Daily Archives: 2007/09/25

Sobre o “Kids Nation”, Maddison Gabriel e o Trabalho-Escravo Infantil


(A “criança-modelo” de 12 anos australiana Maddison Gabriel in http://www.dailymail.co.uk)

“É o nome de uma espécie de cidade no Novo México para onde foram enviadas 40 crianças com idades entre os 8 e os 15 anos. Pois ali viveram e se desenvencilharam durante 40 dias (a coincidência do número de dias com o das crianças deve ter algo perfidamente cabalístico) com o fito de criar uma sociedade “sem adultos”, que há-de alimentar mais um reality show na cadeia de TV CBS.”

(…)
“Assinaram contratos draconianos com a CBS e aceitaram não apenas remeter-se ao silêncio perpétuo (os direitos sobre as histórias dos miúdos são da CBS para toda a eternidade e “em todo o universo””
(…)
“neste momento em plenos Estados Unidos, há 40 jovens escravos cedidos pelas respectivas famílias para alimentarem o circo global com rodadas consecutivas de diálogos cândidos ou “fortes, gritarias, choros, disputas, etc.”
(…)


(Promoção do “Kid Nation” no You Tube)

Nuno Pacheco
Público de 28 de Agosto de 2007

Em primeiro lugar sou claramente contra a exploração de trabalho infantil, e repugnam-me vivamente estas excepções que são concedidas no dito “meio artístico” a crianças e adolescentes que trabalham ora no mundo da Moda (ver AQUI) ou no Mundo do Espéctaculo (ver AQUI). Frequentemente, estas excepções – cometidas frequentemente a favor da “Arte” – mas que de facto servem apenas para promover situações de escravatura de que beneficiam agentes, empresas e pais ou tutores sem escrupulos raramente beneficiam efectivamente as próprias crianças e descartam delas a natural progressão até à idade adulta, amadurencendo-as prematuramente, deixando fortes mazelas psicológicas e criando adultos insatisfeitos e frustados já que quase nunca o sucesso infantil se consegue transpôr até à idade adulta… Simplesmente, a prioridade não devia ser vender roupas ou sapatos ou organizar espectáculos de música ou de teatro/cinema se estes empregam crianças-trabalhadoras. Moralmente, poderão conceder-se excepções, mas não vejo onde o Sofrimento provocado inevitavelmente nessas crianças possa retirar Sofrimento em maior dose a terceiros, e logo, seguindo o princípio Utilitarista, estas actividades laborais infantis não deviam ser toleradas, nem sequer permitidas à luz da Lei (permitindo-se excepções bem delimitadas no Espaço e no Tempo).

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QuidSZ S3-3: A que unidade militar pertencia esta insignia?

Dificuldade: 3

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“Portugal” como um Verbo, uma acção ou movimento para algo ou para algum lugar

A palavra “Portugal” designa na sua mais profunda e radical essência não somente um substantivo ou nome de coisa, como o “Porto do Graal” do selo afonsino, mas, também, um verbo. Um motor para algo de que o Porto é apenas um ponto de partida. “Portugal” é assim neste contexto uma coisa radicalmente diferente de todos os países europeus e de quase todos os países do mundo, já que estes nas suas matrizes culturais fundacionistas encontram sempre o estabelecimento de um território, rico ou não, mas sempre ponto de chegada para os seus destinos grupais. Portugal, é pelo contrário, um Verbo. Não um ponto de chegada, estático e imóvel como a imóvel e central França, nem como a robusta e abastada Alemanha e nem sequer como a isolada e autóctone Inglaterra (que Grã-Bretanha é coisa virtual e virtualmente inexistente). “Portugal” é um Verbo porque designa acção, movimento para um além que se sabe distante mas que se serve de justificação da própria existência e do mais profundo do seu Ser… É como se Portugal e os portugueses tivessem sido forjados pelo forno da História não para ocupar um dado território, nem para alcançar um certo patamar de desenvolvimento tecnológico e económico, mas para moverem o mundo numa dada direcção… Primeiro para sul, recuperando para a Cristandade as paragens sulistas ocupadas pelo invasor muçulmano, depois, ainda mais para sul, para o reconhecimento da costa africana e das ilhas atlânticas, e depois para a Índia e para o Brasil.

Portugal só pode existir enquanto tal, enquanto “verdadeiro Eu”, enquanto se sentir motivado por um grande desígnio e plano que ainda que possa parecer irrealizável, lhe sirva de mote para a acção. Viver, como se vive hoje em Portugal, escravizando a nação aos ditames contabilísticos embrutecedores e entediantes da eurocracia de Bruxelas é matar a alma portuguesa, forjada para voos muito mais altos… Forjada para unir – num primeiro passo – todos os povos de língua portuguesa numa única entidade supranacional e – posteriormente – todos os de língua latina, formando o protoplasma que mais tarde unirá todo o Globo numa única entidade supranacional, mas muito diversa daquela que os arquitectos malévolos do Bilderberg e da Globalização neoliberal querem impor: uma entidade paritária, multinacional e multilíngua, mas assente nas liberdades das comunidades locais, prósperas e autónomas, respeitadoras do Ambiente e dos Direitos humanos e opositora do “governo das multinacionais e das Corporações” e dos grandes grupos e interesses financeiros que hoje efectivamente administram o planeta por detrás da ficção que são os regimes parlamentares “democráticos” que fazem elejer em campanhas eleitorais cada vez mais caras, mediatizadas e superficiais…

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 2 comentários

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