Daily Archives: 2007/08/02

QuidSZ S1-15: A que exército pertencia este soldado?

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Dificuldade: 2

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Categories: QuidSZ S1 | 25 comentários

As primeiras vítimas da nova indústria do “Turismo Espacial”

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Uma explosão no Porto Espacial da Virgin Galactic tirou 3 vidas e deixou 3 feridos graves. A explosão deu-se durante os testes de um motor-foguete concebido para propulsar a nova nave de Turismo Espacial da empresa americana. A fotografia expõe vários veículos junto ao local dos testes do motor e destroços no local situado no perímetro do “Mojave Air and Space Port” onde estava a ser testado o motor do SpaceShipTwo, o novo veículo da Virgin Galatic. Todos os mortos e feridos seriam dos quadros técnicos da Scale Composites, a empresa que está a construir o aparelho para a Virgin Galatic.

O motor usaria Óxido de Nitrato e teria explodido naquilo a que o fundador da empresa, Burt Rutan chama de “cold fire test”, ou seja durante a injecção de óxido de nitrato na câmara de combustão, mas não durante um teste de ignição.

Embora a escala do acidente seja muito elevada, especialmente por ter sacrificado 3 vidas humanas e ter deixado 3 feridos graves, o acidente é o primeiro acidente mortal nesta nova e potencialmente próspera indústria do “Turismo Espacial”. E sobretudo larga uma primeira mancha sobre o registo de “segurança acima de tudo” de que depende desesperadamente esta nova indústria para poder sobreviver… É certo que o acidente ocorreu durante a fase de concepção de um componente do motor, e não durante um ensaio do próprio motor, o qual aliás, ainda nem sequer está completamente concebido… Mas a notícia e – sobretudo – o registo de que a Segurança não parece estar a ser um aspecto encarado com a devida atenção fica registado… É que se o Turismo Espacial tem demonstrado tanto sucesso, isso deve-se à extraordinária fiabilidade e robustez das cápsulas russas Soyus (usadas pela Space Adventures nas suas expedições comerciais à ISS), mas se esta nova nave subespacial começa a aparecer nas notícias de todo o mundo com um acidente mortal… Isso não irá afugentar um belo lote de potenciais clientes?

Fontes: MS NBC

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Categories: SpaceNewsPt | 12 comentários

Movimento Quintano: Algumas propostas…

Propostas Concretas:
1. Fases da Formação da “Confederação Lusófona” (1):
a. União dos PALOPs com o Brasil, com capital em Cabo Verde
b. Criação de uma Confederação linguística e económica
c. Criação de um órgão deliberativo e consultivo comum em Cabo Verde
d. Entrada de Portugal, numa fase final da formação desta Confederação
2. Princípios Económicos e Sociais para a Sociedade do Futuro:
a. Crítica à propriedade privada e à privatização burguesa (Capital gerador de Capital) (3)
b. Generosidade (3)
c. Relações harmónicas com a Natureza (3)
d. Libertação do Trabalho produtivo e do Lucro (3)
e. Economia Comunitária e Cooperativista (4)
3. Princípios Diplomáticos
a. Ligar o Ocidente ao Oriente (6)
4. Uma nova Pedagogia para a Criatividade (8)
a. Reduzir a carga disciplinar e horáriac, concentrando o ensino em 3 disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática e Artes.
b. Promover disciplinas práticas, diversas e multiformes que favoreçam a satisfação da curiosidade infantil e da sua criatividade através de aproximações empíricas, experimentais e práticas às dúvidas nascidas nas mentes dos formandos, de forma espontânea e endógena.
5. Uma “Política para África”:
a. Reformulação de todas as estruturas administrativas estatais, localizando-as, esvaziando o peso do Estado central e municipalizando ao máximo as estruturas administrativas africanas, de forma a esvaziar as cidades das legiões de funcionários que as habitam, potenciar a criação de riqueza nas comunidades locais e descentralizar o apoio e a rede social do Estado
b. Dividir os Estados-nações existentes em Federações semi-independentes mas conformes às realidades étnicas e linguísticas locais de forma a reduzir a influência de uma dada etnia na administração de um Estado Central
c. Estabelecer forças policiais supranacionais fortes e autónomas que potenciam a perseguição aos fenómenos de corrupção, de fuga ao fisco e impôr mecanismos eficientes de fiscalidade para as maiores fortunas
d. Perdão das dívidas nacionais africanas, desde que estejam cumpridos certos critérios (monitorização de próximos endividamentos e responsabilidade civil sobre os mesmos para os políticos que os assinem)
e. Multiplicação de redes locais de banca local, cooperativa e focada na criação e sustento de PMEs locais
f. Transferências de capitais financeiros, não mais a título de empréstimo, mas de investimentos públicos conjuntos em vias de comunicação e transporte
g. Imposição de mecanismos de incentivo à travagem da explosão demográfica, com inventivos financeiros às pequenas famílias
h. Estabelecimento de forças de defesa conjuntas, que reduzam os actuais níveis de despesa com equipamento militar, pela aquisição de maiores volumes de equipamentos militares e pela potenciação às industrias locais
i. Determinação de regras que determinem o fim dos excessos de explorações mineiras patrocinados pelas grandes multinacionais do ramo mineiro e petrolífero. Nacionalização destes bens e divisão dos mesmos por pequenas e médias empresas, vendidas em hasta pública a empresários locais e a cooperativas de trabalhadores e pequenos proprietários
j. Reflorestação de áreas florestais, protecção reforçada da fauna e flora locais
k. Estabelecimento de guarnições militares conjuntas nos países sujeitos a maiores problemas fronteiriços com nações vizinhas, de forma a dissuadir e a responder a eventuais aventuras militares por parte destas. Nomeadamente na Guiné-Bissau onde o lento conflito com o Senegal pode degenerar rápidamente.
l. Recentramento das formas de administração nas entidades tribais e de clã locais, “africanizando” a sua natureza e dispersando as instituições puramente europeias, e reduzindo-as à sua margem municipalista
m. Requalificação dos quadros técnicos e administrativos africanos pela via da formação profissional em Portugal e no Brasil ou remotamente através de ciberformação
n. Estabelecimento de vários cartéis de preços para forçarem à subida dos preços dos produtos agrícolas africanos. Supressão da maioria das barreiras alfandegárias que impedem a sua entrada em Portugal e no Brasil, mas dando prioridade e apoio às culturas de interesse local e de subsistência e estabelecendo quotas máximas de ocupação de solos e de produção de forma a reduzir a dependência das monoculturas.
o. Nacionalização e entrega a empresários locais e a cooperativas dos grandes latifúndios agrícolas nas mãos de multinacionais
p. Investimento e apoio à agricultura local e de subsistência, favorecendo a fundação de cooperativas agrícolas de produção e distribuição
q. Desenvolvimento cultural através do estabelecimento de redes de televisão locais e supranacionais que constituam alternativas viáveis aos Media ocidentais e consumistas
r. Estabelecimento de políticas que favoreçam a instalação de um “êxodo urbano”, que devolva as populaçõe às suas terras de origem, criando condições de vida e expandindo a rede social e de apoio humanitário até às regiões mais remotas
Estabelecimento de eleições locais e municipais autónomas, favorecendo a aparição de partidos políticos locais e de uma cultura democrática activa, interessada e deslocalizada.

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 2 comentários

Lâmpadas de baixo custo ou… Uma Central Nuclear!


(http://www.ocrwm.doe.gov)

A associação britânica “The Friends of the Earth” trabalhando sobre projecções de consumo de energia eléctrica para o Reino Unido em 2030 estimou que uma central eléctrica de grandes dimensões ou duas médias teriam que ser dedicadas no Reino Unido a alimentarem apenas equipamentos eléctricos como televisões e computadores que estejam em modo de “stand-by”, isto é, desligados para com aquele LED verde que ligamos com o telecomando… A associação estimou também que a substituição de todas as lâmpadas incandescentes no Reino Unido por lâmpadas de baixo consumo em 2020 poderia poupar toda a energia gerada por… uma central nuclear!

De facto, já tinha para este último aspecto por um comentador aqui do Quintus (ver AQUI), mas desconhecia que esta simples substituição, que aliás já fiz em todas as divisões e candeiros lá na minha casa, representaria uma poupança de 2%, o que parece pouco… Mas estes dois por cento são muito Gigawatt, pelo menos no Reino Unido, já que corresponde ao contributo de uma central nuclear para a produção eléctrica. Imaginem agora a poupança em produção de energia e no consequente carbono enviado para a atmosfera por centrais eléctricas convencionais se existisse uma verdadeira política de incentivo fiscal para a substituição destas lâmpadas domésticas e nos candeeiros públicos? Continuariam assim a fazer sentidos os planos (e riscos!) da central nuclear proposta pelo grupo lidado de Patrick Monteiro de Barros (ver AQUI)? Parece-me que não…

Fonte: www.mng.org.uk

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Categories: CodeFarmPt, Ecologia | 32 comentários

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