O Esboço Agostiniano de uma “Confederação Lusósofona”: Fases, Capital e Adesão Final de Portugal

Como confessou em certa altura ao seu neto, Pedro Agostinho da Silva, o professor Agostinho sonhava com a fundação de um “Quinto Império” formado num primeiro passo pela reunião daquelas que – na época em que o pensou – eram ainda as parcelas do império colonial português, tornados independentes, com o Brasil. Nesta primeira fase, o professor não esperava que Portugal pudesse juntar-se a esta entidade, já que se debatia ainda com um regime ditatorial perverso e destituído de visão estratégica e de longo prazo… Esta proto-entidade poderia começar como uma entidade de teor meramente linguístico, passando depois a uma aliança económica, e posteriormente a uma entidade confederativa (forma de associação preferida por Agostinho em relação à federação). A sua sede deveria assentar em Cabo Verde, de forma a obviar qualquer pretensão hegemónica por parte de Angola ou do Brasil, ou dois maiores constituintes desta Confederação Lusófona, aqui, em Cabo Verde, deveria funcionar um órgão consultivo ou deliberativo comum à confederação.

Portugal entraria nessa Confederação numa fase final… Quer porque estava ainda sujeito a um regime colonialista (década de 50), quer porque só assim se poderia garantir que entrava com a mesma posição de influência relativa que os demais países confederados, mas a sua entrada seria vital para permitir o acesso económico e cultural da Confederação aos países europeus e do norte de África.

Categories: Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

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