Monthly Archives: Agosto 2007

Elton John quer fechar a Internet durante 5 anos


(é um homem… é um pato… Não! É Elton John!)

(http://www.itrafik.net)

O conhecido (ok, hoje em dia não tão conhecido como isso…) cantor Elton John declarou recentemente ao jornal “The Sun” que “toda a Internet devia ser desligada porque estava a destruir a música”. Segundo Elton a Internet estaria a reduzir a criatividade e a baixar os padrões da música popular (como se os seus tivessem sido alguma vez particularmente altos, especialmente descontando a altura dos tacões)

E continuou… “Esperemos que o próximo movimento na música vá desfazer a Internet. Seria excelente ver a Internet desligada durante cinco anos e ver que tipo de Arte era produzida durante esse período. Tenho a certeza, da forma que a música agora caminha, que seria muito mais interessante do que a aquela que é hoje.”
Ele fala, fala, mas o seu concerto de aniversário (60 anos!) foi emitido em Streaming Video directamente para a Internet e todo o seu catálogo está disponível para quem o quiser comprar no iTunes “Na próxima semana ele disponibilizará todo o seu acervo, 40 anos de música, para download na internet pela primeira vez, na loja online iTunes.” (ver AQUI). Não espera lá. Será que Elton John se referia apenas aquela parte da Internet onde ele não vende os seus temas? Sim. Deve ser a essa.

Fonte: Hollywoodrag.com

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QuidSZ S2-15: Que telemóvel é este?

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Dificuldade: 2

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A cumplicidade do Yahoo na detenção e prisão do jornalista chinês Shi Tao


(O jornalista chinês Shi Tao in http://www.scriptor.org)

O Congresso dos EUA está a investigar as notícias segundo as quais a Yahoo teve parte activa na detenção de um jornalista chinês e na sua posterior condenação a dez anos de trabalhos forçados… Tom Lantos, o presidente da comissão dos Negócios Estrangeiros do Congresso lidera uma equipa que vai apurar a veracidade dos relatos que indicam que o popular motor de busca divulgou informação ao governo chinês sobre o jornalista Shi Tao depois de ter recebido um pedido do governo sobre um e-mail que este jornalista teria enviado da sua conta de mail no Yahoo e onde descrevia algumas das restrições que a censura governamental impunha aos jornalistas na China.

A Fundação Dui Hua que se dedica à defesa dos Direitos Humanos na China publicou um documento (ver AQUI) onde se revela que o Gabinete de Segurança de Pequim pediu à Yahoo o conteúdo do correio electrónico de Shi Tao, ao que esta cedeu a seguinte informação:
“The Yahoo! China web site (http://www.yahoo.com.cn) is owned by Yahoo! Holdings
(Hong Kong) Limited. Cn01edul@yahoo.com.cn is a registered user of Yahoo! China. Attached
are the following three sections of information:
1. The login IP addresses and corresponding times for that email account;
2. The registration information for that email account;
3. The emails from that email account.”
Como se pode ver AQUI

Porque é que a Yahoo e a Google estão a colaborar tão activamente com a supressão do Direito de Expressão na China? Será que a ânsia de entrarem e permaneceram numa das maiores comunidades de utilizadores da Internet do mundo, que em 2001 eram apenas 17 mihões (ver AQUI), e hoje são já 137 milhões, a segunda maior população na Internet e logo atrás dos 200 milhões dos EUA… (a população mundial total ligada à Internet era de 697 milhões em Maio de 2007) (ver AQUI). Sem dúvida que o apetite criado por estes largos milhões de consumidores parece ter feito esmorecer os pudores éticos e morais destas corporações como a Google e a Yahoo (esta num nível superior), e este grave episódio, grave porque correspondeu a uma pena de trabalhos forçados durante 10 anos para Shi Tao, representa que as grandes corporações não podem ser deixadas em livre curso, sem regulamentos nem leis a cumprir no seu país de origem. O pouco destaque dado pelos Media oficiais também é expressivo… Já que na sua maioria são propriedade de grupos económicos que ou já têm, ou esperam vir a ter negócios no “Império do Meio”

Fonte: MS NBC

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QuidSZ S2-14: Como se chama esta criatura marinha?

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Dificuldade: 3

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O Tecnocratismo e a Instrumentalização do Homem e da Natureza

Assistimos actualmente ao expoente de uma civilização tecnocrática que procura expandir a sua influência a todo o globo, a todos os sectores de actividade e a toda a acção humana. O Tecnocratismo assume a forma das religiões e dos rituais, e promove um espírito consumista do qual depende para subsistir e que considera todos os seres vivos, animais e plantas, como “coisa sua”, como meios para alcançar um fim, que é o da satisfação de todos os desejos (frequentemente induzidos pelo marketing e pela publicidade) do ser humano… Para o tecnocratismo, o Homem existe para Desejar Consumir e para cumprir esse desejo, consumindo sempre mais, reduzindo a humanidade à sua mais animalesca condição devoradora… Toda a vida é subalternizada em função do papel material. Toda a acção humana é instrumentalizada para servir este autofágico ciclo Produção-Consumo de que depende o tecnocratismo.

Mas o Homem não poderá nunca realizar-se na sua plenitude através do Consumo e da acumulação crescente de bens e equipamentos… A realização pessoal é necessariamente um fenómeno interior e espiritual, diverso do materialismo que constitui um dogma do tecnocratismo e, com ele, da Globalização neoliberal… O Homem só pode realizar-se espiritualmente, pela adesão ao infinito, através da supressão da dicotomia e do antagonismo Sujeito-Objecto que caracteriza a visão Ocidental das coisas e que as religiões orientais, desde o hinduísmo ao budismo bem souberam marcar e procurar suprimir reconhecendo a vacuidade da Maya e a possibilidade da Iluminação. Esta supressão da ilusão Eu-Outro, entendendo aqui o Outro não somente como o “outro humano”, mas todo o meio natural, composto por uma diversa, mas una multiplicidade de aparências e aspectos multiforme é aquela que é vivida nas comunidades “naturais” ainda existentes no mundo, no interior das selvas e nas extensões dos desertos. Nesse aspecto, o animismo e as religiões naturalistas como a greco-romana representavam uma aproximação entre o Homem e a Natureza ao estabelecerem pontes entre elementos naturalísticos divinizados e a presença do Homem no seu seio…

As divindades naturalísticas das fontes, dos rios e das grutas, tão comuns na mitologia pré-romana da Hispânia representam assim uma forma de comunhão e pertença na Natureza que o cristianismo malbaratou com a sua “religião solar”, centralizada e “romanizada” sob o ceptro imperial da “Santa Madre Igreja”. Pouco ficou da religião verdadeira pregada nos Evangelhos, depois de passada pelo crivo redutor e organizativo da Santa Sé… A espontaneidade, a liberdade e o pensamento cultivado sob a forma de alegorias e metáforas presentes nos ensinamentos de Cristo no Novo Testamento foram absorvidos e “doutrinados” pelos Padres da Igreja, reduzindo-os a “normas”, “leis” e “regras”, que acabaram por asfixiar a sua essência libertária e conciliadora entre o Homem e a Natureza. Com a Natureza reduzida à coisa que pode e deve ser usufruída pelo Homem, tornou-se possível a tentativa ocidental da sua domesticação e as decorrentes e cada vez mais frequentes e graves “revoltas” da Natureza, sob a forma das consequências da poluição, do Aquecimento Global, das doenças alimentares, da multiplicação das pragas e das doenças contagiosas… Em cada um destes fenómenos encontramos o grito da Natureza contra um Homem tecnocrático que insiste em encará-la apenas como um meio difuso e dócil para satisfazer os seus desejos materiais crescentes… Em vez de uma presença no mundo, pensadora e contempladora, os sequazes do tecnocratismo e da sua alienação suprema que é a globalização querem fazer do Homem em vez de pensador, devorador e em vez de contemplador, um monstro abominável de eterno antagonismo contra a Natureza e o Meio Ambiente.

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O Congresso dos EUA quer proibir as Redes P2P

Continuando a ceder às pressões das associações e dos poderosos lobbies das multinacionais de Media, o Congresso dos EUA prepara-se para emitir legislação que proíba as redes “peer to peer” (P2P) (como o eMule, o BitTorrent, etc.) por colocam um “risco para a Segurança Nacional” (!) ao permitirem que “empregados federais partilhem dados sensíveis ou documentos confidenciais acidentalmente a partir dos seus computadores“.

A iniciativa parece estar a ser liderada pelo congressista Henry Waxman (“homem de cera”!), que declarou recentemente e a este propósito que “governos estrangeiros” (como o Lichenstein), “terroristas” (como o puto da cave esquerda que tem sempre o eMule a correr), ou o “Crime Organizado” (um grupo de amigos do Messenger) poderiam usar as redes P2P para revelar “segredos de Estado” (tais como o número de congressistas dos EUA que efectivamente se preocupam com coisas importantes).

Neste contexto, o Congresso chamou o presidente da LimeWire, que fabrica software P2P e interrogou-o sobre a possibilidade de distribuir “dados confidenciais” usando a sua rede P2P, indicando que algo se prepara para daqui em breve… Um indício reforçado com a declaração conjunta de Waxman e do congressista republicano Paul Hodes: “Temos que fazer alguma coisa muito rapidamente.“, disse, mas pensando :”para tornar a encher dos lobbies que nos financiam as campanhas”.

Se o objectivo fosse mesmo a “Segurança Nacional” bem que podiam tomar medidas contra os empregados federais que instalam programas P2P nos seus computadores e contra a desleixadas políticas de Segurança informática que os deixam instalar e utilizar, não usar este laxismo como pretexto contra as redes P2P! Não é a tecnologia em si que é perigosa (aliás, a Microsoft está a ponderar criar uma rede P2P para distribuir os seus Windows Updates, como se vê AQUI), mas o seu uso ilegítimo para trocar software e conteúdos protegidos por Direitos de Autor.

Fonte: News.com

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Da “Crise dos Mercados” pelos problemas no crédito Subprime nos EUA e das suas repercussões no Mundo


(http://media.canada.com/reuters)

“As bolsas norte-americanas só recuperaram de uma abertura negra depois da Reserva Federal ter injectado mais de 7 mil milhões de dólares (5 mil milhões de euros) de liquidez.”
(…)
“Os dramas dos mercados financeiros mundiais continuam a ser alimentados pelos temores de que a qualquer momento, grandes bancos com dimensão mundial venham a público revelar que a sua exposição às firmas de crédito de alto risco era um risco elevado. E que podem ter que contabilizar perdas substanciais nos seus balanços pelos investimentos que fizeram no chamado “mercado subprime”.
“Os analistas não têm aberto espaço para muita confiança. Ainda ontem, a Calyon, unidade de banca de investimentos do Crédit Agricole, estimava que a crise do crédito de alto risco pode representar perdas superiores a 100 mil milhões de euros para os investidores de todo o mundo.”

Artigo de José Manuel Rocha
Público de 16 de Agosto de 2007

Embora ninguém saiba exactamente a que escala parece certo que muitos Bancos de grande dimensão, muitas financeiras de pequena e média dimensão, nos EUA e em todo o mundo se deixaram enredar nesta teia dos empréstimos imobiliários de alto risco. De facto, os actuais problema neste sector – que ameaçam propagar-se rapidamente à “Economia Real”, nas próximas semanas residem na crise asiática da década de 90 e nas tentativas tomadas então pelos bancos centrais para a resolverem e que passaran pela redução das taxas de juro. Isto foi particularmente verdadeiro no Japão e levou muito destes investidores a investirem capitais a entrarem nos mercados imobiliários onde os preços eram mais elevados, como a Nova Zelândia, a Austrália, a Espanha e o Reino Unido. Agora, com a crise do Subprime nos EUA, estão a retirar e a transferir os seus investimentos nestes locais para outros sectores e para outros tipos de investimento (como o Ouro), e começam a criar o mesmo problema de excesso de oferta e descapitalização também nestes mercados onde se desenvolveu uma “bolha imobiliária” nos últimos 15 anos… Que agora ameaça estourar, uma ameaça que é aliás reforçada pela persistência no aumento das taxas de juro em que insiste o BCE… Nos EUA os preços do mercado imobiliário continuam em queda livre, e os efeitos no consumo das familias já são visíveis (os números do desemprego também dão sinais de inversão de tendência). Se o consumo privado nos EUA fôr afectado grandemente por esta crise, é de esperar que a Índia e a China, os dois grandes motores de um crescimento mundial de 5 a 6% sejam afectados, já que a economia dos EUA é ainda a maior do mundo, respondendo por cerca de 20% de todo o consumo e sendo o maior importador mundial de produtos manufacturados na China, não é preciso ser um “guru” para perceber que isso vai provocar uma redução drástica das Exportações chinesas e logo, fazer esfumar a prosperidade de uma Economia que ainda está demasiado dependente do fulgor das suas exportações e sobretudo, do crescimento contínuo das mesmas.

Na Europa, as Economias que são mais frágeis a esta tempestade são as da Espanha, onde muitos economistas locais temem desde há alguns anos a explosão de um mercado imobiliário que esteve na raíz dos últimos de crescimento do PIB de Espanha e onde se sabe que existem já hoje demasiada construção (as famílias espanholas são aquelas que no mundo mais casas têm, com um valor médio de 1,5 habitações por família) e a do Reino Unido… Com efeito, a Economia britânica é essencialmente uma Economia de Serviços Financeiros, muito mais sujeita a estas turbulências do que Economias “mais pesadas” como a Alemã ou a Francesa. Apesar de o RU não ter aderido ao Euro, se o seu poderoso sector financeiro fôr afectado pela crise dos Mercados, dada a sua força e peso no Mundo e na Europa é impossível não acreditar que seria então um dos maiores focos de contágio para a União Europeia… Especialmente porque no Reino Unido existe também uma “bolha imobiliária” flagrante… e a à beira da explosão.

Em suma: Estou pessimista! Para variar!

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QuidSZ S2-13: Em que país foi tirada esta fotografia?

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Dificuldade: 4

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Até no “World of Warcraft” eles fazem Dumping…

Na China, nos arredores de Pequim, um empresário alugou um pequeno cubículo, com 5 computadores ligados à Internet e com o jogo onlineWorld of Warcraft”… Todas as noites – quando é dia nos EUA – cinco jovens chineses recebendo 30 cêntimos por hora jogam Warcraft e ganham as “moedas de ouro” virtuais no jogo que depois o seu patrão vende a… 3 dólares cada no eBay, sendo compradas pelos jogadores americanas por dinheiro real que cai assim, com um lucro babilónico, directamente nos bolsos deste inovador “empresário”…

Fonte: China Digital Times

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O Governo Chinês aperta o cerco aos críticos internos e aumenta a censura nos Media… E o princípio do fim de um Regime?


(Congresso do PCC de 2002)

(http://www.rte.ie)

O governo chinês deu ordens aos órgãos de comunicação do seu país para “reportarem apenas notícas positivas” e deu ordem de prisão a um dissidente na preparação do 17º Congresso do Partido Comunista Chinês. Assim prossegue a política de reforço de controlo na Censura dos Media, de detenção de activistas anti-SIDA e do encerramento de várias ONGs à medida que o Politburo prepara uma nova fornada de líderes comunistas. O dissidente detido era Chen Shuqing, membro do banido “Partido Democrático Chinês” e foi condenado por “incitar a população a derrubar o Governo”.

Eis os métodos que o Governo ditatorial chinês utiliza para perpetuar a sua Oligarquia no Poder e resistir a qualquer ímpeto democratizar que possa tentar afirmar-se no Império do Meio… A Imprensa e a Televisão são ferozmente controladas, assim como a Internet onde os casos de Censura com a colaboração activa de multinacionais como a Google e a Yahoo tem sido particularmente flagrante nos últimos tempos… Durante quanto mais tempo este regime monolítico e autoritário vai conseguir sobreviver? Provavelmente enquanto conseguir manter índices de crescimento superiores aos 10% anuais… Mas este ritmo não pode continuar durante muito mais tempo… O êxodo rural que durante 25 anos alimentou as cidades de mão-de-obra barata está a estancar; as reinvividações de direitos e melhores salários começam a tornar-se frequentes na China… A própria Censura – especialmente na Internet – apresenta cada vez brechas maiores e mais numerosas… E sabe-se hoje que muitas fábricas chinesas estão perigosamente perto do “lucro zero”, na sua ânsia de continuarem a Exportar e a vender os seus produtos… Tudo isto mais o colapso do Mercado Subprime nos EUA (o maior consumidor mundial de produtos chineses), podem indicar que este período de crescimento que fez subir o rendimento médio dos chineses a 10% ao ano se aproxima do seu ocaso… Isto embora sem o equivalente melhoria nas liberdades cívicas, nos direitos laborais e humanos…

Depois é que veremos como é que o Partido Comunista Chinês se aguenta no Poder…

Fonte: The Guardian

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QuidSZ S2-12: Como se chama esta porta?

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Dificuldade: 5

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Algumas ideias criativas para… Encontrar emprego!

Encontrei no podcast “Secrets of the Job Hunt” de Greg Farley uma emissão designada “23 Creative Ideas to find Job” realizada a partir de um artigo do blog de Chris Russell. Dado que o Desemprego em Portugal é aquilo que sabemos, ascendendo já a 8,1% de toda a população activa, um valor muito mais alto que a média europeia de 7%… pareceu-me importante apresentar aqui a lista, à qual irei também somar mais algumas entradas.

Eis a dita, sendo os comentários da minha própria lavra:

1. Cartões de Visita:
Mesmo quando está sem trabalho deve ter sempre um cartão de visita, em papel e no formato habitual que possa entregar em qualquer circunstância que seja oportuna… É que esta pode surgir a qualquer momento, em qualquer lugar e deve carregar consigo – sempre – estes cartões… Pode mandar fazê-los numa gráfica ou imprimi-los você mesmo, como preferir, mas coloque aqui todos os seus contactos pessoais, desde o telefone ao e-mail e ao… Blog (ver ponto 2) e inclua aqui uma pequena frase, ou lema, sobre si mesmo, que transmita ao potencial empregador uma ideia positiva sobre si mesmo… Aliás, esta mesma frase deve acompanhar cada mensagem de e-mail que enviar dentro deste contexto.

2. Criar um Blog de “Procura de Emprego”:
Pondere a criação de um Blog especial dedicado exclusivamente à sua campanha de “Procura de Emprego”. Não colocar aqui um Currículo, mas responder aqui às três perguntas:
a. Quem sou
b. O que me motiva
c. Porque deveria contratá-lo?

AQUI podemos ver um exemplo concreto da aplicação deste modelo…

3. Apareça!
Não perca nenhum evento social ou de negócios para onde seja convidado… Conferências, seminários, apresentações, etc. Vá a tudo. E uma vez aqui converse, entabule conversas, troque experiências, enfim, faça-se visto e troque contactos com todos os que puder!

4. Jornais
Leia os jornais, tendo especialmente cuidado com as secções locais, procurando notícias sobre desenvolvimentos de negócios na sua região ou cidade, expansão da actividade de negócios existentes com possíveis novos recrutamentos. Adicionalmente pode conhecer também melhor alguma empresa a que vai responder mais tarde, dando-lhe uma vantagem competitiva quando fôr entrevistado.

5. Publique Anúncios na Imprensa
Coloque um pequeno anúncio nos jornais da sua região de interesse com uma descrição sumária da sua área profissional… É pouco provável que seja recrutado desta forma, mas sempre é mais uma maneira que pode seduzir um empregador pela sua originalidade e espírito de iniciativa.

6. Testando e Ensaindo Entrevistas
Contacte com os seus amigos e procure que estes simulem consigo uma entrevista de emprego. Procure que estes sejam realistas e assumam a mesma posição de um potencial empregador na área que lhe interessa. Antecipe as perguntas e escreva as potenciais respostas de forma a ir bem preparado para responder às perguntas que certamente irão acabar por aparecer.

7. Marque uma Entrevista
Telefone e contacte a empresa, pedindo a marcação de uma entrevista para melhor conhecer a empresa e a sua área de actividade. A entrevista – se a conseguir, o que é pouco provável – poderá dar-lhe uma alavanca para dentro da empresa ao contactar um insider e dar-lhe-á também a oportunidade de recolher dados sobre a empresa e a sua actividade. Aproveite para recolher brochuras, revistas, etc, enfim, tudo o que a empresa dispõe para oferecer aos seus clientes e que é de distribuição pública.

8. Ofereça ideias!
Tenha ideias criativas sobre como pode ajudar uma empresa e oferece-as à dita. Marque uma reunião e faça aqui uma apresentação profissional e cuidadosamente ensaiada. Se está desempregado tem tempo para ser criativo… Consulte o site corporativo da empresa, recolha aqui informação sobre a mesma e com esta informação e outra recolhida na imprensa (ver pontos anteriores) seja criativo e identifique novas soluções e proponha-as – de graça – à empresa.

9. Pague para ser ouvido
Seja agressivo e… Contacte a empresa-alvo e ofereça dinheiro para ser ouvido! Ofereça 100 euros por 10 minutos de uma entrevista com o recrutador. O problema desta abordagem é que temos que chegar à pessoa certa, e essa identificação nem sempre é fácil. Precisamos de ter também algo concreto para oferecer (ver ponto 8). Quanto ao dinheiro… Não se preocupe, geralmente acabam por esquecer ou perdoar os 100 euros e conceder mais do que dez minutos…

10. Acredite em si próprio
Acredite em si próprio… Se não acreditar nas suas próprias capacidades de encontrar trabalho, nas suas competencias e se não fôr capaz de o mostrar a um potencial empregador, ninguém acreditará…

11. Dez contactos por dia, no mínimo!
Faça 10 contactos de procura de trabalho por dia… Contacte quem quer que o possa ajudar, amigos, familiares, antigos colegas, empresas, etc. Estabeleça como patamar mínimo de contactos o número 10. Procure todos aqueles que o podem contratar ou ajudá-lo a ser contratado.

12. Vá lá pessoalmente e sem marcação
Apareça pessoalmente no escritório da empresa visada e pergunte na recepção se há alguém disponível com quem possa falar. Diga que tem uma ideia que quer oferecer (ver ponto 8). Se não o receberem, recolha toda a informação possível… Brochuras, revistas, tudo o que lhe puder dar informações sobre a empresa… Procure deixar um cartão de visita (ponto 1) para ser entregue à área de recrutamento. Este método parece ser particularmente eficaz em empresas em que existe um contacto directo com o público, seja como vendedor ou em cafés, restaurantes ou em lojas comerciais, mas pode também ser usado em empresas de escritório, mas apenas para funções muito específicas de frontoffice.

13. Investigue
Investigue e compile tudo o que puder sobre a empresa-alvo. Recolha dados na Internet, no site da empresa e em jornais e revistas. Procure informação de tipo financeira e sobre os proprietários da empresa…. Use o http://www.google.com. Fotocopie, recorte e anote tudo com comentários seus. E arrume os danos recolhidos em dossiers com ordenação alfabética.

14. Escreva uma carta à mão
Escreva à mão uma “carta de motivação” e envie-e como um prefácio ao seu Currículo. As cartas manuscritas são provávelmente dos meios de recrutamento mais poderosos simplesmente porque já quase ninguém… escreve cartas! Na carta resuma de forma muito sucinta, sempre em menos do que 10 linhas, o seu currículo, a motivação que o leva a responder ao anúncio ou a propôr o seu anúncio e deixe o seu contacto de e-mail e a morada logo no cabeçalho da carta.

15. Treine-se!
Obtenha treinamento na área que lhe interessa… Se as empresas onde pensa apresentar o seu CV são multinacionais, frequente cursos de línguas… Sobretudo se forem línguas menos conhecidas em Portugal, como o italiano ou o espanhol. Se é informático, procure uma certificação MCSE ou ITIL, frequentemente mais procuradas que uma licenciatura e Engenharia Informática, e possíveis de obter em poucos meses.

16. Actualize a sua literatura de negócios
Leia toda a literatura essencial e mais actual para o ramo profissional em que procura emprego. Esteja a par do que se passa do meio, municiando-se de argumentos para a entrevista de recrutamento. Conheça a terminologia e o jargão de negócios que mais estiver na moda… Enfim, compre e leia revistas de negócios, tipo “Exame”.

17. Monte o seu Negócio!
Começe um negócio próprio! Seja audaz, determine quais são as suas melhores perícias, reúna as suas ideias e… arranque com a sua própria empresa! Usufrua dos programas do IEFP que o ajudam e lhe dão consultoria nessa abordagem, tendo sempre em mente que em 5 anos, apenas 1/3 dos negócios se mantêm de pé… Concentre-se nas suas características, pense como as pode comercializar ou usar para comercializar um dado produto e… vá para o Mercado!

18. Anuncie
Anuncie em sites de Busca de Trabalho como o Net-empregos.com ou em jornais e revistas da sua área profissional. Publicite a sua disponibilidade e as suas características sumárias.

19. Venda!
Veja o que tem em casa e não usa ou já não precisa… Procure um fornecedor que lhe possa vender um conjunto de artigos a um preço de desconto e… Registe-se no miau.pt ou no ebay.pt e venda o que tem! Pode não conseguir viver do negócio ou ficar rico, mas pelo menos manterá algum dinheiro a entrar se não fôr demasiado ganancioso e se mantiver um bom e credível perfil como vendedor online. Pode também tentar vender Herbalife ou Amway, mas isto implicará “chatear” a sua rede de contactos pessoais e implica também um perfil de vendedor que nem todos têm…

20. Seja um fabricante!
Faça uma coisa a partir de outra, construa, molde, pinte, monte algo. Pinte pratos, pinte palhaços de cerâmica, faça conjuntos de flores secas, bolos, rissóis ou sandes e comercialize-as nos cafés, lojas e restaurantes das redondezas. Michael Dell, o fundador da Dell começou por montar PCs para os seus colegas da faculdade e acabou CEO de uma das maiores empresas de informática do mundo…

21. Registe a sua Campanha
Mantenha um registo cuidado e detalhado de toda a sua campanha… Use o docs.google.com para manter uma folha de cálculo sempre online, onde quer que esteja e mantenha-a sempre actualizada com cada passo e contacto da sua campanha. Assim, pode verificar e analisar onde está a falhar e onde pode aperfeiçoar o rumo da sua campanha de procura de emprego. Como disse Lord Kelvin: “Aquilo que não é medido, não é melhorado.” Se estabeleceu 8 contactos por dia durante a última semana e ainda não arranjou trabalho, então aumente para 10, por exemplo.

22. Seja criativo!
Seja criativo e anexe a esta lista as suas próprias ideias… Escreva-as aqui – em comentário – e publicite-as aqui para ajudar outros empenhados na mesma árdua caminhada…

Nota Final:

Repare como se pode conduzir esta Operação de “Procura Activa de Emprego” como se se tratasse de um… Emprego!

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As comunidades “naturais”, o “regresso à Natureza” e a crítica agostiniana


(http://www.ifch.unicamp.br)

Agostinho da Silva, na sua fase de vida “brasileira” refere a descoberta de várias pequenas comunidades índias durante o século XIX e XX que viveriam ainda em plena “Idade de Ouro”, com uma economia recolectora perfeitamente integrada no meio natural, sem desigualdades sexuais ou económicas, sem a propriedade individual nem punições infantis. Nestas sociedades, Agostinho reconhece a inexistência de estruturas administrativas, nem de religiões organizadas. Nestas sociedades, os Homens seriam mais felizes, realizados e viveriam numa maior harmonia com a Natureza do que nas ditas “avançadas” sociedades ocidentais.

A partir de um dado momento na sua História, o Homem caiu deste “paraíso terreal” de equilíbrio psicológico e harmonia para um estado desarmónico com a Natureza e consigo próprio que deu origem às psicoses e neurores que hoje infectam as mentalides colectivas (Estados e Nações) e individuais. Para Agostinho o factor que potenciou essa “Queda” foi a Fome. A necessidade do estabelecimento da agricultura no neolítico, mais as decorrentes e necessárias formas de organização política e social que daqui decorreram, assim como uma crescentes especialização do Trabalho levou o Homem a constituir estruturas urbanas cada vez mais desumanas e mais produtivas. Destes aglomerados urbanos nasceu o Estado e com ele a Guerra. Desta centralização da vida humana nasceram os problemas que hoje contagiam todas as sociedades humanas e o crescente, criminoso e suicidário afastamento da Natureza que descambou no actual fenómeno do Aquecimento Global que ameaça destruir toda a vida no globo.

A Natureza é transformada em meio produtivo e a escravização da fauna e da flora produzem um número crescente de disfunções, de problemas sanitários de que a Scrappie, a Gripe das Aves e a crise das “Vacas Loucas” são apenas exemplos… A pedagogia do sistema organiza-se para formar legiões de operários e cidadãos dóceis e obedientes que perpetuem o estado acéfalo e repetitivo das coisas… Grandes estruturas organizativas são gisadas pelos vários autoritarismos, comunista e nazi e emulados nas ditas democracias ocidentais servindo o interesse de grupos económicos e financeiros cada vez maiores, mais poderosos e ricos e exercendo um poder cada vez mais omnipotente e subterrâneo…

Contra esta involução ergue Agostinho a bandeira de uma renovada sociedade humana, mas humana e menos mecanizada, mais espiritual do que as materializadas e obcecadas com o ciclo Produção-Consumo e incentivando a Espontaneidade e a Criatividade que caracterizam as crianças e permitindo a manutenção e o florescimento destas características no adulto. Agostinho assume assim a sua crítica a todas as formas de Trabalho, Disciplina e de ciência e esforço organizados.

Mas esta nova forma de sociedade não pode ser imposta exteriormente e de forma forçada nas sociedades modernas sem que ocorra uma crise generalizada… A transformação deve partir do interior – como sublinhava Agostinho – e deve estabelecer-se primeiro no indivíduo e em grupos de indivíduos que se consigam coligar e estabelecer comunidades livres e autonómas seguindo estes princípios… Os Estados não se devem transformar a partir do exterior, por via eleitoral ou ditatorial, mas a partir do seu interior, de dentro de cada cidadão, de cada pequena comunidade local, de cada cidade rural ou do interior e só depois crescer e desenvolver as suas potencialidades e – pelo exemplo – seduzir os renitentes e desconfiados.

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Da redução do déficit público para 3,3% do PIB ou menos ainda em 2007…

“Os cerca de 950 milhões de euros que o Governo planeia cortar no déficit público para cumprir o objectivo anunciado de 3,3% do PIB para déficit de 2007, já foram, de acordo com as contas das Finanças, praticamente garantidos na primeira metade do ano.”
(…)
“Na Segurança Social, o saldo foi positivo, até Junho, em 1056,8 milhões de euros, uma melhoria de 151,3 milhões face a igual período de 2006. Na Administração Local e Regional, passou-se de um excedente de 158 milhões de euros, na primeira metade do ano passado, para um excedente de 318 milhões. Nos serviços e Fundos Autónomos, excluindo o Serviço Nacional de Saúde, o saldo positivo cifrou-se em 439,6 milhões. E, mesmo no SNS, as Finanças afirmam que se regista um excedente próximo dos 100 milhões de euros.”
(…)
“evolução da receita fiscal, que regista um crescimento de 8,3% um valor muito superio ao do PIB nominal, o que indica que a carga fiscal sobre as empresas e as famílias continua a subir.”

Ou seja, a “proeza” de reduzir e conter o déficit deveu-se em primeiro lugar a um aumento brutal, sistemático e generalizado da carga fiscal sobre os portugueses. Não estamos sob este Governo sob uma administração ou uma gestão financeira mais eficiente, mas apenas perante um Estado fiscalmente mais eficiente e mais voraz no que concerne à sua capacidade e apetite para captar os nossos Impostos. Esta redução do déficit não é portanto “virtuosa”, seria, se fosse alcançada através de uma melhor gestão da Despesa, de uma maior responsabilização ou gestão dos Investimentos, mas sim através do mais simples, puro e duro aumento de impostos. Para além deste aumento de impostos, de que o IVA é o melhor exemplo porque flagrantemente mais elevado ao cobrado noutros países da Europa (ver AQUI ), como a nossa vizinha Espanha onde o IVA é de 16%. Por fim, esta redução do déficit assenta também muito sobre a recuperação de dívidas antigas, especialmente na Segurança Social, e estas, uma vez recuperadas, não podem ser repetidas nos próximos anos… Por isso, esta redução não pode continuar nos próximos anos ao mesmo ritmo e é conjuntural. Assim se explica o saldo positivo da Segurança Social. As reduções do SNS e na Administração Local, resultam de uma política determinada de contenção do endividamento (que é correcta) e de uma contenção na Despesa através do encerramento sistemático de serviços, SAPs, Urgências, Maternidades, etc sacrificando a Vida dos portugueses em nome da contenção do déficit. Existindo aqui uma contenção na Despesa, mas não é “virtuosa”, porque resulta do encerramento e da redução de Serviços, não da melhor administração e gestão dos mesmos…

Fonte: Público, de 20 de Agosto de 2007

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A nova moda “confidencial” de… Submarinos de Luxo


(O “Phoenix 1000” da “US Submarines”)

A multiplicação de multimilionários no mundo tem provocado a expansão das formas de turismo mais “radical” ou “gastadora”, na interpretação de alguns… Embora o foco maior caia sobre os comprados de bilhetes em foguetões russos Soyuz para a Estação Espacial Internacional (ISS) por 27,5 milhões de euros cada, existem pelo menos duas empresas no mundo que se dedicam a uma forma diametralmente oposta de turismo de luxo… Em vez de subirem, as suas naves para os megaricos deste planeta… Descem para os abismos oceânicos.

Trata-se da empresa norte-americana US Submarines, que constrói em Portland os seus modelos de submarinos de luxo, dos quais já comercializou mais de 100 e com 26 em fila de espera e a empresa Exomos, sediada nos Emiratos Árabes Unidos que desde 1995 fabrica 14 modelos distintos dos seus submarinos de luxo. Os modelos da US Submarines vão desde o diminuto Stingray ao maior Proteus, com os seus 19,8 metros de comprimento, capaz de descer até aos 300 metros de profundidade podendo custar até 58 milhões de euros… Quem procura gastar modelos, pode bater à porta da Exomos, já que o seu modelo mais caro custa “apenas” 10,8 milhões de euros… Paul Allen, o criador do Excel, e tornado famoso recentemente pela sua recente viagem à ISS é um dos proprietários dos submarinos da US Submarines, mas a maioria assina clausulas de confidencialidade que tornam anónima a posse destes caros brinquedos… Francamente, acho que é tudo uma questão de medida e de escala… Uma coisa é gastar uns 20 mil euros para uma viagem de 5 ou 6 minutos em estado de ausência de gravidade, outra é gastar 27,5 milhões de euros numa viagem numa Soyuz ou 10,8 milhões a comprar o submarino mais caro da Exomus…  Acreditamos que é imoral e indecente gastar estas quantias em luxos pessoais… Especialmente num mundo onde embora exista um melhoramento geral das condições de vida, as desigualdades não cessam de se aprofundar. Os próprios proprietários destes engenhos sentem aliás este “mal de consciência” ou não seriam tão ciosos da propriedade destes engenhos…


(O “Nautilus”, uma réplica funcional da Exomus)

Uma pergunta: Quantas doses de purificadores de água para uso em África seria possível comprar com estas quantias? E que não me falem do emprego ou do desenvolvimento económico ou tecnológico promovido pelas empresas que fabricam estes aparelhos… Uma e a outra não empregam mais do que 300 empregados e o grosso dos rendimentos da comercialização destes submarinos de luxo vai mais mesmo para os proprietários destas empresas, não para as economias locais (são modelos para exportação, na sua maioria), nem para os criadores e trabalhadores destes equipamentos.

[artigo corrigido]

Fonte:

El Pais; 15 de Julho de 2007

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Agostinho da Silva: “O facto de alguém se reconhecer, por noção própria ou alheia, como ser excepcional, é dos elementos mais corruptores que se podem imaginar para a natureza humana”

“O facto de alguém se reconhecer, por noção própria ou alheia, como ser excepcional, é dos elementos mais corruptores que se podem imaginar para a natureza humana; fatalmente se misturam às relações com os outros as tintas da piedade que, não se confundindo com a caridade, é igualmente dos piores presentes que se podem fazer ao semelhante, ou as barreiras daquela solene distância, que já nos habituámos a considerar perfeitamente normal, da parte do génio ou do simples talento.”

Agostinho da Silva

A democratização das Escolas, no seu acesso e na essência dos seu ensino, pela abertura generalizada das mesmas a todas as camadas sociais foi uma das maiores vitórias da democracia portuguesa, mas produziu também um certo de padrão de nivelamento por baixo, de crítica ao mérito e de facilismo muito sensíveis… Aqueles que se destacam nas suas performances escolares são tidos como “marrões” (nerds nas escolas anglo-saxónicas) e são considerados anti-sociais sendo apenas marginalmente tolerados pelos grupos de alunos menos bem sucedidos e enclausurados em ghettos culturais e sociais que as novelas de jovens da TVI retratam muito bem de forma absolutamente inconsciente e involuntária… Estas excepções são realçadas no seu estatuto excepcional devido a um sistema curricular pesado, rígido e complexo que favorece a memória em lugar da criatividade e da curiosidade naturais em todas as crianças, enquanto que as virtudes da memória só surgem naqueles a quem a natureza dotou com maior generosidade… Importa restaurar um certo “aristocratismo” na regência das escolas, estabelecendo mecanismos de prémio ao mérito (bolsas de estudo e apoios financeiros familiares directos em todos os níveis de Ensino) e reduzindo a carga curricular e reorientando-a para produzir um número crescente de indivíduos excepcionais e cada vez mais livres e criativos, exteriorizando pela via das artes e da criatividade técnica as pulsões negativas naturais a estas fases do desenvolvimento psicológico e social humano.

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O Google Earth Sky em Ubuntu… Algumas voltas até chegar lá…

O Google disponibiliza já desde há alguns dias um novo serviço ao seu “Google Earth“: trata-se “Sky Mode” que permite ver o céu com fotografias de alta resolução do Telescório Hubble e obtidas noutros telescópios do mundo (americanos, britânicos e australianos, até agora). Cada fotografia inclui informação sobre a estrela, constelação ou galáxia. Infelizmente, ainda não pudemos testar pessoalmente esta nova versão, já que a versão para Linux (desde há semanas que só uso este pc com Ubuntu) parece meio críptica, no que concerne à sua instalação. O GoogleEarthLinux.bin é carregado… O Ubuntu e os demais requisitos são cumpridos, deve ser possível… Não descobri ainda é como…. Adiante!

Não espera! Parece que o “.bin” é um formato de compressão, talvez o MacBinary dos MacOS8… Abrindo a Consola e escrevendo:
rmartins@Quintus:~$ chmod 755 GoogleEarthLinux.bin
rmartins@Quintus:~$ ./GoogleEarthLinux.bin
Verifying archive integrity… All good.
Uncompressing Google Earth for GNU/Linux 4.2.180.1134……………………………………………………..

Aparece um guia assistido de instalação…
Mas depois dou com algo que deve ser necessáriamente um erro do Instalador… Diz que preciso de 60 Mb de espaço livre e que só tenho 0 Mb, o que é manifestamente falso!…

Seguindo este documento da Google:
http://earth.google.com/support/bin/answer.py?answer=44713&topic=1135 dei com o problema… Estava a dar a mais o chmod… Devía-me ter ficado pela simples execução via sh GoogleEarthLinux.bin

O directório de default de instalação é o “/usr/local/google/google-earth.” e depois de instalado aparece em Aplicações:Internet:Google Earth

Embora o Google Earth seja algo manhoso nos refersh após zoom e durante a visualização de fotografias, a função Sky trabalha bem… Para a usar temos um ícone “Sky” ou no menu Visualizar “Mudar para Céu”. Podemos pesquisar por objectos celestes, por exemplo “Mars” para saber onde está Marte no firmamento neste momento, no local onde estamos. Infelizmente, aqui, também somos massacrados pelos problemas de refresh que impedem a visualização das magníficas fotografias do Hubble… Mas a função de Zoom é espantosa e permite observer o firmamento, as suas galáxias, planetas, estrelas com um nível de detalhe verdadeiramente… astronómico!

Fonte: News.com

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A entrevista de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo ao El Pais, e sobre Oligopólios, Monopólios e Cartéis…


(http://www.smh.com.au)

Na revista do jornal espanhol El Pais de 15 de Julho surge uma interessante entrevista aquele que é para alguns o homem mais rico do planeta, ultrapassando mesmo o famigerado Bill Gates: o mexicano Carlos Slim, dono da empresa de comunicações Telnex e de uma densa rede de outras empresas sediadas no México e activas em vários locais do mundo, mas especialmente no mundo de língua castelhana.

Muito criticado pelos seus ímpetos monopolistas e pela posição de dominação quase absoluta que detém em muitos sectores económicos mexicanos o “engenheiro” (como gosta de ser tratado) controla mais de 90% da rede telefónica fixa, 80% do mercado do cimento (via Cemex), 95% do mercado televisivo (Televisa e TV Azteca) mexicanos. As suas empresas e o controlo dos Media asseguram-lhe uma posição de certo modo idêntica à de Berlusconi, com a diferença de que ainda não exprimiu vontade de ingressar na política… Slim responde na entrevista a estas acusações de oligopolia afirmando que estes não são negativos se realizarem investimentos, mantiverem bons preços e existirem alternativas, adiantando ainda que se num dado mercado de um dado país existirem oito ou duas empresas competindo entre si, isso não significa que no segundo caso o preço dos serviços seja mais alto… Mas quem garante que as empresas de Slim, ou outras, vão para de se fundir e de se adquirir umas às outras, quando só houver duas empresas no mercado? A tendência que criar um monopólio, como o consequente decaimento da qualidade de serviço, criatividade e aumento de preços não é inegável quando observamos o tipo de estratégia seguida hoje no mundo pelas grandes empresas (não há dia em que não se noticie a fusão, aquisição ou OPA de uma grande empresa sobre outra grande empresa). A este ritmo, quantas grandes empresas multinacionais haverá no mundo daqui a dez anos?… Uma?… E não é mais fácil cartelizar ou concertar preços na presença de duas empresas do que na de oito? É certo que os Estados têm leis e mecanismos para combater a formação destes cartéis, oligopólios (é Slim que usa este termo) e monopólios, mas poderão eles resistir num mundo em que as grandes empresas começam a poder reunir mais recursos, advogados e que… financiam campanhas partidiárias em larga escala?

E por outro lado… O facto de Carlos Slim viver no México, um dos países da América Latina com piores índices de desenvolvimento humano e onde mais de metade da população vive abaixo do limiar da pobreza, apesar da deslocalização de muitas empresas americanas para aqui e da imposição da cartilha neoliberal de mercado não indica que a aplicação da dita é efectivamente capaz de produzir multimilionários e aumento do PIB (Slim responde por quase 7% do PIB mexicano) mas que… é incapaz de produzir um melhoramento consistente, sistemático e generalizado da qualidade de vida das populações?

Fonte: Revista EP[S]; El Pais; 15 de Julho de 2007

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Comentário ao trabalho do epigrafista Carlos Alberto Castelo sobre a Escrita Sudlusitânica (“Escrita Cónia”)

“O Ocidente, Berço do Alfabeto e das Línguas Europeias”

“Todas as provas linguísticas são baseadas em inscrições existentes em lápides proto-históricas do sudoeste peninsular Ibérico. Sendo comum os eruditos (nacionais e estrangeiros), atribuírem designações diversas às estelas epigrafadas do sudoeste peninsular, como: Inscrições Turdetanas ou Tartéssicas, entre outras, assim se omite a identidade do povo que escreveu tais inscrições, os Konii. Povo que, nas estelas encontradas em Espanha, era identificado por Konti (ou Koniti, diminutivo de Konii).”

-> Efectivamente nunca foi estabelecido um consenso quanto à designação da Escrita… O termo que parece reunir maior consenso é o de “Escrita Sudlusitânica”, mas peca por ser estritamente geográfico e não descritivo… O nome da população que inventou a escrita em questão é na sua versão portuguesa “Cónios”. Por isso, a designação mais correcta parece-nos ser a de “Escrita Cónia”. Concordamos assim com a designação “Escrita Konii”, mas preferimos a variante portugesa actualizada pela mesma razão que se chama por exemplo “Escrita Fenícia” e não “Escrita Eshmoon”…
“O estudo da sequência evolutiva da epigrafia destas estelas dará a conhecer que a escrita (e a língua) peninsular possui raiz nativa, e não provêm de outras línguas. E esta nova acepção da paternidade da escrita conduz-nos directamente à desmontagem desse mito que atribui ao indo-europeu a procedência sobre a nossa língua. A suspeita, agora, é a de que a língua ancestral da Ibéria poderá ter estado na formação da(s) primeira(s) línguas indo-europeias.”

-> Concordamos com a inexistência de paternidade entre o Cónio e o Indo-europeu, em qualquer uma das suas variações. Assim sendo deve pertencer a um substrato linguístico anterior ou posterior… Não é plausível que possa ser posterior, logo deve ser anterior e radicar nas línguas das populações neolíticas e da Idade do Bronze que podem ser legitimamente consideradas antepassados directos das populações cónias. Assim, restam muitas hipóteses, abordas uma a uma noutro local. Mas a opção que nos parece mais razoável é o do misterioso “substrato mediterrânico”, presente ainda hoje em dia na raíz do Tamasight dos cabilas argelinos… É aí que deve residir a chave da tradução desta escrita.

“A documentação epigráfica aqui apresentada pretende elucidar qual a origem da escrita primeva, a partir da qual se formaram outras que, viajando no tempo, chegaram até aos nossos dias e constituem as línguas actuais. E veremos, também, que a língua e a escrita Konii, chegou até aos países nórdicos.”

-> Uma referência aparente à semelhança de alguns caracteres cónios com alguns caracteres rúnicos que levou alguns autores portugueses de começos do século XX a julgarem estarem perante uma variante da escrita rúnica… Na verdade penso que a semelhança é apenas morfológica e encontra as suas origens no facto de ambas usarem o mesmo suporte de escrita: a pedra… Simplesmente neste o uso de rectas e angulos é favorecido contra o uso de curvas… Daí a semelhança. O mesmo fenómeno se observa aliás na morfologia das aras romanas quando comparadas com a escrita sobre o papiro ou o pergaminho, aliás…

“Os denominados povos indo-europeus eram iberos, da época megalítica, que atingiram o oriente, fixando-se por toda a parte, das regiões do Cáucaso ao centro da Ásia. Foram eles os primeiros construtores de Menires e Dolmens. A origem destes megalitos é pois, ibérica.”

-> Mas as provas genéticas e linguísticas têm reforçado o sul da Ucrânia como o ponto de origem dos indo-europeus… Não o extremo oposto peninsular… Penso que esta tese peca por demasiado “lusocentrismo”, um fenómeno que infelizmente não é raro entre os investigadores da Escrita Cónia. Contudo, parece de facto que existe no actual território português uma espécie de ponto focal do megalitismo… Ou seja, é possível que esteja aqui o lugar a partir do qual o megalitismo se espalho pela Europa Atlântica e Ocidental, não sendo “iberos” stricu sensu poderão ser efectivamente ibéricos, porque de origem peninsular. De realçar que não devem ter existido realmente “iberos”, mas uma multidão de povos distintos cobertos sob essa única designação redutora que ignora raças e línguas, algumas bem distintas entre si, como aliás já referia Estrabão.

“Tendo em conta que não foi possível ainda determinar a precedência de um povo indo-europeu que ocupe o lugar de “pai da escrita”, conclui-se quão frágil é a teoria do influxo cultural e civilizacional indo-europeu, resultante de uma sua acção centrífuga e expansionista. E assim se reduz tal teoria ao que é, e sempre foi, um mito. Ora, é isto mesmo que hoje em dia é já partilhado por alguns estudiosos da matéria.”

-> A Escrita enquanto tal radica nas primeiras representações abstractas encontradas em alguns megalisto (a chamada “Escrita do Alvão” é um bom exemplo, assim como Glozel, se esta fôr verdadeira, o que não é certo…). Mas a sua origem inquestionável está a Oriente… Na Suméria, mais precisamente. Agora se se refere aqui a “Escrita Alfabética” é que poderá ser diferente… Alguns têm defendido a precedência da Escrita Cónia sobre a Fenícia, e que seriam estes que teriam aprendido a dita quando contactaram para efeitos comerciais os cónios… Mas se assim é como se explica que certos sinais da Escrita Fenícia sejam comuns a alguns hieroglifos egípcios? E como se explica a escrita Protofenícia do Sinai onde essa ligação genética é especialmente patente? E já não falo das provas arqueológicas que definem a precedência de uma sobre a outra… Nem da falta de “massa crítica”, comercial ou demográfica entre os Cónios, uma população demográfica e economicamente diminuta quando comparada com as viçosas e activas cidades-estado da Fenícia.

“Todavia, terá existido um povo primeiro, uma língua materna. Mas pelo facto dessa língua comum ter sido detectada em muitos lugares, para lá da Europa Central, não quer dizer que a sua origem fosse indo-europeia. O facto de muitos povos Ibéricos e centro-europeus se terem desagregado, e as suas civilizações desaparecido precocemente, deixou lugar ao florescimento de outros povos que vingaram mais solidamente e duradouramente no Oriente durante toda a Alta Antiguidade, e de cujas civilizações chegaram até aos nossos dias, maior quantidade de vestígios.”

-> Existem palavras, em número de uma dezena ou duas, que parecem pertencer a uma grande proto-língua, o exemplo mais conhecido é a palavra “mamã” que existe até no longínquo cantonês… O indo-europeu é uma língua que foi deduzida a partir da semelhança de várias línguas germânicas e do sânscrito, isto é, sabe-se que existiu e conhecem-se as suas palavras por inferência e similutudes cruzadas. Não é assim uma “teoria”, que defenda p.ex. a primazia da escrita fenícia sobre a cónia – como defendemos – mas uma dedução lógica e decorrente, sem falhas nem lacunas…

“Apresento seguidamente a exposição de um trabalho de investigação epigráfica, referente a um vocábulo da conhecida Estela Konii de Bensafrim, descoberta nesta localidade por Estácio da Veiga e Santos Rocha. Esta exposição elucidará como um vocábulo peninsular Konii da Ibéria chegou ao indo-europeu.”

-> Uma das melhores estelas cónias e objecto razoável e comum da maioria dos epigrafistas que abordaram até hoje a problemática da Escrita Cónia. Não iremos aqui analisar a proposta de tradução apresentada por Carlos Alberto Castelo já que iremos apresentar oportunamente a nossa própria proposta de tradução e esta interpretação assenta numa teoria interpretativa de que não partilhamos. Mas analisaremos alguns pontos narrativos aqui abordados:

“Que traduzido é: ONAH ou ONAI, e que significa: a; o; um; uma. Para a língua Castelhana de ON se formou UN; e de ONA, UNA. Para o Português de UN, UM; e de UNA, UMA. Também no Latim, idioma proveniente do ramo linguístico peninsular, ONAI fora desvirtuado para OINO, mas todavia tivera evolução paralela para UNU e UNA, semelhante ao peninsular hispânico. Para o Francês ON; em Inglês ONE; em Irlandês AON, no Gaélico AON, e no Galego UNHA. Tendo o Galego perseverado a letra “H” em vez do “I”, sendo mais original e directo do vocábulo Konii ONAH para ONHA, UNHA. Do Konii ONAH para o árabe OUÂH, o “N” passou para “U”. Quando a escrita se expandiu do extremo ocidente da Europa para a Etruria pré-romana, ela incorporou influências da escrita do Médio Oriente através da Grécia antiga, tendo a própria língua grega recebido influência de ambas as partes, tanto do ocidente Europeu como do Médio Oriente. Assim, a desvirtuação da palavra peninsular ONAI, através do primitivo Latim, resulta na forma AINOS mas, derivado à influência Fenícia (por acção dos Gregos), se grafaria OINOS. Esta modificação deve-se ao facto do caractere peninsular Konii “A” (ai) ser sinónimo do Fenício “O” (aiyn). Assim, do Latim AINOS se passou a OINOS.”

-> Mas a Escrita Etrusca incorpora claros elementos fenícios, logo orientais… Isto se os próprios Etruscos não eles orientais, oriundos da Ásia Menor, como hoje frequentemente se acredita…

“Os Gregos escreviam OINE, e a influência indo-europeia ainda mais desvirtuou a palavra para OIWOS. Todavia é de salientar que a letra “W”, como vê dobrado “V” ou “U” é muito recente. O “W” é um pouco semelhante ao antigo caractere da letra “S”. Alguns vocábulos peninsulares foram modificados pela influência dos caracteres da grafia Fenícia, quando estes comerciaram com o ocidente Ibérico e, ainda hoje podemos distinguir essa modificação em algumas línguas que eram idiomas (ramais) peninsulares, tal como o Inglês. A palavra primitiva S(A)N (filho, na língua Konii) inscrita no Heroun (Estela) de Ourique, passara a S(O)N (filho, em inglês). A língua dos Konii foi a primitiva língua peninsular, sendo o Vascone”

-> O que pressupõe a ligação entre o Cónio -> Inglês moderno… Uma tese que resulta da ligação genética entre “ibérico” e linguas indoeuropeias… Algo de que discordamos.

“(Baskoni) um ramal desta língua, com evolução própria. A palavra peninsular SAN (filho) é pronunciada como se escreve e é a abreviatura de”

-> O Basco (Euskari) não é um ramal, mas uma língua autónoma, uma das raras sobrevivências da Na Dené ainda presente nalgumas populações índias da América do Norte, da Ásia Central e do Caúcaso. Não tem relação com as línguas do substrato mediterrânic, cónias ou indoeuropeias. Pelo menos é aquilo que acreditam os paleolinguistas em geral.

“SANGUE. Nos tempos antigos os povos pré-romanos pronunciavam “O SANGUE DE NOSSO SANGUE”; é “SAN” (filho). E da frase Mo San, fonética (Mô San) que significa Mio (Meo = Meu (Filho)), nasceu Mô s ( Moç = Moço), e Mô sa (Moça). No castelhano (Mozo) e (Moza), sinónimos de hijo e hija. Por esta razão temos SAN, em inglês. A língua dos Etruscos, também um ramal linguístico peninsular, chamava SAN aos filhos. Este nome “

-> Não se acredita que o Etrusco esteja ligado ao Ibérico (ou às diversas línguas ibéricas). O Etrusco parece pertencer a um ramo linguístico completamente diverso…

“ainda se encontra em inscrições do povo Etrusco. Os seus tradutores julgam tratar-se de um termo que designa “Ancestral”, e que a palavra “Clan” é filho. Mas, “Clan” significa “Família”, em utilização como: “os clãs da Escócia”. A palavra “Clan” ou “Clans” é uma alteração de Çans (Sans (filhos)), sinónimo de descendentes (Famílias). A frase Konii “Mo San” (Mô San) significa: Meu Sangue (Meu Filho) ou, também, em língua Konii: Mo Nino (Mô Nino ou Mi Nino) de onde nasceu o arcaico português “Minino” que evoluiu para Menino. No português arcaico, o sinónimo dos caracteres, ” I ” e ” H ” da palavra ONAI ou ONAH, teve uma evolução própria.”

-> Julgava que “menino” derivava do francês “mignot”… Mas de facto há quem defenda a origem catalã da palavra… O que pode levar à sua origem “ibérica”…

“A Palmeira Ibérica
– um símbolo da antiguidade -“

“Na antiguidade a Palmeira possuía um significado especial conotado com a nobreza e a riqueza de um povo. Na Península Ibérica existiam muitas palmeiras e havia uma área de concentração destas majestosas árvores a que chamavam Terra das Palmeiras, hoje conhecida como Paloma, actual cidade espanhola.
A Palmeira era um dos principais símbolos do Povo Konii/Konti e aparece representada em moedas cunhadas nas antigas cidades peninsulares pré-romanas. Nalgumas dessas moedas vê-se um cavaleiro que eleva um ramo de palma.
Na época Konii/Konti era habitual decorar os herouns (estelas funerárias) com ramos de palmas em homenagem ao defunto. Hoje, ainda se enfeitam as campas com flores, e podemos especular acerca da ancestralidade das romarias que em Dia de Ramos levam o povo a florir os cemitérios. Afinal, as “novas” religiões herdaram tanto das antigas, politeístas, e estas dos tempos mais remotos, que não repugna considerar que uma tradição proto-histórica ibérica tenha passado ao Médio Oriente e transmitida aos hebreus. Assim teríamos a Festa de Ramos, com os seus tradicionais ramos de palma, ainda hoje praticada em Israel. Tradição nada estranha aos costumes árabes que igualmente homenageiam os seus mortos com deposição de ramos de palma nas campas.”

-> Sendo que a Palma é também uma aparição comum nas estelas romanas achadas no nosso território, no mesmo contexto e com o mesmo significado.

“A Língua e a Escrita Konii

O nascimento de vocábulos linguisticos de alguns idiomas, que se tornaram línguas,
tendo como raiz a Língua Konii proto-histórica do Sudoeste da Península Ibérica.
Comecemos por um vocábulo do célebre Heroun (Estela) da Fonte Velha de Bensafrim – Lagos:
Na antiguidade alguns povos escreviam da direita para a esquerda ( sinistrorsa ) e outros da esquerda para a direita ( dextrorsa ) mas, o povo Konii, gravava as inscrições nas estelas dessas duas formas.”

-> A direcção segundo a qual as estelas cónias deve ser lidas segue a direcção da inclinação dos signos… Para a esquerda (sinistorsa) ou para a direita (dextrorsa), consoante a inclinação dos caracteres.

(…)

“Como se pode observar, o Galego, Português, Castelhano e Latim, são idiomas de uma língua comum materna ibérica, cujo a raiz é a Língua Konii.”

-> Infelizmente, estas três línguas parecem todas derivar directamente no Latim, e este, por sua vez, de uma língua indoeuropeia… Não é claro que a língua dos Cónios pertencesse a esse ramo, havendo pelo contrário indícios que apontam noutra direcção, para um Substrato Mediterrâneo anterior, sobrevivente ainda hoje entre os Cabilas da Argélia e nalguns dialectos italianos e das ilhas do Mediterrâneo Ocidental, especialmente na Sardenha.

“As « línguas nórdicas » também tiveram sua raiz linguistica da Peninsular Konii. Pois as terras do norte, primitivamente foram povoadas pelos ibérios, assim, os caracteres alfabetiformes rúnicos levemente modificados são quase todos originários da escrita primitiva ibérica.”

-> A semelhança com os caracteres rúnicos é apenas morfológica e casual, como acima referimos. E a ligação genética das línguas germânicas com o indoeuropeu está hoje bem estabelecida…
Fonte: http://www.fcastelo.net/cemal/konii.html#Do%20Konii%20ao%20Indo-Europeu

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QuidSZ S2-11: Como se chamava esta figura da Cultura Lusobrasileira?

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Dificuldade: 2

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A Língua, a Matemática e a Arte: Os Três Pilares da Educação Agostiniana


(http://www.math.hmc.edu)

Embora não fosse grande admirador das instituições formais e ainda menos das eclesiásticas, Agostinho reconhecia na regra monástica da Ordem de São Bento a virtude de incentivar a autencidade das escolhas de actividades laborais dos monges. Seria esta mesma autenticidade que a Escola devia promover nas crianças, desviando o seu ensino das normas escolásticas que ainda o regem e retirando-lhe as funções paternalistas que tem ocupado nos últimos anos devido à retirada dos papéis morais e formativos dos pais numa sociedade cada vez mais materialista e desumanizada. A Escola deve assumir como principal missão a de despertar a curiosidade e o desejo de aprender, complementando estes com as mais básicas ferramentas: a aprendizagem da língua, da matemática e das artes… Tudo o mais será oferecido às jovens curiosidades despertas quando estas o pedirem, mas já depois destas estarem devidamente municiadas com os conhecimentos fundamentais de português e matemática… A extensa e prejudicial carga horária e disciplinar seria assim reduzida drasticamente, e a acumulação estéril de informação e conhecimento improdutivo seria abolida, a favor de um sistema educativo mais ágil e leve, mais propiciativo da inteligência, do que da memorização pura e estéril, por via da Arte e da Curiosidade criativa.

A criança não deve ser um futuro elemento da cadeia produtiva, acéfalo e dócil, mas um elemento activo, dinâmico, criador de riqueza mental e cultural, bastando-se a si mesma, sem ser dependente de consumismos e paixões induzidas pelos Media docilizados pelos grandes grupos económicos. A Criança não é um alvo dos interesses economicistas que regem o mundo globalizado, mas um foco do imenso poder criativo alojado na alma humana e que deverá levar o Homem até às Estrelas, assim queira ele aderir ao chamamento da Natureza e parar de a encarar como utensílio e meio para explorar e transformar a Natureza em “Res Humana” (Coisa Humana).

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Sobre a condenação de cinco estudantes a penas de prisão de 3 anos por terem recolhido informação sobre fabricação de bombas e terrorismo


(http://www.tucsoncitizen.com)

Um tribunal britânico condenou cinco estudantes a penas de prisão de 3 anos por terem recolhido informação sobre fabricação de bombas e terrorismo. Depois de ter recebido uma denúncia de um dos pais de um dos jovens muçulmanos, a polícia fez uma rusga e encontrou num computador pertencente a um dos jovens um manual do Exército dos EUA com instruções sobre como fabricar bombas artesanais e um manual para bombistas suicidas, ambos carregados da Internet. O caso foi reforçado pelo registo de conversações trocadas na Internet onde se encorajavam actos terroristas e acções de “martírio”. Os jovens negaram as acusações declarando que estavam apenas a investigar temas em torno do Islão.

Uma responsável da polícia britânica declarou que “não se trata de um caso de fantasias adolescentes ou de jovens exibindo-se para impressionar os seus amigos. Os estudantes coleccionaram uma grande quantidade de informação extremista nos seus computadores, informação para se encorajarem a si próprios e a outros para tomarem o caminho do martírio e da violência contra pessoas inocentes.”

Este caso ilustra bem os dilemas morais que enfrentam as sociedades actuais e a facilidade com que a imposição das leis aprovadas após os ataques terroristas pode fazer perigar a delicada fronteira entre Segurança Pública e Liberdade de Expressão… Neste caso, houve uma condenação efectiva por que os condenados tinham material que “poderia” ser usado na fabricação de bombas. Mas este material não está também disponível em qualquer faculdade de Ciências do mundo? E não existem milhões de sites na Internet com as mesmas informações? Então foram as mensagens de apoio a operações de “martírio” que levaram à cadeia? E basta exprimir uma opinião para levar a uma pena de prisão efectiva? É claro que cruzando estes dois factos: O apoio expresso e o conhecimento estão reunidas duas pré-condições para que surja um bombista… Mas este não chegou ainda a surgir e houve uma condenação a cinco jovens com base na sua opinião sobre a Ocupação no Iraque e quanto à posse de manuais… É certo que é melhor prevenir do que remediar, mas não sem colocar em risco as nossas Liberdades individuais. Intenção não é Acção, e se os fanáticos islâmicos conseguiram tornar uma das sociedades mais democráticas do Ocidente numa Sociedade onde a Lei legitima a detenção de alguém por causa da sua Opinião então já venceram a Guerra ao Terrorismo.

Fonte: CBS

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QuidSZ S2-10: Como se chama este carro?

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Dificuldade: 4

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“A boa saúde do sistema político norte-americano consiste em ter tornado realidade aquilo a que Karl Popper defendia ser o ideal de uma democracia: uma institucionalidade que impedisse que os governos pudessem fazer muito mal.”


(http://www.edugraphics.net)

“A boa saúde do sistema político norte-americano consiste em ter tornado realidade aquilo a que Karl Popper defendia ser o ideal de uma democracia: uma institucionalidade que impedisse que os governos pudessem fazer muito mal. Os Estados Unidos tiveram alguns maus presidentes, cujos erros deixaram sequelas dramáticas nos campos sociais, económicos e morais. Mas esta consequências podiam ter sido infinitamente piores sem o sistema de contrapesos, e sobretudo, sem a descentralização do poder, das suas instituições não poderia ter servido de travão e correcção para esses erros.”

Fonte:Mario Vargas Llosa; El Pais; 15 de Julho de 2007

É por esta razão, por esta essência descentralizada viva ainda na democracia dos EUA que presidentes imbecis como George Bush, pouco mais do que indivíduos com um grande carisma pessoal e totalmente manietados pelos grandes lobbies industriais e financeiros não conseguiram até hoje abalar a estrutura dos EUA. É certo que nunca como hoje estiveram tão ameaçadas as liberdades cívicas americanas, já que existem hoje leis e uma conduta do Estado que interfere, invade e coloca como nunca em questão as liberdades cívicas dos cidadãos dos EUA (um plano que estava já em marcha antes do 11 de Setembro, e ao qual este veio apenas dar justificação externa). As reduções de Liberdades, Direitos e da expressão cívica têm como maior objectivo transformar os EUA numa democracia descentralizada (nos Estados federados e, mais abaixo, nos seus municípios) numa plutocracia dominada pelas grandes multinacionais que elegem, entre si, os presidentes e que transferem os centros de Poder dos órgãos eleitos para os seus Conselhos de Administração.

Contra este movimento centralizador e autoritário do “Governo das Multinacionais”, avançando sob o pretexto da “Guerra ao Terrorismo” debatem-se os “liberais” norte-americanos (conceito distinto do europeu) e sobretudo, as muito dinâmicas e activas forças autonómicas locais… Com efeito, em mais nenhum lugar do mundo, os poderes dos Estados federados são mais extensos e amplos (compare-se p.ex. com a Federação brasileira ou com a Federação russa), e em poucos outros lugares temos municípios com tão ampla autonomia e capacidade de auto-gestão… Embora tenham dos maiores estados federais do mundo, nem por isso os EUA são das federações mais centralizadas, bem pelo contrário…

E deste sistema de governo norte-americano muitos ensinamentos poderíamos tirar… A descentralização é um dos seus maiores ensinamentos e a capacidade que demonstra para absorver líderes imbecis e marionetas de grandes interesses assemelha-se à capacidade que o império romano tinha para absorver líderes de igual qualidade… Sendo que no caso romano, esta capacidade assentava numa máquina administrativa e legal sólida, e que no caso americano, a solidez e flexibilidade do sistema assenta na descentralização estrutural e na partilha de poderes… Isto apesar de todos os ímpetos centralistas e autoritários (limitações da liberdade de expressão e escutas aos cidadãos) executados pela actual administração Bush.

Categories: Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Sociedade | 12 comentários

Detida por… causa de 10 segundos do filme Transformers…


(http://img207.imageshack.us/img207/4397/movieposterqm1.jpg)

Por cá, com a celeuma e o encerramento do BTuga e no resto do mundo a pressão das associações dos editores de música e cinema está a alcançar um novo paroxismo, só comparável à crise que assola esta ainda muito lucrativa indústria, mas que deverá reduzir as vendas de CDs a zero nos próximos cinco anos… Assim, os lobbies Motion Picture Association of America, a associação do género mais poderosa e influente do mundo conseguiram levar a polícia a aplicar nesta área uma política de “Tolerância Zero”.

Como em todos os radicalismos, a aplicação cega desta medida está a produzir alguns extremos que seriam ridículos se não fossem tão trágicos… Nos EUA, uma jovem de 19 de anos que assistia ao filme Transformers num cinema da Virgínia com a sua namorada arrisca-se a cumprir um ano de prisão e a ter de pagar uma multa de 2500 dólares depois de ter gravado dez segundos do final do filme. Aparentemente, alguém a viu a usar a câmara digital e chamou a polícia (que teve que abandonar uma muito mais perigosa perseguição a um gang juvenil e a retirada de um gato assassino do alto de uma árvore em troca desta perigosa missão). A jovem alega que filmara apenas estes 10 segundos para os mostrar ao seu irmão mais novo, e de facto, parece que não filmou o filme completo, como sucede com tantos screeners que se especializaram nesta actividade ao ponto de o próprio Seinfled lhes dedicar um episódio inteiro…

Sem dúvida que as autoridades devem perseguir a indústria paralela da pirataria, com ramificação e autênticas linhas de montagem estabelecidas a Oriente e sobretudo na China – autêntica capital mundial da contrafacção – e entre ela, os indivíduos que profissionalmente usam câmaras de vídeo para gravarem filmes inteiros nos primeiros dias da sua estreia para depois os colocarem nessas nebulosas redes (este fenómeno acontece a cerca de 90% de todos os filmes), mas este não é o caso! Está estabelecido que a rapariga não pertence a nenhuma “rede” e que gravou apenas 10 segundos do filme, o que lhe retira toda a possibilidade de uso comercial do extracto… Sem dúvida que não foi acto inteligente, mas possui o devido Dolo (intenção) criminosa merecedora de tal pena? Não me parece…

Para combater a pirataria no mundo do audio e do video o que é preciso é imaginação. Imaginação para encontrar novas formas de vender música e cinema que sejam justas, nos preços propostos, sabendo-se que os níveis babilónicos de preços cobrados por cada album ou em cada bilhete ou DVD originais estão na raíz directa do fenómeno da pirataria e, sobretudo, importa focar esforços e energias sobre as redes para-industrias de fabricação de pirataria e de distribuição que com sede no Oriente contaminam todo o planeta… Se a Arte deve sobreviver e ser remunerada de forma a que possa fazer mais é preciso pagar pelo justo valor e castigar os criminosos. Mas daí a ir atrás de estudantes de 19 anos ou de cada um dos 200 mil utilizadores portugueses da rede P2P Btuga… É comprometer ainda mais a imagem já muito má de uma indústria moribunda e entrar em pleno regime autofágico.

Fonte: Plastic.com

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QuidSZ S2-9: Que personagem de banda desenhada é esta?

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Dificuldade: 2

Categories: QuidSZ S2 | 21 comentários

Agostinho da Silva: “quando cada um de nós for aquilo que é, teremos o Quinto Império.”

Agostinho acreditava que “as escolas devem deixar de ser máquinas de fabricar adultos passando antes a viveiros de conservar crianças” ou seja, em vez de inserir de forma mais ou menos violenta e forçada “conhecimento empírico e abstracto” nas mentes infantis e juvenis, as escolas deviam procurar preservar aquilo que de melhor têm as crianças que é a espontaneidade e a criatividade, mantendo e desenvolvendo estas características até à idade adulta. Será buscando em si, numa verdadeira aventura inteiro de Descobrimento e exploração que primeiro se cumprirá o Quinto Império interior, primeiro passo para a realização exterior das profecias quintanas. Como afirmava Agostinho: “quando cada um de nós for aquilo que é, teremos o Quinto Império.”

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Sobre a nova disciplina britânica de “Bem Estar Económico e Capacidade Financeira”, do modo de Ensino Agostiniano e da forma de a integrar no dito


(http://www.colorado.edu)

Uma lei aprovada recentemente no Parlamento Britânico torna possível a inauguração de uma nova disciplina para os alunos de entre os 11 e os 16 anos dedicada ao ensino de conceitos de gestão financeira pessoal e a noções básicas de Economia… A nova disciplina, designada de “Bem Estar Económico e Capacidade Financeira” tenciona ensinar às crianças e adolescentes a melhor forma de gerir os seus rendimentos, assim que entrem no mundo laboral, como abrir uma conta bancária, como contrair e pagar um empréstimo, etc. A medida reveste-se de bastante interesse, especialmente no contexto britânico onde o mercado da habitação é profundamente disfuncional (Gordon Brown anunciou recentemente a intenção de construir 4 milhões de novas casas para aplacar a “bolha imobiliária”) e onde – em média – os jovens deixam o Ensino Superior com uma dívida pessoal de mais de 22 mil euros…

Por cá, uma disciplina idêntica seria igualmente interessante, já que os preços do dinheiro (juros de empréstimos para compra de casa e de consumo) não param de subir, assim como o nível de endividamento das famílias e o pernicioso e malévolo universo das “empresas de crédito pessoal”… Mas como saberão aqueles que mais lêem estas paragens quintanas, não advogamos o aumento da carga disciplinar ou horária do ensino, mas sim a sua redução e simplificação… Assim aquilo que defendemos é no esteio do pensamento agostiniano, a redução do plano curricular do secundário e do primário (fundidos num só nível) a três disciplinas: português, matemática e artes. Depois, haveria uma série de “tutores”, um para cada disciplina paralela, opcional e motivada apenas depois da criança/adolescente ter expresso o seu interesse próprio, autónomo e independente para a aprender… Esta cadeira, ou uma sua equivalente, seria uma destas desta rede de “tutorias”, conseguindo-se assim a proeza de simplificar e potenciar o Ensino, e alimentando nas crianças as suas duas mais poderosas características: a Curiosidade e a Espontaneidade.

Fonte: El Pais; 15 de Julho de 2007

Categories: Educação, Movimento Internacional Lusófono, Política Internacional, Política Nacional, Portugal, Sociedade, Sociedade Portuguesa | 1 Comentário

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