Daily Archives: 2007/07/11

A descoberta uma nova tribo índia no Brasil, a mítica “Cidade de Z” e… algumas especulações

(Grupo de Kayapo em dança ritual in http://terresacree.org)
As autoridades brasileiras divulgaram ter encontrado uma tribo índia que nunca teve contactos com o mundo exterior na região da Amazónia. A tribo, que se auto-intitula “Metyktire” tem cerca de 87 elementos e foi encontrada numa zona de selva muito densa no Mato Grosso.

A tribo é um sub-grupo da tribo dos Kayapo e vive na reserva índia de Menkregnoti, mas não tinham existido contactos conhecidos entre os Metyktire e os Kayapo até ao momento em que dois Metyktire apareceram numa aldeia Kayapo.

Esta notícia indica que ainda existem comunidades neste planeta cada vez mais global que estão isoladas do resto do mundo e completamente ignorantes (provavelmente felizmente para elas). Este grupo de Kayapo deve ter penetrado mais para o interior da floresta na década de 50, quando o famoso defensor dos índios brasileiros Orlando Villas Boas chegou à região. Esta descoberta revela que ainda existem muitos mistérios na floresta amazónica por revelar… E que em pleno século XXI continuam a existir comunidades humanas completamente alheias a mundanidades como a Globalização, o Aquecimento Global, a fortuna de Bill Gates e a… prisão de Paris Hilton. Será que um dia ainda alguém vai encontrar também nas florestas tropicais do Brasil, a misteriosa “Cidade de Z“?… É que se na selva ainda existem tribos índias desconhecidas… O que mais lá estará escondido?

Fontes:
http://www.sfgate.com/cgi-bin/article.cgi?f=/n/a/2007/06/01/international/i194021D74.DTL http://www.sil.org/americas/brasil/LANGPAGE/PortKPPg.htm
http://www.socioambiental.org/pib/epi/kayapo/kayapo.shtm
http://unmuseum.mus.pa.us/fawcett.htm

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A Política Nazi das “Armas Secretas”

A primeira referência pública indirecta de Hitler à existência de “armas secretas” data do Outono de 1941 quando num discurso no Palácio dos Desportos em Berlim o ditador enumerava as razões que o levavam a acreditar na inevitável derrota da União Soviética: “o génio inventivo dos sábios deste país não era uma quantidade para desprezar no quadro dos factores em que a guerra estava a evoluir.”

Com o avanço soviético a leste e com a eminência do desembarque aliado a Oeste a estratégia alemã foi subitamente invertida por Hitler. Vendo que lhe era impossível combater na quantidade contra os numerosos adversários que tinha atraído, Hitler decidiu concentrar-se na qualidade. A partir de princípios de 1943 foram aceleradas dramaticamente as investigações de novas armas que devolveriam à Alemanha a superioridade nos campos de batalha. Foram dadas ordens às tropas que se batiam na frente Leste para retardarem ao máximo o avanço soviético, mas que fossem sempre recuando ordeiramente enquanto não chegavam as novas armas, mas estas, quando chegaram, em números muito escassos, foram quase todas empregues a Ocidente, e raramente a Leste porque Hitler acreditava que era possível obrigar os aliados ocidentais a assinar a paz, podendo depois a Alemanha dedicar-se exclusivamente ao “urso” russo. A existência destas armas foi largamente publicitada pelos alemães numa tentativa de ganhar alguma espécie de vantagem psicológica sobre os aliados em progresso pelos campos alemães e para moralizar o próprio povo alemão. A prioridade estratégica dada pela Alemanha nazi às “Armas Secretas” a partir de 1943 é-nos revelada pelas afirmações que, em Lisboa (um ponto privilegiado de contactos mais ou menos secretos entre Aliados e o Eixo), um certo capitão Kramer da Abwer teria feito ao Coronel Kowalewski, um agente polaco ao serviço dos Serviços Secretos Britânicos em Outubro de 1943: “…Nós temos armas novas. O mundo ficará surpreendido com o seu efeito devastador. Estão a ser preparadas coisas colossais. Verá. Nada nos pode deter. Londres será destruída e todo o Sul da Inglaterra ficará em chamas. A Grã-Bretanha deixará de existir como nação organizada. Nada lhe posso dizer sobre o aspecto técnico dessas armas secretas, mas pode acreditar quando lhe digo que a sua produção está muito avançada e já começámos a sua instalação.” Das afirmações se deduz facilmente que Kramer se referia aos V-1 e V-2, que em 1943 se esperava produzirem precisamente esses efeitos no Sul de Inglaterra. É o mesmo agente polaco que declara que os Aliados conheciam a viragem estratégica alemã para os efeitos miraculosos da aplicação das “Armas Secretas” quando ao reportar o encontro com Kramer retira as seguintes conclusões: “Aqueles que ainda acreditavam que a vitória era possível, contavam unicamente com as armas secretas para salvar a Alemanha do seu destino [após Estalinegrado]. Mas, entretanto, os Aliados já sabiam da existência dessas armas e a contribuição de Kramer consistiria em revelar onde e quando seriam empregadas. O grande erro alemão tinha sido o de concentrar tantos esforços na produção dessas armas secretas para destruir a Inglaterra, a ponto de a produção de aviões ter sofrido bastante com isso”. A importância das “armas secretas” em investigação em 1943 era já suficiente para merecer a Hitler o seguinte comentário, proferido a 31 de Maio durante uma reunião sobre a ocupação da Espanha e de Gibraltar: “O ataque a Gibraltar, empregando algumas das nossas armas secretas, tem inconvenientes, o principal dos quais é o dos ingleses descobrirem essas armas ficando assim a conhecê-las e impedindo o efeito de surpresa que pretendemos alcançar no momento oportuno do seu emprego”. O próprio Adolf Hitler no Natal de 1944 terá comunicado, através da Rádio Berlim, a existência de uma “Arma de Extermínio Total”, cuja conclusão estava eminente. Esta seria, nada mais, nada menos, a bomba atómica, que efectivamente se encontrava então num estádio avançado de produção, depois travado. Esta foi apenas uma das muitas manobras propagandísticas para elevar o moral do povo e do exército alemão, fazendo-lhes crer numa súbita inversão das condições militares pela utilização generalizada de grande quantidades de armas milagrosas que estavam a ser desenvolvidas pelos cientistas alemães e que a indústria começara agora a produzir. Perante a esmagadora superioridade numérica aliada (especialmente na Frente Leste), restava apenas a Alemanha vencer a batalha da Qualidade. A crença na supremacia racial alemã e na sua superior inteligência estava perfeitamente consonante com a superioridade técnica que lhe permitiria essa Vitória qualitativa. Por outro lado, o intenso misticismo que impregna todos os domínios e manifestações do III Reich adequava-se na perfeição às obscuras e misteriosas “armas secretas”, além do mais um excelente instrumento propagandístico. São estes fins políticos que observou o embaixador italiano em Berlim em 1943, Alfieri (“Dois ditadores frente a frente”): “[Hitler] deu-lhes o nome de armas secretas com um objectivo de propaganda. Queria ferir a imaginação do povo alemão e envolver num veu de lenda e mistério impenetrável o seu poder mágico e diabólico. Tratava-se, efectivamente, de armas novas que a serem utilizadas, em grande escala, poderiam mudar o curso da guerra.” Para defender as regiões onde as investigações e os testes eram conduzidos o regime nazi chegou ao ponto de fazer circular boatos acerca de fantasmas e a ressuscitar as bruxas, sobretudo quando as zonas eram rodeadas por florestas quase impenetráveis.

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O Mistério dos Crâneos de Cristal (Parte 1)

Existem ao todo 13 “crâneos de cristal”, encontrados todos eles na América do Sul. A maioria são associados às civilizações maia e asteca. Conhecidos pelas suas supostas propriedades mágicas e curativas supõe-se que estes crâneos de cristal sejam testemunhos de uma qualquer civilização perdida, como a Atlântida ou Mu.

O grande mistério dos crâneos consiste em saber como foram criados… A maioria dos especialistas acredita que se fossem replicados na actualidade, seria impossível recriá-los porque o cristal se fragmentaria muito antes de estarem terminados.

Listemos agora os crâneos de cristal mais conhecidos:

O Crâneo de Cristal Mitchell-Hedges:

Este é provavelmente o mais conhecido de todos os crâneos de cristal. É também o mais anatomicamente perfeito, incluindo mesmo um maxila removível e sem o aspecto abstracto ou conceptualizado da maioria destes objectos. É também o mais misterioso de todos, no ponto de vista da técnica de construção sendo impossível de replicar mesmo recorrendo às mais sofisticadas técnicas de lapidação de cristal. O crâneo foi descoberto no Belize em 1927 pela filha do explorador britânico Mitchell-Hedges quando ambos escavavam perto da cidade maia de Lubaantun em busca de provas da existência da Atlântida. O crâneo teria sido encontrado num templo maia, mas sem o maxilar, descoberto três meses depois a alguma dezenas de metros do resto do crâneo. E digo “teria” porque este relato é hoje vítima de muita contestação… Documentação existente no Museu Britânico provam que Mitchell-Hedges comprou o crâneo num leilão na casa Sothebys, em Londres, no ano de 1943, tendo o museu licitado e perdido o mesmo para o explorador. Mas há mais inconsistências… Embora existam várias fotografias da expedição a Lubaatun nenhuma mostra a principal descoberta, o crâneo… E este só é fotogrado a partir de… 1943 e até a presença da filha de Mitchell-Hedges é questionada. Actualmente o crâneo continua na posse da filha do explorador, no Canadá.

Anatomicamente quase perfeito, com excepção de algumas diferenças menores, o crâneo aparenta representar um indivíduo feminino. Analisado em 1970 pelos “Hewlett-Packard Laboratories”, o crâneo revelou ter sido esculpido contra o eixo natural do cristal, uma regra cumprida religiosamente nas lapidações actuais e que permite evitar a fragmentação do cristal, mesmo quando se usa a gravação a laser… Aparentemente, os lapidadores originais não se preocuparam com essa possibilidade, como se estivessem complemente seguros que essa fragmentação não poderia ocorrer. A análise também não encontrou nenhum vestígio microscópico deixado pelas ferramentas de lapidação.

O “Crâneo de Cristal Britânico ” e o “Crâneo de Cristal de Paris”

Julga-se que este par de crâneos de cristal foi trazido por mercenários que serviam no México por volta de 1890 aquando da intervenção francesa no México sob Maximiliano I (ver AQUI). Os dois crâneos são muito idênticos e algo semelhantes ao Mitchell-Hedges, mas esculpidos num cristal menos claro parecendo até incompletos. Ambos estão em exposição pública, um no Museu de Londres e no Museu de Trocadero em Paris.

O “Crâneo de Cristal Maia” e o “Crâneo de Ametista”

Estes dois crâneos foram encontradas por volta de 1900 na Guatemala e no México e transportados para os EUA por um sacerdote maia. Ambos foram submetidos aos mesmos testes do Mitchell-Hedges e ambos mostraram os mesmos resultantes intrigantes, sendo provavelmente da mesma origem e datação.

O “Crâneo de Cristal do Texas” (também conhecido como “Max”)

Este crâneo de cristal teria sido encontrado na Guatemala, ou seja, na mesma local dos restantes crâneos de cristal actualmente conhecidos e daqui levado por Joan Parks para o Texas, nos EUA, onde é regularmente exibido ao público.

O “Crâneo do E.T.”

Este intrigante crâneo foi descoberto algures na América Central no começo do século XX e apresenta uma forma incomum e anormalmente alongada que lhe mereceu a designação de “crâneo do E.T.”. Está actualmente na posse de um particular americano.

O “Crâneo de Cristal Rosa”

Um dos crâneos de cristal mais semelhantes ao Mitchell-Hedges é o chamado “Crâneo de Cristal Rosa” que foi encontrado na região de fronteira entre as Honduras e a Guatemala. Embora não seja tão claro nem tão grande, o tipo de trabalho de cristal é tão excelente como no de Mitchell-Hedges.

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