Do uso do milho com biocombustível e do… uso da urina para o mesmo fim!


(http://www.bofunk.com)

Uma das respostas à crescente explosão do preço dos combustíveis fósseis tem sido o reforço da plantação de produtos alimentares e o seu uso como biocombustível. Neste aspecto, a opção brasileira, que pretende colmatar com o Etanol localmente produzido o Petróleo que já explorar no seu próprio território é exemplar…

Mas o aumento da Procura de biocombustíveis, e sobretudo do milho, está a fazer pressão sobre o preço do dito um pouco por todo o mundo… Depois de uma “Crise Petrolífera” o mundo arrisca-se a ter que enfrentar a muito breve trecho uma nova “Crise Milhífera“…

No México, realizaram manifestações protestando contra o aumento do preço do milho, uma das bases mais essenciais da alimentação do mexicano comum, e nos EUA, onde a principal fonte de biocombustíveis é precisamente o milho, o preço da carne subiu por causa do aumento das rações, onde o milho é uma parte muito significativa…

O problema é grave e tende a agravar-se ainda mais… Desde 2005, o preço do milho nos EUA duplicou e muitos campos de cultura americanos estão hoje dedicados ao milho, tal é a taxa de lucro da sua exploração, e como consequência os preços dos produtos alimentares estão também a ser pressionados, porque a sua oferta está a diminuir, tanto mais depressa, quando mais aumenta o preço do milho no mercado…

Uma das soluções será diversificar as fontes de biocombustível… Em vários locais do mundo trabalha-se na criação de bactérias que possam produzir etanol a partir de várias fontes orgânicas, desde fungos, o sisal e até… A urina humana.

Além do recurso a bactérias genéticamente manipuladas, outros caminhos existem para rentabilizar o uso de urina como nos transportes, por estranho que tal possa parecer… No Reino Unido, uma empresa de transportes públicos usa um autocarro com um tanque com ureia extraída das quintas de criação dos arredores. Na Austrália, um autocarro Volvo experimental percorre as ruas de Sidney com um líquido designado “AdBlue” que contêm uma solução de ureia (extraída da ureia) num tanque separado do combustível. A solução é injectada no sistema de exaustão de gases e reduz as emissões poluentes… Em ambos os casos, a eficiência do uso do combustível aumenta e o nível de emissões é reduzido considerávelmente…

Com sorte, daqui a uns anitos… Se ficar sem combustível a meio da estrada, é só parar e esperar… Que lhe venha a vontade!

Ou então… Instalar um receptor para aquela urina que os cães da vizinhança insistem em oferecer aos seus pneus com tamanha generosidade e para grande gáudio dos seus orgulhosos proprietários!

Fontes:

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=800673&div_id=1730

http://ipsnoticias.net/nota.asp?idnews=40283

http://www.treehugger.com/files/2005/06/forget_the_tige.php

http://www.smh.com.au/news/environment/ecobus-puts-the-pee-into-pollutionbuster/2007/02/08/1170524236586.html

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33 thoughts on “Do uso do milho com biocombustível e do… uso da urina para o mesmo fim!

  1. Gostei do fecho sarcástico do artigo espectacular que aqui nos fizeste o favor de colocar. 🙂
    abraço

  2. Uma boa notícia no meio de tanta tristeza…
    http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1293467

  3. Essa do deposito de ureia faz-me lembrar o antigo “truque” de colocar bolas de naftalina nos depositos da motos, como forma de “tunning”. hehehe

  4. Ultramar

    Aqui no Brasil não se usa milho para produzir etanol ( álcool, no Brasil ), mas cana-de-açúcar, que é muito mais eficiente, pois produz muito mais etanol por tonelada ou área plantada. E caminhamos para aproveitar também o bagaço da cana para produzir o mesmo etanol, aumentando a eficiência. Milho é para os estadounidenses, que não conseguem plantar cana com sucesso. Aqui, milho vai ser sempre e apenas alimento. E urina… bem, urina vai ser bom para quem não tem sucesso nem com cana nem com milho!

  5. Pedro Tavares

    O BioEtanol lança na atmosfera, por cada GigaJoule de energia obtido (queima de etanol puro), 71.35 Kg de CO2, a Gasolina por sua vez para gerar a mesma quantidade de energia lança 67,05 Kg. 😦

    É certo que para sermos justo se deve contabilizar o CO2 absorvido pelas plantas no seu crescimento, mas também não podemos esquecer que estas plantas têm de ser cultivadas, tratadas e colhidas e que a actividade agrícola a esta escala é altamente mecanizada, lançando toneladas de gases de efeito de estufa na atmosfera, já para não falar da erosão dos solos e da destruição de floresta (veja-se a Amazónia) para obter campos de cultivo para estas monoculturas. Acresce a isto o facto de a obtenção do Etanol (destilação?) ser um processo de Industria Química pesada que ainda consome mais energia do que a que consegue gerar, logo não é de todo sustentável.

    Feitas as contas (não são minhas) a verdade é que tendo em conta o actual estado da tecnologia (esperemos que progrida) só a factura petrolífera baixa porque, tudo indica, que a ambiental sobe e isto não é propriamente coisa para se encarar de animo leve.

    Já agora quem ganha com isto, quem controla a maior fatia de produção agrícola no continente americano (quem é essa empresa Norte Americana, é que não me lembro do nome).

    ….Não nos viremos nós para o Hidrogénio e daqui a umas décadas ainda nos vamos queixar mais.

    Abraços

  6. Pedro Tavares

    Já me lembrei do nome da empresa. É a Monsanto (e que santinhos que eles são).

    http://www.monsanto.com

  7. tb:
    Hehehe… Mas irrita andar sempre aos ziguezages nos passeios, não irrita?… 😉

    7oninho:

    “Uma boa notícia no meio de tanta tristeza…
    http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1293467
    -> E verdade! Excelente notícia mesmo para a Justiça!

    JG:

    “Essa do deposito de ureia faz-me lembrar o antigo “truque” de colocar bolas de naftalina nos depositos da motos, como forma de “tunning”. hehehe”
    -> O que devia dar cá uma saúde às motas…

    Ultramar:

    “Aqui no Brasil não se usa milho para produzir etanol ( álcool, no Brasil ), mas cana-de-açúcar, que é muito mais eficiente, pois produz muito mais etanol por tonelada ou área plantada. E caminhamos para aproveitar também o bagaço da cana para produzir o mesmo etanol, aumentando a eficiência. Milho é para os estadounidenses, que não conseguem plantar cana com sucesso. Aqui, milho vai ser sempre e apenas alimento. E urina… bem, urina vai ser bom para quem não tem sucesso nem com cana nem com milho!”
    -> E sendo uma fonte tão abundante… Resta é saber o preço de cada bactéria!

  8. Ultramar

    Caro Pedro Tavares:

    Você está muito equivocado… Não há plantações de cana (para o etanol) na Amazônia… Essas plantações estão em São Paulo e outros estados. O que causa desmatamentos na Amazônia é a soja, a pecuária e as madeireiras…

    Saiba, também, que já se usa o álcool(etanol) como combustível para veículos em larga escala no Brasil. Todos os postos de combustíveis têm bombas de álcool e de gasolina, boa parte da frota brasileira de automóveis é a álcool, e os carros que mais vendem hoje no Brasil são os chamados “flex”, que andam com gasolina ou álcool, ou os dois juntos, no mesmo tanque, na proporção que você quiser! Essa tecnologia surgiu no Brasil e já está sendo levada para a Europa e outros sítios pelas fábricas de automóveis.

    Saiba, ainda, que os investimentos em novas usinas de álcool são cada vez maiores e principalmente vindos do exterior.

    Então, você precisa alertar a toda essa gente, urgentemente, sobre a insustentabilidade da indústria de álcool combustível — como você disse –, pois devemos estar todos loucos! 🙂

  9. Pedro Tavares

    Ultramar:

    Bom dia,

    Eu não digo que a industria de etanol seja por si só insustentável financeiramente, para o Brasil com a sua dimensão não será certamente, economias de escala assim o ditam.
    O facto (sabe o que é um facto?) é que a combustão de etanol lança mais CO2 na atmosfera que a gasolina (pense ainda no que é lançado na produção) e sim pense na desmatação (se não for na Amazónia será certamente em outro ponto qualquer do vosso belo país) e nos riscos da monocultura.

    A insustentabilidade de que falo e mais abrangente, não só a financeira (sim porque só um pais com a vossa dimensão o pode fazer, dificilmente Portugal terá condições para produzir álcool de forma rentável), é tambem ambiental.

    E olha que os seus investidores estrangeiros não devem estar nem aí….. ambiental? que é isso?

    E sabe o que eu penso, não gosto nem um pouco da elevada factura petrolífera que o meu país paga (e se nós pagamos), mas tão pouco a pretendo trocar por outra que será certamente a importação de etanol de países como o Brasil.

    E vale a pena dizer, eu não sou contra a produção de etanol como combustível, só acho (e isto é um direito) que ao substituirmos a gasolina por etanol, trocamos um mal por outro (espero que não seja maior).

    O mal das petrolíferas (e olha aqui estão alguns dos seus investidores) é que não vêm, ou não querem (preferem o lucro rápido) que o aquecimento global está aí para ficar.

    Volto a afirmar o futuro passa por desenvolver tecnologias baseadas no hidrogénio.

    E olha por vezes sou mesmo um pouco louco 🙂

  10. Golani

    concordo com alguns pontos:

    o etanol não é solução milagrosa (poderá ter o seu lugar num mix de energias)

    o etanol com recurso ao milho não viável
    (só subsiste nos sates por causa dos subsídios, como estamos perto das Presidenciais vão manter-se pq se concentram em alguns Estados estratégicos)
    (há ter ainda em conta custos com o investimento em novas infraestruturas: pipeline, depósitos ….. o etanol é mais corrosivo)

    no Brasil funciona pq é à base de cana do açúcar (tem um eroei bastante bom)
    têm 30 anos de experiência e adaptação (infraestrutura, carro, hábitos de consumo)

    não é responsável pela desflorestação da Amazónia (criação de gado é o principal responsável, industria de madeiras etc…)

    a biomassa (ex. resíduos florestais) não parece viável, custa demasiado dinheiro recolher os resíduos e transporte atá às centrais (talvez os avanços nas enzimas possam alterar isto)

    avanços estão a ser feitos no hidrogénio
    a BMW já tem um série 7 a circular (mas não é tão verde qd parece)
    http://www.spiegel.de/international/spiegel/0,1518,448648,00.html

    e tb avanços nos automóveis eléctricos
    o Tesla é o melhor ex http://www.teslamotors.com/index.php?js_enabled=1
    o problema é que as baterias ainda representam metade do preço de veiculo e têm uma vida útil de 2/3 anos e depois precisam de ser substituídas

    ainda há gente “séria” que põe em causa que o “aquecimento global” seja da responsabilidade do Homem:

    “Climate’s always been changing and it’s been changing rapidly at various times, and so something was making it change in the past,” he told us in an interview this past winter. “Before there were enough people to make any difference at all, two million years ago, nobody was changing the climate, yet the climate was changing, okay?”

    “All this argument is the temperature going up or not, it’s absurd,” Bryson continues. “Of course it’s going up. It has gone up since the early 1800s, before the Industrial Revolution, because we’re coming out of the Little Ice Age, not because we’re putting more carbon dioxide into the air.”

    Reid A. Bryson holds the 30th PhD in Meteorology granted in the history of American education. Emeritus Professor and founding chairman of the University of Wisconsin Department of Meteorology—now the Department of Oceanic and Atmospheric Sciences—in the 1970s he became the first director of what’s now the UW’s Gaylord Nelson Institute of Environmental Studies. He’s a member of the United Nations Global 500 Roll of Honor—created, the U.N. says, to recognize “outstanding achievements in the protection and improvement of the environment.” He has authored five books and more than 230 other publications and was identified by the British Institute of Geographers as the most frequently cited climatologist in the world.

  11. Golani

    o meu post não entrou

    vou-me repetir:

    concordo com algumas coisas, e outras nem tanto

    o Etanol não é solução miraculosa

    só o etanol à base da cana de açúcar é que tem uma EROEI viável, é preciso tb em investir em novas infraestruturas, pipelines, bombas….pq o Etanol é mais corrosivo

    o etanol à base de milho, nos states, só sobrevive graças aos subsídios governamentais aos estados agrícolas, como Iowa …

    no Brasil é viável pq usam a cana de açúcar, é uma solução madura, já tem mais de 30 anos, houve uma adaptação das infraestruturas, veículos, hábitos de consumo…

    não tem nada a ver com a desflorestação da Amónia (o principal responsável é a criação de gado)….na realidade a cana de açúcar nem é demasiado agressiva para os solos

    a biomassa não é mt viável (demasiados custos e dispêndio de energia para recolher resíduos florestais e transportar para as centrais), talvez a investigação em enzimas traga desenvolvimentos

    o hidrogénio é apontado como solução de futuro, mas ainda vai levar bastante tempo para ser mainstream
    no entanto a BMW já pôs a circular um série 7 a hidrogénio (que pelos visto não é assim tão “verde”)
    http://www.spiegel.de/international/spiegel/0,1518,448648,00.html

    a electricidade tem como problema as baterias, são demasiado caras e reduzida vida útil, tb vão demorar anos para novos desenvolvimentos
    um dos melhores ex. actuais em comercialização é o Tesla
    http://www.teslamotors.com/index.php?js_enabled=1

    por último, não existe consenso na comunidade cientifica que o “aquecimento global” seja obra do Homem:

    “Climate’s always been changing and it’s been changing rapidly at various times, and so something was making it change in the past,” he told us in an interview this past winter. “Before there were enough people to make any difference at all, two million years ago, nobody was changing the climate, yet the climate was changing, okay?”

    “All this argument is the temperature going up or not, it’s absurd,” Bryson continues. “Of course it’s going up. It has gone up since the early 1800s, before the Industrial Revolution, because we’re coming out of the Little Ice Age, not because we’re putting more carbon dioxide into the air.”

    Reid A. Bryson holds the 30th PhD in Meteorology granted in the history of American education. Emeritus Professor and founding chairman of the University of Wisconsin Department of Meteorology—now the Department of Oceanic and Atmospheric Sciences—in the 1970s he became the first director of what’s now the UW’s Gaylord Nelson Institute of Environmental Studies. He’s a member of the United Nations Global 500 Roll of Honor—created, the U.N. says, to recognize “outstanding achievements in the protection and improvement of the environment.” He has authored five books and more than 230 other publications and was identified by the British Institute of Geographers as the most frequently cited climatologist in the world.

  12. Ultramar

    Caro Pedro Tavares:

    Primeiro, não vou responder à sua pergunta boba (“sabe o que é um facto?”), para não ser grosseiro como você. Grosseria que é muito comum aos muito jovens, quando debatem algum assunto, logo perdendo a cabeça, quando contrariados. Portanto, só posso supor que você seja muito jovem. Ou tem a mentalidade de alguém assim, imaturo. Pois não fui grosseiro com você, apenas procurei mostrar-lhe seu engano e brinquei, res-pei-to-sa-men-te!
    Depois, falaste claramente sobre a insustentabilidade da indústria de etanol, dizendo que ela consome mais energia do que gera! Agora dizes que não é bem assim, etc…
    Além disso, quanto aos desmatamentos etc, se tu sabes mais do que técnicos ou especialistas no assunto, que trabalham para os governos do Brasil e de outros países, vá correndo ensiná-los!
    Agora, quando disseste não querer que seu país pare de comprar petróleo para comprar etanol do Brasil, aí deu para desconfiar de seus verdadeiros sentimentos… Se esse é o seu caso, Pedro, há muitos portugueses que se incomodam com o gigantismo e o crescimento do Brasil, como se isso fosse prejudicar Portugal de alguma forma, quando é bem o contrário!
    Quanto ao hidrogênio, creio que vais ter de esperar sentado até que seu uso como combustível seja uma realidade, até que seja bem difundido… 🙂

  13. Pedro Tavares

    Caro Ultramar:

    Antes de mais, se fui grosseiro (ok fui) peço desculpa.

    A verdade é que só posso dispensar uma pequena parte do meu dia a visitar este blog (é dos poucos que visito), e o tempo para comentar os post é curto, e isto faz que nem sempre o texto tenha a fluidez e “correcção” que desejo.

    É verdade sou de facto relativamente novo, mas não tanto quanto julga. Quanto a mim esta juventude é até boa, significa que se aproveitar bem o tempo terei ainda oportunidade de aprender muita coisa.

    Medo da dimensão do Brasil, é possível, mas é o medo que a maioria dos animais pequenos teriam de um grande fosse ele qual fosse. E não não desejo trocar uma factura por outra.
    Pensando bem se a União Europeia se tornar numa união politica (governo central) a dimensão passa a estar equilibrada.

    Quanto à insutentabilidade do bioetanol, deixe-me fazer uma pergunta, tem a certeza que a sua produção não é financiada pelo Estado Brasileiro? Alguns anos atrás trabalhei (enquanto programador informático) no maior Complexo Químico (não disse Petroquímico) de Portugal em Estarreja, o objectivo desse trabalho passava por desenvolver uma plataforma de monitorização de Reactores Químicos, no meio de tudo isto e em agradáveis conversas que tinha com os engenheiros químicos, físicos, mecânicos (entre outros) falou-se muitas vezes do potencial da produção de Bioetanol (a nossa ideia era mesmo criar uma pequena empresa no ramo) e após muito estudo (não foi bricadeira, tivemos colaboração de Universidades Portuguesas, Holandesas e espantoso Brasileiras, bem como vária empresas internacionais do sector) concluímos que em Portugal (reafirmo Portugal) não é de todo sustentável produzir Bioetanol sem uma generosa subvenção por parte do estado. E sim, aqui volto a afirmar, a produção de Bioetanol gasta mais energia do que aquela que consegue gerar (existem relatórios internacionais sobre o tema).

    O desmatamento, seja ele no Estado de SP ou na Amazónia é certamente acompanhado por técnicos crediveis (pelo menos assim se deseja, pois tenho quase a certeza que o poder do capital tem mais força que a boa vontade dos técnicos e dos governantes brasileiros), assim terei de ler a outro lado da história e não só o das organizações ambientalistas (vou estudar e certamente teremos oportunidade de voltar a falar sobre isto).

    Quanto ao hidrogénio, quero acreditar que se não existirem pressões de grupos económicos, daqui a alguns anos o CERN nos vai dar alguma boas noticias.

    Concluindo (não tem nada que ver com bioetanol): A verdade é que estes comentários, são quase como conversas presenciais, cada um faz valer o seu ponto de vista e se não for fundamentalista vai cedendo ou ganhando novas perspectivas com o desenrolar da conversa, e este sim é o verdadeiro ganho.
    Eu de pois das suas réplicas estou disposto a ceder em alguns pontos.

    PS: Eu até gosto de ler os seus comentários….

  14. Ultramar

    Pedro Tavares:

    Eu já havia esquecido este “post”, mas quero dizer-lhe que aceito seu pedido de desculpa. Pois acredito que é sincero.

    Enfim, já passou. Vamos seguir em frente.

  15. Luce

    Bah! é interessante o assunto, mas convenhamos ficar discutindo micuinhas..patético..
    Gostei muti das opiniões e concordo com Pedro Tavares a solução é o hidrogênio..

  16. Golani

    Soros invests 900 million dollars in Brazil’s ethanol, calls for lower tariffs

    International stock investor George Soros said on Tuesday that he had invested 900 million U.S. dollars in Brazil’s ethanol production and will continue to invest, but he warned that demand may not keep up with the expansion of the production unless the international market opens fairly to Brazil’s ethanol.

    At the Sao Paulo Ethanol Summit 2007, organized by the Union of Sugarcane Industries (Unica), the billionaire admitted being a “speculator”, who is currently speculating on Brazil’s ethanol industry. He has joined the 900-million-dollar plan to buy sugarcane land and build ethanol distilleries in western Brazil.

    Regardless of the potential market risks, Soros said ethanol is “competitive with gasoline” as it’s much more environment-friendly, and that he plans to continue investing in its production.

    Brazil could increase its ethanol production ten-fold, but there are problems to overcome, Soros said. The Brazilian market for ethanol is almost saturated, so exports are essential for industry growth. But trade barriers from other countries dampen exports, the investor said.

    The United States and the European Union levy high tariffs on Brazil’s ethanol, which makes it expensive. The question is “how to open up the market in the USA, Europe and Japan,” and how “to create an environment with stable prices,” Soros said.

    He believes that politicians in the United States and Europe will eventually reduce or eliminate the tariffs that make Brazilian ethanol exports expensive as the world turns increasingly to biofuels over fossil fuels.

    Brazil is the second-largest producer of ethanol in the world after the United States, but is the No. 1 exporter. Its production from sugarcane is considered more efficient than the U.S. production by corn.

    Source: Xinhua

    http://english.people.com.cn/200706/06/eng20070606_381386.html

  17. Golani:
    É curiosa a fonte dessa citação… 😉
    Mas mais a sério: Todos parecem reconhecer que o Brasil tem no Etanol e na cana como sua base de produção uma oportunidade ímpar no Mercado Global de alternativas ao petróleo, mas daí a defender a posição de Soros…

  18. Golani

    mais um bilionário “verde”:

    All aboard Branson’s bio train

    Europe’s first vegetable-fueled train begins service as part of billionaire’s bid to fight global warming.

    June 7 2007: 11:28 AM EDT

    LONDON, June 7 (Reuters) — Billionaire Richard Branson’s commitment to combat global warming got on track Thursday as Europe’s first scheduled passenger train fueled by vegetable oil left London for North Wales.

    Branson’s Virgin Trains is running one of its trains on a 20 percent biodiesel blend for a six-month trial, and the British entrepreneur said his whole fleet might eventually be converted to run on biofuels.

    Britain’s current finance minister and next prime minister, Gordon Brown, attended the send-off at Euston station after facilitating the trial by allowing a special tax dispensation.

    “There is a possibility as the engines get changed we could go up to 100 percent biodiesel,” Branson told a news conference, adding the company had been advised its current engines should run on a 20 percent blend.

    Branson has committed to spending all the profits from his airline and rail business to combat global warming.

    He also plans next year to have a test flight for one of his passenger aircraft using a biofuel.

    Virgin CrossCountry Managing Director Chris Gibb said the biofuel for locomotives would come mainly from the United Kingdom via domestically produced rapeseed oil blended with U.S. soybean oil and palm oil from the Far East.
    European first

    “This is the first time in Europe a monitored trial of biodiesel on passenger trains has taken place,” Gibb said.

    The pilot scheme has the backing of the Association of Train Operating Companies, and Gibb said cooperation with other train operators was vital to ensure long-term success.

    “There are some significant logistical issues. I think we can make this manageable if we work together,” he said, noting Virgin Trains were refueled at 17 different locations that were also used by other operators.

    The locomotive in the pilot scheme will be limited to refueling at one of two locations in central England.

    Britain’s trains currently run on red diesel, a fuel taxed at a discounted rate of 7.69 pence ($0.15) per liter, while the biodiesel blend would attract a duty of 54.68 pence.

    Legislation would be required to change the rate, but Brown has agreed for the fuel to be taxed at the lower rate for the trial.

    “Our indications from Gordon Brown are that he will address this problem,” Branson said.

    Britain offers tax incentives for motor fuels that contain biofuels in a bid to reduce emissions of the greenhouse gases believed to contribute to global warming.

    The fuel will be provided by Britain’s largest biofuels supplier, Greenergy.

    The firm’s chief executive officer, Andrew Owens, told Reuters that Greenergy was also working with three other train companies to find biodiesel blends for their locomotives.

    “They all have different types of engines,” he said.

    http://money.cnn.com/2007/06/07/news/newsmakers/branson.reut/index.htm?postversion=2007060710

  19. Golani

    Stratfor
    http://www.stratfor.com/

    Global Market Brief: A New Step in the Ethanol Revolution?
    By George Friedman

    [b]At a Brazilian ethanol conference June 4-5, Brazilian government-funded researchers said they have perfected a method of producing cellulosic ethanol that drastically reduces the cost of processing.[/b] At this point, the assertion — and many other similarly optimistic claims made at the conference — is unconfirmed. But [b]should it prove true, the world could well be peeking over the horizon at a massive geopolitical, not to mention economic, shift.[/b]

    Discussion of all things ethanol has been all the rage in U.S. policy circles ever since oil prices rose above $50 a barrel. And why not? Ethanol already is commonly fabricated in Brazil and the United States — which account for 35 percent and 37 percent of global production, respectively — from agricultural products. The stuff is made and consumed domestically, bolsters a politically powerful lobby and reduces U.S. exposure to — and dependence on — Middle Eastern energy supplies.

    But despite all the hype and the Bush administration’s fascination with ethanol,[b] there are three critical obstacles to making it a mainstay of the global (or even “simply” the U.S.) energy mix.[/b]

    [b]First, ethanol currently is produced only on an industrial scale from the food product portion of sugarcane (in Brazil) or corn (in the United States)[/b]. These edible portions [b]constitute a small percentage of the total plant mass,[/b] though, which means a large-scale ethanol sector would require massive amounts of agricultural land dedicated to it and would drive up food prices.[/b] For example, rising U.S. demand for corn-based ethanol has affected North American corn prices, contributing to the “tortilla” crisis in Mexico.

    This means that if the world is truly going to make a go of mass-producing ethanol, it needs to find a way to use more than the edible portions of corn or cane. [b]The potential solution to this problem is cellulosic ethanol, which uses enzymes to break down the whole corn or cane plant[/b].

    But [b]cellulosic ethanol generates the other two obstacles.[/b]

    The [b]first is processing cost[/b]. Ethanol production essentially ferments the sugar in the plant, which is why traditional ethanol production deals only with the edible portions, where the natural sugars are concentrated. Cellulosic ethanol production has to first break up the cellulose. (Cellulose is polymerized sugar.) Though the price of doing that has dropped by a factor of 10 in the past decade, [b]it is still around $2.25 a gallon[/b].

    The last — [b]and most critical — is the issue of gathering the feedstock[/b]. Currently the United States has no built-in[b] infrastructure for gathering the 90-plus percent of the corn plant that is not used[/b] in the food chain. [b]For cellulosic ethanol to work, this chaff needs to be gathered to centralized locations for processing, and moving such bulk is an energy-intensive task to say the least[/b]. Until now, this obstacle has been the true deal killer. [b]Making cellulosic ethanol work in the lab is easy — making it economically viable on an industrial level brings in supply chain complications that have kept its mass application firmly on the drawing board[/b].

    Traditional corn-based ethanol is simpler in this respect not just because of chemical characteristics, but because there is already a transport chain for bringing corn to market. [b]Cellulosic ethanol will likely have an easier time getting moving in Brazil, because it already has an infrastructure in place; farmers regularly collect the sugarcane chaff, or bargasse, and burn it to generate electricity[/b].

    Ultimately, [b]the trick will be to make enough progress in making the enzymatic process cheaper and more efficient so that it overrides the sheer cost of collecting the plant waste and building an infrastructure of trucks, trains and barges to collect and transport the stuff[/b].

    This is why the [b]Brazilian scientists’ [/b]announcement is so important. They [b]claim the process they have perfected reduces cellulosic ethanol production costs down to the realm of 10 cents to 15 cents per liter (35 cents to 50 cents per gallon). [/b]Furthermore, [b]though the biochemical processes for ethanol production vary based on feedstock, they are not fundamentally different[/b]. Sugarcane is the easiest crop to turn into ethanol, but corn is only slightly more difficult, so [b]a sugar ethanol breakthrough would be only a few steps ahead of other breakthroughs — such as making cellulosic ethanol from nonfood crops like switchgrass — that would democratize the technology globally[/b].

    [b]Cheap ethanol[/b] — meaning cheap enough to compete favorably with gasoline in a side-by-side comparison — [b]is one of those world-changing technologies that comes only once in a generation[/b].

    [b]If[/b] — and it is a big if — [b]the collection process can be managed, the rest of the cost of changing over to use cheap cellulosic ethanol is rather moderate[/b]; the existing[b] vehicle fleet can already operate on a 10 percent ethanol blend [/b](and much of it already does). Already something called [b]E85, an 85/15 ethanol/gasoline mix, is available at limited locations throughout the United States[/b]. About[b] 8 percent of new vehicles sold in the United States are flex-fuel capable — able to switch between E85 and traditional gasoline[/b] — and the[b] Big Three automakers plan to make half of all new cars flex-fuel capable by 2012[/b]. Though an existing car on the road cannot be retrofitted, [b]the cost of making a new car flex-fuel capable is only $75-$200[/b], a figure that will most certainly drop as the change becomes more common. [b]The biggest changeover cost would be distribution, since ethanol would likely require the construction of a new pipeline network specifically designed to transport it[/b].

    [b]Should cellulosic ethanol prove cost-competitive, its cost would not be nearly as volatile as oil prices[/b], which are notoriously fickle based on political developments in places such as Venezuela, Russia or Iraq. [b]It also could radically change the energy and social pictures of vast regions. At the macro level it would benefit states with large agricultural sectors[/b] — such as [b]India, Ukraine and France[/b] — that are [b]traditionally energy importers[/b]. Closer to the people, [b]it could revitalize rural regions since most of the refineries that turn cane or corn into ethanol are rather small and therefore need to be close to wherever the feedstock comes from.[/b]

    Though cellulosic ethanol [b]is obviously not a cure-all from an environmental point of view — burning it in an internal combustion engine still produces carbon dioxide[/b] — it is certainly a step in the right direction. According to the [b]Environmental Protection Agency[/b], [b]if one takes into account all production and transport for gasoline and ethanol, cellulosic corn-based E85 reduces the greenhouse gas output by 15 percent to 20 percent[/b].

    [b]But the real dramatic shift would hit the oil markets[/b]. Roughly[b] 25 percent of all oil demand, and 50 percent of U.S. oil demand, derives explicitly from demand for gasoline[/b]. [b]Erase that demand[/b] — which amounts to 10.5 million barrels per day for the United States alone — [b]and oil prices would plummet[/b]. In comparison,[b] the 1997-1998 Asian financial crisis slashed a “mere” 10 percent off of global oil demand, and that sent prices down by 75 percent.[/b]

    Such a price differential would of course spur oil demand for nongasoline uses, somewhat mitigating the price plunge, and [b]oil would still be required to fabricate everything from plastics to heating oil to fertilizer. But the underlying trend of sharply lower oil prices would be unavoidable. For states dependent on petroleum, the impact would be disastrous[/b].

    Those likely to suffer less-than-catastrophically would be the [b]countries that could cash in on ethanol via their large agricultural sectors (Argentina and Mexico), or that are buttressed by hefty natural gas exports (Norway, Qatar and Nigeria) or both (Canada and Russia)[/b]. But[b] states that are hooked on oil as a single source of income — Saudi Arabia, Iran, Venezuela and Azerbaijan come to mind — would encounter massive problems[/b].

    But rather than talk about the specific effects, perhaps it is simpler to paint the broad picture. [b]A good portion of the geopolitics of the past half century has involved obsession with access to energy, which has made the geography of energy of critical importance globally. Ethanol could well loosen that relationship, reducing the centrality of oil and the importance of geographic access.[/b] That is, of course, if it can be made to work.

  20. Olá viva,
    Pode parecer despropositado mas quero dizer que gosto de ler estes comentários embora concorde com as palavras que passo a citar “A verdade é que estes comentários, são quase como conversas presenciais, cada um faz valer o seu ponto de vista e se não for fundamentalista vai cedendo ou ganhando novas perspectivas com o desenrolar da conversa, e este sim é o verdadeiro ganho. Eu gosto de conversar e de facto “é uma das maravilhas da criação, a linguagem” e ainda mais maravilhoso é quando se trata da mesma lingua mais interessante é olhar que o nº daqueles que falam Português pelo mundo é sobejamente maior do que todo o povo que vive neste pequeno País à Beira-mar-plantado (Portugal). Fico satisfeito quando a razão fala mais alto e isto é “mesmo não desfeita a totalidade da contenda o respeito pela individualidade prevalece”. Posso dar um exemplo natural de pai para filho, eu tenho uma visão do mundo muito diferente do meu Pai e no entanto respeito-o e Amo-o Muito. Tento usar esta bitola na minha relação com os outros e acreditem que as diferentes opiniões geridas assim são um optimo passa tempo. São instrutivas e fazem trabalhar o intelecto, são bem melhores do que ver TV… passando “ao verdadeiro assunto” COMBUTÍVEIS, venho propôr que deam atenção ao seguinte:
    – Sei que os combustíveis estão caros…e cada vez mais…
    – As alternativas ao consumo do petróleo ainda são pouco eficientes no que toca ao seu uso em veiculos motorizados… e há muita controversia e “pouco interesse por parte das autoridades”…sabemos porquê!!!
    -Contudo descobri e testei uma solução que não me obriga alterar o motor do carro e que me faz poupar muito combustível, que me faz poluir muito menos (75% menos de emissões poluentes para a atmosfera).
    Chama-se MPG-CAPS e acreditem os mais cépticos, que são uma multidão, que é mesmo eficaz.
    Notem,
    Uma capsula (valor de 1.5 Euro) no primeiro depósito em 40 litros de qualquer tipo de combustível (diesel, gasolina, biodiesel,etanol, oleo vegetal)
    meia capsula no segundo depósito (0.75euro) e em cada vez que abastecer fará com que:
    – De 1 a 3 depositos a autonomia por depósito aumente 80 a 100Kms
    – A partir daqui as autonomias rondam 150 a 200kms mais com os mesmos 40 litros de combustível.
    (75% menos de emisssões poluentes para a atmosfera e 7% no inicio a 20% de economia)
    Como funciona esta alternativa ao preço elevado dos combustíveis?
    Qualquer motor não é eficiente quanto à queima do combustível e para perceberem um pouco melhor dou como exemplo o facto de existir uma “Má relação combustível/metal”…sim é notória especialmente no arranque a frio. de certo lembram-se que nos carros mais antigos a gasolina se “fechava o ar” puxando um manipulo ligado a um cabo situado algures por baixo do volante e np ainel do carro. Nos diesel um dispositivo bimetálico ou manual accionava a régua da bomba injectora para um debito maior. Hoje em dia os automóveis são geridos electrónicamente e os seus dispositivos encarregam-se de executar esta acção automáticamente e dai ficarem por alguns minutos um pouco acelerados.Tudo iso porque o combust´vel “adere” ao metal. Mesmo em quente esta “má realção metal/combustível existe e a queima da mistura ar combustível não é de 100%. Imagine-se 80% com o motor novo e 70% passado algum tempo de uso e com o acumular de carvão no interior das camaras de combustão e nas valvulas que passam a fechar mal.
    Entaõ e o que fazem as MPG-CAPS? Este produto é um catalisador organico que usa o combustível como “veiculo” para chegar às camaras de combustão e ali formar uma micrófina camada catalitica “anti-aderente” que mais não faz o que acelerar a queima do combustivel. Isto traduz-se na queima quase total da mistura (na ordem dos 100%) com reflexo substancial na economia, na redução até 75% de emissões poluntes para a atmosfera, na redução da oxidação das partes mecanicas móveis do motor (menor atrito e menor contaminação do oleo lubrificante logo maior longevidade do motor) isto sem esquecer melhor performance.
    Ver para crer, meus amigos, eu fiz o mesmo e hoje acreditem ou não não deixo de usar este produto (fiz com São Tomé). Muitos dirão, lá está mais um a tentar ganhar mais uns trocos com esta coisa…sou um ecologista na pratica, uso oleo vegetal num Opel !.6 D com MPG-CAPS, o carro de minha esposa usa GPL e tb gasolina com MPG-CAPS. Metade da família pode comprovar os bons resultados e agrada-me ver muitos amigos antes cépticos a aderirem a este produto que para alêm de poupar dinheiro poupa sobretudo o Ambiente e o ar que respiramos.
    Se isto não são boas noticias, o que são boas notícias? Testem, façam as vossas continhas, levem o carro a um teste de CO antes e depois quando usarem MPG-CAPS.
    Por favor, com mente aberta, visitem http://www.algarvefuel.myffi.biz/portuguese
    Todos os elementos informativos estão lá (como comprar; como tornar-se “um ecologista na pratica” e ganhar alguns trocos com a consciência tranquila de estar a ser honesto com os outros e com o Ambiente). Veja os videos e toda a informação que necessita.
    Escrevam-me para algarvefuel@gmail.com, para aqueles que quiserem usar oleo vegetal procurem o Forum NovaEnergia e informem-se sobre esta matéria…está lá tudo o que faz falta.
    Façamos todos algo de produtivo e positivo…nós Europeus falamos e discurimos muito mas agimos pouco, está na hora de enfrentar realidades e cada um individualmente fazer o maximo e me especial no que toca a ambiente e combustíveis…eu faço estas coisas por carolice,por vezes perco mais dinheiro do que ganho mas contento-me em ver que contribuo para uma “melhor consciencia practica das coisas e para a motivação de as usar”.
    Um Grande Abraço de Amizade a Todos

  21. thi rochinski

    Voce tem dados tecnicos que comprovem a acao do produto??Falo dos componentes do produto…E caso isso cause algum dano ao meu automovel a empresa me garante o reparo total do dele??Existe algum documento que garante isso???Sendo assim eu quero entrar no sistema…Obrigado!

  22. nope.
    ninguém garante, nada.
    é um risco, sempre.
    por isso, a maioria dos que testam… usam carros antigos e não o seu “carro primário”.

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