Daily Archives: 2007/08/25

O Google Earth Sky em Ubuntu… Algumas voltas até chegar lá…

O Google disponibiliza já desde há alguns dias um novo serviço ao seu “Google Earth“: trata-se “Sky Mode” que permite ver o céu com fotografias de alta resolução do Telescório Hubble e obtidas noutros telescópios do mundo (americanos, britânicos e australianos, até agora). Cada fotografia inclui informação sobre a estrela, constelação ou galáxia. Infelizmente, ainda não pudemos testar pessoalmente esta nova versão, já que a versão para Linux (desde há semanas que só uso este pc com Ubuntu) parece meio críptica, no que concerne à sua instalação. O GoogleEarthLinux.bin é carregado… O Ubuntu e os demais requisitos são cumpridos, deve ser possível… Não descobri ainda é como…. Adiante!

Não espera! Parece que o “.bin” é um formato de compressão, talvez o MacBinary dos MacOS8… Abrindo a Consola e escrevendo:
rmartins@Quintus:~$ chmod 755 GoogleEarthLinux.bin
rmartins@Quintus:~$ ./GoogleEarthLinux.bin
Verifying archive integrity… All good.
Uncompressing Google Earth for GNU/Linux 4.2.180.1134……………………………………………………..

Aparece um guia assistido de instalação…
Mas depois dou com algo que deve ser necessáriamente um erro do Instalador… Diz que preciso de 60 Mb de espaço livre e que só tenho 0 Mb, o que é manifestamente falso!…

Seguindo este documento da Google:
http://earth.google.com/support/bin/answer.py?answer=44713&topic=1135 dei com o problema… Estava a dar a mais o chmod… Devía-me ter ficado pela simples execução via sh GoogleEarthLinux.bin

O directório de default de instalação é o “/usr/local/google/google-earth.” e depois de instalado aparece em Aplicações:Internet:Google Earth

Embora o Google Earth seja algo manhoso nos refersh após zoom e durante a visualização de fotografias, a função Sky trabalha bem… Para a usar temos um ícone “Sky” ou no menu Visualizar “Mudar para Céu”. Podemos pesquisar por objectos celestes, por exemplo “Mars” para saber onde está Marte no firmamento neste momento, no local onde estamos. Infelizmente, aqui, também somos massacrados pelos problemas de refresh que impedem a visualização das magníficas fotografias do Hubble… Mas a função de Zoom é espantosa e permite observer o firmamento, as suas galáxias, planetas, estrelas com um nível de detalhe verdadeiramente… astronómico!

Fonte: News.com

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A entrevista de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo ao El Pais, e sobre Oligopólios, Monopólios e Cartéis…


(http://www.smh.com.au)

Na revista do jornal espanhol El Pais de 15 de Julho surge uma interessante entrevista aquele que é para alguns o homem mais rico do planeta, ultrapassando mesmo o famigerado Bill Gates: o mexicano Carlos Slim, dono da empresa de comunicações Telnex e de uma densa rede de outras empresas sediadas no México e activas em vários locais do mundo, mas especialmente no mundo de língua castelhana.

Muito criticado pelos seus ímpetos monopolistas e pela posição de dominação quase absoluta que detém em muitos sectores económicos mexicanos o “engenheiro” (como gosta de ser tratado) controla mais de 90% da rede telefónica fixa, 80% do mercado do cimento (via Cemex), 95% do mercado televisivo (Televisa e TV Azteca) mexicanos. As suas empresas e o controlo dos Media asseguram-lhe uma posição de certo modo idêntica à de Berlusconi, com a diferença de que ainda não exprimiu vontade de ingressar na política… Slim responde na entrevista a estas acusações de oligopolia afirmando que estes não são negativos se realizarem investimentos, mantiverem bons preços e existirem alternativas, adiantando ainda que se num dado mercado de um dado país existirem oito ou duas empresas competindo entre si, isso não significa que no segundo caso o preço dos serviços seja mais alto… Mas quem garante que as empresas de Slim, ou outras, vão para de se fundir e de se adquirir umas às outras, quando só houver duas empresas no mercado? A tendência que criar um monopólio, como o consequente decaimento da qualidade de serviço, criatividade e aumento de preços não é inegável quando observamos o tipo de estratégia seguida hoje no mundo pelas grandes empresas (não há dia em que não se noticie a fusão, aquisição ou OPA de uma grande empresa sobre outra grande empresa). A este ritmo, quantas grandes empresas multinacionais haverá no mundo daqui a dez anos?… Uma?… E não é mais fácil cartelizar ou concertar preços na presença de duas empresas do que na de oito? É certo que os Estados têm leis e mecanismos para combater a formação destes cartéis, oligopólios (é Slim que usa este termo) e monopólios, mas poderão eles resistir num mundo em que as grandes empresas começam a poder reunir mais recursos, advogados e que… financiam campanhas partidiárias em larga escala?

E por outro lado… O facto de Carlos Slim viver no México, um dos países da América Latina com piores índices de desenvolvimento humano e onde mais de metade da população vive abaixo do limiar da pobreza, apesar da deslocalização de muitas empresas americanas para aqui e da imposição da cartilha neoliberal de mercado não indica que a aplicação da dita é efectivamente capaz de produzir multimilionários e aumento do PIB (Slim responde por quase 7% do PIB mexicano) mas que… é incapaz de produzir um melhoramento consistente, sistemático e generalizado da qualidade de vida das populações?

Fonte: Revista EP[S]; El Pais; 15 de Julho de 2007

Categories: Economia, Política Internacional, Sociedade, Websites | 11 comentários

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