Daily Archives: 2007/09/08

Novas reflexões sobre o desaparecimento (?) de Madeleine McCann, o Racismo Britânico e tese da “morte acidental” por Kate McCann


(http://img.dailymail.co.uk)

ormou os pais de vítimas em carrascos continua a agitar as mentes e as opiniões como nenhum outro neste Século.

O caso assume a relevência que assumiu devido à condensação nele de uma conjugação rara de factores que explica o seu esmagador mediatismo e que encontra as suas raízes na tradicional sensação de superioridade que sente e exprimem os anglosaxões e os povos germânicos em geral perante os povos mediterrâneos (Club Med). Sem dúvida que não estaria a escrever estas linhas se Madeleine tivesse sido raptada quando os seus pais passavam férias na Cornualha, na Islândia ou na Floresta Negra… Insere-se assim no contexto de um racismo mal escondido característico dos britânicos e que pode ser facilmente constatado em qualquer aldeamento turístico do Allgarve, do Sul de Espanha ou na Grécia. Por essa razão os muito dinâmicos tablóides ingleses se apressaram a tomar partido pelo casa de médicos – modelo familiar acabar da família britânica de sucesso – e contribuiram para a construção mediática de uma imagem de perfeição utópica que ainda hoje é propagandeada pelo site oficial do casal.

Agora, os Media britânicos estão enredados numa densa malha de cumplicidades com a imagem de “pais estremosos” que construiram para melhor vender papel, já que a população britânica não compraria artigos que aludissem à mais remota possibilidade de um dos seus ser um assassino de crianças… Preferindo responsabilizar um pedófilo anónimo e desconhecido, talvez português, talvez espanhol… No máximo lusobritânico (Murat). Antes a Polícia Judiciária era criticada aqui pela sua lentidão e inépcia… Agora porque orientou baterias contra os pais, perante provas periciais que… muito judiciosamente foram recolhidas por um laboratório britânico… Será porque está a acusar “inocentes” (não dizemos que o não sejam) e a desviar o foco da investigação da tese do rapto.

Os índicios existentes: o sangue no jipe alugado 25 dias depois da morte de Madeleine; os vestígios de sangue no cortinado e na parede do quarto; os odores de cadáver na roupa de Kate e no urso que leva sempre consigo; a estranha dormência dos gémeos no quarto agitado na noite do desaparecimento; as contradições quanto à hora do desaparecimento no discurso dos pais, etc, etc. Todos são indícios que apontam para aquela tese que parece reunir hoje mais adeptos em Portugal: a morte acidental da criança por intermédio de uma dose mortífera de sedativos. Mas e então como se explica o sangue nos cortinados, na parede e no jipe? O que fizeram com o corpo? É melhor nem pensar… Mas falamos de um cirurgião, treinado para lidar com corpos humanos como se fossem simples… Máquinas. E de britânicos, povo famoso pela sua fleuma e incapacidade para exprimir emoções… Não quero acreditar, mas as provas apontam neste sentido. É inútil negá-lo e só a cegueira britânica impede os seus media de ver esta evidência: Há pelo menos provas suficientes para considerar Kate e Gerry como suspeitos do desaparecimento da sua filha.

Por fim… Este caso é o caso do Século. Assim como o de Jack, o Estripador o foi do Século XIX, este caso “Madeleine” será e é-o já, o caso do Século. Pela projecção mediática… Pelas pressões diplomáticas do Governo britânico para que a PJ desviasse para aqui meios raros e escassos alocados a outros casos; pelas pressões diplomáticas que levaram ao encontro com o Papa; pelo uso da ciência genética mais avançada do mundo no reconhecimento de escassos vestígios biológicos numa parede ao fimuitas semanas… Pelo uso, enfim, da Internet como ferramenta de promoção de uma Campanha em prol do achamento de Madeleine McCann.

O que acha que aconteceu a Madeleine McCann?1) Foi raptada por uma rede de pedofilia
2) Foi raptada por uma rede de adopção ilegal
3) Foi morta acidentalmente por um dos pais
4) Foi morta intencionalmente por um dos pais
5) Fugiu sozinha e sofreu um acidente

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Categories: A Escrita Cónia, Madeleine McCann, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa, Wikipedia | 37 comentários

Agostinho da Silva: “todos os rios partem das mesmas fontes e que os aspectos diversos apenas advêm da diversidade dos caminhos”.

A industrialização, o avanço espantoso da robótica e da técnica permitem adivinhar um tempo em que todo o Trabalho humano, repetitivo e não-criativo tenha cessado. Ao invés do cumprimento desta promessa, o que vemos é uma crescente escravização do Homem, um acentuar das desigualdades em pleno clima de crescimento económico e à multiplicação das fomes e da miséria humana um pouco por todo o mundo… O mundo gera hoje alimentos suficientes, assim como riqueza bastante para confortar e eliminar todas as fomes e desigualdades sociais e económicas existentes, mas a sua própria existência em tal ritmo de expansão materialística indica um sério, profundo e irresolúvel falhanço do sistema que nos querem impôr como “alternativa única”: a Globalização neoliberal.

Existem alternativas políticas e económicas a este sistema asfixiante e plutocrático. A tecnologia pode e deve ser usada para o Homem e não contra ele, tornando-o num escravo mecânico ou numa “máquina de consumir”. As organizações administrativas e políticas podem ser simplificadas e reduzidas a um nível local e a um nível federador comum mínimo de forma a libertar o indivíduo de instituições que por via da coacção, da ameaça e da força façam impôr a sua vontade a todos, estrangulando a criatividade e a espontaneidade própria das gentes.

Todas as formas de expressão religiosa podem ser conglomeradas num ecumenismo que busque a sua mais profunda inspiração na comunhão de crentes profetizada pelo Culto do Espírito Santo e na sua capacidade de reunir judeus, muçulmanos e cristão nas mesmas cerimónias de culto, em locais partilhados e unidos num renovado espírito de parceria e comunhão estranho aos radicalismos que hoje infectam o mundo. Como escrevia Agostinho a propósito deste ecumenismo paraclético: “todos os rios partem das mesmas fontes e que os aspectos diversos apenas advêm da diversidade dos caminhos”.

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