra apenas 12 do Gripen…

  68. gaitero:
    só que os Typhoon são muito mais caros, pertencendo apenas a uma “primeira divisão” que não está ao alcance de todos os países…
    e menos flexíveis:
    “O Typhoon foi concebido para a alta manobrabilidade e elevado índice de potência para se dar bem em combates aéreos fechados, e também está equipado para superar seus inimigos em combates além do alcance visual (BVR), através de seu radar ECR-90 que é capaz de apresentar 12 alvos mostrar qual é o mais perigoso, e atacar 8 simultaneamente com mísseis AIM 120 Amraam ou o novo míssil Meteor que tem alcance de +100km. O ECR-90 possui um alcance máximo de 370 km contra alvos vindo do alto ou 175 km contra alvos vindos de baixo”
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurofighter_Typhoon

    Como bem referiu Don Sedov, é um interceptor quase perfeito. Batível apenas pelo F-22 e pelo SU-35, logo, menos versátil (e barato) que o Rafale.

  69. gaitero

    Clavis eu já me intreguei ao Rafale, descobri uma coisa triste.

    Devido as dimensões do gripen, se ele ultilizar os 12 points por exemplo sua agilidade será muito reduzida, e infelismente ele perderia a magia que eu antes admirava nele.

    Sim, ele é um grande interceptador, mas o Rafale é um grande multimissão. Que seja, fazer o que, estes consórcios gigantes nunca dão certo ^^

  70. *Kayke

    Bem,eu acho q o Eurofighter seria a melhor opção,mas o custo dele e suas peças,provavelmente seriam caras demais…o F-16 nao serviria para o Brasil,pq os EUA querem vender o modelo C do F-16, que na vdd nao eh um bom modelo.Já o Su-35 concerteza seria a melhor opção…só nao entendo pq tiraram da lista.
    O F-35…quem sabe…mas os EUA só querem começar a vender em 2019 isso demorara um bom tempo…alguem sabe pq o programa SU-35 foi tirado da lista dos concorrentes?

  71. oS IANKS SEMPRE APRONTAM UMA SAKANAGEM..ELES ESTÃO CERTOS VENDER ARMAS BOAS P/ MATA-LOS?O F 35 É P/ ATAKE AO SOLO POR ISSO E MT LENTO.E OCORRE A MESMA COISA C/ ELE ,SE VENDIDO SERÁ COM UMA TURBINA DE PÉSSIMA QUALIDADE, JÁ ULTRAPASSADA..OLHO NELES O S.HORNET..VAI SER MERDA, CAÇAS JÁ USADOS E “GARIBADO”..CUIDADOS C/ ELES..

  72. Kayke: E o Ef2000 é um interceptor. O Brasil procura no F-X2 um aparelho multifuncional. nesse papel, o Typhoon é inadequado, ainda que provavelmente seja o único aparelho atual capaz de enfrentar o F-22 com algumas probabilidades de o vencer…

    Carlos: O Super Hornet, não será uma versão atualizada ou recorrendo a F.18 recondicionados. É um avião novo, com materiais novos.

  73. Pessoal sou apenar um aficcionado da aviação militar , não tenho conhecimento técnico como muito dos senhores, mas mesmo assim gostaria de botar a minha colher no assunto. Parece que a única unanimidade é a superioridade do caça F-22 Raptor dos ianques. Mas o problema é o seu alto custo uns 150milhões de dolares por unidade +-. Na minha opinião o Brasil deveria se associar com outros países como India, China,Argentina e desenvolver um caça para o seu uso. Se fosse escolher entre o Rafale e o Typhoon, eeu escolheria o Rafale, parece ser um caça com maior manobrabilidade que o Typhoon e os franceses fornecem todo o apoio para a operação dos mesmos, ao contrário dos americanos.

  74. eu tirava a Argentina dessa lista… ao que sei está novamente perto da bancarrota e não tem recursos para nenhum projeto desta escala…
    a ìndia está no PAK-FA (estará mesmo???), mas tem um mau historial na gestão deste tipo de projetos… A China é um parceiro pouco fiável… geralmente quer a tecnologia, e depois age deslealmente (os russos que o digam). Os EUA são sempre muito ciosos da sua tecnologia…
    de facto, parceiros de confiança, só mesmo… os europeus, que estão habituados a projetos multinacionais bem sucedidos (Airbus, EADS, Tornado, Jaguar, ESA, etc)

  75. Vitor

    O textou se esqueceu de dizer que o Typhoon tem turbinas bem melhores, o que dá uma melhor razão de tração/peso. E dizer que o radar do Rafale se compara ao F-22 é no mínimo, exagero. Primeiro pq o Rafale ainda não tem radar AESA, e quando tive, ainda vai ser inferior ao do F-22, que é o melhor de todos os AESAs disponíveis.

  76. é verdade, Vitor. E sim o radar do F-22 é extraordinário, tanto mais que não falta quem equacione o seu uso como um “normal” AWAC.

  77. Shin

    Os Franceses acabaram de conseguir seu parceiro internacional… A FAB (Brasil) vai adquirir 36 Rafale de início, podendo chegar a 100 aparelhos!!! Em troca, a França promete adquirir 12 KC-190 (Aviões de Carga da Embraer), e transfeir a tecnologia dos Rafale integralmente!!!
    Este é o efeito de ter um HUGO CHAVEZ em seu continente, tanto França ( nào se esqueça de que a Guiana Francesa é território Francês, e está na américa do sul) quanto Brasil andam preocupados com tamanha corrida armametista promovida pela Venezuela e sua parceria com os Russos!!! Pode estar aparecendo aí uma grande parceria militar franco-brasileira no continente sul-americano ( o Brasil já adquiriu 50 helicópteros, 05 submarinos, um porta-aviões, e agora 36 caças, todos franceses…)

  78. Weliton

    Meus amigos, acho que quem fala em f22 nao sabe o custo de aquisiçao e manutençao. Estamos no Brasil, e somos terceiro mundo., com coisas mais importantes pra cuidar com que defesa em uma america latina quebrada
    Sejam realistas, o Brasil nao tem dinheiro nem tecnologia pra manter caças assim, e Mirage ou F16 sao mais do que suficientes pra esse continente.
    São caças bem mais baratos, e o F16 esa em plena produção e deve ultrapassar os 5000 produzidos.
    Além do mais um setor de saúde falido e educação de terceiro mundo. Tem coisas mais serias pra cuidar. Umas guerra civil dentro de suas cidades e vcs ficam falando de F22. rsrs brincadeira. Fala sério…

  79. claro. O F-22 é um avião impossivelmente caro… tanto que os próprios EUA não se conseguiram equipar com o total de aparelhois inicialmente estimado…

  80. Johnny

    Essa comparação do Rafale é no mínimo curiosa. “Em termos genéricos, o Rafale é quase tão capaz como o Typhoon, pelo que pode sempre ser uma alternativa “económica” a esta caça, mais pesado, maior e, logo, mais capaz e caro”. O que poderia acrescentar é que o Rafale é até mais capaz que o Typhoon. O desenho da fuselagem pra início de conversa é bem mais furtivo pra uma aeronave de empenagem em delta. Transporta mais carga bélica deslocando menos peso, é mais moderno e opera versões tanto terrestres como marítimas. A única coisa que o Eurofighter tem de melhor são as turbinas Eurojets, porque se tratando do restante, não tem nada de superior.

    Quanto a quem acha que não vale à pena investir em defesa, basta dar uma olhada em quantas invasões territórios no mundo inteiro sofreram nos últimos 80 anos. Comprar armamento obsoleto é assinar uma sentença de submissão a qualquer agressor mais bem armado que resolva invadir um território alheio. A guerra do Vietnã ensina bem isso. Se a resistência dos Vietcongues não tivesse apoio da tecnologia russa na época, estaria em maus lençóis, com os americanos fazendo o que bem entendessem lá dentro. Os mísseis “SAM” e os caças MIG foram essenciais na derrota dos EUA. Simplesmente quase 240 caças F-105 foram derrubados – segundo números oficiais. Mais uns 20 B-52, fora centenas duma infinidade de outros aviões. Quantidade suficiente pra preencher generosamente a força aérea de qualquer nação no mundo. Por isso é bom as pessoas reavaliarem o quanto custa realmente investir em defesa. Pode custar tanto vidas inocentes, como a liberdade dos que venham a sobreviver.

  81. Thawan

    cara… vcs sabem nada de defesa o rafale foi vendido ao brasil
    e chegara as primeiras unidades em 2015 ou 2012… ou seja.. espta bem proximo rafale e um dos melhores cahas vendido no mundo

  82. gutotx

    Não têm sentido em compramos um caça de um possível país agressor do Brasil, no caso os EUA, como poderiamos defender a amazonia, ou o pré-sal com caças f.18 que os norte-americanos conhecem detalhadamentel. Rafale neles.

  83. Silva

    Tudo indica que o Brasil está no caminho certo, o Rafale já é o escolhido a não ser que os franceses não colaborem em relação ao preço, o que acho improvável.
    Serão 36 aviões agora podendo chegar a 120 até 2025.
    A próxima batalha deve ser conseguir a liberação do míssil BVR Meteor com os europeus, porque tenho quase certeza que Chavez num futuro próximo vai comprar os Su-35BM, e nós com os mísseis MICA muito provavelmente não teremos condições de atirar primeiro.

  84. Edson

    Domínio tecnológico é o que importa. Historicamente os estadunidenses não são parceiros confiáveis, inclusive em relação a Israel (problemas estratégicos de interesses geopolíticos). O que o Brasil precisa e exige é fabricar e dominar a tecnologia destes aviões (EMBRAER), Helicópteros (Helibras) e submarinos nucleares com propulsão nacional. Incluindo ai o direito exclusivo de vender estes aviões para toda América do sul. Esta é a proposta a outra é ser eterno dependente, que significa submissão e a mesma coisa que manter as forças armadas propositalmente sucateadas. Ou vamos para cima e podemos ou nada! Em um mundo onde as coisas acontecem de forma bastante dinâmica não podemos nos dar ao luxo de ficarmos de braços cruzados.

  85. gaitero

    Edson, esta é a aposta da SAAB, porém a mesma não encontra em seu governo o interesse necessário, parece que isto teve um peso muito grande para alguns do governo, que acreditam poder entrar em uma barca furada, eu não acho que seja assim, mas o Gripen aparentemente não tem muitas chançes.

    O Rafale, mesmo sabendo que não dará ao Brasil (Empresas nacionais), o respaldo tecnologico prometido, como sempre, ainda é no fundo a melhor escolha, não pelo caça, que mesmo sendo avançado tem poucas vantágens com relação aos demais concorrentes, mas sim pela aliança estratégica que se fala tanto e que esta a trazer ao Brasil investimentos tanto na contrução de estaleiros e bases navais, como na fabricação de helicópteros, turbinas e submarinos. O maior problema que eu vejo é que, ao lado de seu irmão, o Rafale carrega consigo um salgado custo de aquisição e manutenção, o que poderia eventualmente comprometer o treinamento dos pilotos.

    Silva, o Su Venezuelano é o Su-30 na versão low. E assim como era com o F-16, continua a ser mau treinado e pouco voado. Não acredito que a Venezuela compre o Su-35, talvez um Su-30 mais moderno que o atualmente em uso, além da modernização dos 24 atuais. Creio que a prioridade lá seja a de comprar aviões Lift, para capacitar seus pilotos antes que os ditos voem no Su.

  86. jonatan

    os caças russos são um verdadeira porcaria.o rafale e o Typhoon são os dois melhores caças de combate do mundo depois dos americanos f-22

  87. renators

    [i] O maior problema com o Rafale tem talvez a ver com a sua não integração com armas americanas… Estas são produzidas em grande número, e consequentemente, são mais baratas que as europeias ou francesas, um argumento importante se o mesmo país usar o JSF e o Typhoon, como sucederá pelo menos no caso britânico. [/i]

    Não acho que isso seja um “problema”.Dependência tecnológica os americanos pode fazer o barato sair caro.

  88. é verdade. é um bom argumento… mas sejamos sinceros: haverá grande consumo destas armas, num país com o tipo de perfil internacional do Brasil, isto é, ausente dos cenários de conflito mundial?
    Se fosse uma Alemanha ou um RU, a questão (bem observada) seria mais aguda, assim, nem tanto…

  89. Renato Rodrigues da Silva

    Ausente até agora…

    Com o petróleo do pré-sal e uma atividade cada vez maior no cenário internacional…sei não.

    Outra coisa, se uma aliança militar Brasil x Portugal x Angola sair mesmo(pena que não consigo colocar aqui os artigos que saíram em setembro na mídia) esse tipo de armamento será cada vez mais necessário. Importante, inclusive, para Portugal ficar mais tranquilo frente a alguns “irmãos” seculares.

  90. renators

    Clavis – não sabemos o futuro…

    Com o pré-sal, com o aquífero guarani e com a maior importância do Brasil nas decisões internacionais, essas armas podem sim se tornar necessárias.

    E se a aliança militar Brasil x Portugal x Angola realmente acontecer (pena que não pude postar a reportagem), até para Portugal elas serão importantes. Numa aliança militar, mexer com Portugal será mexer com o Brasil…

  91. Marcel

    O rafale não oferece nada melhor do que um F-16 Bloco 50.

    E é superado por larga margem por versões do Su-30mki/ MKM ou F-15K, ou S… em todos os quesitos. e custa 2x mais

    Isso porque eu nao citei o Su-35bm, ou o F-22…

  92. sendo que os Sukhoi já foram à muito excluídos do F-X2, logo… resta o Rafale.

  93. pra mim os dois caças sao muito bons mais o rafale na minha opiniao ganha em tecnologia design mais o eurofighter nao perde por muito e ele e superior ao rafale em velocidade.

  94. iuri

    Uma coisa são preferências pessoais, outra são dados técnicos.
    Embora tanto o rafale como o eurofighter tenham uma excelente razão puxo/peso. O motor do eurofighter é muito mais avançado e potente que o do rafale. O eurofighter tem velocidade superior. O radar AESA do rafale ainda não está pronto, e o CAPTOR do eurofighter já se encontra na fase de testes.

    O preço de investigação e componentes encontra-se distribuídos pelas nações parceiras do eurofighter. No caso Francês não é assim, por isso é expectável que futuros upgrades ao rafale venham ainda custar cada vez mais.

    Outro fator que é preciso ter em consideração, o custo da hora de voo. Que ao que parece no rafale é exorbitante.

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