Daily Archives: 2007/06/20

Um relatório oficial do Pentágono exprime preocupações sobre o aumento do poder militar chinês…


(http://www.defensetech.org)

Um relatório do Pentágono indica que a China está a expandir as suas forças armadas com o objectivo de aumentar a sua capacidade para projectar a sua influência a qualquer lugar do mundo isto segundo o relatório anual do Departamento de Defesa ao Congresso dos EUA sobre o “Poder Militar da República Popular da China” e contrariando aqueles que encaram com crescente passividade e bonomia a expansão do poder militar chinês…

O relatório detalha a instalação de várias unidades de mísseis balísticos cobrindo todo o território de Taiwan e destaca especialmente a aquisição de novos sistemas de AWAC (radares aéreos) e de caças e aviões para reabastecimento em vôo que permitirão estender o seu raio de acção até ao Mar do Sul da China. Incluí também uma abordagem sobre aquela que já se sabia ser a área de investimento principal das forças armadas chinesas para os próximos 25 anos e que será a área naval, descrevendo cinco novos tipos de submarinos actualmente em desenvolvimento e os planos para construir um superporta-aviões capaz de projectar o poder militar chinês a qualquer local do globo.

O relatório descreve também um novo lançador de mísseis móvel e preparado para se deslocar por via rodoviária conhecido como “DF-31” que estaria a entrar ao serviço nas forças nucleares estratégicas chinesas ao mesmo momento em que a China investe uma verba muito significativa num programa não detalhado para “anular defesas balísticas”, obviamente no contexto do “Escudo Anti-Missil” desenvolvido pelo EUA.

O orçamento de Defesa chinês é hoje de 45 biliões de dólares, mas esta verba não inclui as verbas de Investigação e Desenvolvimento de muitas agências chinesas que estão a desenvolver projectos para as forças armadas, e a verba agregada por bem ultrapassar os 125 biliões, se estes valores forem também tidos em conta. Pode parece pouco, se comparado com os 420 biliões que os EUA gastaram em 2005, mas coloca a China numa confortável segunda posição nas despesas militares do mundo, bem acima da Rússia (o terceiro maior gastador), com “apenas” 61 biliões de dólares (ver AQUI).

A razão para a concentração de esforços na área balística e na Marinha é clara… Com a crescente dependência da China das importações petrolíferas, assegurar o controlo das rotas marítimas é cada vez um objectivo mais essencial. Segundo o relatório:

“No presente, a China não pode proteger os seus fornecimentos energéticos nem as rotas por onde estes viajam, incluindo os Estreitos de Malaca por onde passa cerca de 80% das importações chinesas em petróleo.”

Procurando anular esta fragilidade, em 2006, a China procurou diversificar os seus fornecedores, assinando contratos com a Arábia Saudita e com várias nações africanas, como o polémico Sudão, que tem defendido bastas vezes no Conselho de Segurança, protegendo-o contra represálias pelos repetidos massacres no Darfur.

O relatório termina sublinhando que a doutrina militar chinesa continua a parecer muito dependente do uso massivo de forças e da vitória pela esmagadora vantagem dos números num dado local, mas parece estar a haver uma alteração estratégica gradual para um enfoque maior no treinamento do que na pura vantagem numérica, e que esta alteração de visão é já patente na força aérea onde os novos Sukhoi e os modelos indígenas procuram ser pelo menos tão capazes quanto os melhores modelos que os adversários possam reunir e onde o número dehoras de vôo por piloto tem aumentado exponencialmente nos últimos anos, embora esteja ainda muito abaixo daquilo que é comum nas forças aéreas do Ocidente.

Fonte: news.monstersandcritics.com

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Quid S8-43: Que arma é esta?

Dificuldade: 3

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O Lançador de Foguetes NbWf4115

As origens dos lançadores de foguetes militares residem no desenvolvimento dos foguetes com movimento rotativo em 1931 (e sem asas, como faziam então os russos) e sem as linhas do interior dos canos da artilharia. Estas experiências destinavam-se a aumentar a estabilidade do vôo dos foguetes depois das experiências do Hauptmann Dr. Ing. Walter Dornberger e o seu colega Wernher von Braun no final de 1935. Foi o conjunto dos dados recolhidos nestas experiências que resultou em 1937 no NbWf 41 de 15 cm, o primeiro lançador múltiplo que substituiria todos os tipos que existiam no exército e que seria utilizado e fabricado até ao fim do conflito mundial.

O lançador, conhecido como “Do-Werfer” (de Dornberger, o líder do Arsenal do Exército) apresentava importantes vantagens sobre a artilharia convencional (que se estendiam aos restantes modelos da série):

1) O baixo peso relativo do lançador (entre 540 a 1200 kg) correspondia a 1/3 a 1/6 dos canhões equivalentes;

2) O sistema apresentava uma baixa elevação de tiro;

3) Facilidade de utilização em terreno aberto, sendo relativamente fácil deslocá- lo apenas à força de braço.

4) O lançador era de construção robusta e simples. O sistema de lançamento era altamente padronizado: a maioria dos lançadores suportavam somente um tipo de carga.

5) O lançador custava apenas 1/3 a 1/20 de um canhão convencional equivalente (entre 1500 a 500 Reichmarks).

6) Os projécteis podiam ser disparados imediatamente após terem sido tirados da embalagem.

7) A área coberta por uma bateria de lançadores era maior que a coberta

por uma unidade de artilharia com 600 por 100 metros, uma unidade de lançadores mais que um regimento de artilharia convencional com

2000 por 100 metros. Uma tal taxa de cobertura era inédita para a época.

8 ) Por fim, o sistema de ignição eléctrica dos lançadores contribuía para aumentar a cadência dos disparos.

À designação Do-Werfer, a que já aludimos, para o NbWf 41, correspondia em diversos documentos oficiais a classificação dos lançadores como “lançadores de fumos”. Ambas as designações pretendiam camuflar a verdadeira natureza das armas utilizadas pelas unidades de artilharia que as empregavam e manter a sua existência e características no maior secretismo possível.

A ignição do lançador era produzida a uma distância de 30 metros através de cabos eléctricos através do distribuidor eléctrico ERZ 39. O foguetes propriamente ditos utilizavam três tipos de propulsantes, uma para cada tipo: normal (com pólvora negra), trópicos (diglycol) e ártico (com triglycol). Cada lançador possuía três tubos para três foguetes e cada unidade de lançadores transportava 20 salvas de foguetes de explosivos e 5 de fumo. Os lançadores eram fabricados na Frama Works em Hainichen e na reconvertida Fábrica Têxtil Saxónica em Chemnitz.

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