Algumas ideias criativas para… Encontrar emprego!

Encontrei no podcast “Secrets of the Job Hunt” de Greg Farley uma emissão designada “23 Creative Ideas to find Job” realizada a partir de um artigo do blog de Chris Russell. Dado que o Desemprego em Portugal é aquilo que sabemos, ascendendo já a 8,1% de toda a população activa, um valor muito mais alto que a média europeia de 7%… pareceu-me importante apresentar aqui a lista, à qual irei também somar mais algumas entradas.

Eis a dita, sendo os comentários da minha própria lavra:

1. Cartões de Visita:
Mesmo quando está sem trabalho deve ter sempre um cartão de visita, em papel e no formato habitual que possa entregar em qualquer circunstância que seja oportuna… É que esta pode surgir a qualquer momento, em qualquer lugar e deve carregar consigo – sempre – estes cartões… Pode mandar fazê-los numa gráfica ou imprimi-los você mesmo, como preferir, mas coloque aqui todos os seus contactos pessoais, desde o telefone ao e-mail e ao… Blog (ver ponto 2) e inclua aqui uma pequena frase, ou lema, sobre si mesmo, que transmita ao potencial empregador uma ideia positiva sobre si mesmo… Aliás, esta mesma frase deve acompanhar cada mensagem de e-mail que enviar dentro deste contexto.

2. Criar um Blog de “Procura de Emprego”:
Pondere a criação de um Blog especial dedicado exclusivamente à sua campanha de “Procura de Emprego”. Não colocar aqui um Currículo, mas responder aqui às três perguntas:
a. Quem sou
b. O que me motiva
c. Porque deveria contratá-lo?

AQUI podemos ver um exemplo concreto da aplicação deste modelo…

3. Apareça!
Não perca nenhum evento social ou de negócios para onde seja convidado… Conferências, seminários, apresentações, etc. Vá a tudo. E uma vez aqui converse, entabule conversas, troque experiências, enfim, faça-se visto e troque contactos com todos os que puder!

4. Jornais
Leia os jornais, tendo especialmente cuidado com as secções locais, procurando notícias sobre desenvolvimentos de negócios na sua região ou cidade, expansão da actividade de negócios existentes com possíveis novos recrutamentos. Adicionalmente pode conhecer também melhor alguma empresa a que vai responder mais tarde, dando-lhe uma vantagem competitiva quando fôr entrevistado.

5. Publique Anúncios na Imprensa
Coloque um pequeno anúncio nos jornais da sua região de interesse com uma descrição sumária da sua área profissional… É pouco provável que seja recrutado desta forma, mas sempre é mais uma maneira que pode seduzir um empregador pela sua originalidade e espírito de iniciativa.

6. Testando e Ensaindo Entrevistas
Contacte com os seus amigos e procure que estes simulem consigo uma entrevista de emprego. Procure que estes sejam realistas e assumam a mesma posição de um potencial empregador na área que lhe interessa. Antecipe as perguntas e escreva as potenciais respostas de forma a ir bem preparado para responder às perguntas que certamente irão acabar por aparecer.

7. Marque uma Entrevista
Telefone e contacte a empresa, pedindo a marcação de uma entrevista para melhor conhecer a empresa e a sua área de actividade. A entrevista – se a conseguir, o que é pouco provável – poderá dar-lhe uma alavanca para dentro da empresa ao contactar um insider e dar-lhe-á também a oportunidade de recolher dados sobre a empresa e a sua actividade. Aproveite para recolher brochuras, revistas, etc, enfim, tudo o que a empresa dispõe para oferecer aos seus clientes e que é de distribuição pública.

8. Ofereça ideias!
Tenha ideias criativas sobre como pode ajudar uma empresa e oferece-as à dita. Marque uma reunião e faça aqui uma apresentação profissional e cuidadosamente ensaiada. Se está desempregado tem tempo para ser criativo… Consulte o site corporativo da empresa, recolha aqui informação sobre a mesma e com esta informação e outra recolhida na imprensa (ver pontos anteriores) seja criativo e identifique novas soluções e proponha-as – de graça – à empresa.

9. Pague para ser ouvido
Seja agressivo e… Contacte a empresa-alvo e ofereça dinheiro para ser ouvido! Ofereça 100 euros por 10 minutos de uma entrevista com o recrutador. O problema desta abordagem é que temos que chegar à pessoa certa, e essa identificação nem sempre é fácil. Precisamos de ter também algo concreto para oferecer (ver ponto 8). Quanto ao dinheiro… Não se preocupe, geralmente acabam por esquecer ou perdoar os 100 euros e conceder mais do que dez minutos…

10. Acredite em si próprio
Acredite em si próprio… Se não acreditar nas suas próprias capacidades de encontrar trabalho, nas suas competencias e se não fôr capaz de o mostrar a um potencial empregador, ninguém acreditará…

11. Dez contactos por dia, no mínimo!
Faça 10 contactos de procura de trabalho por dia… Contacte quem quer que o possa ajudar, amigos, familiares, antigos colegas, empresas, etc. Estabeleça como patamar mínimo de contactos o número 10. Procure todos aqueles que o podem contratar ou ajudá-lo a ser contratado.

12. Vá lá pessoalmente e sem marcação
Apareça pessoalmente no escritório da empresa visada e pergunte na recepção se há alguém disponível com quem possa falar. Diga que tem uma ideia que quer oferecer (ver ponto 8). Se não o receberem, recolha toda a informação possível… Brochuras, revistas, tudo o que lhe puder dar informações sobre a empresa… Procure deixar um cartão de visita (ponto 1) para ser entregue à área de recrutamento. Este método parece ser particularmente eficaz em empresas em que existe um contacto directo com o público, seja como vendedor ou em cafés, restaurantes ou em lojas comerciais, mas pode também ser usado em empresas de escritório, mas apenas para funções muito específicas de frontoffice.

13. Investigue
Investigue e compile tudo o que puder sobre a empresa-alvo. Recolha dados na Internet, no site da empresa e em jornais e revistas. Procure informação de tipo financeira e sobre os proprietários da empresa…. Use o http://www.google.com. Fotocopie, recorte e anote tudo com comentários seus. E arrume os danos recolhidos em dossiers com ordenação alfabética.

14. Escreva uma carta à mão
Escreva à mão uma “carta de motivação” e envie-e como um prefácio ao seu Currículo. As cartas manuscritas são provávelmente dos meios de recrutamento mais poderosos simplesmente porque já quase ninguém… escreve cartas! Na carta resuma de forma muito sucinta, sempre em menos do que 10 linhas, o seu currículo, a motivação que o leva a responder ao anúncio ou a propôr o seu anúncio e deixe o seu contacto de e-mail e a morada logo no cabeçalho da carta.

15. Treine-se!
Obtenha treinamento na área que lhe interessa… Se as empresas onde pensa apresentar o seu CV são multinacionais, frequente cursos de línguas… Sobretudo se forem línguas menos conhecidas em Portugal, como o italiano ou o espanhol. Se é informático, procure uma certificação MCSE ou ITIL, frequentemente mais procuradas que uma licenciatura e Engenharia Informática, e possíveis de obter em poucos meses.

16. Actualize a sua literatura de negócios
Leia toda a literatura essencial e mais actual para o ramo profissional em que procura emprego. Esteja a par do que se passa do meio, municiando-se de argumentos para a entrevista de recrutamento. Conheça a terminologia e o jargão de negócios que mais estiver na moda… Enfim, compre e leia revistas de negócios, tipo “Exame”.

17. Monte o seu Negócio!
Começe um negócio próprio! Seja audaz, determine quais são as suas melhores perícias, reúna as suas ideias e… arranque com a sua própria empresa! Usufrua dos programas do IEFP que o ajudam e lhe dão consultoria nessa abordagem, tendo sempre em mente que em 5 anos, apenas 1/3 dos negócios se mantêm de pé… Concentre-se nas suas características, pense como as pode comercializar ou usar para comercializar um dado produto e… vá para o Mercado!

18. Anuncie
Anuncie em sites de Busca de Trabalho como o Net-empregos.com ou em jornais e revistas da sua área profissional. Publicite a sua disponibilidade e as suas características sumárias.

19. Venda!
Veja o que tem em casa e não usa ou já não precisa… Procure um fornecedor que lhe possa vender um conjunto de artigos a um preço de desconto e… Registe-se no miau.pt ou no ebay.pt e venda o que tem! Pode não conseguir viver do negócio ou ficar rico, mas pelo menos manterá algum dinheiro a entrar se não fôr demasiado ganancioso e se mantiver um bom e credível perfil como vendedor online. Pode também tentar vender Herbalife ou Amway, mas isto implicará “chatear” a sua rede de contactos pessoais e implica também um perfil de vendedor que nem todos têm…

20. Seja um fabricante!
Faça uma coisa a partir de outra, construa, molde, pinte, monte algo. Pinte pratos, pinte palhaços de cerâmica, faça conjuntos de flores secas, bolos, rissóis ou sandes e comercialize-as nos cafés, lojas e restaurantes das redondezas. Michael Dell, o fundador da Dell começou por montar PCs para os seus colegas da faculdade e acabou CEO de uma das maiores empresas de informática do mundo…

21. Registe a sua Campanha
Mantenha um registo cuidado e detalhado de toda a sua campanha… Use o docs.google.com para manter uma folha de cálculo sempre online, onde quer que esteja e mantenha-a sempre actualizada com cada passo e contacto da sua campanha. Assim, pode verificar e analisar onde está a falhar e onde pode aperfeiçoar o rumo da sua campanha de procura de emprego. Como disse Lord Kelvin: “Aquilo que não é medido, não é melhorado.” Se estabeleceu 8 contactos por dia durante a última semana e ainda não arranjou trabalho, então aumente para 10, por exemplo.

22. Seja criativo!
Seja criativo e anexe a esta lista as suas próprias ideias… Escreva-as aqui – em comentário – e publicite-as aqui para ajudar outros empenhados na mesma árdua caminhada…

Nota Final:

Repare como se pode conduzir esta Operação de “Procura Activa de Emprego” como se se tratasse de um… Emprego!

Categories: Job Searching | 8 comentários

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8 thoughts on “Algumas ideias criativas para… Encontrar emprego!

  1. Golani

    23. Emigre

    Livre Circulação

    Como cidadão de um pais do Espaço Económico Europeu, pode viajar e trabalhar em qualquer estado membro, beneficiando dos mesmos direitos dos cidadãos do país que escolher. A sua família também beneficia do direito à livre circulação, independentemente da nacionalidade.

    Autorização de Residência

    Como cidadão de uns pais do Espaço Económico Europeu, pode residir em qualquer um com certas limitações. Se tem intenção de permanecer 3 meses (ou mais de 6 em alguns países) deve solicitar uma autorização de residência nos serviços administrativos competentes do país em questão. Os membros da sua família (cônjuge, descendentes ou ascendentes a cargo) independentemente da sua nacionalidade podem acompanhá-lo e usufruir do mesmo direito de residência.

    Euro area (EA13) seasonally-adjusted unemployment stood at 6.9% in June 2007. It was 7.9% in June 2006.

    The EU27 unemployment rate was also 6.9% in June 2007. It was 7.9% in June 2006.

    In June 2007, the lowest rates were registered in the Netherlands (3.3%), Denmark (3.5%), Cyprus (3.9%) and Ireland (4.0%).

  2. Oh sim… Eu sei… A lista não é para meu uso próprio, mas uma compilação de ideias retiradas de um podcast cuja referência perdi, mais umas ideias minhas e que aqui expûs para bom uso de quem precisar desta lista.

  3. Golani

    Gasolineira espanhola vive dos portugueses
    2007/08/30 | 10:26Helena Fidalgo, Lusa

    Empregados e clientes vivem do lado de cá da fronteira, em Bragança

    A poucos quilómetros da fronteira um engenheiro mecânico de Bragança ganha a vida a atestar depósitos de gasolina o dobro do que lhe ofereciam em Portugal para exercer a sua profissão.

    Com 27 anos, Óscar Tomé é um dos funcionários de uma gasolineira espanhola que tem os seus quadros preenchidos praticamente com portugueses.

    Nove dos doze empregados do posto de abastecimento «La Chuca», em Sierras de Aliste, são da região de Bragança, deslocando-se diariamente entre Portugal e Espanha empurrados pela falta de emprego ou pelos baixos salários nacionais.

    Na mesma proporção que cresce o número de empregados floresce também o negócio desta gasolineira espanhola que «vive exclusivamente dos portugueses», como confirmou o proprietário Carlos Perez.

    Localizada junto à estrada espanhola 122, a gasolineira começou por ser, há dez anos, um pequeno posto de abastecimento com alguns bens de consumo.

    É agora uma espécie de centro comercial, que vende desde bens comestíveis a vestuário e outros acessórios, disponde ainda de bar e restaurante.

    O negócio cresceu com a subida dos combustíveis em Portugal e, sobretudo no último ano, os «buenos dias» ou o informal «olá» dos funcionários espanhóis têm sido substituídos progressivamente pelos cumprimentos em português.

    Os novos funcionários portugueses vão e vêm diariamente de Bragança ou das aldeias das redondezas.

    É o caso de Óscar Tomé que preferiu a gasolineira aos 570 euros que lhe propuseram numa empresa do ramo automóvel de Bragança para começar como engenheiro mecânico.

    Ganha o dobro na gasolineira espanhola, mais de 1000 euros mensais, um valor ainda superior ao salário mínimo espanhol, que ronda os 600 euros, mais duzentos que o português.

    Estes portugueses trabalham do lado de lá da fronteira, residem em Portugal e pagam impostos em Espanha e beneficiam das regalias espanholas.

    São contratados mas não revelam receio com o expirar dos prazos.

    Dizem que o patrão nunca despediu ninguém. «As pessoas vêm embora ou porque se cansam ou porque não se adaptam», explicam.

    Carlos Perez já perdeu a conta aos portugueses que contratou e diz que precisa de mais mão-de-obra portuguesa, «não por ser mais barata», mas porque escasseia naquela região espanhola.

    Está a pensar pedir ao centro de emprego de Bragança, pelo menos, mais um contabilista e uma cozinheira.

    O proprietário espanhol contou que a sua ideia inicial era criar ali um serviço para as povoações espanholas vizinhas, mas «surpresa, estamos a trabalhar para a emigração portuguesa», contou.

    Os portugueses depressa se tornaram nos principais clientes, inicialmente aqueles que utilizam a estrada espanhola nas deslocações entre Bragança e Miranda do Douro e os emigrantes que, nas férias, viajam pela fronteira de Quintanilha.

  4. Golani

    EXPRESSO

    Reféns do desemprego

    Portugal é o terceiro país da OCDE onde é mais difícil sair do desemprego. Por mês, apenas 3,9% conseguem

    Portugal é o terceiro país da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) onde os desempregados têm maiores dificuldades em encontrar emprego. Durante os primeiros trinta dias apenas 7,1% do total consegue regressar ao mercado de trabalho. Com o passar do tempo, vai sendo cada vez pior. Por cada mês que passa, esta percentagem diminui 1,46 pontos percentuais. Acabam por ser, em média, apenas 3,88% os desempregados que, todos os meses, conseguem regressar ao activo.

    Estas estimativas para o período 1986-2004 foram apresentadas num estudo sobre o mercado de trabalho nos países da OCDE, publicado na semana passada pela Reserva Federal de Nova Iorque. O trabalho, da autoria de Bart Hobijn e Asegul Sahin, conclui que os dois únicos países onde é mais difícil sair do desemprego do que em Portugal são Itália e Bélgica. Mensalmente, em média, apenas 2,58% e 3,45% dos desempregados nestes países conseguem voltar a trabalhar.

    A lentidão com que o mercado de trabalho português absorve os desempregados acaba por obrigá-los a passar por longos períodos de inactividade. Actualmente, quase metade dos desempregados está nessa condição há mais de 12 meses. Um valor próximo dos 44% estimados pelos autores do estudo para as últimas duas décadas.

    “A maior protecção no emprego torna mais difícil aos desempregados encontrar trabalho e, por isso, aumenta a duração do desemprego”, explica ao Expresso Olivier Blanchard, professor no Massachusetts Institute of Technology e actual conselheiro do Presidente francês, Sarkozy. O economista francês recusa, no entanto, atribuir culpas ao subsídio de desemprego por esta situação: “O valor não é anormalmente elevado em Portugal.”

    O nível de protecção, medido pela percentagem de trabalhadores que perdem o emprego todos os meses, é também estimado no artigo da Reserva Federal e confirma a rigidez nacional. Quase metade dos trabalhadores está no mesmo sítio há mais de 10 anos e, no período 1992-2004, a percentagem de trabalhadores que perdeu o emprego mensalmente não chegou a 1%. Um artigo de Blanchard com o português Pedro Portugal, publicado na ‘American Economic Review’ em 2001, estimava uma duração do desemprego em Portugal três vezes superior à dos EUA.

    Nos restantes países analisados os valores também não são muito elevados mas, ainda assim, podem chegar ao dobro do português. É, por exemplo, o caso espanhol onde, entre 1992 e 2004, mensalmente 2,03% dos trabalhadores perderam o posto de trabalho.

    O exemplo do ‘Tio Sam’

    No conjunto dos países da OCDE, os EUA são aquele onde é mais fácil sair do desemprego. No primeiro mês, três quartos das pessoas conseguem encontrar trabalho. Em média, o valor fica nos 56%. Estas conclusões não são novas. O mercado norte-americano, um paradigma de flexibilidade, é muitas vezes olhado com alguma inveja, principalmente nos países europeus com maiores taxas de desemprego.

    Os EUA já enfrentaram fases de rápido crescimento do número de desempregados mas conseguem resolver o problema em prazos muito mais curtos do que na Europa. A propósito deste problema, o Presidente americano Harry Truman disse, um dia: “Quando o nosso vizinho perde o emprego é uma recessão; quando somos nós é uma depressão”.

    Durante a sua passagem pela Casa Branca, Truman viveu um dos momentos de mais acelerado agravamento do desemprego nos EUA. Em menos de 12 meses, a taxa mais que duplicou. Em Novembro de 1948 era de 3,8%. Em Outubro do ano seguinte já estava em 7,9%. Mas, fruto da flexibilidade do mercado de trabalho e da preciosa ajuda de políticas de tipo keynesiano, a descida foi tão rápida como a subida. No final de 1950 a taxa já estava próxima dos 4% novamente.

    NÚMEROS

    7,1%

    é a percentagem de desempregados em Portugal que conseguem voltar a trabalhar no primeiro mês após perderem o emprego. Em média, a percentagem é de apenas 3,88%. Só a Itália (2,6%) e a Bélgica (3,45%) têm valores mais baixos. EUA (56,3%), Noruega (30,53%) e Islândia (30,47%) são os países onde é mais fácil voltar a trabalhar

    440

    mil desempregados foram contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística no mês de Julho. A taxa está nos 7,9% e é a mais alta desde a década de 80

    49%

    é a percentagem de pessoas que estão desempregadas à mais de 12 meses, de acordo com o INE. O desemprego de longa duração não é uma realidade nova em Portugal. O estudo publicado pela Reserva Federal de Nova Iorque estima que, entre 1986 e 2004, fossem 44%. Nos EUA, por exemplo, são apenas 7%

    0,96

    por cento é a parcela de trabalhadores portugueses que perdeu o emprego, em média, por mês nas últimas duas décadas. Espanha, Dinamarca e Islândia são os países com valores mais elevados, que se situam, respectivamente, nos 2,03%, 1,87% e 1,85%

  5. ““A maior protecção no emprego torna mais difícil aos desempregados encontrar trabalho e, por isso, aumenta a duração do desemprego”, explica ao Expresso Olivier Blanchard, professor no Massachusetts Institute of Technology”
    Continuo a descrer deste argumento… Todos conhecemos casos de pessoas que foram despedidas fácilmente de uma forma ou de outra… E Portugal é o país europeu com maior nível de precaridade, o que de per si anula parte deste argumento…
    O Código do Trabalho mudou e existem muitas e versáteis formas de despedir alguém.
    E sei muito bem do que falo, acredita.

  6. Golani

    E Portugal é o país europeu com maior nível de precaridade

    como assim se uns 20% da pop. activa praticamente não pode ser despedida ?

    (função pública e acrescentar tb contratos de trabalho antigos nas empresas com capitais públicos)

    em Portugal subsistem 2 mundos opostos: aquele em que é proibido despedir e aquele que é bastante precário….é isto que provoca enormes ineficencias e injustiças

    mas os estudos indicam que é nos mercados de trabalho mais liberalizado que se encontram as menores tx de desemprego

    mas facilidade em despedir per si não é a solução miraculosa

    as pessoas têm que q ter capacidades (educação e formação) para serem um activo valioso e desejado no mercado de trabalho…e/ou arriscarem e criarem a sua própria empresa, o seu posto de trabalho

    (saiu um livro recentemente cuja a ideia era: actualmente os trabalhadores são os donos dos meios de produção: o know how, o intelecto …e de facto é verdade nas economias de serviços basta um portátil com ligação à net, nem sequer é necessário um local físico para a empresa ….o importante são as pessoas)

    antes de criticar os “serviços” é favor analisar a correlação entre desenvolvimento económico e o peso do sector terciário na economia

  7. Rita

    experimentei divulgar o meu CV na serviço do grupo Meliora – http://www.emprego.wmn.cc/ o resultado foi excelente e é gratis

  8. Parabéns!!!!gostei muito das informações, da criação e desenvolvimento desse site!!!

    http://www.nextcriacaodesitesesistemas.com

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