Daily Archives: 2007/09/26

QuidSZ S3-4: Em que cidade foi tirada esta fotografia?

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Categories: QuidSZ S3 | 15 comentários

Da dicotomia Oeste-Leste: Ideológica e a Profecia agostiniana de como esta se tornaria numa dicotomia Norte-Sul (Ricos-Pobres) e o seu cumprimento pela Globalização

Habitava em Agostinho a mesma centelha profetizante que vivia no centro do espírito de António Vieira… Uma centelha que se exprimia na profccia que o Professor fez ao seu neto Pedro Agostinho da Silva, em 1960 quando anteveu que ao antagonismo Oeste-Leste, de matriz ideológica e material se haveria de suceder um antagonismo norte-sul de matriz também material, mas já não ideológica onde se cruzariam os interesses dos povos eslavos e germânicos (nórdicos, centro-europeus e anglo-saxónicos) contra os da generalidade dos povos mais escuros e dispostos no hemisfério sul… Mas não um hemisfério sul clássico e estritamente geográfico, mas antes um hemisfério cultural e psicológico marcado pelos Pirinéus e pelos Alpes, pelas margens do Mar Mediterrâneo, enfim… Foi esta profecia que a Globalização fez cumprir… às guerras ideológicas das décadas de cinquenta (Coreia), sessenta (Vietname) e setenta (Afeganistão) haveria de suceder um regime de concórdia entre estas nações, afinal de coração tão igual, para de comum esforço se alinharem e explorarem concertadamente a metade do sul do mundo, tornando a Índia e a China em suas extensões e usando-as contra si próprias (no sentido em que as colocam contra as suas próprias populações) e contra si mesmas (no sentido em que deslocalizando a produção e o emprego), criando uma contradição irresolúvel que encerra em si mesmo a semente da sua própria destruição e antecipa a vinda de uma nova fase da vida do Homem sobre o globo: Aquela a que António Vieira chamou de “Quinto Império” e a que Agostinho ora chamaria de “Quinto Império” ora de “Império do Espírito Santo”, consoante os momentos e as oportunidades…

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A Beligerância permanente nas Sociedades e no Indíviduo nas Sociedades Contemporâneas

É sobre esta lógica dominante Produtor-Consumidor que assentam as raízes de uma beligerância persistente, extensa, mas dispersa e difusa que caracteriza neste sistema globalista as sociedades contemporâneas. O indivíduo deixa-se consumir por uma lógica auto-destrutiva que o leva a competir activamente e permanentemente com os seus semelhantes procurando obter uma maior parcela de consumo do que dos seus pares, ascendo a um patamar social superior devido a essa maior fatia de consumo, uma ânsia que leva aos descomunais e irracionais níveis de endividamento bancário de Consumo (um tipo de crédito pernicioso e imoral por natureza). O nível de beligerância interna, dentro do próprio Eu ascende a níveis insuportáveis que o levam à Loucura e à Psicose, pessoal e social. E a ânsia dos governantes para responderem às necessidades materiais crescentes dos seus governados conduzem à Guerra. Guerras por petróleo, guerras pelas melhores rotas e entrepostos comerciais, guerras pelos mais diversos recursos naturais, desde a água das guerras do futuro, ao Estanho, a primeira guerra peninsular entre gregos e fenícios. Não que a Guerra seja uma invenção da Globalização, claro… A Guerra existe praticamente desde tão cedo como a prostituição e encontrará as suas raízes no primeiro conflito que opôs dois clãs, algures no Paleolítico Inferior… Mas agora, a Guerra é “Moderna”, globalizada, mecanizada e decorre a um nível nunca antes antevisto nem testemunhado… É a guerra global das matérias-primas, motor e motriz de todos os conflitos que se sucederam ao fim das guerras ideológicas que terminaram com a Queda do Muro de Berlim e à qual ainda não sucedeu a fase seguinte: a da Guerra das Religiões e Culturas que se adivinha para o século seguinte…

É este centro esmagador que urge remover do centro das nossas vidas como primeiro passo para a libertação do indivíduo e das sociedades. Este centro desumanizado e desumanizador foi imposto pela culturas nórdicas e germânicas que desceram das frias paragens nortenhas e ocuparam não com o gládio, mas com o comércio e o câmbio as planícies mediterrâneas. Esta vida encerrada nestes estreitos limites materiais e traumatizantes porque leva o Homem a acreditar que a Felicidade vem da Satisfação de todos os Desejos e que cria uma Sociedade capaz de multiplicar infinitamente os desejos através da industria publicitária. É este ciclo Produtor-Consumidor que através da fabricação e enfabulação de Desejos nos leva a permanecer num papel passivo e alienado de consumidores que deve ser quebrado para que o Quinto Império possa primeiro ser instaurado nos nossos corações. Primeira condição essencial, para que depois este possa se estender ao mundo exterior e cumprir as profecias de António Vieira, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva…

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O Esboço Agostiniano de uma “Confederação Lusósofona”: Fases, Capital e Adesão Final de Portugal

Como confessou em certa altura ao seu neto, Pedro Agostinho da Silva, o professor Agostinho sonhava com a fundação de um “Quinto Império” formado num primeiro passo pela reunião daquelas que – na época em que o pensou – eram ainda as parcelas do império colonial português, tornados independentes, com o Brasil. Nesta primeira fase, o professor não esperava que Portugal pudesse juntar-se a esta entidade, já que se debatia ainda com um regime ditatorial perverso e destituído de visão estratégica e de longo prazo… Esta proto-entidade poderia começar como uma entidade de teor meramente linguístico, passando depois a uma aliança económica, e posteriormente a uma entidade confederativa (forma de associação preferida por Agostinho em relação à federação). A sua sede deveria assentar em Cabo Verde, de forma a obviar qualquer pretensão hegemónica por parte de Angola ou do Brasil, ou dois maiores constituintes desta Confederação Lusófona, aqui, em Cabo Verde, deveria funcionar um órgão consultivo ou deliberativo comum à confederação.

Portugal entraria nessa Confederação numa fase final… Quer porque estava ainda sujeito a um regime colonialista (década de 50), quer porque só assim se poderia garantir que entrava com a mesma posição de influência relativa que os demais países confederados, mas a sua entrada seria vital para permitir o acesso económico e cultural da Confederação aos países europeus e do norte de África.

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