Daily Archives: 2007/08/12

Haverá morcegos no… Parlamento britânico?


(“House of Parlamient” em Londres in http://www.douglas.stebila.ca)

Durante o mês de Julho decorreram investigações em busca de morcegos em Inglaterra… Não numa caverna, não numa florestas… Mas numa cidade, e logo, na capital do Reino Unido, Londres e mais especificamente no… Palácio de Westminster, a sede do parlamento britânico!

A pesquisa foi conduzida pelo “Bat Conservation Trust” e procurou determinar que tipo de espécies de morcegos assentaram residência no interior das salas e na biblioteca do palácio londrino. Um dos participantes na expedição foi uma deputada britânica de nome Madeleine Moon que afirmou: “Aqui no coração da cidade é fácil esquecer que a vida selvagem está em todo o lado, à volta de nós. Como deputados temos que debater um largo espectro de legislação sobre vida selvagem e conservação. Espero que esta noite ofereça aos deputados a oportunidade para experienciar uma criatura que é central aos nossos esforços legislativos para protefer e aumentar a biodiversidade.”

A expedição a este tão-pouco-exótico lugar como o Parlamento britânico usou detectores de som instalados nos corredores e nas passagens de forma poder detectar o vôo dos morcegos. Estes detectores, assim como o tipo de som detectado permitem identificar com grande tipo de precisão a espécie detectada, a qual pode pertencer a uma das dezassete espécies conhecidas no Reino Unido… Contudo, e apesar de existirem vários relatos de seguranças e deputados que afirmaram terem visto estas elusivas criaturas a voarem dentro do Parlamento, e sobretudo, na sua biblioteca, nada ainda foi detectado… Será que estamos perante mais um “mito urbano”?… Ou que os morcegos do Parlamento britânico… têm de facto duas pernas e andam erectos?

Fonte: www.bats.org.uk

 

 

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Categories: Mitos e Mistérios | 3 comentários

Geórgia: O laboratório neoliberal do Caucaso…


(http://www.eurasianet.org)

A Geórgia é hoje um verdadeiro laboratório das políticas neoliberais, tal como o Chile o foi sob Pinochet, na década de setenta… Mas desta feita adaptadas aos sacrossantos dogmas globalistas, é claro… A privatização do ensino público decorre de forma acelerada e deverá estar totalizada até 2010, devendo as universidades públicas restantes completar o seu financiamento principal pelas das propinas dos alunos, com parcerias com empresas e com donativos de particulares. A Saúde conhecerá um processo em tudo idêntico, sendo que metade do actual parque hospital já transitou para mãos particulares. O Código do Trabalho foi “liberalizado” concedendo ao empregador particular e ao próprio Estado total autonomia no despedimento de um trabalhador. Todas as taxas alfandegárias sobre importações foram abolidas e os impostos sobre os lucros desceram de 20% para 15%…

Como consequência, o PIB aumentou 9% em 2005, e 8% em 2006, assim como as receitas fiscais que em 2004, cresceram 46% do PIB e em 2005, 15%. Mas estes são os indicadores macro-económicos… A esta subida de riqueza gerada correspondeu um melhoramento generalizado das condições de vida da população georgiana?… A cartilha neoliberal, repetida cegamente pelos adoradores da Seita, diz que sim… Mas de facto, neste laboratório neoliberal do Caucaso não foi isso que se verificou… Embora uma classe relativamente pouco numerosa de empresários e especuladores tenha visto subir para a estratosfera os seus rendimentos, o grosso da população passou ao lado desta nova riqueza… O Desemprego alcança ainda níveis alarmantes e crescentes (12,7% em 2004 e 13,8% em 2005) e as desigualdades socio-económicas são gritantes… O salário médio é de apenas 45 euros e a reforma média de 22 euros.

É algo de muito semelhante que se passa um pouco por todo o mundo onde foram aplicadas estas medidas: Aumento dos indicadores macro: exportações e PIB, sobretudo, aumento do rendimento de uma camada socioeconómica de empresários, gestores e quadros e uma estagnação ou evaporação das classes médias e dos seus rendimentos, acompanhamento por uma queda acentuada da qualidade de vida de todos os assalariados e sobretudo das camadas economicamente mais desfavorecidas da população, especialmente daquelas ligadas aos sectores produtivos: industriais e agrícolas.

Categories: Economia, Política Internacional, Sociedade

O Proto-canaanita e a Acrofonia

O estudo do desenvolvimento da própria escrita fenícia serve para deduzirmos a importância do chamado “princípio acrofonético” que explica o desenvolvimento de alguns dos caracteres fenícios e de alguns dos caracteres que os cónios desenvolveram localmente. Mas para o compreendermos temos que recuar até ao momento da aparição da Escrita Proto-canaanita.

O Proto-canaanita surgiu à aproximadamente 3700 anos quando os povos de língua afro-asiática da Península do Sinai foram escravizados pelos soldados do Faraó. O contacto com a escrita hieroglífica egípcia levou à aparição de uma adaptação local. Foram escolhidos alguns hieróglifos dos disponíveis, e como os hieróglifos só grafavam consoantes, a nova escrita seguia também o seu exemplo. Mas, por outro lado, se a Hieroglífica registava sinais multiconsonantais, o Proto-sinaítico ficava-se pelas consoantes isoladas.

Mas nem todos os sinais desta escrita resultaram directamente dos caracteres hieroglíficos egípcios. Por exemplo, o sinal que resultaria no moderno A tinha na língua afro-asiática o valor de aleph (boi), e de facto, basta inverter a letra A para descortinar a cabeça de um boi. Este é o princípio acrofonético. O sinal moderno M também conserva hoje os vestígios da letra fenícia, criada para “mem”, que significava “água”, em que M representava as ondas sobre a água.

Categories: A Escrita Cónia, História | Deixe um comentário

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