Novas reflexões sobre o desaparecimento (?) de Madeleine McCann, o Racismo Britânico e tese da “morte acidental” por Kate McCann


(http://img.dailymail.co.uk)

ormou os pais de vítimas em carrascos continua a agitar as mentes e as opiniões como nenhum outro neste Século.

O caso assume a relevência que assumiu devido à condensação nele de uma conjugação rara de factores que explica o seu esmagador mediatismo e que encontra as suas raízes na tradicional sensação de superioridade que sente e exprimem os anglosaxões e os povos germânicos em geral perante os povos mediterrâneos (Club Med). Sem dúvida que não estaria a escrever estas linhas se Madeleine tivesse sido raptada quando os seus pais passavam férias na Cornualha, na Islândia ou na Floresta Negra… Insere-se assim no contexto de um racismo mal escondido característico dos britânicos e que pode ser facilmente constatado em qualquer aldeamento turístico do Allgarve, do Sul de Espanha ou na Grécia. Por essa razão os muito dinâmicos tablóides ingleses se apressaram a tomar partido pelo casa de médicos – modelo familiar acabar da família britânica de sucesso – e contribuiram para a construção mediática de uma imagem de perfeição utópica que ainda hoje é propagandeada pelo site oficial do casal.

Agora, os Media britânicos estão enredados numa densa malha de cumplicidades com a imagem de “pais estremosos” que construiram para melhor vender papel, já que a população britânica não compraria artigos que aludissem à mais remota possibilidade de um dos seus ser um assassino de crianças… Preferindo responsabilizar um pedófilo anónimo e desconhecido, talvez português, talvez espanhol… No máximo lusobritânico (Murat). Antes a Polícia Judiciária era criticada aqui pela sua lentidão e inépcia… Agora porque orientou baterias contra os pais, perante provas periciais que… muito judiciosamente foram recolhidas por um laboratório britânico… Será porque está a acusar “inocentes” (não dizemos que o não sejam) e a desviar o foco da investigação da tese do rapto.

Os índicios existentes: o sangue no jipe alugado 25 dias depois da morte de Madeleine; os vestígios de sangue no cortinado e na parede do quarto; os odores de cadáver na roupa de Kate e no urso que leva sempre consigo; a estranha dormência dos gémeos no quarto agitado na noite do desaparecimento; as contradições quanto à hora do desaparecimento no discurso dos pais, etc, etc. Todos são indícios que apontam para aquela tese que parece reunir hoje mais adeptos em Portugal: a morte acidental da criança por intermédio de uma dose mortífera de sedativos. Mas e então como se explica o sangue nos cortinados, na parede e no jipe? O que fizeram com o corpo? É melhor nem pensar… Mas falamos de um cirurgião, treinado para lidar com corpos humanos como se fossem simples… Máquinas. E de britânicos, povo famoso pela sua fleuma e incapacidade para exprimir emoções… Não quero acreditar, mas as provas apontam neste sentido. É inútil negá-lo e só a cegueira britânica impede os seus media de ver esta evidência: Há pelo menos provas suficientes para considerar Kate e Gerry como suspeitos do desaparecimento da sua filha.

Por fim… Este caso é o caso do Século. Assim como o de Jack, o Estripador o foi do Século XIX, este caso “Madeleine” será e é-o já, o caso do Século. Pela projecção mediática… Pelas pressões diplomáticas do Governo britânico para que a PJ desviasse para aqui meios raros e escassos alocados a outros casos; pelas pressões diplomáticas que levaram ao encontro com o Papa; pelo uso da ciência genética mais avançada do mundo no reconhecimento de escassos vestígios biológicos numa parede ao fimuitas semanas… Pelo uso, enfim, da Internet como ferramenta de promoção de uma Campanha em prol do achamento de Madeleine McCann.

O que acha que aconteceu a Madeleine McCann?1) Foi raptada por uma rede de pedofilia
2) Foi raptada por uma rede de adopção ilegal
3) Foi morta acidentalmente por um dos pais
4) Foi morta intencionalmente por um dos pais
5) Fugiu sozinha e sofreu um acidente

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Categories: A Escrita Cónia, Madeleine McCann, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa, Wikipedia | 37 comentários

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37 thoughts on “Novas reflexões sobre o desaparecimento (?) de Madeleine McCann, o Racismo Britânico e tese da “morte acidental” por Kate McCann

  1. arucci

    continuam sem convencer as teses díspares que têm surgido.
    até penso, para o futuro, que deva ser melhor aos pais ponderarem muito bem sobre o que devem fazer depois de terem comunicado a uma polícia portuguesa o desaparecimento de seus filhos.
    cá me parece que se estrabucharem muito vão ser acusados de homicídio.
    isto sim que tem sido o mais evidente!

  2. Fiz alusão a isto mesmo no meu blog. Tiques imperiais e xenófobia. É outra vez um caso tipo, que mostra como estes bifes na realiadade são. Norte-Americanos, Australianos e Britânicos, são todos iguais. Xenófobos, imperiais e sanguessugas dos recursos alheios!

  3. Nem todos, nem sempre…
    Mas que esse condimento está fortemente presente neste caso…
    Não há como negar!
    A menos que…
    se seja anglo-saxão…

    (e contudo a CNN tem passado algumas reportagens notavelmente contidas e imparciais. Sendo o pior exemplo o da Sky, que alinhou cegamente pelos pais, sem querer nunca saber da verdade dos factos)

  4. Golani

    ehehe

    vejam o fórum The hunt for Maddy no The Mirror

  5. Golani

    Norte-Americanos, Australianos e Britânicos, são todos iguais. Xenófobos, imperiais e sanguessugas dos recursos alheios!

    um comentário bastante imparcial …ehehe

  6. “McCannism”?
    E Canibalismo?
    Esse forum revela todo um Universo desenvolvido em torno do… McCannismo.
    Revela muito racismo, pelo que compreendo o contexto do comentário do Eurico, mas tb que nem todos os britânicos alinham cegamente pelo McCann como parece ser a leitura da maioria dos Media…

  7. Golani

    mas leste o fórum do Mirror !?

    a maioria dos posts é extremamente critica dos McCann, defendem a PJ, acreditam na hipótese de morte acidental, traduzem as noticias dos jornais portugueses etc….

    exactamente o oposto do que estão a acusar os ingleses

  8. Não li todas threads, mas li algumas sobre aquilo que pensavam da PJ e não me recordo de ter visto aqui elogios ao papel da nossa polícia…
    E sim, reparei que há threads em que expoêm algum criticismo pelos McCann, sobretudo pelo facto de deixarem os miudos sózinhos no quarto.
    E tb reparei como o forum já foi “contaminado” por portugueses 😉
    Quem já privou com ingleses, especialmenta da chamada “working class” a que estes teoricamente não pertenceriam sabe onde estão os compradores dos tablóides que agora espelham tão bem este sentimento racista e quem persegue os emigrantes portugueses no norte do reino unido e no Ulster…
    Mas há muitos ingleses de bom senso. Como em todo o lado.

  9. Por todos os motivos, todos desejamos é que a menina apareça sã e salva.

    Mas, os sinais, a se confirmarem, são no sentido da pior das possibilidades.

    O significado de um resultado que resulte na incriminação dos pais, destes em particular pelo contexto da envolvente que os próprios criaram, está para além do lado mais negro da humanidade.

    É fundamental que a verdade seja solidamente descoberta.

  10. Neste momento, o que mais me incomoda é o silêncio da PJ…
    Será que não há ninguém naquela Instituição capaz de fazer um pequeno, mas necessário, esclarecimento ao país?
    Com tanta polémica e tantas hipóteses já levantadas, qual filme melodramático(!) em que o final será realmente o mais inusitado, não existe ninguém que tenha coragem (ou tomates) para nos dizer o resultado dos exames laboratorias? Sem acusações precipitadas nem alaridos e cumprindo o segredo de justiça? Ou será que a PJ já aprendeu com o nosso Governo que se remete ao silêncio nos momentos críticos?
    Lembram-se que o Sócrates andou quase um mês para nos falar do seu percurso académico? Isto para só falar de algo mais flagrante, sim, porque como cidadã, fiquei sem saber as habilitações reais do nosso 1º Ministro!

  11. Golani

    Scotland managed to gain all five points from their first Pool C match against World Cup debutantes Portugal on Sunday, in a 56-10 win.

    Those who expected Portugal to wilt under the pressure of a side with significantly more World Cup experience than them were sorely mistaken. Right from the anthems the signs pointed to a rousing display, full of courage and passion from the Portuguese.

    Os Lobos positively belted their anthem out, while Scotland went about theirs in an altogether more sombre manner. That was reflected in the way they played for large periods. They did eventually run away with the game, but the performance will be of concern to coach Frank Hadden.

    The early stages of this intriguing affair were dominated by Scotland, but too many basic errors cost them dear. Many expected the floodgates to open early, but despite an early brace of neatly taken tries from the impressive Rory Lamont, Scotland found the going tough.

    The opening try demonstrated Lamont’s power, while his second was a show of his pace, having fended off the last defender to race away. Both tries were converted and it seemed Scotland would kick on and rack up an impressive score. But Portugal had other ideas, despite a third Scots try, from hooker Scott Lawson after a clever cross field kick by Dan Parks.

    With the majority of the crowd firmly behind Portugal they were brought to life with the most popular score of the evening. The crafty Duarte Cardoso Pinto, who impressed throughout, was able to free his arms in contact to find Pedro Carvalho who somehow squeezed his way over. The joy of the Portugal players was unbridled and the score was no less than they deserved.

    Conceding a try straight from the re-start showed the frailty of this Portuguese side, Rob Dewey the benefactor, and again all signs pointed to Scotland finally getting into their stride. But again, back came the plucky Portuguese, and again they were rewarded again for their efforts. With Jason White being a little over eager to break from a defensive scrum he afforded Pinto another shot at goal. Again the little fly-half slotted the points.

    A series of penalties, four in as many minutes, from Portugal resulted in a yellow card for João Uva as referee Steve Walsh finally lost patience. The fact they did not concede a single point whilst a man down is a testament to their spirit, although some of the rugby played by Scotland in the same period was truly woeful.

    Looking more relaxed with the ball in hand, and making their first time tackles count, Portugal frustrated Scotland for close to twenty second-half minutes. Yet, as expected, their legs began to tire, and Scotland found the going somewhat easier as they added four tries in the closing quarter.

    But Portugal were not without their chances during this period, the most notable wasted by Carvalho, who dropped the ball with a three-man overlap begging. As it was they would fail to trouble the scorers again, not for the want of trying.

    What will have pleased Tomás Morais is that his side did not simply gift Scotland tries. Each and every second-half try was a result of concerted pressure, with the Portuguese back row prominent in defence, and captain Vasco Uva playing the game of his life.

    If Scotland harbour serious quarter final ambitions they will need to play with more structure and less wild abandon than they did here. Too often they tried to force the issue, not to mention failing to execute the basics of passing. On several occasions they lost all momentum in their attacks through poor passing as players had to check their runs to take passes behind them.

    Having played two warm-up games and spent the last three months together as a squad there is no excuse for such rudimentary errors. Credit must go to the manner in which Portugal hounded the Scots; their defence was tenacious, if what a little scrappy at times.

    For Scotland the main objective was achieved, a bonus point victory, but they will leave for Edinburgh with much to ponder. Portugal on the other hand emerge from a gruelling encounter with much credit and more than a few admirers of their passionate style.

    Man of the match: Whilst Rory Lamont impressed with a two-try performance this award goes to Portugal. Despite a heavy defeat in their World Cup debut they had several star performers. The best of them was captain Vasco Uva, who never stopped working in both attack and defence and was the epitome of the manner in which Portugal approached this game. A superb display which inspired his team mates to follow suit.

    Moment of the match: Call us sentimental but it has to be Carvalho’s try, the first ever by Portugal in Rugby World Cup history, and a much deserved one at that.

    Villain of the match: Nothing out of sorts from anybody, a good clean game.

    By Marcus Leach

    SKY Sports

  12. Ok… Compreendo onde queres chegar…
    Mas repara como não foi cometido um único erro na grafia destes nomes portugueses… Suspeito, hem?
    Vai uma aposta em como por detrás deste texto assinado por Marcus Leach anda um português?…

    E nunca disse que todos os anglosaxões tinham sentimentos de superioridade racial perante os portugueses. O que digo é que a sua matriz cultural propicia a esses sentimentos em relação a todos os povos mediterrânicos. Isto significa que há uma propensão, mas quando no indivíduo sujeito a ela, existe Cultura e Inteligência bastante esse sentimento é fácilmente vencido. O problema existe, mas nas camadas sociais com menos instrução, mas aqui, é particularmente grave e tem-se agravado com o aumento da emigração lusa para o RU, como demonstram os recentes (e graves) fenómenos de xenofobia no Ulster e na Escócia.

  13. Golani

    Mas repara como não foi cometido um único erro na grafia destes nomes portugueses… Suspeito, hem?
    Vai uma aposta em como por detrás deste texto assinado por Marcus Leach anda um português?…

    ehehe..caramba, tás a ficar um pouco paranóico…além que o tipo até fez um erro..escreveu Los Lobos..eu é que corrigi….e os nomes devem ter sido copy past

    O que digo é que a sua matriz cultural propicia a esses sentimentos em relação a todos os povos mediterrânicos.

    eheh…deixa estar que os franceses nem têm a mania nem nada

    O problema existe, mas nas camadas sociais com menos instrução, mas aqui, é particularmente grave

    e o que achas que se passa com pop. portuguesa pobre, que vive em bairros sociais ?

    não é uma questão de “raça” …. mas sim de educação e formação e cultura

    como demonstram os recentes (e graves) fenómenos de xenofobia no Ulster e na Escócia.

    na Escócia não me recordo de incidentes graves

    a Irlanda do Norte é diferente…é uma zona complicada, sempre foi, com problemas sociais-económicos e criminalidade sérios….até à pouco tempo era uma autentica “zona de guerra”

  14. Golani

    “A Portuguesa” no Mundial Rugby 2007

  15. César Augusto

    Cá para mim, a Madeleine foi acidentalmente morta por negligência dos pais, senão vejamos:

    Primeira tese: morte por sobredosagem (overdose) de um sonorífero comunmente comercializado na Inglaterra (mas não em Portugal) para os miúdos dormirem e não chatearem.

    Segunda tese: Os pais têm eventuais “vícios” comportamentais de inconsciência e desleixo inqualificáveis em relação aos seus filhos, abandonando crianças de tenra idade, deixando-os entregues a si próprios e num quarto dum Ocean Club algures num país estrangeiro (havia algo por detrás muito apelativo para que isso forçosamente acontecesse). Ora, pelo que se desconfia (e até já rodam imensos boatos pela NET), o casal inglês terá por prática corrente, encontros sexuais pouco abonatórios e condutamente pouco morais, como a troca e partilha de relações sexuais conjuntas (Swing ou troca de casais e encontros para sexo em grupo). Ao que se desconfia, estava prevista uma “noitada de festarola e bacanal” algures num dos apartamentos do empreendimento turístico. Ora, os miúdos estavam a ser um valente frete… daí bota a moer p`ra frente e houve que adormecê-los… (sim, primeiro a garreiada e as quecas e só depois os miúdos!!!). Solução: sonoríferos para cima, para se livrarem deles e ficarem com a noite livre! A Madeleine éra a que estava mais intransigente em adormecer, daí ter levado com dose “tripla”! Em seguimento, o pequenino organismo da criança e o seu coração não resistiram… e a menina pifou!!!

    Terceira tese: Com a posterior descoberta do catastrófico acidente, houve rápidamente que se desenvencilharem do corpo da menina. Ora, pais médicos cirurgiões, habituados a dicecar, cortar, serrar etc… não é muito difícil adivinhar o que poderá eventualmente ter acontecido. Daí haver credíveis indícios no apartamento de pingos de sangue, fortes odores a cadáver no quarto (e na cozinha), sendo muito evidentes esses cheiros nas roupas de Kate Mc Cann… além ainda nas chaves do monovolume alugado, no seu porta-bagagens, no ursinho de peluche (que éra sempre levado na mão por Kate) etc, etc!

    Depois, por que é que o peluche foi lavado com detergente (como Kate acabou por confessar à PJ?
    Depois, porque é que o avô materno admitiu pela primeira vêz que éra prática corrente darem esses sonoríferos às crianças (ele próprio e a avó já os tinham dado inúmeras vezes aos netos)?
    Porque é que os Mc Cann engendraram todo este “teatro” para entreter e desviar as atenções da PJ nas linhas de investigação, corroborando a tese de rapto (que está agora afastada por falta de bases de credibilidade)?
    Por quê toda essa relação de pacto com os Media enquanto as investigações judiciárias corriam para o lado contrário e porquê todo esse fechamento súbito, má disponibilidade, cinismo e afastamento quando de repente tudo passou a correr de mal a pior para o lado dos Mc Cann? “-Quem não deve, não teme!!!”

    Olhem, perante tantas evidências, só não vê quem é cego e idiota! O puzzle é muito fácil de montar e só a escumalha que escreve esses tablóides inglêses parvos é que não vêm o que está tão escarrapachado bem à frente das suas cornaduras !

    Que não façam é dos portugueses uns parvalhões e uns otários… e da nossa polícia judiciária uma incompetente terceiro-mundista como não param de fazer! Só mesmo desses imbecis inglêses que ateimam nesses tiques de superioridade racial e nessas reminescências de trato superior, sempre cheios de cagança e com manias de imperialismos, autoritarismos barrôcos, arrogâncias e manias de se armarem em melhores e mais civilizados que os outros.

    Então? São tão bons que jamais conseguiram deslindar os imensos casos de estripadores e assassinos que todos os meses assolam os noticiários britânicos? Nem nunca sequer desmancharam os casos das centenas e centenas de raptos, sequestros e afins… nem muito menos conseguiram deslindar o caso duma hipotética sabotagem que levou à morte acidental da Princesa Diana… e este caso recente do miúdo que foi baleado na nuca ainda no mês passado… até agora, nada!!! Nem sequer conseguiram encontrar suspeitos…
    E vai por aí adiante… é toda uma lista infindável de falhanços de pura incompetência e erros crassos.

    Por isso, antes de criticarem os outros, esses ingleses da bósta que olhem primeiro para o seu próprio umbigo e descubram os seus imensos podres!

  16. Ana

    Concordo totalmente com César Augusto!
    Melhor dito, impossível!

  17. Como alguém disse na televisão, esta parece ser a maior fraude alguma vez consumada em Portugal.

    E ao que tudo indica, com fortes indícios de pressões políticas sobre o nosso governo de forma a que a verdade fique enterrada para sempre.

    Igual, sob o ponto de vista de encenação, a confirmarem-se as suspeitas, só a do Alves dos Reis no séc.XIX.

    O avô do Bernard

  18. as minhas “conclusoes” estao feitas ha muito…
    as madeixas da mae estao impecaveis bem como a cor do baton tao discreto adoro a roupa – sport casual – sempre coordenada ,os brincos …
    o evitar contacto directo dos olhos…

  19. Golani

    como se vê, nem toda gente em Inglaterra partilha a mesma opinião:

    A protecção mediática aos McCann pelo “governo e imprensa” resume-se ao “dinheiro e influências próprias de quem se movimenta numa classe alta”, diz Caroline, 42 anos, saturada de “tanta hipocrisia”. Dois blocos de apartamentos em direcção a Leicester marcam o mundo real à saída de Rothley, zona desfavorecida e onde os vizinhos se recusam “a cair no ridículo”, segundo Jenna Smith. “Nunca os meus dois filhos ficaram sozinhos em casa – se o fizesse já mos tinham tirado”, lamenta a jovem de 20 anos à entrada para mais um turno na caixa do supermercado.

    Caroline não acredita nem deixa de acreditar na morte “horrível” de Maddie, o que a choca são “os privilégios de uma gente acima de qualquer crítica”. Prioridade de um primeiro-ministro acabado de chegar, “uma imprensa cega, assessores de imagem e honras quase de Estado” em todo o lado. “Não comento suspeitas da polícia portuguesa mas respeito-as, é bem diferente”, diz Paul Arche. E Kate e Gerry “são pessoas comuns, tratem-nos como tal e deixem os portugueses trabalhar – que interesse teria a polícia?”

    “Nós podemos provar que os pais o fizeram” é a frase que faz capa no ‘Daily Express’ e cita fonte próxima da Judiciária – “só não vê quem não quer”, reforça Paul, com o jornal enrolado debaixo do braço. “Temos de perder alguma arrogância e aprender a olhar para dentro. São tão bons em destruir quem nada fez porque não apertam os tablóides e as televisões com eles? Porque insistem na vitimização e não passam às perguntas certas?”, pergunta o barbeiro de 46 anos. Mas “talvez não queiram, não haja interesse em virar a página e trabalhar a sério uma vez na vida…”

    Mas a investigação, reforça Caroline, pouco interessa para o caso. “Já que lhes deram tanta atenção, importante é perceber porque razão ninguém aqui fala, no mínimo, em negligência. Porque deixar três filhos daquele tamanho sozinhos em casa não é uma questão de cultura, é negligência grave e à atenção dos serviços sociais…”

    No fundo, “são médicos, ricos e conhecem gente”, nada falta aos McCann na Crescent Street, o elegante quarteirão onde se ergue a maior casa da vila. Está avaliada em mais de 750 mil euros, apurou o CM, com vários quartos, duas garagens e terreno relvado. Os vizinhos chegam em carros topo de gama e passam ao lado do aparato de jornais e televisões.

  20. Golani

    um artigo do Australiano Herald Sun:

    Madeleine, where have you gone?

    September 12, 2007 12:00am

    MISPLACED sympathy is a common symptom of those afflicted with bleeding-heart syndrome.

    These poor folk will defend the indefensible, make excuses where none exist and generally forgive any behaviour no matter how abhorrent and irresponsible.

    They are out in force again, lining up to support Kate and Gerry McCann, who are now considered suspects by the Portuguese police in the disappearance of their daughter Madeleine.

    Leading the charge in Australia are those quick to connect the case with that of Lindy Chamberlain, despite the circumstances being world’s apart in just about every way.

    In the UK, the McCanns, who by their own admission repeatedly left their young children all alone while they ate and drank with friends, have been practically sanctified.

    Whether the McCanns are responsible for Madeleine’s disappearance is for the Portuguese police and judiciary to determine, but from what we already know they should be charged with neglect for leaving a four-year-old girl and twin two-year-olds alone and unprotected in a hotel room for up to 30 minutes at a time.

    Any decent parent can tell you a lot can go terribly wrong in that time, even without an intruder.

    Now there is some dispute about whether the kids were checked on at all during the dinner the McCanns were enjoying at a nearby tapas bar.

    Some members of the McCann party, who also left their kids alone in their rooms, said they “checked” on the children.

    But only by listening at the door to see if any were crying.

    Unfortunately, children that have already been abducted tend not to be heard.

    The McCanns maintain they left the children to fend for themselves because they did not want strangers looking after them.

    This excuse was exposed for all its absurdity when it was revealed they had been using the hotel’s child-care program on every day of their stay in Portugal.

    Which begs the question: why take the kids on a holiday with you if you have no intention of spending any time with them?

    Across Europe, many children go missing everyday but no case has received the amount of coverage the McCann disappearance has generated.

    Yet, despite every micro detail of the events leading up to the disappearance being scrutinised, there has been virtually no critical analysis of how two wealthy, well-educated parents could be so reckless as to leave their children alone in a foreign country.

    Instead, the bleeding hearts would have us believe many parents regularly do this without any such consequences.

    I’m sorry, did I miss something?

    Since when have parents been leaving four-year-olds alone?

    If the McCanns were a couple of simpletons who’d left three kids on their own so they could go down to the pub for a pot-and-parma, the press would’ve shredded them for their selfish conduct and demanded the twins be removed from their care.

    But the McCanns have somehow escaped any real scrutiny from the media and the public at large.

    This may be largely due to the formidable PR machine they have in place. They have recruited everyone from David Beckham to the Pope to pray and plead for Madeleine’s safe return.

    One can only wish they showed a fraction of this devotion to their children before their daughter’s disappearance.

    In the coming months, we are likely to learn more about what really happened on May 3 in that idyllic little corner of Portugal, which will forever be linked to a beautiful little girl with the haunting, blue-green eyes.

    Whether Madeleine was abducted by a stranger or is a victim of filicide or accidental death is a long way from being determined, but what we can say safely is that her fate was sealed by her parent’s gross negligence on that tragic night.

    RITA PANAHI is a social commentator

  21. Esta Rita…
    “In the coming months, we are likely to learn more about what really happened on May 3 in that idyllic little corner of Portugal,”
    ídilico? Aquele caos urbanístico que é (quase) todo o AllGarve? Pois sim!

    Mas adiante.
    Existe nos últimos dias, e sobretudo depois da divulgação dos resultados das análises de Birmingham um acentuado virar da inclinação maccannista da OP britânica… A Sky que parece ter alinhado com os mccannistas logo desde o começo, está também a virar e a liderar esse “reviralho”…
    Parece-me que opiniões como esta serão cada vez mais comuns, no RU.

    Mas atenção, nada disto (este reviralho) altera o meu pressuposto inicial:
    1. Existe um sentimento racista subjacente à maneira como a nossa PJ é encarada nos Media e na maioria da OP britânicos.
    2. Esse sentimento é matricial à cultura anglosaxónica e germânica, mas não é global e concentra-se nas camadas menos instruídas da população

  22. Golani

    2. Esse sentimento é matricial à cultura anglosaxónica e germânica, mas não é global e concentra-se nas camadas menos instruídas da população

    errado

    os maiores críticos dos McCann no RU são os das classes inferiores

    sentem que se fosse com eles, se tivessem deixado as crianças sozinhas para irem beber uns copos com os amigos, tinham sido crucificados (independentemente do que aconteceu a seguir)…seriam sempre eles os culpados..directa ou indirectamente por terem deixado as crianças desprotegidas

    sentem que os McCann foram santificados por serem classe alta e terem amigos e importantes

    tu acusas os outros de xenofobia, mas quem insiste em ver o mundo a “preto e branco” és tu

  23. Golani

    1. Existe um sentimento racista subjacente à maneira como a nossa PJ é encarada nos Media e na maioria da OP britânicos.

    as sondagens feitas apontam para que cerca de 50% da pop. britânica esteja satisfeita com a prestação da PJ

    e eu já te indiquei o fórum do Mirror (um dos mais conhecidos) onde se critica fortemente os McCann e apoia a PJ

  24. Golani

    ídilico? Aquele caos urbanístico que é (quase) todo o AllGarve? Pois sim!

    ehehehe ……e a culpa é dos ingleses, não ?

    by the way a Rita escreve no Herald Sun…da Austrália

  25. sa morais

    Aqui tenho de concordar um pouco com o Golani, apesar de não ter lido com a devida calma o que está para cima… Os Ingleses não são dos mais “snobs/imperialistas” em relação a Portugal… Os irlandeses e escoceses, nada mesmo! Conheci bastantes e eram pessoas fantásticas, de trato fácil e muito abertos.

    A francesada é bem pior…

    A culpa de muito disto também é dos nossos media…

    Espero para ver… Untill the fat lady sings…

  26. Anabela

    Estive aqui a passar rápidamente os meus olhos por todos estes comentários e apeteceu-me escrever algumas palavras.

    Acho que deviamos todos reflectir um bocadinho sobre alguns pontos que muitas vezes ficam esquecidos.

    A todas as crianças que diariamente desaparecem e cujas familias vivem desesperadas, sem nunca mais lhes saber o rasto, como é o caso do Rui Pedro e de outros tantos casos que acontecem infelizmente com mais frequência do que era esperado.

    À menina Joana da Figueira, e todas as Joanas do mundo, que sofreram mais do que muitos de nós alguma vez sonhamos, e que apesar de todos os sinais, ninguém à sua volta fez nada..enquanto podiam para ajudá-la. Sociedade hipócrita e ingrata…

    A todos os polícias que diariamente arriscam a vida, deixam as suas famílias durante tempo indeterminado, abdicam de milhares de coisas e até da própria vida, para se dedicarem aos casos que lhes são entregues, e que infelizmente não são reconhecidos. Se um polícia faz algo de errado é notícia de destaque em toda a comunicação social e afins e anda na boca do povo durante dias ou até semanas. Se um polícia sofre, ou se faz algo de bom, ninguém liga, e o máximo que se pode ouvir é: “Não faz mais do que o seu trabalho, é para isso que lhes pagam”.

    Que mundo é este em que vivemos??

  27. Renata

    Porque é que não deixam a Polícia trabalhar em paz, e deixam de dar palpites??

    Quem é que gosta de estar no seu local de trabalho e ter várias pessoas à volta a dizer o que é que deve fazer e como é que deve fazer??

  28. Golani:
    “2. Esse sentimento é matricial à cultura anglosaxónica e germânica, mas não é global e concentra-se nas camadas menos instruídas da população
    errado
    os maiores críticos dos McCann no RU são os das classes inferiores”
    -> Neste concreto não me refiro especificamente aos McCann, mas ao impulso existente nas culturas germânicas para uma propensão para a crença numa superioridade racional em relação aos povos do sul da Europa.

    “sentem que se fosse com eles, se tivessem deixado as crianças sozinhas para irem beber uns copos com os amigos, tinham sido crucificados (independentemente do que aconteceu a seguir)…seriam sempre eles os culpados..directa ou indirectamente por terem deixado as crianças desprotegidas”
    -> E sentem com razão. Já demonstrei aqui que os McCann estão muito bem rodeados e que detêm uma influência ímpar junto do Governo do Labour…

    “tu acusas os outros de xenofobia, mas quem insiste em ver o mundo a “preto e branco” és tu”
    -> Essa apetência para a rotulagem…
    -> Escrevi bastas vezes que o reconheço nos anglosaxões e nos germânicos em geral é uma inclinação, uma propensão para uma atitude de superiordade racial para com as demais raças, mas sobretudo com as raças “escuras”, do Sul da Europa e dos demais continentes. Uma propensão não é uma característica universal. É uma inclinação histórica. não individual. Isto não é ver a “preto e branco” é ver tudo a “cinzento”, como o mundo de facto é.

    “1. Existe um sentimento racista subjacente à maneira como a nossa PJ é encarada nos Media e na maioria da OP britânicos.
    as sondagens feitas apontam para que cerca de 50% da pop. britânica esteja satisfeita com a prestação da PJ”
    -> Agora. Só agora, que as provas se multiplicam e apontam o dedo para a família… E quando estas começaram a surgir, negas que a Sky e com ela a maioria dos Media preferiram zurzir na competência “mediterrânica” da PJ em vez de que se questionaram sobre as novas provas? Tenho um artigo do Times publicado nesses primeiros dias que é particularmente expressivo e que hei-de comentar aqui brevemente.

    “e eu já te indiquei o fórum do Mirror (um dos mais conhecidos) onde se critica fortemente os McCann e apoia a PJ”
    -> Apoiar… Não vejo lá só expressões de apoio…Embora, admita, que são raros aqueles que ali defende (hoje!) os McCann…

    “ídilico? Aquele caos urbanístico que é (quase) todo o AllGarve? Pois sim!
    ehehehe ……e a culpa é dos ingleses, não ?”
    -> Não… É de um modelo de gestão autárquica que torna os autarcas demasiados dependentes das novas construções e dos financiamentos do sector imobiliária.
    -> E de Leis lassas e quase nunca vigiadas…

    Sá:
    “Aqui tenho de concordar um pouco com o Golani, apesar de não ter lido com a devida calma o que está para cima… Os Ingleses não são dos mais “snobs/imperialistas” em relação a Portugal… Os irlandeses e escoceses, nada mesmo! Conheci bastantes e eram pessoas fantásticas, de trato fácil e muito abertos.”
    -> Não vi nenhum racismo, de facto entre os irlandeses da Irlanda (e bati todo o país de carro há 4 anos), nem na Escócia (embora aqui, por vezes, nas grandes cidades…). Mas não me referia a estes, referia-me aos cockneys de Londres e da Inglaterra propriamente dita.

    “A francesada é bem pior…”
    -> Sem dúvida. Especialmente os do Norte, mas menos os do Sul, especialmente os da faixa mediterrânica.

    Anabela:
    “Estive aqui a passar rápidamente os meus olhos por todos estes comentários e apeteceu-me escrever algumas palavras.”
    -> Esteja há vontade! A caixa de comentários está cá para isso mesmo…

    “Acho que deviamos todos reflectir um bocadinho sobre alguns pontos que muitas vezes ficam esquecidos.
    A todas as crianças que diariamente desaparecem e cujas familias vivem desesperadas, sem nunca mais lhes saber o rasto, como é o caso do Rui Pedro e de outros tantos casos que acontecem infelizmente com mais frequência do que era esperado.”
    -> O problema do Rui Pedro é que não era nativo do país do mundo com a imprensa mais dinâmica, nem era via pai, ligado ao partido no Poder… Nem desapareceu num país estrangeiro… Nem teve a Sky por detrás logo nos primeiros dias… Etc, etc… Enfim, o problema do Pedro, era que era “apenas” português.

    “À menina Joana da Figueira, e todas as Joanas do mundo, que sofreram mais do que muitos de nós alguma vez sonhamos, e que apesar de todos os sinais, ninguém à sua volta fez nada..enquanto podiam para ajudá-la. Sociedade hipócrita e ingrata…”
    -> Um exemplo curioso… Ainda me lembro de ver as imagens da mãe na televisão a chorar e a pedir pelo regresso da menina… Ela que se sabe hoje o que lhe fez… Não haverá aqui um paralelismo curioso com este casal McCann de acordo com as novas provas entretanto expostas?

    “A todos os polícias que diariamente arriscam a vida, deixam as suas famílias durante tempo indeterminado, abdicam de milhares de coisas e até da própria vida, para se dedicarem aos casos que lhes são entregues, e que infelizmente não são reconhecidos. Se um polícia faz algo de errado é notícia de destaque em toda a comunicação social e afins e anda na boca do povo durante dias ou até semanas. Se um polícia sofre, ou se faz algo de bom, ninguém liga, e o máximo que se pode ouvir é: “Não faz mais do que o seu trabalho, é para isso que lhes pagam”.”
    -> Bem verdade. Profissão tramada, exigente e perigosa é mesmo essa… A escassez de meios, a sobrecarga de trabalho e a falta de apoio são os 3 grandes problemas da nossa polícia e se houve erros técnicos na sua conduta neste caso, deveram-se certamente a estes factores… Tivesse a Scotland Yard os nossos meios e certamente piariam menos de Galo.

    Renata:

    “Porque é que não deixam a Polícia trabalhar em paz, e deixam de dar palpites??
    Quem é que gosta de estar no seu local de trabalho e ter várias pessoas à volta a dizer o que é que deve fazer e como é que deve fazer??”
    -> temos o direito de falar e opiniar sobre a acção de uma entidade do Estado… Não o poder fazer, seria viver em ditadura, cara Renata.

  29. Golani

    Only 20% of public believe McCanns are completely innocent

    Last updated at 18:40pm on 16th September 2007

    Only 20 per cent of the public believe that Kate and Gerry McCann are completely innocent, according to a newspaper poll.

    Nearly half of respondents to the YouGov poll for The Sunday Times (48 per cent) believe that Madeleine’s parents may have been responsible for her accidental death, while 32 per cent were undecided.

    Meanwhile 40 per cent said that the McCanns’ had brought suspicion on to themselves through their high-profile campaign, 50 per cent disagreed.

  30. Estão a virar… Claro. Mas só após uma sucessão de provas lançadas para o público que apontam na direcção deste cada vez mais suspeito casal.
    Mas atenção, não me esqueço de que quando elas começaram a surgir os Media ingleses e a sua opinião pública preferiam zurzir na incompetência (suposta) da polícia portuguesa a colocarem em causa a integridade moral de um casal de médicos ingleses com ligações aos Media e ao Labour… Eu não me esqueço..

  31. Golani

    José ainda não aceitou a cirurgia que lhe pode devolver a cara

    José Mestre está indeciso. Aos 51 anos, o homem de rosto deformado, que os lisboetas se habituaram a ver sentado pelos cantos no Rossio, recebeu uma proposta de um cirurgião inglês que quer operá-lo, prometendo libertá-lo do angioma que desde miúdo lhe invadiu a cara. Mais do que lhe restituir uma face, a operação permitirá a José melhorar a sua qualidade de vida, uma vez que poderá respirar convenientemente, falar, comer e ver. Ainda assim, José, testemunha de Jeová e homem de poucos recursos, habituado a passar os seus dias a ver quem passa junto ao Café Nicola, tem dúvidas e tem medo.

    Tudo começou em Julho, quando José Mestre viajou a Londres a convite do canal de televisão Discovery, que realizou um documentário sobre ele. O programa, intitulado The Man With No Face, foi para o ar no passado dia 6, e, em vez de se limitar a contar a história de José, esforçou-se por encontrar uma solução para o seu caso. O canal contactou dois médicos famosos, Iain Hutchison, do Hospital St. Batholomew, e Loshan Kangesu, do Hospital Broomfield, e quis ouvir as suas opiniões.

    Assim que viu José, Hutchison não hesitou em propor-lhe uma cirurgia inovadora e completamente à borla. “Não cobro muitas das cirurgias que faço. Eu já recebo o meu ordenado do Estado e posso dizer que não sou pobre, não ganho tanto quanto um jogador de futebol, mas ganho bem. E não há nada melhor do que curar uma pessoa. Poder ajudar os pacientes nesta situação é algo maravilhoso”, conta o cirurgião numa conversa telefónica com o DN.

    Para que a cirurgia se concretize, basta que José Mestre aceite e que arranje um patrocinador (público ou privado) que pague as viagens e o internamento.

    José ainda não decidiu. E o médico, experiente, não consegue censurá-lo. “Ele está cansado e apreensivo. Não tem tido uma vida fácil. Já foi visto por outros médicos e passou por outros tratamentos que não resultaram. Porque é que há-de acreditar?” Além disso, existe um lado psicológico que não pode ser menorizado. Porque o rosto de cada um faz parte da sua personalidade e José Mestre viveu praticamente toda a sua vida com a cara deformada, cada vez mais deformada. Como reagirá a um rosto completamente novo (e que não terá nada a ver com a memória de si mesmo quando era adolescente)? O cirurgião acredita que José necessitará de ajuda psicológica, mas que será muito mais feliz sem a doença. “Até por motivos funcionais.” José quase não consegue respirar, fala e come com dificuldade, só consegue ver de um olho. Em breve começará a sofrer de outras doenças associadas a esta condição.

    “Já operei muitos outros pacientes com este problema, mas nunca tinha visto nenhuma lesão assim tão grande”, confessa o médico, um dos maiores especialistas ingleses em cirurgia facial e fundador da Saving Faces, uma fundação que reúne 500 cirurgiões de todo o país com o objectivo de estimular a investigação nesta área.

    “Mesmo que o José não faça a operação, já ganhou alguma coisa: ele, que nunca tinha saído do país, veio a Londres de comboio e voltou para Lisboa de avião. Foi uma aventura.”|

  32. é verdade… recordo-me bem desse homem, no Rossio, quando por lá passava todos os dias na minha infancia… Faz parte do meu imaginário e das minhas memórias. Ainda bem que a sua situação ficará minorada ou pelo menos colmatada.

  33. olá gerry e kate tem de contar o que aconteceu na naqula noite 3 de maio
    cá para mim foi o vosso amigo Robert murat

  34. se a polícia local consegue “pegar” um et,mas é claro que consegue pegar madeleine de qualquer forma,pois esta pessoa,certamente,está sob diga-se “tutela de aluguel”,ou
    seja,trata-se de uma adoção ilegal em troca de din-din,pro-
    pina!Bom,espera-se que seja reencontrada!Vai ser reencon-
    trada!Um policial ou alguém que tem um “jeitinho” de desenrolar determinadas situações do tipo ilusitadas!A polícia tem a 2.ªvoz,em toneladas!Portanto toda e qualquer tipo de situação repete-se,mas sempre tem um fim justo!Qualquer programa de tv mostra isto sim!
    Pensa-se que ela esteja sob tutela de gente pobre,sem nada,desencorajada!Madeleine é um ícone de qualquer jovem!Há tanta coisa boa a ser feita,mas infelizmente sem-
    pre há o contrário,o lado pobre,doentil e sem solução vi-
    sível!Há gente que perde a vida por engano,mas tem como
    se evitar!Ou vive-se bem o hoje ou se continua a remoer um passado sem solução e aí um futuro,colegas,sem volta!Madeleine está bem,mas precisa de um lar saudável,sua fa-
    mília,sua real identidade!Tem gente que sai de casa,sem ser raptada!Por quê?Por motivos financeiros ou até mesmo por “mudança” de sexo!A felicidade está acima de tudo!Acima das drogas e da prostituição!Não adianta remendar
    a situação que não parece ter um real jeito!Ela,madie
    vai ser reencontrada!Ela é linda e chama a atenção!Os pais
    de madie precisam ter paciência e a polícia vai conseguir
    reachá-la!A paz imposta por jesus reina no coração de qualquer tribo!Ela está sim na europa,bem cuidada e privada de sua real identidade!Boa tarde!

  35. ola eu gustava muito da menina quam rapetoua foi muito mau adeus espero que ecoterem ela xau

  36. alguma vez saberemos mesmo, mesmo, o que se passou?…
    começo a duvidar.
    ainda que tenha cá a minha “maternal” certeza…

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