Daily Archives: 2007/09/21

“Andorra, Liechtenstein e Mónaco. Da lista inicial dos paraísos fiscais não cooperativos, que a OCDE, (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) elaborou em 2002, restam apenas estas 3 solitárias jurisdições”


(O Principado do Mónaco in http://www.leblogauto.com)

“Andorra, Liechtenstein e Mónaco. Da lista inicial dos paraísos fiscais não cooperativos, que a OCDE, (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) elaborou em 2002, restam apenas estas 3 solitárias jurisdições. A OCDE, que retirou recentemente às Ilhas Marshall da lista negra, diz que estes 3 principados europeus ainda não se comprometeram a adoptar medidas de transparência e troca de informação fiscal. Até agora 35 países e territórios já sairam da lista dos paraísos fiscais não cooperativos.”

Público de 17 de Agosto de 2007

Sendo aqui o mais irónico é estarmos perante não três remotas ilhas do Pacífico ou das Caraíbas, mas três países (merecerão mesmo essa designação?), mas perante três territórios encravados bem no seio da Velha Europa… Rodeados como estão de potencias económicas, e vivendo na estrita dependência das mesmas para tudo o que quer seja, desde o Turismo que recebem através delas (não têm aeroportos nem portos significativos) até a todos os produtos que consomem (com excepção do Liechtenstein não têm indústria nem agricultura) estes três “principados” parasitários dependem como mais ninguém de lavagem de dinheiro sujo proveniente do narcotráfico ou do tráfico de seres humanos ou de armas… Encravados e totalmente dependentes de uma Europa que se quer Moral e Exemplar, a sua sobrevivência não devia ser tolerada, não porque não tenham direito à mesma (embora de facto, nenhum mereça a condição essencial para a existência, que é a Nacionalidade), mas porque o maior pretexto actual para a mesma é o… Branqueamento de Dinheiro Sujo.

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QuidSZ S3-1: Que concept car é este?

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Dificuldade: 2

Categories: QuidSZ S3 | 3 comentários

Propriedade Comunitária e Economia Cooperativista: a Alternativa

No pensamento agostiniano, o Homem não pode cumprir o seu verdadeiro destino sem realizar a sua dimensão ética, e nesta, a sua integração na comunidade. Assim, a realização pessoal é apenas cumprida através da realização da comunidade onde está integrada. Mas esta comunidade não deve ser uma comunidade “nacional”; isto é, estendida a todo o território nacional. Por “comunidade”, Agostinho entende sobretudo a comunidade local, municipal e intra-individual. Assim, não é preciso para que o projecto agostiniano se cumpra a extensão a todo o território nacional do projecto da realização do Quinto Império. Basta que um grupo de individuos se junte, funde algures uma comunidade seguindo estes princípios de liberdade, de pedagogia, de economia e se mantenha fiel aos mesmos. Agostinho da Silva encontra nestas comunidades refundadas segundo o modelo medieval português a salvação para a existência desumanizada imposta pela economia “moderna” com as suas obsessões privadas pela “propriedade”, não que esta deva ser abolida, mas sim prescindida voluntariamente e certamente que deve ser desfavorecida em favor de mecanismos que propiciem a propriedade comunitária. Agostinho da Silva favorece a propriedade comunitária e a economia cooperativista que funcionava tão bem nos municípios medievais portugueses.

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Os Princípios Agostinianos para uma “Sociedade do Futuro” (Quinto Império)

Agostinho elege a vida comunitária – ainda sobrevivente nalgumas aldeias portuguesas no século XX – e comum nas cidades e aldeias portuguesas medievais como o ideal de vida económica. O professor renega a propriedade privada, uma invenção das civilizações urbanas do Crescente Fértil, como uma forma de opressão, mas não alinha pela perniciosa e potencialmente perversa “propriedade colectiva” advogada pelos vários Estalinismos da História… Em sua alternativa propõe a generosidade, a não-propriedade, a comunhão harmónica e não-destrutiva com a Natureza e a abstenção de todas as formas de vida sujeitas à “Produção” e à “produtividade” anglo-saxónicas e germânicas e obcecadas como castrador e limitativo conceito de “Lucro” e “Crescimento”. Estes seriam – grosso modo – os princípios agostinianos para a sua sociedade do futuro à qual nós designamos de “Quinto Império”.

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