Daily Archives: 2007/10/07

Homo Florensis… Homo Erectus e Habilis e… Sasquatch!


(crâneo de Homo Florensis comparado com o de um Homo Sapiens Sapiens in http://www.harunyahya.com)

A maior descoberta antropológica das últimas décadas continua verter tinta… O tão famoso quanto polémico pequeno “hobbit” descoberto na ilha indonésia de Flores em 2004 (ver AQUI) e que foi então designado como “Homo Floresiensis“, introduzindo nesta polémica a língua portuguesa já que a origem do nome da ilha data da época dos seus descobridores portugueses (ainda existem hoje palavras portuguesas na língua local Sikka). Bem, adiante.

O “Homo Florensis” teria sido uma nova espécie de hominídio que teria partilhado connosco o planete à cerca de 13 mil anos. Digo “teria” porque logo que a notícia desta descoberta veio a lum, surgiram uma série de cépticos que defendiam que se tratava de um “anão” ou de um Homo Sapiens doente, vítima de uma doença degenerativa dos ossos. Mas estas possibilidades estão agora postas de lado… A análise ao pulso do fóssil revelou que se tratava efectivamente de uma espécie humana completamente distinta da actual e não de uma qualquer forma de anomalia genética ou degenerativa…

Com efeito, os ossos do pulso revelaram-se completamente distintos dos do Homo Sapiens ou dos do Homem de Neanderthal. Aliás, são tão diferentes que são até diferentes dos dos gorilas e chimpanzés, o que quer dizer que a separação deste ramo Homo é anterior à separação deste ramo dos primatas…

O “Homo Florensis” apresentava uma caixa craniana bem menor que a actual, mas conseguia criar e usar ferramentas idênticas às dos seus contemporâneos Sapiens, como demonstram algumas ferramentas encontradas junto do fóssil.

A própria descoberta do fóssil nas Flores também não é desprovida de significado… É altamente improvável que a espécie se tenha desenvolvido localmente, dada a exiguidade do local, e logo, deveria haver uma população mais extensa, no arquipélago indonésio ou mesmo mais além, na Indochina e Sudoeste asiático.

Ora se parece assim claro que houve há pelo menos 13 mil anos (ou menos…) três espécies humanas… Se também já se sabe que o Homo Habilis e o Homo Erectus vivam lado a lado apesar de tudo aquilo em que se acreditava (ver AQUI), então… Será assim tão impossível acreditar que algures no mundo ainda possam existir outras espécies de hominídios desconhecidos ainda da Ciência… Como ESTE?

Fontes:

Guardian

http://www.guardian.co.uk/science/2007/sep/21/2?gusrc=rss&feed=science

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Categories: Ciência e Tecnologia, História, Mitos e Mistérios | 4 comentários

A Expressão “Nadoconio”

Como escrevia C. Watkins: “As fórmulas poéticas nas sociedades arcaicas não são repetidas e memorizadas pela simples razão de agradarem ao ouvido. São, sob forma poética, uma espécie de arte verbal, sinais de relações entre as coisas: realizações de conceitos tradicionais, percepção do Homem e do Universo, valores e aspiração da sociedade.” Assim se compreende que nas culturas da antiguidade existe uma tão grande fidelidade às fórmulas funerárias tradicionais, levando-as mesmo fora de contexto, e utilizando-as mesmo sem que se alcancem inteiramente o seu significado. No caso cónio, temos uma dessas expressões. Presente em praticamente todas as inscrições (“nadoconio”) pode significar, como defende Lopes Navarro, simplesmente “nascido cónio”, algo a que a referência de Mário Saa, de que os romanos conheciam o território em que viviam os cónios como a “Terra Cúnea” ou Cuneus Ager, pode resultar de uma tradução de uma expressão corrente indígena. Tratar-se-ia do “nadoconio” omnipresente em quase todas as suas inscrições?

Se a expressão significar – como pensamos – “nascido cónio” e decompondo “cónio” no tema con-, estaremos perante um caso de filiação mitológica do tumulado em relação ao pai totémico, o Cão. Este mecanismo não é raro nas civilizações indo-europeias em que a própria comunidade, tribo ou estado, é concebido como uma grande família, patrilinear, em que o líder é o Rei e, simbolicamente, a personificação da divindade suprema.

Categories: A Escrita Cónia, História | Deixe um comentário

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