Sukhoi Su-34: O novo bombardeiro da Força Aérea Russa


(Sukhoi Su-34 in http://www.defesabr.com)

Os primeiros Sukhoi Su-34 começam finalmente a entrar em serviço na força aérea russa em números significativos… Depois de quase 20 anos de desenvolvimento e percalços vários provocados pelos anos de caos e desorganização que se seguiram à queda do comunismo na Rússia, aquele que será doravante o cerna das forças de ataque da Federação Rússia começa a substituir os idosos Su-24…

O primeiro Su-34 entrou ao serviço a 15 de Dezembro de 2006, sendo então o primeiro novo tipo de avião que a força aérea recebia em mais de 20 anos, o que dava uma boa medida da falta de actualização desta força aérea, outrora moderna e actualizada…

Contudo, o primeiro regimento com os novos bombardeiros Su-34 só estará completado com as 20 unidades previstas em 2010 e somente por volta de 2020 é que a Rússia terá 200 aparelhos idênticos em operação.

Apesar destes atrasos (provocados por dificuldades de financiamento), o Sukhoi Su-34 representa actualmente o ponto mais alto da tecnologia aeronáutica russa. Sendo ainda uma variante do Su-27, um avião de caça desenvolvido nos finais da década de 60, e sendo um herdeiro directo desta concepção com mais de 40 anos, o Su-34 tem sistemas electrónicos radicalmente novos e tão eficientes como os melhores dos melhores aviões ocidentais e pode transportar oito toneladas dos melhores mísseis Ar-Terra do inventário russo, como o R-73, o R-27 sendo defendido pelos mísseis Ar-Ar RVV-AE. O bombardeiro pode ainda transportar vários tipos de bombas inteligentes e mísseis anti-navio Moskit e Jachont.

Fonte: Flug-Revue

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Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 27 comentários

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27 thoughts on “Sukhoi Su-34: O novo bombardeiro da Força Aérea Russa

  1. Golani

    Sukhoi Su-34 Fullback
    Russia’s New Heavy Strike Fighter

    by Dr Carlo Kopp
    © 2004, 2007

    http://www.ausairpower.net/APA-Fullback.html

  2. Quem escreveu acima que a Força Aérea Russa está desatualizada deve rever rigorosamente seus conceitos e se atualizar, pois eu acompanho os projetos aeronáuticos russos na WEB e já vi coisas impressionantes. Por exemplo, o Sukhoi Su-35 foi modernizado profundamente para a versão Su-35 BM, que possui um radar de varredura eletrônica contínua, podendo, dentre outros recursos, acompanhar 30 alvos (!) e atacar 8 ao mesmo tempo com mísseis guiados por radar ativo. Eu camparei o novo Su-35 com o Eurofighter, e vi que este último possui apenas um radarzinho minúsculo dentro de seu pequeno radome; já o radar do Su-35 (o Irbis E) é bem maior, mais potente e mais capaz que o do avião europeu, e que o de muitos outros caças em serviço.
    Mais impressionante ainda é o PAK FA T-50. Só para termos uma noção do que esse futuro caça será capaz de fazer: poderá decolar de pistas com 300 a 400 metros (capacidade inexistente no Raptor americano), poderá fazer muitas missões diferentes na guerra aérea, inclusive o papel de aeronave de guerra eletrônica; terá controle de vetoração de empuxo avançadíssimo (enquanto que o Raptor tem apenas o TVC que se move em 2 direções). Não posso citar outros detalhes, pois a Rússia ainda mantém esse supercaça em segredo, mas é quase certo que ele superará em muitos aspectos o F-22 Raptor.
    Outro fato impressionante é que a Rússia produziu a bomba convencional mais potente do mundo. Para termos uma idéia do poderio russo, a mais potente bomba dos EUA pesa 13 toneladas, sendo que um caça como o Raptor não consegue carregá-la, mas a bomba russa é 4 vezes mais potente que a bomba americana que citei, podendo ser carregada por caças como o PAK FA T-50 e o Su-35, pois pesa apenas 7 toneladas.
    Tenho muitas outras modernidades para citar sobre a indústria aeronáutica e a Força Aérea Russa, mas se eu fizesse isso, levaria dias para acabar esse comentário.

    • jose filho

      e o vcs sao muito forte mas a america tambem estar muito bem preparada

    • stalone, seu post foi de excelente qualidade. conheo a força militar russa, em particular sua força aérea, e gostaria de manter contato pra trocar mais infos sobre as novidades que vem do país dos kzares.
      no ocidente não há eficiência na área militar como na rússia.
      aguardo retorno.

      GEN. RUBINO.

  3. Mas quantos dos aparelhos da Força Aérea russa foram actualizados para o novo padrão? E sim, admito que o Su-35 seja perfeitamente capaz de enfrentar par-a-par qualquer caça NATO, com talvez a única excepção para o F-22.
    Quanto ao PAK… Infelizmente é um projecto, e um projecto em dificuldades ao que parece (questão com os motores). E muito promissor, e agora é a altura certa para avançar e encontrar parcerias. Neste contexto seria importante congregar esforços com a Índia e o Brasil… Uma é um aliado e cliente preferencial da Rússia e tem todo o interesse em acompanhar a explosão militarista chinesa (velhas questões fronteiriças) e o outro (o Brasil) tem a Embraer, precisa urgentemente de se reequipar e poderia ser um vector para as exportações do PAK-FA na América do Sul…

  4. Alexandre

    Bom quanto ao alcance do radar Irbis-E de 400Km é relativo a um rcs de 3m2, só como comparação um rafalte tem um rcs de 0,70, um super hornet 1m2 e um eurofighter 0,90m2 e por fim um f22 0,01m2. Do ponto de vista militar esse radar em comparação a esses caças vai traquear seu alvo(levando em conta sem contramedidadas de defesa)um rafale entre 75 a 80Km um super hornet a 133Km e um eurofighter entre 85 e 90Km. Levando em conta que os caças do ocidente foram projetados para traquear alvos com baixo rcs, seria um confronto equilibrado e em alguns casos favoraveis ao ocidente visto o rafale f3(com radar aesa com alcance de 170Km com baixo rcs).
    especificação do radar do su35(tirado do planfeto do 35 na laad2007)

    fonte:alide

  5. cravo

    Alexandre, esses dados não são realistas. Toda a informação relaccionada com este assunto é sigilosa e baseada em especulação, no entanto os dados divulgados oficialmente apontam para que o rafale seja “avistado” a uma distância muito maior pelo radar do sukhoi do que o contrário. Aliás, o irbis-e é anunciado oficialmente pelo fabricante como capaz de detectar um rcs de 0,01 m2 a cerca de 90 km. Podes ver um gráfico aproximado aos valores divulgados, no link a seguir, sem esquecer que as distâncias estão em milhas náuticas( 1 NMI = 1,852 Km):

    Mas discutir isto é puramente académico. Os rcs divilgados são para configurações “limpas”, ou seja, sem cargas externas. Mas sem cargas externas nenhum caça em serviço pode atingir o inimigo à excepção do f-22 que carrega as armas internamente. Isto significa que na prática o f-22 é o único aparelho com uma vantagem real no que toca a baixa visibilidade, e por isso mesmo é o único que tem uma assinatura-radar várias ordens de grandeza menor que os outros. Ele simplesmente não pode ser enfrentado a grande distância usando sensores e armas guiadas por radar, terá de ser através de infravermelhos ou outra tecnologia.
    Os outros não têm um rcs centenas ou milhares de vezes maior por acaso ou por faltar a tecnologia, mas porque falta a capacidade de carregar as armas internamente. a diferença entre dois aparelhos que carregam as armas externamente, um deles com rcs=1,0 m2, e outro com rcs=0,5 m2 é quase nenhuma. Se colocarmos 4 ou 6 mísseis e respectivos suportes externos em cada um, no total aumentando o rcs em, digamos 0,5 m2, o primeiro passará a ter rcs=1,5 m2 e o segundo rcs=1,0 m2. Como as distâncias de detecção diminuem num factor ao quadrado com a diminuição do rcs, isso significa que para o mesmo radar, o primeiro seria detectado a uma distância igual a cerca de 1,2 vezes o segundo, apesar de ter o dobro do rcs.
    Daqui resulta que até hoje nenhum fabricante tenha se esforçado para fazer um aparelho que transporte as cargas externamente ter um rcs muito inferior a 0,5 m2, simplesmente porque seria inútil. Só há um caça furtivo em serviço, e o resto é discussão puramente académica. E lembro que um f-22 transportando mísseis externamente não seria significamente mais dificil de detectar que um rafale, eurofighter ou super hornet.
    A partir daqui torna-se muito mais importance a capacidade e potência do radar, e neste aspecto o irbis-e está noutro campeonato, com 20 kw de potência de pico, é tão potente que só a familia Flanker pode comportar um sistema de refrigeração compatível, e só o su-35BM pode gerar potência suficiente para o alimentar. Actualmente ele não pode ser instalado em nenhuma outra versão do Flanker precisamente por isso.
    As coisas não são tão simples como podem parecer e simples comparações de tabelas e números não dizem quase nada de significativo. Além disso quem utilizar um rafale na américa do sul dificilmente algum dis terá de enfrentar um su-35bm, da mesma maneira que quem usar um su-35bm dificilmente terá na região um rafale como adversário, por isso comparar o desempenho de um frente ao outro também é académico. O que importa é comparar o desempenho de cada um deles frente aos adversários em potencial, no ambiente e cenários possíveis e previsíveis. Não esquecer que é um ambiente com pouco ou nenhum apoio do controlo de terra nas zonas selvagens periféricas, onde também os +-120 graus de varredura do irbis-e (alem de um radar traseiro no su-35bm) podem ser muito importantes face aos +-60 graus do rafale.

  6. Anónimo

    PEÇO A DEUS QUE CHAVES NAO SE INTERESSE PELO SU34 OU O JULGUE DESNECESSARIO PORQUE JA ESTOU COM MEDO DE COMO ELE VAI USAR OS SEUS SUPERBRINQUEDINHOS DIGO SU30.FORÇAS ARMADAS EM PE DE IGUALDADE E’ UMA COISA ,COIDA ARMAMENTISTA E’ OUTRA.

  7. Ricardo Teixeira

    SUPERBRINQUEDINHOS, os su_30….
    bah se fossem 35.
    chaves não conseguia treinar pilotos descentes com os f-16 que teoricamente sao mais faceis de pilotar que dirá os su-30.
    em uma guerra entre brasil e venezuela eles teriam que atravessar quase toda a america latina para destruir a imbel por exemplo, um pouco mais para destruir a tauros um pouco menos para destruir a embraer.
    ou seja, em quato ele voa pra tentar chegar ate estas empresas o barsil ataca com os amx e destroi as bases venezuelanas. boa ideia

  8. Sim, tb jáouvi dizer isso, que os F-16 da Venezuela eram especialmente mal pilotados e um foco de risota no continente americano…

    mas enfim, nada que muito treino não resolva, suponho!

    e francamente acho extremamente improvável (aka: impossível) um tal confronto. Agora umas escaramuças fronteiriças… isso sim, é bem possível e nestas… os AMX em ataque ao solo e sem a devida cobertura aérea poderiam ser presa fácil para o Su venezuelanos. Por isso importa que o Brasil tenha pelo menos aviões equivalentes a estes, e os rafale (devidamente pilotados e armados, o que não acontece, p.ex. no Chile) seriam decisivos.

  9. Edeandro

    Muito boa.

    Mas o como seria bom se o Brasil possuisse pelo menos (100-Su30, 60-Su35, 80-Mig35, 40-T50Pak-fa), não teria para ninguém na América Latina, pois todos sabem que no Mundo so ficam a frente do Brasil os Pilotos de Israel.

    quem sabe também alguns Tupolev bombardeiros.

  10. Sim… seria bom… mas haveria mesmo dinheiro (e necessidade efectiva) para financiar uma tal “armada dos céus”?

  11. nosle

    Com muito, muito, muito menos que isso não teria pra ninguém na AL.
    20 su-35 para hoje.
    80 Pak-Fa para amanhã substtiuir F-5, AMX e Mirage 2000.
    20 su-34 para a Marinha desativar seu Porta Aviões.
    Pronto com uma força aérea destas o Brasil consegueria supremacia aérea na AL e no Atlântico Sul por 40 anos sem nenhum problemas a não ser que os EUA armem alguém aqui com F-22 ou F-35, mesmo assim seria par a par.

  12. carlos augusto

    Se a FAB adquirir o Rafale, daqui a 30 anos teremos os mesmos problemas que hoje temos com o Mirage III, parece que ninguem ainda desconfiou que fazer negocios com os Franceses não é uma boa coisa não, qual foi o ganho com os Mirage III, o Brasil aprendeu alguma coisa neste 30 anos sobre o Mirage III, digo sobre fabricaçao ou mesmo uma manutenção mais criteriosa, não. E ainda temos que lembrar da guerra das Malvinas, quando os argentinos deixaram de receber peças de reposição e os misseis exocesset, e ainda tiveram a surpresa de ver que os franceses entregaram os codicos dos misseis para os ingleses. Eu creio que o maior perigo para o Brasil atualmente é um vizinho que tem suas terras perto da reserva índigena Raposa Serra do Sol e que usa submarino nuclear, e seu verdadeiro endereço é na Europa, e o segundo perigo é uma outra nação Americana que não fala o Portugues e nem o espanhol, e o candidato mais forte a presidente desta nação disse: A Amazonia é um patrimônio universal, ela não pertence ao Brasil.

  13. evandro de melo

    na verdade o brasil precisa tirar de circulaçao todo esse material belico obsoleto.se reequipar se faz necessario para o brasil.a grandes desafios e grandes descobertas a favor do nosso pais.
    Ogoverno precisa investir nas tres armas e criar a nossa armada para nossa defesa.

  14. Adilson Taju

    Lendo estes comentarios sobre a aviacao russa e americana. Fez-me recordar que, no campo da estrategia militar a Russia tem levado vantagens sobre os EUA. Vejam que enquanto os EUA tem uma poderosa marinha, no entanto, do ponto de vista de combate terra-terra, esta aquem do poder da sua forca naval. E, os conflitos no Vietname, Baia dos Porcos, em Cuba, a aventura na Somalia, a Guerra de Golfo de 1990, entre outros locais, revelam o quanto o que os EUA tem de forte na marinha, tem de fraco nas forcas terrestres. Um outro aspecto, nao menos importante diz respeito ao facto de que apesar dos EUA nao terem sofrido a sangria que ocorreu com a Uniao Sovietica, o certo e que a Russia pouco tem precisado de dispersar as suas forcas pelo mundo a fora. Em ultimo lugar, consta que o que conta nao e a quantidade e o tamanho e sim a capacidade de destruicao. Os EUA tem muito em quantidade, mais pouco em capacidade destrutiva. Lamentavel a situacao dos militares americanos no Iraque e no Afeganistao. Acreditem, mesmo que nao venha a terceira guerra mundial ou guerra fria, a Russia esta de volta, e nao vai cometer os mesmos erros cometidos pela Uniao Sovietica. A Georgia so foi um ensaio para as tropas russas. Lembrem-se que os russos sempre foram manhosos e estao habituados a levantarem-se das quedas, a sua historia mostra isso. Sera que os EUA estao. Muito ainda esta por vir desta nova Russia.

  15. Com certeza a nova Rússia está se pondo de pé, e frexionando os musculos, a geórgia q o diga, já levou os primeiros sopapos…E kara, seus sistemas de misseis e algo assim de fantástico..li q são hipesônicos, furam quaisquer sistema antimissil (7200 km/h ..incrível )vide o novo mundo. + é bom p/ equilibrar a balança do poder .

  16. O saite http://www.novomundo.com. fala das armas dse pulsos eletromagneticas..russas e ianks

  17. e armas de plasma, como aquelas para as quais o Nito me chamou recentemente a atenção…

  18. Claudio BS

    mano, jah era pro B-2 e pro F-22
    Su-34 é tão melhor que é caça e bombardeiro ao mesmo tempo

  19. didinho

    Claro, que muitos achariam o máximo se a Russia estivesse a frente em tudo do “imperio dos EUA”. Mas o fato é que os EUA fazem o que existe de melhor em equipamento de guerra… Já ao Brasil, cabe se apropriar de tecnologia e começar a produzir otimas coisas por aqui tb…

  20. Leandro

    Didinho, não leva a mau, mais os Eua fazem mtas coisas boas, mas equipamento militar não é uma delas.

    é só vc fazer uma relação da quantidade de dinheiro investido e capacidade das armas. A Russia leva mta vantagem nesse aspecto, não vou entrar mto em detalhes mais recomendo que você estude mais sobre o assunto pra perceber isso.

  21. os russos têm algo que os EUA não têm, fruto talvez do excesso de dinheiro: engenho humano.

  22. é como eles tem engenhosidade..vide os seus caças.

  23. e os mísseis, como o Moskit.

  24. Exercito fora \erea russa e marinha presiza-se desemvolver

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