Do aumento dos custos dos aviões e helicópteros ao serviço da USAF


( O F-35 JSF, um brinquedo que custa 121 milhões de dólares por unidade…)

Se os EUA continua a ter a melhor, mais bem equipada e mais numerosa (excepto a China) força aérea do Mundo e se esperam manter esta vantagem nos próximos 20 anos, isto é algo que não ocorre sem custos… O preço de uma avião de combate americano “médio” não tem parado de crescer, sobretudo no que respeita aqueles que serão a espinha dorsal da Defesa Aérea dos EUA nas próximas décadas, o JSF e o F-22…

Dos dois, o programa JSF é o que mais tem engordado, com uma subida do orçamento de 8,6% apenas nos últimos seis meses e ascendendo actualmente a já mais de 23,3 biliões de dólares… A este ritmo, o custo de construir todas as unidades previstas será incomportável e a subsequente redução das encomendas, arrisca-se a aumentar ainda mais o preço unitário…Aliás, este aumento de custos já resulta da redução das encomendas de aparelhos por parte do Pentágono e se nova redução ocorrer, os preços unitários ainda vão aumentar mais… Mas o JSF não é o único gastador no inventário da USAF… O F-22 Raptor conheceu um aumento de 4,3%, V-22 Osprey 8,2% e o F/A-18 E/F um aumento de 5,4%…

Aviões Militares dos EUA: Unidades e Custo Total por Programa:

(Fonte: US DoD)
(Baseado no “Selected Acquisition Reports to December 31, 2006”)
(em milhões de USDs)

Aparentemente, manter uma força aérea com um tão elevado nível de vantagem tecnológica começa a ser impossívelmente caro mesmo para um país tão rico como os EUA… Sabendo que a força dos EUA no mundo assenta precisamente na vantagem esmagadora dos seus meios aéreos e navais sobre todas as forças aéreas que se lhe poderão opôr as crescentes dificuldades orçamentais em manter uma força aérea tecnologicamente tão sofisticada como a USAF irão comprometer esta vantagem a médio prazo? Isto é, será que os aviões de combate dos EUA não se tornaram demasiado caros para poderem ser operados em números significativos?

Fonte: Defence-Aerospace

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24 thoughts on “Do aumento dos custos dos aviões e helicópteros ao serviço da USAF

  1. Wikipedista

    Relativamente ao F/A-17 E7F não se estará antes a querer-se referir ao F/A-18 E/F? É que não encontrei nenhuma informação na internet sobre esse novo projecto e nem tinha ouvido falar dele antes.

    Cumprimentos,

  2. Mais um texto acerca, da saturação do orçamento de defesa estadunidense. E muito bem posta.

    Eu já tinha feito alguma pesquisa no assunto, è ainda mais gritante se analizarmos o preço dos aparelhos mundiais versus a eficacia de combate

    nome eficacia preço
    F22 10 120
    Eurofighter 4,5 62
    Su 35 1 35
    Rafale 1 50
    F15 0,8 43

    Preço em milhões de dólares e eficácia segundo a DERA nos anos 90, o rafale o typhoon ainda não estão armados com os misseis meteor.

    Vendo os dados por este prisma , os F 22 não parecem assim tão superiores. Na tabela que incluis, Rui , o F 22 está a 354 milhões de dolares por unidade? Já conta com todas as logisticas não?

  3. Wikipedista: Tens evidentemente razão. Já corrigi o “deslize de dedos”.JG: O F22 parece – todos concordam – o melhor caça em funcionamento actualmente, em todos os aspectos… mas também o mais espantosamente caro! O EF-2000 é muito elogiado por quem o conhece, pelo que merece bem essa posição… Mas acho que quem fez essa lista foi muito negativo para o Su-35 e para o Rafale… Descontando a furtividade, a vantagem do F-22 não pode ser assim tão esmagadora, especialmente para o Su-35. Enfim, aqui, como em todo o lado, o factor “opinião” tem o seu peso, presumo… Penso que sim, o preço inclui todo, desde os cortes decididos no nº de aparelhos a construir, até aos deslizes nos custos de desenvolvimento.

  4. Anónimo

    “A imprensa russa anunciou nesta semana que o desenvolvimento do motor de quinta geração, que deverá ser um dos principais componentes da nova geração de caças que a Rússia pretende desenvolver, está oficialmente parado, porque a empresa NPO-Saturn não tem recursos para continuar o desenvolvimento do programa.

    O desenvolvimento do novo motor, AL-41 que deveria ser o motor do futuro projecto russo conhecido também como PAK-FA, acabou também por paralisar o desenvolvimento do novo avião, já de si tremendamente atrasado. O atraso é tal que segundo os planos russos o primeiro caça russo de quinta geração deveria ter tido o seu primeiro voo em 2006.”

    http://www.areamilitar.net/noticias/noticias.aspx?nrnot=375

  5. Golani

    Is the F-35 overhyped? That is one question that is being asked in light of both American refusal to release the source code for software, as well as the climbing price (up to $63 million per-plane). The real answer depends on what competing aircraft have to offer.

    How does the F-35 compare in the air-to-air mission against likely competitors like the French Rafale, the Swedish Gripen, and the multi-national Eurofighter? All of European planes boast some of the best electronics suites that have ever provided for a combat aircraft. All are capable of high speed (over 2,000 kilometers an hour). All three aircraft carry excellent beyond-visual-range missiles (like the Mica, AMRAAM, and Meteor). All are highly maneuverable. But will they be better than the F-35 in a fight?

    The answer, surprisingly, is probably not. The F-35 has one big advantage over these three fighters from Europe. Its radar signature, its vulnerability to being picked up on radar, is very low – as is the case with the F-117 and F-22. Given that its speed is pretty comparable to the European jets, and its AESA radar is at least as good as the European systems, this is a decisive advantage. The best weapons in the world are useless if they cannot see their targets.

    The F-35 will be able to see the Rafale, Gripen, and Eurofighter long before it can be seen itself. The first rule of air combat may be “speed is life”, but the second rule is “lose the sight, lose the fight”. In the 21st century, sight includes radar. It is very likely that the only warning the F-35 may give of its presence will be when its radar has locked on to one of the European fighters. By that point, the F-35 is already close to launching its AMRAAMs.

    The cost differential is not as big as one might think, either. The F-35 runs at $63 million (for the most expensive variant), but the Gripen is $50 million per plane, the Rafale runs about $65 million each, and the Typhoon is $58 million. That is not much difference in terms of cost.

    In essence, the F-35’s small additional cost gains a huge edge in a fight.

    Ultimately, the F-35 does cost a little more than most of its European competition. That said, in a fight, an F-35 is probably a little better than the competition, largely due to its stealth technology. Even then, there will be far more F-35s than the combined total of the planned production runs of the Rafale, Typhoon, and Gripen. In essence, the F-35 is going to have a qualitative edge, and the quantitative edge.

    Christian

  6. É um bom artigo… e parece-me que em características são todos aparelhos equivalentes (onde está o Su-35?), contudo, o preço do F-35 pode estar sobreavaliado (aliás isso é aqui dito), já que a maioria dos aparelhos construídos será da versão mais barata e rondará o preço por unidade de 46-47 mihões de USD. Em termos de aviónica pura, o EF2000 parece pelo menos equivalente ou mesmo ligeiramente superior. Em termos de manobralidade o Su-35 ou o Rafale superam o JSF mas em furtividade o aparelho é claramente superior…

    Mas parece haver uma dúvidas quanto ao preço dos aparelhos comparados… O

    * Dassault Rafale More than €50m, depending on export sales
    * Eurofighter Typhoon Austrian version: ’03 €62m
    * Mitsubishi F-2 US$ 100m
    * MiG-29 about ’98 US$ 27m
    * MiG-35 ’07 US$ 70m
    * Sukhoi Su-27US$ 24m
    * Sukhoi Su-30 US$ ~38m (Several variants)
    o Sukhoi Su-30K for Indonesia: ’98 US$ 33m
    o Sukhoi Su-30MKK/MK2 for China: ’98 US$ 38m
    o Sukhoi Su-30MKI for India: ’98 US$ 45m
    o Sukhoi Su-30MKM for Malaysia: ’03 US$ 50m
    * HAL Tejas about US$23m
    * JF-17 US$ 20m
    * JAS 39 Gripen about ’98 US$ 25m
    * Ching Kuo IDF (Taiwan) initially large order put cost per unit at US$ 24m
    * F-14 Tomcat ’98 US$ 48m
    * F-15 Eagle ’98 US$ 43m
    * F-16 Fighting Falcon late models about ’98 US$ 25m
    * F/A-18E/F Super Hornet ’98 US$ 60m
    * F-22 Raptor Fly away unit cost is about US$ 120m
    * F-35 Lightning II:
    o F-35A US$ 45m
    o F-35B > US$ 100m ’06
    o F-35C US$ 55m

    http://en.wikipedia.org/wiki/4th_generation_jet_fighter#Cost

    Mas aqui encontramos um muito bem fundamentado estudo:
    “Aircraft Type Unit Procurement Costs Program Unit Costs Comments
    Rafale C (EUR 51.8) $ 62.1 (EUR 113.2) $ 135.8 Air force single-seat (inc VAT)
    Rafale M (EUR 56.6) $ 67.9 (EUR 121.4) $ 145.7 Naval version (inc VAT)
    JAS-39C Gripen (Poland bid) $ 68.9 (SEK 552.9) $ 76.07 Swedish version (inc VAT)
    F-18E Super Hornet $ 78.4 $ 95.3 MYP II contract
    Eurofighter (Germany) (EUR 85.7) $ 102.8 (EUR 118.3) $ 141.9 Tranche 2, Dec. 2003 prices
    F-15E Strike Eagle $ 108.2 Not significant FY06 order
    F-35 Joint Strike Fighter $ 115.0 $ 112.5 LRIP aircraft (estimates)
    Eurofighter Typhoon (UK) (GBP 64.8) $ 118.6 (GBP 78.6) $ 143.8 Tranche 2, July 2004 prices
    Eurofighter (Spain) Not available (EUR 105.6) $ 126.7 Tranche 2, mid 2005 prices
    F-22A Raptor $ 177.6 $ 338.8 FY06 contract”

    Click to access FighterCostFinalJuly06.pdf

    Em suma…
    O grippen é mesmo muito mais caro do que esperaria (especialmente tendo em conta o seu raio de acção) e perante os preços dos demais (todos bem acima dos 100 milhões! tendo o F-22 um espantoso preço unitário de mais de 300 milhões!) a opção russa parece cada vez mais interessante… especialmente com aviónica e armamento ocidental!

  7. Anónimo

    é sempre um bocado difícil determinar o preço de um avião, depende de vários factores:

    unidades “encomendadas” (para amortizar os custos de I&D)
    aviónica e equipamento ( o SU tem imensas versões )
    se inclui formação de pilotos ou não
    condições politicas ect…

    mas vc insistem demasiado no SU

    trata-se um avião já antigo, que os Russos procuram maximizar ( tal como o F16 por ex)

    as versões mais avançadas e “competitivas” são as que estão equipadas com aviónica francesa e israelita, o que lhe aumenta consideravelmente o preço

    a questão da manobralidade é exagerada, não só no combate moderno os dog fights são raríssimos como para fazer aquelas manobras é preciso imenso treino e horas de voo (a maioria dos analistas acham que aquilo é só manobras para os festivais aéreos)

    os suecos ainda têm vendido alguns Gripen ( Europa de leste, África do Sul)

    os franceses é que não têm vendido muitos Rafale para o exterior

    estou curioso para saber qual o escolhido pela Força Aérea Indiana, é um dos concursos mais importantes a decorrer actualmente

  8. É verdade. O Su-37 é de facto uma actualização do Su-27 da Guerra Fria. Excelente, barato e fiável, como a boa tradição russa, mas certamente construído em torno de uma estrutura já com uns bons anos… Ainda que com um upgrade considerável no controlo de fluxo vectorial… Que pode ser decisivo para escapar in extremis ao ataque de um míssil… O dogfight responde cada vez menos com alvos abatidos nos conflitos modernos, mas o Vietname mostrou (Phantom versus MiG 21 que esta faceta do combate aéreo ainda não pode ser totalmente descartada…)
    O Grippen tem sido vendido para locais onde o combate muito longe das bases não tem sido crítico… repare-se…
    O Rafale… Houve um rumor sobre a sua exportação para Marrocos (paga pela Arábia Saudita), mas não deu em nada… O seu insucesso nas exportações explica o elevado custo unitário suponho…
    Quanto à Índia li algures que o MiG-35 estaria bem colocado para vencer…

  9. Golani

    o post anterior é meu

    o Vietname já foi há muito tempo

    os indianos querem um avião, que além de satisfazer as suas necessidades, contribua com uma transferência significativa de know how para desenvolver a sua indústria de defesa-aeroespacial

    a compra poderá ter tb implicações geo-politicas importantes

    The Competitors: Analysis

    Recent changes in India’s needs and the contest participants are changing the relative rankings of the contenders. Geopolitical considerations are also intruding, as most of these choices have the potential to improve relations with an important potential ally. As noted above, standardization arguments will also carry weight. India’s Air Force currently operates 26 different types of aircraft, and India is not eager to add to its support headaches.

    Rather than predict, DID will simply summarize the strengths and weaknesses of the current and potential competitors. These aircraft also group into two very different categories: single engine lightweight fighters in the $25-40 million flyaway range (F-16 Falcon, JAS-39 Gripen, MiG-35, Mirage 2000-5); and larger dual-engine mid-range fighters in the $55-70 million flyaway range (Eurofighter, F/A-18 Super Hornet, Rafale).

    Lightweight Fighters

    F-16 Fighting Falcon (Lockheed, USA). Presumably, Lockheed’s “Block 70” offering would be an upgraded version of the F-16E Block 60 “Desert Falcon” currently serving with the UAE. Strengths include the widest multi-role capability among lightweight fighters, its AN/APG-80 AESA radar, a wide choice of proven avionics and systems, a long record of proven service so all issues are known, and widespread compatibility with potential allies in Asia and the Middle East who also fly F-16s. The combination of an AESA radar on a less expensive platform is also good news for cruise missile defense efforts, if that’s considered a priority.

    Yet the Indian Air Force has just never seemed interested in the F-16. Weaknesses include the fact that Pakistan also flies F-16s; the fact it’s a new aircraft type so the entire support infrastructure would have to be developed; and the difficulty Lockheed would have complying with industrial offset provisions given their lack of penetration in India.

    JAS-39 Gripen (Saab, Sweden; marketed by Britain’s BAE). True fourth generation lightweight fighter, significantly more capable than category competitors like the F-16 and Mirage 2000 though the MiG-35 may give it a run for the money. Other strengths include the fact that it has been designed for exceptional cost of ownership, and can operate from roads instead of runways if necessary. The JAS-39 A-D models’ use of a modified F404 engine also indicates that it could be modifiable to use India’s Kaveri engine (the Tejas LCA will use F404 engines until Kaveri is ready, if it ever is); but the next-generation model is upgrading to the F414G engine, and is likely to need a corresponding level of engine performance.

    The next generation Gripen Demo version Saab is now offering also begins to address the aircraft’s range limitations, and the new aircraft will also include an AESA radar and other enhancements. Its drawbacks include the fact it’s a new aircraft type for the IAF so the entire support infrastructure would have to be developed; and a low volume of international orders to date that raises questions about the platform’s ability to modernize over the next 30 years. Saab usually handles industrial offsets via its automotive group, which could represent either a difficulty or a market opportunity for the company. It also carries no spin-off geopolitical plusses, and this last weakness may be the real nail in its competition coffin.

    MiG-29OVT, aka. MiG-35 (Rosonboronexport, Russia). This modified MiG-29 includes improved radar and avionics that give it multi-role capability, extra fuel in a new aircraft “spine,” and thrust-vectoring engines a la India’s SU-30MKIs. Their presence in India also makes compliance with industrial offset requirements easier. Strengths include compatibility with the existing and future MiG-29 fleet, and its ability to carry advanced Russian missiles already in service like the revolutionary AA-11/R-73 Archer and longer range AA-12/R-77 “AMRAAMski.” The MiG-29’s biggest weaknesses were short range, engines that produce telltale smoke (very bad in air combat) and lack of true multi-role capability; the MiG-35 fixes them, and may even add an AESA radar of its own if Phazotron-NIIR can have its new Zhuk-MAE ready in time. Technology sharing and co-production is also considered to be a plus; as one Indian officer put it: “Russians have their problems of delayed projects and unreliable spare supply but they give access to everything, unlike the Americans.”

    Its biggest weakness is the IAF’s not-so-great experience with India’s existing MiG-29s, which have had maintenance problems in addition to their other deficits. Secondary weaknesses include legitimate speculation about the future viability of the platform, which has been eclipsed by the SU-30 to the point that its design bureau’s very industrial future is seriously in doubt. Although Algeria’s $1.8 billion order has helped, some industry observers have forecast that without a win in India, that platform and even RSK MiG itself may not have much of a future.

    Mirage 2000-5 (Dassault). Withdrawn, for reasons that still aren’t entirely clear. Richard Aboulafia points out that the history of global fighter purchases shows strong clustering at the lower-price end of the market; shutting down Mirage 2000 production would shut Dassault out of that niche. A Mirage 2000 entry would have had strengths that included compatibility with Mirage 2000s already in service, which performed very well in the 1999 Kargil skirmishes. An infrastructure already exists for industrial offsets, and its low end price could be raised along with its capabilities by adding equipment developed in the Rafale program.

    The Mirage 2000’s potential performance similarity to the Tejas LCA project is both weakness and strength. One the one hand, that would have made it a good insurance policy if confidence in the Tejas fell. On the other hand, it may not have been seen as adding enough to the force mix if confidence in the Tejas program is high.

    Tejas LCA (HAL et. al., India). A lightweight, indigenously-developed fighter aircraft expected to enter service around 2010. Currently in testing using GE’s F404 engine, while the accompanying Kaveri jet engine project remains in the R&D stage and has been forced to find foreign design help. The Tejas is not an MRCA competitor – but its development plans, the confidence in its success, its ability to stay under $25 million, the potential for a naval variant, et. al. will have a behind-the-curtains influence on every MRCA decision. See DID’s in-depth coverage of the Tejas LCA program for more.

    Mid-Range Fighters

    Eurofighter Typhoon (EADS/BAE, Europe & Britain). A fourth generation aircraft currently optimized for the air-air role through its performance characteristics and what is by all accounts an excellent pilot interface. Reportedly has “supercruise” capability of being able to exceed Mach 1 without using afterburners, though some analysts have cast doubt on how sustainable that is. Some observers believe that aside from the F-22A Raptor, the Eurofighter is the next-best in-service air superiority aircraft world-wide (a competition with the SU-30MKI would be interesting). Future upgrades will give it more mult-role capability. EADS Airbus might be able to handle the industrial offsets angle if things ever got that far.

    Weaknesses include the fact it’s a new aircraft type for the IAF so the entire support infrastructure would have to be developed; its lack of an AESA radar; its lack of naval capability; and the non-existent geopolitical benefits of selecting it. Given the Eurofighter’s performance and cost range, simply buying more SU-30MKIs would appear to make far more sense.

    F/A-18 E/F Super Hornet (Boeing, USA). Highly upgraded version of the F/A-18 A-D Hornet, enlarged and given new engines and avionics. Strengths include its powerful AN/APG-79 AESA radar, which has drawn significant interest from India. This radar could allow Super Hornets to play a unique role in India’s fighter fleet as versatile “quarterbacks” (or better yet, “cricket captains”) due to their radar’s performance and information sharing abilities. Other advantages include carrier capability, a very wide range of integrated weapons, a design that is proven in service and in combat, and complete assurance in its future given the US Navy’s commitment to it. The existence of a dedicated electronic warfare variant as of 2009 in the EA-18G Growler may also be a potent motivator, as long-range strike and carrier strike will increasingly require this unique capability. Last but certainly not least, this choice offers an opportunity to create an early “win” which would strengthen India’s new alliance with the USA and prove its new status in the world. After all, no other nation has even been offered the F/A-18 E/F Super Hornet.

    Weaknesses of the platform include poorer aerodynamic performance than the Eurofighter or Rafale due to inherent airframe limitations, and the fact it’s a new aircraft type for the IAF so the entire support infrastructure would have to be developed. Industrial offsets could also prove challenging, but the Super Hornet’s Boeing connection may be able to solve this problem via the civil aircraft market.

    Rafale (Dassault, France). Advantages include demonstrated carrier capability in the Rafale-M, which could be a very big factor if the RFP includes that as a requirement. The aircraft offers exceptional ordnance capacity for its size, and can have its range extended via conformal fuel tanks (unknown to DID whether this has been tested on the Rafale-M). It also offers superior aerodynamic performance over the F/A-18 family. The Rafale claims “supercruise” capability, but observers are skeptical and it has been challenging to demonstrate this with the Snecma R88-2 engine. Installing the Kaveri engine may be possible, and would give that engine a broader fleet of aircraft that would amortize its costs better – albeit at a likely performance penalty. The Rafale would have some equipment, maintenance and spares commonalities with existing Mirage 2000 fleet, which would probably increase if the Mirage 2000s were modernized later on.

    Weaknesses include the fact that the Rafale has yet to win a single export competition worldwide, the need for additional funds and work integrate many non-French weapons if one wishes to use them on the Rafale, and its lack of an AESA radar. Rafale’s failure to win export competitions means more than a perception of “also-ran” status; as DID noted in an update to our Singapore fighter coverage (the Rafale lost to the F-15SG Strike Eagle), it is already forcing cuts in future Rafale procurement to pay for modernization, a dynamic that could get worse over the next 30 years.

    F-35 Joint Stike Fighter (Lockheed-led, multinational). India’s Chief Air Marshal recently specificaly noted that the JSF was not in their plans for this buy, a likelihood that DID’s analysis had noted earlier due to probable lack of availability before 2015. If it were flying today, the F-35B would probably be by far the best fit for India’s requirements. The planes would be carrier-capable from all of India’s naval air platforms, including smaller carriers the size of INS Viraat (ex-Hermes) or LHD amphibious assault ships, and could use roads and short field runways as well for maximum operational flexibility. F-35 JSFs would sport ultra-advanced systems that include the AN/APG-81 AESA radar, and incredibly advanced sensor systems and electronics that would make it India’s most capable reconnaissance asset and even a potential electronic warfare aircraft. Other strengths would include greater stealth than any other competitor, which is critical for both air-air dogfights and strikes on defended targets. The Super Hornet may be able to fill the role of an aerial cricket captain, but the JSF is more like Sachin Tendulkar.

    India has been invited to F-35 events. With potential US order numbers dropping, India might even be accepted into the program if they pushed for it. The F-35’s killer weakness is timing. Its advanced systems, established industrial partnerhsip structure and program procurement policies could also make it nearly impossible to meet India’s industrial offset rules.

  10. Bem… É uma autêntica lotaria, mas tendo em conta a tradição indiana de comprar aviões aos russos, o preço unitário, o know-how já acumulado, às sinergias decorrentes e à satisfação dos requisitos de transferência de tecnologia, e as próprias características do aparelho se a decisão fosse minha… escolhia o MiG-35.

  11. Golani

    Why The F-35 Will Smoke the Russians
    August 22, 2007:

    While the F-35 compares favorably to some of the latest European fighters, the natural question emerges: How does it fare against some of Russia’s best, particularly the Su-27/30/33/35 and later versions of the MiG-29?

    F35-cockpit.jpg

    The Su-27 is roughly equivalent to the F-15. Like the F-15, it started out as an air-superiority fighter. However, as the years went on, it also proved to be very capable at ground attack. There have been very few combat tests of the Su-27 family to date. The only one known of is the Ethiopia/Eritrea conflict in 1999-2000, in which it scored at least five kills. The Su-27 family usually has ten weapons pylons, a 30-millimeter cannon, and a combat radius of 1,500 kilometers. The Su-30 is comparable to the F-15E, and has 12 weapons pylons. The Su-30 has been exported to a number of countries, including Venezuela, India, China, and Malaysia. It is arguably the best fighter that the Russians have been exporting, and one of the best in the world. Algeria is acquiring 28 of these planes.

    The MiG-29 is a shorter-range fighter, with six weapons pylons, a 30-millimeter cannon, and a combat radius of 700 kilometers. Like the Su-27 family, it started as an air-superiority fighter/interceptor, but it also proved capable of carrying a lot of air-to-ground ordnance. The MiG-29 is flown by a number of countries, including Poland, Russia, India, North Korea, Cuba, and Iran.

    What makes both of these planes interesting is their use of an infra-red tracking system. This is often used with the R-73/AA-11 air-to-air missile. The Archer has a range of 20-40 kilometers, depending on the version, and a 16-pound warhead. Another feature of the missile is the ability to work with a helmet-mounted sight (the missile goes for whatever the pilot is looking at). These are impressive systems, enabling a MiG-29 or Su-27 to get in a shot without having to use radar. Still, will they be enough to get a better chance against the F-35 in a fight?

    The F-35 has one big advantage over these fighter families from Russia. Its visability, particularly with regards to its vulnerability to being picked up on radar, is very low. While the infra-red systems are an advantage, these fighters still need to be cued in via an airborne radar plane or a ground station, and they will still have trouble picking up the F-35.

    The MiG-29 and Su-27, on the other hand, are much more visible on radar. In essence, the F-35 still retains the advantage it holds over the Eurofighter, Rafale, and Gripen: It will see its targets long before its targets see it. And that will enable it to get in the first shots. With missiles like the AMRAAM and AIM-9X, the F-35 will be very likely to kill its targets before they even know an F-35 is in the area. In essence, the F-35 will have the best Russian planes outperformed, and it gets worse when one realizes that the United States Air Force, Navy, and Marine Corps will combine for more F-35s than there are Flankers and Fulcrums in service.

    Harold Hutchison

  12. Ok… Já sabia que o F.35 era mais furtivo e que era praticamente um AWACS… E de facto, se vê sem ser visto a mais longe… O que faz lembrar o conflito do Golfo de Sirte: os pilotos “líbios” (eram quase todos mercenários) eram abatidos antes de poderem usar os seus mísseis, porque tinham todos menos raio de acção que os mísseis da Navy…

  13. Golani

    daqui as uns 15/20 anos deve estar em Portugal … ehehe

  14. nem pensar… nunca haverá dinheiro para ter cá um aparelho assim…
    aposto mais no F-22 😉

  15. Golani

    tás confundido … o F-22 é que é versão cara e exclusiva dos states

    o F-35 Joint Stike Fighter é um caça que está a ser desenvolvido em conjunto com outros países aliados para exportação…é um caça multi funções, o parente pobre do F-22

    quando substituirmos os F-16´s dentro de uns 15/20 anos deverá ser a escolha lógica ….. ( se ainda se usarem pilotos nessa altura)

  16. não! eu sei! estava só no gozo…
    e acho que não temos também “perfil financeiro” para o F-35.
    Se pudesse escolher escolheria o grippen ou o EF2000, ou mesmo o… Su-35… Mais acessíveis (especialmente o último), e equipado com aviónica da IAI.

  17. Golani

    enfiar um equipamento complexo ( e não é so aviónica ) do origem russo num sistema de defesa ocidental, construido e desenvolvido segundo regras, procedimentos, logística, uniformização NATO é um pesadelo … e no fim ainda poderia sair bastante mais caro e ser uma pior solução

    o F-16 com os upgrades mais recentes ( Israel e Emirados Árabes Unidos) ainda é um avião excepcional…. e multi-funções

  18. Veremos o que a IAI consegue fazer com o MiG35 na Índia (se vencer, como acredito o concurso…) Não o conseguiram fazer já com MBTs russos e com os MiG-21 Lancer romenos? Porque não serão os israelitas capazes de repetir o feito?
    Mesmo o MLU é muito competente, especialmente para as nossas necessidades… Falta é mais uma Esquadra… Ou seja, aquela que continua algures, encaixotada, por montar e agora à venda.

  19. Vasco

    Não quero ser a “vozinha venenosa” mas os vossos dados estão um pouco incorrectos. O Rafale é superior ao Typhoon e apesar de não ter sido desenvolvido à volta da característica “stealth” é a seguir ao F-22 e F-35 o avião mais díficil de detectar. Possui uma característica que ambos os aviões norte-americanos possuem que é a de que, após disparar um míssil, seja praticamente impossível associar o disparo à aeronave, tornando a sua detecção muito mais complicada. Para além disso, é mais manobrável que o Typhoon…

  20. A discussão sobre quem é melhor, se Rafale, se o Typhoon é tão velha, quanto a decisão (errada) da França de abandonar o projecto EF2000… E tem um toque de “crença”, pelo que dificilmente se chegará alguma vez a algum consenso…

    mas em suma, eis aquilo em que acredito:
    1. O Rafale tem versão naval, o typhoon, não
    2. O Rafale tem mais payload para ataques ao solo
    3. O Rafale é mais manobrável que o typhoon
    4. O Rafale tem um radar melhor (o typhoon terá que ter o seu upgraded brevemente)
    5. Combate “dogfight”: vantagem para o Typhoon (ASRAAM)

    mas de facto, mais do que a manobrabilidade contam hoje dois factores:
    1. o custo por unidade
    2. a capacidade para detectar o IN a longa distância e para lançar aqui um míssil
    O primeiro permite construir/comprar um maior número de aparelhos do que o adversário, o segundo permite ver e abater antes de ser visto (a grande vantagem dos F.22).
    e num e no outro… o Typhoon e o Rafale estão na mesma escala… Embora esteja pronto a admitir que a comparação restrita entre os dois pode bem tornar o Rafale claramente superior em todos os parâmetros ao Typhoon.

  21. João

    O rafale não tem um radar melhor que o do Typhoon tem um radar mais moderno. O radar do rafale tem as seguintes vantagens:

    – modos simultaneos
    – direccionamento (passivo) electronico
    – menos partes moveis

    mas tem uma tremenda desvantagem: a distância de detecção é menor
    esta devantagem pode ser anulada com o recurso a awacs, mas para isso é preciso telos (a França tem… os paises a quem a frança quer vender não).
    O rafale esta actualmente mais necessitado de um upgrade de radar do que o typhoon é por isso que a França atrasou a entrega de uns quantos (8?) rafales para poder investir na nova fabrica de chips para um radar AESA

    ” O Rafale é mais manobrável que o typhoon”
    se isto fosse uma pergunta era uma boa pergunta.

  22. O radar do Rafele (o RBE2) é capaz de seguir até 40 alvos em simultâneo, marcar oito e disprar contra 4… O RBE2-AA (Active Array) está a ser desenvolvido para poder equipar o Meteror nos Rafale, mas sim… O grande problema deste RBE é mesmo o seu alcance… Mas para isso a França opera suficientes AWACS… Agora um país que não os tenha… Sim, seria uma desvantagem escolher o Rafale, especialmente se o seu advsersário tivesse aparelhos equivalentes e… AWACS.
    O Rafale é mais pequeno e leve que o Typhoon (e mais barato)… Sim, não me chocaria se fosse mais manobrável do que este…

  23. João

    o rafale tem um wingloading superior e um T/W inferior (não sei a expressão equivalente portuguêsa).
    o momento do canard (relativamente ao centro de gravidade) do typhoon é maior (maior instabilidade = maior manobrabilidade).
    no entanto o canard do rafale parece mais bem integrado com a asa principal.
    o que tenho lido é que o typhoon é mais manobravel, mas há muita controvérsia nesta questão.
    o rafale tem também a desvantagem de o peso relativo do armamento ser maior (pois ele pesa menos) e como tal perde mais rapidamente T/W quando armado.
    Eu não me atrevo a substimar a França em termos da sua capacidade de desenvolver armas ar-ar fenomenais, mas também não me parece que a Inglaterra/Italia/Alemanhã queiram repetir o erro que cometeram com o Tornado. O rafale com AESA e M88-3 vai ser lindo de se ver.

  24. Por enquanto, o maior problema do Rafale parece-me ser o baixo número de encomendas. Penso que mesmo a França só encomendou 294 aparelhos, e no domínio da exportação, onde os Mirage foram tão bem sucedidos, o Rafale tem sido um fiasco rotundo (agora correm rumores que ganho o F-X brasileiro…). Esta dificuldade está a aumentar o preço unitário de cada rafale…
    Quanto à questão da comparação Rafale-Typhoon, penso que ela merece um Post específico que será publicado brevemente…

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