Daily Archives: 2007/10/08

Sobre o estudo britânico sobre o encerramento das… Urgências…


(http://www.bbc.co.uk)

Segundo um estudo realizado no Reino Unido para avaliar o plano governamental para encerrar alguns serviços de urgências a decisão iria ameaçar a vida a muitos doentes… O estudo estendeu-se a mais de 10 mil pacientes e demorou quase cinco anos a ser terminado, concluindo que por cada quilómetro extra viajado de ambulância até ao hospital aumenta proporcionalmente o risco de vida.

Os investigadores analisaram registos de ambulâncias chamadas para situações de risco de vida e descobriram que 5,8% dos pacientes que viajaram menos que 10 Km morreram, contra 7,7% dos que viajaram entre 11 e 20 Km, e 8,8%, para os que viajaram mais de 21 Km. Assim concluiu Jon Nicholl, directo do “Medical Care Researh Unit” da Universidade de Sheffield: “Os nossos dados sugerem que qualquer alteração das distâncias a percorrer por doentes de emergências podem levar ao aumento da mortalidade para alguns.”

O estudo demonstrou que as vítimas de dificuldades respiratórias e transportadas em ambulâncias são muito mais propensas a falecer que as outras, sendo de 13% se a viajem fôr entre os 10 e os 20 Km, e mais de 20% se o hospital estiver a mais de 20 Km. Os valores foram idênticos, mesmo tendo em consideração diferentes parâmetros, como o sexo ou a idade. E foram divulgados no contexto de um plano governamental para encerrar urgências hospitalares um pouco por todo o Reino Unido e criar “urgent care centers”. Segundo Ara Darzi, ministro da Saúde britânico: “Os dias dos hospitais distritais que tentavam prestar todo o tipo de serviços a um alto nível de qualidade acabaram.”

Estas decisões que estão agora a ser implementadas no Reino Unido são idênticas ao fecho de Urgências já aplicado aqui em Portugal pelo Governo Sócrates. Mas com algumas grandes e decisivas diferenças… Desde logo, o estado das ligações viárias no R.U. são muito melhores do que aquelas que ainda servem alguns dos nossos concelhos do interior e por outro lado, o Governo britânico pensa inaugurar vários “super hospitais” que concentrem os melhores meios clínicos e que sirvam de concentradores para estes cuidados de saúde abolidos na periferia. Em Portugal, a decisão foi determinada por simples critérios orçamentais, sem preparar antes as vias de comunicação ou sem antes fornecer os suficientes meios aéreos para compensar os encerramentos de urgências e, consequentemente, a medida apressada e não preparada já reclamou a sua quota parte de vidas humanas…

Fonte: Guardian

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QuidSZ S3-11: Onde foi tirada esta fotografia?

ssa.jpg

Dificuldade: 3

Categories: QuidSZ S3 | 6 comentários

A Austrália na década de 80 teve que quebrar os códigos dos radares dos seus F-18 Hornet


(Caça F-18A Hornet in http://www.atfx.org)

O antigo ministro da Defesa australiano, Kim Beazley admitiu recentemente que a Austrália decifrou os códigos dos aviões de combate americanos quando era ministro da Defesa na década de oitenta. A decifração foi ordenada ao mais alto nível, pelo seu próprio gabinete e decidida quando soube que os radares dos F-18 Hornet australianos made in USA eram incapazes de identificar muitos aviões potencialmente hostis operados pelos países da região.

Ou seja… Vamos ver se percebemos. Os aviões americanos, supostamente entre os melhores do mundo na sua classe (os F-18) eram incapazes de abater alvos na região, porque apesar da Austrália ser dos mais fiéis e incondicionais aliados dos EUA não só na região, mas no mundo estes não confiavam nela o bastante para lhes ceder os códigos! Beazley admite ter viajado pessoalmente aos EUA e pressionado Dick Cheney e Paul Worlfowitz, entre outros no sentido destes darem ao seu aliado estes códigos, mas sempre sem sucesso… Depois, perdida a sua paciência, deu a tal ordem para os quebrar, algo que acabou por conseguir recorrendo à espionagem australiana nos EUA (activa na época, aparentemente!)

Quantos mais casos idênticos haverá hoje pelo mundo?… Será que os F-16 chilenos sofrem do mesmo problema? E os nossos F-16?… É certo que os nossos potenciais adversários mais próximos estão em Marrocos e na Argélia e estes países não operam aviões americanos… Mas e se os nossos F-16 forem colocados num cenário onde existem estes aparelhos?

E assim fica demonstrada de novo a confiança que os EUA têm nos seus aliados e as (fracas) possibilidades que estes têm de aceder ao seu melhor avião em inventário: o F-22 Raptor, como ambicionavam o Japão, a Austrália e o Reino Unido…

Fonte: News.com

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O Alfabeto de Espanca

A descoberta em 1987 de uma nova inscrição cónia em Espanca (Castro Verde) veio trazer uma nova perspectiva às teorias de valoração até agora propostas. Não se trata ainda de uma inscrição bilingue, como aqueles que permitiram a tradução da Hieroglífica Egípcia ou da Cuneiforme, mas de um duplo alfabeto, ou seja, de uma dupla lista ordenada de todos os signos utilizados na Escrita Cónia. O achado, embora descoberto fora de contexto, pôde ser datado do século V a.C. e apresenta a Escrita Cónia tal como ela era a essa data.

A inscrição era composta por duas linhas de caracteres escritas aparentemente por dois escribas diferentes em que a linha superior apresenta uma qualidade e segurança de traço claramente superior à da linha inferior. Isto, e o facto de as linhas repetirem os mesmos caracteres na mesma sequência levou Javier de Hoz a identificá-la muito correctamente como um exercício de aprendizagem de gravação de estelas, em que o texto ensaiado era o alfabeto da Escrita Cónia. São registados um total de 27 signos, sendo que os primeiros treze derivam claramente do alfabeto fenício, respeitando inclusivamente a sua ordenação tradicional. São estes os signos representados nesta inscrição, que pelo seu carácter tão especial separámos da tabela de estelas presente nesta obra:

 

espanca.jpg

Estamos perante um conjunto de 26 caracteres em que Javier de Hoz reconheceu dois grupos. O primeiro reunia símbolos de origem fenícia, na sua ordem original para as oclusivas sonoras e surdas, nasais, a líquida, duas da sibilantes, a semivogal e para o conhecido signo do Aleph. Esta absorção directa implica a correspondência fonética directa em relação aos sons que estes signos fenícios representavam. Constitui igualmente a prova da origem fenícia da Escrita Cónia. O segundo grupo reúne adaptações dos signos fenícios e novos sinais inventados localmente para representarem fonemas ausentes nessa escrita, mas presentes na língua dos Cónios. Javier de Hoz termina a sua análise deste alfabeto lembrando que como se descobriu no Alfabeto etrusco de Marsiliana, podem ter sido registados neste alfabeto alguns sinais caídos em desuso e que apenas o peso da tradição fazia ainda surgir neste tipo de inscrições pedagógicas. A aparição destes dois grupos, em que um apresenta os signos que mantiveram os mesmos valores originais e em que o segundo inclui as adaptações e os signos inventados não é novidade na História da Escrita. Com efeito, assistimos precisamente ao mesmo fenómeno no alfabeto ugarítica e até nas primeiras formas do alfabeto grego.

Categories: A Escrita Cónia, História | Deixe um comentário

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