Daily Archives: 2007/06/07

O Japão tenta comprar caças F-22 aos EUA e alguma informação sobre a Defesa Aérea da Coreia do Norte


(Esquadrão de “F-22 Raptor” in http://hashmonean.com)

O Japão está a ponderar a aquisição de caças F-22 Raptor para defender o país das crescentes ameaças de mísseis colocadas pelo seu instável e imprevisível vizinho norte coreano… É que o F-22 consegue destruir pequenos mísseis de cruzeiro como os Scud-B, Hwasong-5 e 6 e os No-Dong norte coreanos com alcances entre os 280 e os 1400 Km
e iludir mesmo os mais sofisticados sistemas de defesa aérea… É claro que embora a Coreia do Norte possua perto de 10 mil mísseis anti-aéreos pertencem quase todos às classes SA-2, SA-3 e SA-5 de origem russa e chinesa (alguns com mais de 40 anos). Esta miríade de mísseis obsoletos é reforçada por cerca de 15 mil mísseis portáteis Wha-Sung (cópias locias do SA-16 e SA-17). No conjunto, representam uma força impressionante, mas globalmente obsoleta e frágil a qualquer bombardeamento massivo. Existem rumores de negociações secretas entre a Rússia e a Coreia do Norte para a colocação em torno de Pyongyang dos muito eficientes mísseis russos S-300 e S-400, o que poderia alterar muito significativamente a equação…

De qualquer forma, quer a Coreia do Norte tenha ou não S-300 e S-400, o Japão precisa de reforçar as suas defesas contra um ataque de saturação norte-coreano e o F-22 cumpriria muito bem esse papel… O problema é que os EUA têm resistido a todas as pressões para vender o F-22, mesmo aos seus aliados mais próximos (como sucedeu recentemente com a Austrália).

A cada negativa americana, avançam os concorrentes… Neste caso, a EADS europeia está já a tentar vender a Tóquio o seu EF200 Typhoon, o qual, com um radar activo “E-Scan” e o novo míssil Meteor (ramjet guiado por radar) poderia ser adequado às necessidades japonesas, sem ferir as susceptibilidades e reticências americanas.

Fontes:

Aviation Week

Asia Times

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 9 comentários

Quid S8-35: Em que filme apareceu este robot?

ase1.jpg

Dificuldade:3

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 6 comentários

Lost (Perdidos): Teoria: “Farmer, o Mundo do Rio (Riverworld) e os ‘Outros'”


(Capa do primeiro livro de Farmer e imagens do episódio piloto da série televisiva)
Aparentemente existem pelo menos dois grupos bem distintos de “Outros”: Aqueles que foram recrutados no mundo exterior, como Juliet ou os que foram antigos funcionários da Dharma Initiative e um outro, composto por indivíduos que pré-existiam na Ilha… A esta camada pertence o misterioso Jacob, Richard Alpert e aparentemente um número muito significativo dos “Outros”. Richard Alpert, em particular parece não ter envelhecido desde a meninice de Ben, ou seja, desde que este tinha cerca de 10 anos sendo que agora aparente ter mais de 40… Jacob que foi antevisto por segundos aparenta ter um penteado de estilo colonial e uma roupagem que parece do século XVIII. A tese que já defendemos é de que algo Ilha retarda o processo de envelhecimento biológico, talvez um efeito colateral do mesmo fenómeno que acelera a recuperação de feridas (como as Sawyer, Locke, Naomi, Mikail, etc).

Mas existe outra possibilidade… Será que estes indivíduos foram “recompostos”, da mesma forma descrita por Philip José Farmer no seu fantástico ciclo “Mundo do Rio” (Riverworld), um conjunto de quatro livros contendo alguma da melhor ficção científica jamais escrita. A história assenta na construção de um planeta artificial por uma raça de seres todo-poderosos. Esse planeta é percorrido em todo o seu eixo longitudinal por um rio, merecendo o título “Mundo do Rio”. Esta super-raça conseguiu ressuscitar aqui todos os seres humanos que jamais viveram na Terra, exacto… Todos os 37 biliões que jamais viveram nesse planeta artificial, foram ressuscitados precisamente no mesmo dia e com os mesmos corpos que tinham em vida, recompondo-os a partir da sua alma ou “Ka”. Estes ressuscitados não têm que se preocupar com a alimentação, recolhendo-a gratuitamente de uns equipamentos em forma de cogumelo que estão dispostos ao longo do Rio, um pouco como… caiem do céu os abastecimentos da Dharma?

Fonte:
http://www.xs4all.nl/~rnuninga/PJFriverw.htm

Categories: Alquimia, Ciência e Tecnologia, Livros, LOST (Perdidos) | 7 comentários

Messerschmitt Me 328


(http://avia.russian.ee)

Função: Ataque ao solo e caça diurno.

Dimensões: Envergadura (pequeno) 6,4 m, (grande) 8,5 m; comprimento

6,83, (com motor na fuselagem) 8,63 m. Altura (sobre o esqui) (versão A) 2,10 m, (B) 2,5 m.

Peso: Vazio (B-0 e B-1): 1542 Kg, carregado (A-1) 2200 Kg, (A-2) 3800 Kg, (B-1): 2700 Kg; (B-2): 4730 Kg.

Propulsão: Dois pulso-reactores Argus As 014 de 300 kg de impulso.

Velocidade máxima em baixa altitude: (A-1): 755 km/h; (A-2): 920 km/h; (B-1): 680 km/h; (B-2): 590 km/h.

Armamento: Duas metralhadoras de 15 mm.

O desenvolvimento e a construção dos primeiros protótipos deste aparelho começaram no já referido DFS sob a direcção de Jacob Schweyer que construiu o primeiro protótipo.

As investigações começaram em 1941. Pretendia-se então produzir um pequeno e leve caça parasita que seria lançado de um bombardeiro e posteriormente recuperado. O aparelho deveria ter a função de um avião de ataque ao solo barato e de construção rápida, com o papel secundário de caça diurno. Após longas pesquisas e uma série de fracassos o planador V1 fez os seus primeiros testes de vôo preso às costas de um bombardeiro Do 217, no Outono de 1943. Como aerodinamicamente o comportamento do aparelho foi notável passou-se de imediato à fase de testes com motor.

A fase de testes com motor começou logo de seguida. Escolheram-se os motores Argus As 014 capazes de impulsão de 300 Kg. A instalação do sistema propulsor na parte traseira da fuselagem não foi contudo das mais felizes e os problemas causados por esta opção sucederam-se. Para os resolver instalara-se dois dutos nas asas, colocando o escape das chamas tão longe quanto possível delas, não tanto pelo risco de incêndio, que também existia, mas mais para reduzir as vibrações que danificavam a estrutura de madeira do aparelho. A versão A-1 possuía dois dutos, um em cada asa, a A-2, quatro inseridos na própria fuselagem do avião. O armamento do A-1 incluía duas metralhadoras MG 151, o do A-2, dois canhões MK 103.

O projecto sofreria o mesmo trágico destino do Me 262. A configuração como interceptor foi mudada para a de um avião de ataque, prevendo mesmo a eventualidade de se tornar num aparelho não-reutilizável. Esta versão transportaria uma carga de bombas até 1.400 Kg, possuindo o B-1 os motores instalados nas asas e o B-2 dutos maiores capazes de 400 Kg de empuxo cada. A descolagem era feita a partir de um carro pela ignição de um foguete, guinchos de cabos e outros meios hoje desconhecidos, previa-se também a construção de versões que poderiam ser lançadas de submarinos emersos, num dos vários projectos que no final da Guerra os alemães alimentaram para se vingarem dos bombardeamentos americanos. Como o Me 262, a mudança radical de função do Me 328 atrasou o andamento do projecto, ao ponto de nenhum das diversas versões de caça e ataque chegar a conhecer o serviço activo.

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