Daily Archives: 2007/09/02

Brian May, guitarrista dos… E agora PhD em Astrofísica?

Não sei se conhecem um tal de Brian May

Brian May

Mas pronto. Eu posso adiantar que era o guitarrista do Queen e a notícia é que agora…

Além de ser um dos músicos Rock mais famosos do mundo poderá ser também um “PhD” (Doutorado) em Astrofísica pela Universidade de Exeter depois de ter apresentado uma tese sobre o desvio doppler das particulas de poeira do Sistema Solar e a demonstração de que esta acompanha a rotação dos planetas do Sistema. Aparentemente, May trabalhava e recolhia dados astronómicos durante o auge da carreira da banda Queen na década de 70. Agora, com sessenta anos, decidiu compilar e organizar as suas notas e apresentar a tese à Universidade de Exeter que deverá decidir até 2008 se aprova ou não a tese apresentada…

É curioso como embora tivesse abandonado os estudos para se dedicar a uma carreira tão glamorosa, May tenha mantido o interesse pela Astronomia e que agora com sessenta anos (ok! 59!) não tenha “arrumado a guitarra” e se tenha abalançado aquela que parece ter sido uma das suas grandes vocações: a Astronomia!…

Fontes:

Real Rock News

Daily Telegraph

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Da “Alma Portuguesa”, da Superação da Mesma e do… Quinto Império

“Se para nós é claro que a plenitude exige a nadificação das particulariedades do ser sujeito, o problema reside em se considerar uma nação como um sujeito e uma consciência individual, que pudesse usufruir todas essas possibilidades éticas, espirituais e místicas de sacrifício e oblação ao outro e ao absoluto. Cremos que isso é o remanescente da visão agostiniana de um excesso de paixão lusocêntrica que colhe das suas principais fontes – Luís de Camões, Padre António Vieira, Fernando Pessoa – e que, se até certo ponto prejudica a sua desejada aceitação e universalidade, por isso mesmo tende a depurar-se e autosuperar-se na ideia de uma realização desse sujeito nacional que seria Portugal pelo servir o bem do mundo e, ao limite, pela dissolução anuladora e plenificante no absoluto subjacente ao próprio mundo.”
Paulo Borges in “Agostinho da Silva, Pensador do Mundo a Haver”

Sem dúvida que as nações ou comunidades humanas de escala diversa conseguem ter aquilo a que chamamos “alma”, “atman” ou “consciência colectiva”, numa visão mais jungiana da coisa… Um grupo de indivíduos, reunido sob o mesmo grupo de matrizes culturais, agregado sobre uma conceptualização do mundo única e distinta dos demais, assume um “karma colectivo” e logo, penso que podemos falar com toda a legitimidade de “alma nacional” ou neste concreto “alma portuguesa”…. Sendo que a dita tem essa estranha e exótica particularidade de ser uma alma universal e universalista que pela sua própria essência implica uma superação de si mesma, e logo, uma anulação e uma transferência para uma outra entidade espiritual superior e trans-nacional… É a isto que Paulo Borges se refere quando procura explicar um dos maiores mistérios do pensamento agostiniano: o sentir e o exprimir de Agostinho implica um “nacionalismo”, strictu sensus? Sem dúvida que esta leitura é a explicação da relativa popularidade de Agostinho da Silva entre alguns movimentos extremistas ligadas à vertentes ultra-nacionalistas da Direita portuguesa, mas em Agostinho encontramos coisa diversa… A tolerância religiosa e étnica transpiram em todos os textos e palavras de Agostinho… O multiculturalismo, a crítica aos ímpetos centralistas e imperialistas de Madrid e da “Europa da gente loira” são abundantes… Tudo isso contradiz essa interpretação redutora do pensamento agostiniano…

De facto, como bem aponta Paulo Borges, em Agostinho o “amor a Portugal” parece servir sobretudo como um catalisador para um estado ou patamar de desenvolvimento espiritual colectivo superior que tornaria a limitada, obsoleta e incompleta “alma portuguesa” num Nirvana colectivo a que autores como Vieira, Pessoa e Agostinho chamaram de… “Quinto Império”, ou seja, o patamar seguinte do desenvolvimento da alma colectiva portuguesa, brasileira e… universal.

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