Daily Archives: 2007/08/24

Comentário ao trabalho do epigrafista Carlos Alberto Castelo sobre a Escrita Sudlusitânica (“Escrita Cónia”)

“O Ocidente, Berço do Alfabeto e das Línguas Europeias”

“Todas as provas linguísticas são baseadas em inscrições existentes em lápides proto-históricas do sudoeste peninsular Ibérico. Sendo comum os eruditos (nacionais e estrangeiros), atribuírem designações diversas às estelas epigrafadas do sudoeste peninsular, como: Inscrições Turdetanas ou Tartéssicas, entre outras, assim se omite a identidade do povo que escreveu tais inscrições, os Konii. Povo que, nas estelas encontradas em Espanha, era identificado por Konti (ou Koniti, diminutivo de Konii).”

-> Efectivamente nunca foi estabelecido um consenso quanto à designação da Escrita… O termo que parece reunir maior consenso é o de “Escrita Sudlusitânica”, mas peca por ser estritamente geográfico e não descritivo… O nome da população que inventou a escrita em questão é na sua versão portuguesa “Cónios”. Por isso, a designação mais correcta parece-nos ser a de “Escrita Cónia”. Concordamos assim com a designação “Escrita Konii”, mas preferimos a variante portugesa actualizada pela mesma razão que se chama por exemplo “Escrita Fenícia” e não “Escrita Eshmoon”…
“O estudo da sequência evolutiva da epigrafia destas estelas dará a conhecer que a escrita (e a língua) peninsular possui raiz nativa, e não provêm de outras línguas. E esta nova acepção da paternidade da escrita conduz-nos directamente à desmontagem desse mito que atribui ao indo-europeu a procedência sobre a nossa língua. A suspeita, agora, é a de que a língua ancestral da Ibéria poderá ter estado na formação da(s) primeira(s) línguas indo-europeias.”

-> Concordamos com a inexistência de paternidade entre o Cónio e o Indo-europeu, em qualquer uma das suas variações. Assim sendo deve pertencer a um substrato linguístico anterior ou posterior… Não é plausível que possa ser posterior, logo deve ser anterior e radicar nas línguas das populações neolíticas e da Idade do Bronze que podem ser legitimamente consideradas antepassados directos das populações cónias. Assim, restam muitas hipóteses, abordas uma a uma noutro local. Mas a opção que nos parece mais razoável é o do misterioso “substrato mediterrânico”, presente ainda hoje em dia na raíz do Tamasight dos cabilas argelinos… É aí que deve residir a chave da tradução desta escrita.

“A documentação epigráfica aqui apresentada pretende elucidar qual a origem da escrita primeva, a partir da qual se formaram outras que, viajando no tempo, chegaram até aos nossos dias e constituem as línguas actuais. E veremos, também, que a língua e a escrita Konii, chegou até aos países nórdicos.”

-> Uma referência aparente à semelhança de alguns caracteres cónios com alguns caracteres rúnicos que levou alguns autores portugueses de começos do século XX a julgarem estarem perante uma variante da escrita rúnica… Na verdade penso que a semelhança é apenas morfológica e encontra as suas origens no facto de ambas usarem o mesmo suporte de escrita: a pedra… Simplesmente neste o uso de rectas e angulos é favorecido contra o uso de curvas… Daí a semelhança. O mesmo fenómeno se observa aliás na morfologia das aras romanas quando comparadas com a escrita sobre o papiro ou o pergaminho, aliás…

“Os denominados povos indo-europeus eram iberos, da época megalítica, que atingiram o oriente, fixando-se por toda a parte, das regiões do Cáucaso ao centro da Ásia. Foram eles os primeiros construtores de Menires e Dolmens. A origem destes megalitos é pois, ibérica.”

-> Mas as provas genéticas e linguísticas têm reforçado o sul da Ucrânia como o ponto de origem dos indo-europeus… Não o extremo oposto peninsular… Penso que esta tese peca por demasiado “lusocentrismo”, um fenómeno que infelizmente não é raro entre os investigadores da Escrita Cónia. Contudo, parece de facto que existe no actual território português uma espécie de ponto focal do megalitismo… Ou seja, é possível que esteja aqui o lugar a partir do qual o megalitismo se espalho pela Europa Atlântica e Ocidental, não sendo “iberos” stricu sensu poderão ser efectivamente ibéricos, porque de origem peninsular. De realçar que não devem ter existido realmente “iberos”, mas uma multidão de povos distintos cobertos sob essa única designação redutora que ignora raças e línguas, algumas bem distintas entre si, como aliás já referia Estrabão.

“Tendo em conta que não foi possível ainda determinar a precedência de um povo indo-europeu que ocupe o lugar de “pai da escrita”, conclui-se quão frágil é a teoria do influxo cultural e civilizacional indo-europeu, resultante de uma sua acção centrífuga e expansionista. E assim se reduz tal teoria ao que é, e sempre foi, um mito. Ora, é isto mesmo que hoje em dia é já partilhado por alguns estudiosos da matéria.”

-> A Escrita enquanto tal radica nas primeiras representações abstractas encontradas em alguns megalisto (a chamada “Escrita do Alvão” é um bom exemplo, assim como Glozel, se esta fôr verdadeira, o que não é certo…). Mas a sua origem inquestionável está a Oriente… Na Suméria, mais precisamente. Agora se se refere aqui a “Escrita Alfabética” é que poderá ser diferente… Alguns têm defendido a precedência da Escrita Cónia sobre a Fenícia, e que seriam estes que teriam aprendido a dita quando contactaram para efeitos comerciais os cónios… Mas se assim é como se explica que certos sinais da Escrita Fenícia sejam comuns a alguns hieroglifos egípcios? E como se explica a escrita Protofenícia do Sinai onde essa ligação genética é especialmente patente? E já não falo das provas arqueológicas que definem a precedência de uma sobre a outra… Nem da falta de “massa crítica”, comercial ou demográfica entre os Cónios, uma população demográfica e economicamente diminuta quando comparada com as viçosas e activas cidades-estado da Fenícia.

“Todavia, terá existido um povo primeiro, uma língua materna. Mas pelo facto dessa língua comum ter sido detectada em muitos lugares, para lá da Europa Central, não quer dizer que a sua origem fosse indo-europeia. O facto de muitos povos Ibéricos e centro-europeus se terem desagregado, e as suas civilizações desaparecido precocemente, deixou lugar ao florescimento de outros povos que vingaram mais solidamente e duradouramente no Oriente durante toda a Alta Antiguidade, e de cujas civilizações chegaram até aos nossos dias, maior quantidade de vestígios.”

-> Existem palavras, em número de uma dezena ou duas, que parecem pertencer a uma grande proto-língua, o exemplo mais conhecido é a palavra “mamã” que existe até no longínquo cantonês… O indo-europeu é uma língua que foi deduzida a partir da semelhança de várias línguas germânicas e do sânscrito, isto é, sabe-se que existiu e conhecem-se as suas palavras por inferência e similutudes cruzadas. Não é assim uma “teoria”, que defenda p.ex. a primazia da escrita fenícia sobre a cónia – como defendemos – mas uma dedução lógica e decorrente, sem falhas nem lacunas…

“Apresento seguidamente a exposição de um trabalho de investigação epigráfica, referente a um vocábulo da conhecida Estela Konii de Bensafrim, descoberta nesta localidade por Estácio da Veiga e Santos Rocha. Esta exposição elucidará como um vocábulo peninsular Konii da Ibéria chegou ao indo-europeu.”

-> Uma das melhores estelas cónias e objecto razoável e comum da maioria dos epigrafistas que abordaram até hoje a problemática da Escrita Cónia. Não iremos aqui analisar a proposta de tradução apresentada por Carlos Alberto Castelo já que iremos apresentar oportunamente a nossa própria proposta de tradução e esta interpretação assenta numa teoria interpretativa de que não partilhamos. Mas analisaremos alguns pontos narrativos aqui abordados:

“Que traduzido é: ONAH ou ONAI, e que significa: a; o; um; uma. Para a língua Castelhana de ON se formou UN; e de ONA, UNA. Para o Português de UN, UM; e de UNA, UMA. Também no Latim, idioma proveniente do ramo linguístico peninsular, ONAI fora desvirtuado para OINO, mas todavia tivera evolução paralela para UNU e UNA, semelhante ao peninsular hispânico. Para o Francês ON; em Inglês ONE; em Irlandês AON, no Gaélico AON, e no Galego UNHA. Tendo o Galego perseverado a letra “H” em vez do “I”, sendo mais original e directo do vocábulo Konii ONAH para ONHA, UNHA. Do Konii ONAH para o árabe OUÂH, o “N” passou para “U”. Quando a escrita se expandiu do extremo ocidente da Europa para a Etruria pré-romana, ela incorporou influências da escrita do Médio Oriente através da Grécia antiga, tendo a própria língua grega recebido influência de ambas as partes, tanto do ocidente Europeu como do Médio Oriente. Assim, a desvirtuação da palavra peninsular ONAI, através do primitivo Latim, resulta na forma AINOS mas, derivado à influência Fenícia (por acção dos Gregos), se grafaria OINOS. Esta modificação deve-se ao facto do caractere peninsular Konii “A” (ai) ser sinónimo do Fenício “O” (aiyn). Assim, do Latim AINOS se passou a OINOS.”

-> Mas a Escrita Etrusca incorpora claros elementos fenícios, logo orientais… Isto se os próprios Etruscos não eles orientais, oriundos da Ásia Menor, como hoje frequentemente se acredita…

“Os Gregos escreviam OINE, e a influência indo-europeia ainda mais desvirtuou a palavra para OIWOS. Todavia é de salientar que a letra “W”, como vê dobrado “V” ou “U” é muito recente. O “W” é um pouco semelhante ao antigo caractere da letra “S”. Alguns vocábulos peninsulares foram modificados pela influência dos caracteres da grafia Fenícia, quando estes comerciaram com o ocidente Ibérico e, ainda hoje podemos distinguir essa modificação em algumas línguas que eram idiomas (ramais) peninsulares, tal como o Inglês. A palavra primitiva S(A)N (filho, na língua Konii) inscrita no Heroun (Estela) de Ourique, passara a S(O)N (filho, em inglês). A língua dos Konii foi a primitiva língua peninsular, sendo o Vascone”

-> O que pressupõe a ligação entre o Cónio -> Inglês moderno… Uma tese que resulta da ligação genética entre “ibérico” e linguas indoeuropeias… Algo de que discordamos.

“(Baskoni) um ramal desta língua, com evolução própria. A palavra peninsular SAN (filho) é pronunciada como se escreve e é a abreviatura de”

-> O Basco (Euskari) não é um ramal, mas uma língua autónoma, uma das raras sobrevivências da Na Dené ainda presente nalgumas populações índias da América do Norte, da Ásia Central e do Caúcaso. Não tem relação com as línguas do substrato mediterrânic, cónias ou indoeuropeias. Pelo menos é aquilo que acreditam os paleolinguistas em geral.

“SANGUE. Nos tempos antigos os povos pré-romanos pronunciavam “O SANGUE DE NOSSO SANGUE”; é “SAN” (filho). E da frase Mo San, fonética (Mô San) que significa Mio (Meo = Meu (Filho)), nasceu Mô s ( Moç = Moço), e Mô sa (Moça). No castelhano (Mozo) e (Moza), sinónimos de hijo e hija. Por esta razão temos SAN, em inglês. A língua dos Etruscos, também um ramal linguístico peninsular, chamava SAN aos filhos. Este nome “

-> Não se acredita que o Etrusco esteja ligado ao Ibérico (ou às diversas línguas ibéricas). O Etrusco parece pertencer a um ramo linguístico completamente diverso…

“ainda se encontra em inscrições do povo Etrusco. Os seus tradutores julgam tratar-se de um termo que designa “Ancestral”, e que a palavra “Clan” é filho. Mas, “Clan” significa “Família”, em utilização como: “os clãs da Escócia”. A palavra “Clan” ou “Clans” é uma alteração de Çans (Sans (filhos)), sinónimo de descendentes (Famílias). A frase Konii “Mo San” (Mô San) significa: Meu Sangue (Meu Filho) ou, também, em língua Konii: Mo Nino (Mô Nino ou Mi Nino) de onde nasceu o arcaico português “Minino” que evoluiu para Menino. No português arcaico, o sinónimo dos caracteres, ” I ” e ” H ” da palavra ONAI ou ONAH, teve uma evolução própria.”

-> Julgava que “menino” derivava do francês “mignot”… Mas de facto há quem defenda a origem catalã da palavra… O que pode levar à sua origem “ibérica”…

“A Palmeira Ibérica
– um símbolo da antiguidade -“

“Na antiguidade a Palmeira possuía um significado especial conotado com a nobreza e a riqueza de um povo. Na Península Ibérica existiam muitas palmeiras e havia uma área de concentração destas majestosas árvores a que chamavam Terra das Palmeiras, hoje conhecida como Paloma, actual cidade espanhola.
A Palmeira era um dos principais símbolos do Povo Konii/Konti e aparece representada em moedas cunhadas nas antigas cidades peninsulares pré-romanas. Nalgumas dessas moedas vê-se um cavaleiro que eleva um ramo de palma.
Na época Konii/Konti era habitual decorar os herouns (estelas funerárias) com ramos de palmas em homenagem ao defunto. Hoje, ainda se enfeitam as campas com flores, e podemos especular acerca da ancestralidade das romarias que em Dia de Ramos levam o povo a florir os cemitérios. Afinal, as “novas” religiões herdaram tanto das antigas, politeístas, e estas dos tempos mais remotos, que não repugna considerar que uma tradição proto-histórica ibérica tenha passado ao Médio Oriente e transmitida aos hebreus. Assim teríamos a Festa de Ramos, com os seus tradicionais ramos de palma, ainda hoje praticada em Israel. Tradição nada estranha aos costumes árabes que igualmente homenageiam os seus mortos com deposição de ramos de palma nas campas.”

-> Sendo que a Palma é também uma aparição comum nas estelas romanas achadas no nosso território, no mesmo contexto e com o mesmo significado.

“A Língua e a Escrita Konii

O nascimento de vocábulos linguisticos de alguns idiomas, que se tornaram línguas,
tendo como raiz a Língua Konii proto-histórica do Sudoeste da Península Ibérica.
Comecemos por um vocábulo do célebre Heroun (Estela) da Fonte Velha de Bensafrim – Lagos:
Na antiguidade alguns povos escreviam da direita para a esquerda ( sinistrorsa ) e outros da esquerda para a direita ( dextrorsa ) mas, o povo Konii, gravava as inscrições nas estelas dessas duas formas.”

-> A direcção segundo a qual as estelas cónias deve ser lidas segue a direcção da inclinação dos signos… Para a esquerda (sinistorsa) ou para a direita (dextrorsa), consoante a inclinação dos caracteres.

(…)

“Como se pode observar, o Galego, Português, Castelhano e Latim, são idiomas de uma língua comum materna ibérica, cujo a raiz é a Língua Konii.”

-> Infelizmente, estas três línguas parecem todas derivar directamente no Latim, e este, por sua vez, de uma língua indoeuropeia… Não é claro que a língua dos Cónios pertencesse a esse ramo, havendo pelo contrário indícios que apontam noutra direcção, para um Substrato Mediterrâneo anterior, sobrevivente ainda hoje entre os Cabilas da Argélia e nalguns dialectos italianos e das ilhas do Mediterrâneo Ocidental, especialmente na Sardenha.

“As « línguas nórdicas » também tiveram sua raiz linguistica da Peninsular Konii. Pois as terras do norte, primitivamente foram povoadas pelos ibérios, assim, os caracteres alfabetiformes rúnicos levemente modificados são quase todos originários da escrita primitiva ibérica.”

-> A semelhança com os caracteres rúnicos é apenas morfológica e casual, como acima referimos. E a ligação genética das línguas germânicas com o indoeuropeu está hoje bem estabelecida…
Fonte: http://www.fcastelo.net/cemal/konii.html#Do%20Konii%20ao%20Indo-Europeu

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Categories: A Escrita Cónia, História | 12 comentários

QuidSZ S2-11: Como se chamava esta figura da Cultura Lusobrasileira?

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Dificuldade: 2

Categories: QuidSZ S2 | 2 comentários

A Língua, a Matemática e a Arte: Os Três Pilares da Educação Agostiniana


(http://www.math.hmc.edu)

Embora não fosse grande admirador das instituições formais e ainda menos das eclesiásticas, Agostinho reconhecia na regra monástica da Ordem de São Bento a virtude de incentivar a autencidade das escolhas de actividades laborais dos monges. Seria esta mesma autenticidade que a Escola devia promover nas crianças, desviando o seu ensino das normas escolásticas que ainda o regem e retirando-lhe as funções paternalistas que tem ocupado nos últimos anos devido à retirada dos papéis morais e formativos dos pais numa sociedade cada vez mais materialista e desumanizada. A Escola deve assumir como principal missão a de despertar a curiosidade e o desejo de aprender, complementando estes com as mais básicas ferramentas: a aprendizagem da língua, da matemática e das artes… Tudo o mais será oferecido às jovens curiosidades despertas quando estas o pedirem, mas já depois destas estarem devidamente municiadas com os conhecimentos fundamentais de português e matemática… A extensa e prejudicial carga horária e disciplinar seria assim reduzida drasticamente, e a acumulação estéril de informação e conhecimento improdutivo seria abolida, a favor de um sistema educativo mais ágil e leve, mais propiciativo da inteligência, do que da memorização pura e estéril, por via da Arte e da Curiosidade criativa.

A criança não deve ser um futuro elemento da cadeia produtiva, acéfalo e dócil, mas um elemento activo, dinâmico, criador de riqueza mental e cultural, bastando-se a si mesma, sem ser dependente de consumismos e paixões induzidas pelos Media docilizados pelos grandes grupos económicos. A Criança não é um alvo dos interesses economicistas que regem o mundo globalizado, mas um foco do imenso poder criativo alojado na alma humana e que deverá levar o Homem até às Estrelas, assim queira ele aderir ao chamamento da Natureza e parar de a encarar como utensílio e meio para explorar e transformar a Natureza em “Res Humana” (Coisa Humana).

Categories: Educação, Movimento Internacional Lusófono | 2 comentários

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