Monthly Archives: Maio 2007

Novo nome aqui do editor… Antecipando certas alterações cá por estas bandas…

Em vez do costumeiro “Rui Martins”, os artigos aqui publicados passarão a ser assinados por “Clavis” de “Clavis Prophetarum, livro de profecias escrito pelo Padre António Veira, um dos inspiradores do meu pensamento em parcela igual a Agostinho da Silva e a E. F. Schumacher…

Por isso não se espantem com o “Clavis” que vai começar a aparecer por aqui e pelos blogues da Blogoesfera portuguesa e brasileira…

Anúncios
Categories: Blogging | 5 comentários

O Uso de Lançadores de Foguetes pela Alemanha Nazi

As primeiras utilizações reais em grande escala dos lançadores datam de 1941, mas só em Dezembro de 1944 é que se assistiram aos primeiros usos realmente massivos. Podemos avaliar o crescimento do ramo quando observamos que em 1939 reunia apenas 332 oficiais subalternos e 1612 soldados (2.044 homens). Em 1945, já agrupava 5.257 oficiais superiores, 18.150 oficiais subalternos e 88914 soldados (112.321 homens, com 4.816 lançadores e 27.066 veículos), sem dúvida um crescimento espectacular.

A produção de lançadores era repartida por seis firmas: Hartmann, Frama, Sack, Eberhardt, Schwartzkopt e Donauworth. A partir de 1944, a ex-checoslovaca Skoda assumiria a liderança da produção e até técnica, sugerindo por exemplo um lançador de ar comprimido.

Podemos determinar que foi a partir de Julho de 1944 que Hitler começou a apostar seriamente nos sistemas lançadores de foguetes, neste contexto se insere a sua ordem para aumentar a produção para 3.6 milhões de foguetes e, em Agosto do mesmo ano a sua ordem para a construção de 1500 novos lançadores até Outubro de 1944 (número que aliás, seria alcançado). Estes valores seriam aumentados por Hitler em Julho e Setembro, ordenando o aumento da produção de munições de lançadores de 15 cm, de 200.000 para 400.000 por mês. Mas o agravamento da situação militar prejudicava já a normal execução destas ordens. Nos finais de Novembro, como a pólvora se revelava insuficiente para as necessidades, estudou-se a redução do alcance para 1 a 2 km, de modo a aumentar a taxa de tiro. Por outro lado, e mais grave, devido à falta de aço, Speer a 14 de Janeiro de 1945 comunicava ao Fuhrer que somente 37% das munições necessárias para os lançadores seriam entregues à Wehrmacht.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | 4 comentários

Quid S8-31: Em que local arqueológico foi tirada esta fotografia?

a1.jpg

Dificuldade: 4

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 15 comentários

Os Híbridos chegam ao US Army…


(http://www.hybrid-vehicle.org)

A onda dos Híbridos está também a chegar aos meios militares… O “Aggressor”, tem agora os primeiros protótipos a serem ensaiados pelo Exército dos EUA. O veículo tem um sistema híbrido Diesel/Eléctrico e pode acelerar aos 80 Km/h em apenas 4 segundos, mas é um dos veículos mais silenciosos do inventário do exército americano, uma vez que pode operar somente sob a alimentação das baterias. Com estas características, é um veículo especialmente adequado para operações secretas e por detrás das linhas inimigas.
Além do mais, o Exército dos EUA está muito interessado na tecnologia híbrida, já que o consumo de combustíveis é uma dos maiores pesadelos de abastecimento para um exército como o americano, correspondendo a um terço das necessidades totais e correspondendo a mil toneladas diárias para uma divisão do US Army… Com esta escala de consumos, com a necessidade de manter uma densa e longa linha de abastecimentos exposta a ataques de insurgentes e a sabotagens várias, a redução do consumo de combustível está naturalmente no topo das prioridades dos militares americanos…

Fontes:

The Register

Hybrid-Vehicle

Categories: CodeFarmPt, DefenseNewsPt, Ecologia, O Código da Vinci | 3 comentários

Um estudo de Stanford revela potenciais malefícios do uso do Etanol para a Saúde humana


( http://www.globo.com)

Segundo um estudo da revista “Environmental Science and Technology” (ver AQUI ) se o combustível “ecológico” feito à base de Etanol (85% de etanol e 15% de gasolina) substituir a gasolina, conforme resulta da aplicação do plano de Bush para aliviar a dependência dos EUA dos combustíveis fósseis, o número de mortes por problemas respiratórios só nos EUA vai subir de 4700 para cerca de 4900 por ano… Uma subida idêntica deverá ocorrer no resto do mundo…

É que segundo o autor do estudo, o Dr. Mark Jacobson, da “Stanford University” o Etanol “Não é verde em termos de poluição do ar. Se quiserem usar o Etanol, óptimo, mas não o façam com base em critérios de Saúde. Não é melhor do que a gasolina, e aparentemente até pode ser ligeiramente pior.” A equipa de Jacobson recorreu a simulações informáticas para chegar a esta conclusão de que a introdução do E85 (a designação desta mistura Etanol-Gasolina) aumentaria os níveis de Smog pelo envio de mais hidrocarbonetos para a atmosfera pelo etanol.

Estas investigações seguem na linha do plano Bush anunciado recentemente de reduzir a dependência crónica que os EUA têm da Gasolina. segundo o qual em 2017, os EUA estariam a reduzir a 20% o uso de gasolina e a “reduzir a metade os gases de efeito de Estufa que emanam de automóveis”.

Recordemo-nos de que o Brasil é na actualidade o maior produtor mundial de Etanol sendo este o combustível de perto de metade dos automóveis aqui circulando e, logo, a comprovarem-se os resultados deste estudo de Stanford, estes efeitos já devem ser reais no Brasil… E forma-se um argumento adicional para reforçar a minha suspeita que os biocombustíveis à base de Etanol não são uma boa opção para substituir os combustíveis fósseis… Pela minha parte, confio muito mais na potencialidades do hidrogénio… ou em electricidade armazenada em baterias (ver AQUI)… Apesar da confiança no Etanol de alguns dos mais ilustres visitantes brasileiros deste blog! 😉

Fonte: DailyTech

Categories: Brasil, Ciência e Tecnologia, CodeFarmPt, Defesa Nacional, Ecologia, Economia, Websites | 8 comentários

Hoje… Não haverá Quids!

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 12 comentários

Das dificuldades e da explosão de custos na USAF…

Começa a surgir em meios ligados ao mundo militar americano uma corrente de notícias que dão conta das dificuldades das maiores e mais eficientes forças armadas do mundo e que resultam da intensidade do empenho em que estão comprometidas nos cenários de guerra actuais… Segundo o General Ronald Keys, nada mais nada menos do que o líder do “Air Combat Command”, o nível de desgaste da USAF é agora muito elevado, acelerando o envelhecimento da frota e inutilizando muitos equipamentos de combate primeira linha… Segundo o mesmo general, em níveis comparados aos de 1996, a Força Aérea gasta agora em manutenção 87% mais para manter um avião no ar. Desde logo, porque a maioria destes aparelhos operam agora em ambientes muitos mais inclementes, como os quentes e poeitentos desertos do Médio Oriente e não mais nas amenas e temperadas paragens dos EUA… Por outro lado, devido ao envelhecimento generalizado dos meios utilizados nestas operações.

Além das questões ligadas com a explosão dos custos de manutenção, este aspecto do problema vem também reflectir um outro problema mais antigo e porventura bem mais sério, que é o do envelhecimento grave de parcelas muitos significativas do inventário da Força Aérea… Os aviões de reconhecimento U-2 tiveram que ser todos revistos (todos os 33) em Março para correcção de um problema técnico, um episódio que se tem tornado cada vez mais comum, em diversos tipos de aparelhos, mas com especial incidência naqueles com maior idade operacional. Segundo o general, o avião de combate médio da USAF tem hoje 23,5 anos… Quando este valor em 1967 era de apenas 8,5 anos!

É imperativo renovar o equipamento em uso e algum do mais vital não tem sequer substituto previsto… É o caso dos 356 aviões de ataque A-10 que são muito eficientes e uma peça essencial em operações de apoio de proximidade (e muito usados no Iraque e no Afeganistão) que não têm substituto conhecido para além do JSF que terá que melhor ou pior servir… O mesmo se pode dizer dos vetustos mais ainda fundamentais B-52 Stratofortress (voam desde 1954) que foram usados intensamente nas duas guerras do Iraque e no Afeganistão e que continuam a ser fundamentis em bombardeamentos de saturação e que não têm qualquer substituto à vista, como o A-10… Na verdade, os EUA parecem tão obcecados em dotarem a sua força aérea de aviões de combate Stealth e muito manobráveis (como o JSF e o F-22) que não alocaram fundos para o apoio aéreo directo… Uma opção que tem as suas raízes na explosão de custos com os novos aparelhos de combate, como o F-22 Raptor, o mais caro avião de combate da História…

Fontes:

http://www.military.com/NewsContent/0,13319,135018,00.html?ESRC=topstories.RSS
http://www.globalsecurity.org/military/systems/aircraft/a-10-maintenance.htm
http://www.af.mil/news/story.asp?id=123031821
http://www.fighter-planes.com/info/jsf.htm

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 6 comentários

Quid S8-30: Em que país foi tirada esta fotografia?

asa.jpg

Dificuldade: 3

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 18 comentários

MOC2277C “Implementing, Managing and Maintaining a Microsoft Windows Server 2003 Network Infrastructure: Network Services” (Parte 1)

DNS Forwarding

Podemos configurar diferentes Forwarders para diferentes Domain Names. A isto chama-se “Conditional Forwarding”. Um Forwarder pode ser descrito como um DNS Server que Forwards external queries para os DNS Servers correctos. Eles informam o seu DNS Server de quais serão os DNS Servers a fazer o Forward os pedidos de resolução de um cliente por um nome para o qual o DNS não seja autoritativo. Quando configuramos multiplos DNS Forwarders, estes serão queried do topo para baixo. O facto de haver mais do que um, aumenta a tolerância a falhas.

DNS Secondary Zone

Uma Secondary Zone é uma cópia read-only de uma DNS Zone que é transferida de um DNS Server autoritativo num outro DNS Server para fornecer redundância em caso de falha de comunicações entre os dois.

DNS Round Robin

Esta opção no DNS Server permite que as entradas DNS múltiplas partilhando o mesmo hostname sejam alternadamente sequenciadas pelas queries dos clientes. Isto significa que os clientes pedindo o mesmo hostname será encaminhado para Ips diferentes de uma forma balanceada.

Como é que o DHCP aloca endereços IP

Uma Lease é o período de tempo durante o qual um DHP client usa um IP dinâmicamente atribuído. Antes do tempo da lease expirar, o cliente deve ou renovar (renew) a lease ou obter uma nova lease do DHCP server.

O DHCP gere os assignments e o release dos Ips por leases. Estas especificam durante quanto tempo o cliente as pode usar antes de as devolver ao DHCP server e renovar os dados. O processo de assignar IP addresse é conhecido como DHCP Lease Generation Process. O processo de renovar os Ips é conhecido como DHP lease renewal process.

A primeira vez que um cliente DHCP é adicionado a uma rede, o cliente pede um IP a um DHCP server. Quando o DHCP server recebe o pedido, este seleccionado um IP da lista de endereços que o administrador definiu na Scope.

SUS

Quando se localiza uma storage location para um SUS server, as opções são guardar os updates num Microsoft Windows Update server ou guardar os ditos num local folder. Quando usamos a opção Microsoft Windows Update server option podemos controlar quais updates os clientes vão receber. Esta leva a uma redução do espaço em disco necessário no servidor de SUS.

Routing and Remote Access

A checkbox “Enable IP Routing” controla se o RRAS permite ou não o routeamento de pacotes IP entre o remote client e as outras interfaces do RRAS server. Quando está seleccionada, como está por default, os pacotes dos clientes podem passam pelo RRAS server ou para qualquer host de que o RRAS server tenha uma rota. Para limitar os clientes a acederem apenas ao servidor de RRAS, a checkbox “Enable IP Routing” deve estar desligada. A checkbox “Allow IP Based Remote Access and Demand-Dial Connections” controla se os clientes podem usar IP sobre PPP. Se queremos limitar o RRAS a apenas NetBEUI, IPX ou AppleTalk, podemos fazê-lo desmarcando esta checkbox “Allow IP Based Remote Access and Demand-Dial Connections”.

Network Monitor

Quando o CPU está saturado (p.ex. A 95%) pode não haver recursos suficientes para que o Network Monitor possa capturar todos os pacotes necessários. Correndo o Network Monitor em modo dedicado liberta recursos para que o computador possa capturar dados. Isto resulta numa redução no número de frames perdidas.

Categories: Informática, MSCE, Os Descobrimentos Portugueses | Deixe um comentário

O “Pico Petrolífero”, as suas consequências na Agricultura e a Solução para este dilema

Recentemente, recebi o último número da Newsletter da E. F. Shumacher Society, de que sou ainda o único membro português e nela um interessante artigo sobre uma conferência proferida por um dos seus membros, Richard Heinberg sobre o muito agudo tema do “Pico Petrolífero” e sobre as suas consequências para a agricultura e para a produção mundial de alimentos… Um tema que tenho abordado de forma recorrente nos meus debates com o Ultramar, acérrimo defensor do Etanol como alternativa aos combustíveis fósseis… Eis alguns segmentos deste texto, com comentários meus intercalados:

“À medida que o mundo atravessa o pico da produção petrolífera seremos novamente sujeitos ao princípio energético: custa energia tirar energia ao ambiente, e estes custos devem ser subtraídos aos rendimentos brutos” Richard Heinberg, na sua leitura na conferência de 2006 na E. F. Schumachr Society, disse “nós temos vivido de energia virtualmente gratuita nos últimos duzentos anos.” E convidou-nos a “imaginar empurrar o nosso carro durante vinte ou trinta milhas, a distância que um carro pode viajar com apenas um galão de gasolina. Esta é a energia equivalente a cerca de seis a oito semanas de duro trabalho humano.” O que a energia fóssil abundante facilitou foi a mecanização de todos os processos imagináveis, incluindo a agricultura.”

Esta consequência da previsível alta dos preços do barril de petróleo aos 200 dólares num futuro próximo não tem recebido a atenção devida… A esmagadora maioria dos alimentos que consumimos são produzidos pela agroindústria, a qual precisa de uma mecanização abundante e generalizada para recolher os níveis de rendimento a que estamos habituados… Se os custos com combustível dispararem para os valores que muitos especialistas temem, isso vai fazer disparar os preços dos bens agrícolas e levar a uma onda generalizada dos pequenos e médios agricultores, incapazes de lidarem com as dificuldades do período de transição e sem o capital necessário para sobreviver a esta. Assim, é inevitável o regresso aos campos, invertendo o êxodo rural, tornando-o em êxodo citadino e repovoando os mesmos campos que este governo se tem esforçado por esvaziar o mais possível, cumprindo obedientemente os ditames de Bruxelas…

“Será possível que a solução resida na desindustrialização deliberada da produção, mas feita de uma forma tão inteligente, usando a informação recolhida da Ciência da Ecologia, assim como dos métodos tradicionais de agricultura?” Ele acredita que sim, que tal é possível, e que de facto é imperativo que se siga uma tal abordagem.Partindo de um período específico da história cubana como referência, Heinberg estima que para manter a produção alimentar actual seria necessários somar 15 milhões de agricultores aos actuais 4 milhões. Contudo, um regresso à terra iria requerer mais do agricultores com boas intenções… Heinger acredita que estes agricultores teriam que ser ajudados por um acesso financeiramente viável à terra, treinamento universitário em métodos agricolas de pequena escala, ajuda financeira directa na fase de arranque e por empréstimos de Longo Prazo.”

A desindustrialização da agricultura retiraria de cena aquelas que têm sido as maiores causas da sucessão de problemas de Saúde que têm assolado na Humanidade e que no Futuro serão ainda mais graves… A “Gripe das Aves” só existe porque existem criação industriais de aves, e o mesmo se pode dizer da BSE, das pragas em regimes de Plantações onde não existe biodiversidade, das hormonas em carne de criação industrial, etc, etc, etc… Todos estes exemplos são casos de revolta da Natureza perante um Homem que lhe exige cada vez mais violentando a sua essência natural…

“Não é simples, e vai requerer um esforço nacional coordenado e sustentado. Mas para além de erradicar a Fome esta estratégia também nos vai permitir resolver uma série de problemas sociais e ambientais”. Diz-nos Heinberg que “se fizermos isto bem, isto significará a revitalização não só da Democracia, mas da Família e de uma Cultura autêntica, baseada no lugar.”

Mas a transição de uma agroindustria para uma agricultura de rosto humano e amiga do ambiente poderia ter um custo de curto prazo considerável… A redução da produção, a alta dos preços e fome e morte generalizadas… Mas permitir absorver as legiões de desempregados que o Ocidente hoje fabrica, repovoar o Interior de todos os países desenvolvidos, rehumanizar as cidades, tornadas hoje verdadeiros infernos de formigas desesperadas e stressadas por um ambiente humano demasiado denso e desenvolver as economias locais e regionais, estranguladas por Economias globais e nacionais crescentemente desumanas e cada vez mais criadoras de desigualdades sociais e económicas.

“Na sua conferência Richard Heinberg delineou claramente as razões para o regresso a um sistema agrícola desenhado especificamente para fornecer comida à sua própria região. Como um perito no futuro do petróleo e em gás natural ele está bem posicionado para nos dizer que precisamos de começar a fazer algumas mudanças. A produção de comida é a nossa principal preocupação não somente porque está fortemente dependente de combustíveis fósseis, mas também porque a continuação desta produção é vital para a nossa sobrevivência.”

Como sempre, e é este um dos princípios fundamentais do pensamento do economista E. F. Schumacher, a raíz desta nova Revolução Agrícola estaria nas Economias regionais… A autonomia e a autosuficiência seriam aqui factores-chave de sucesso, não desprezando a produção de excedentes exportáveis, mas concentrando os esforços na criação de uma rede de produções que satisfazessem as necessidades locais e dispensando assim os onerosos e consumidores de combustíveis meios pesados de transporte.

“Heinberg gostaria que “aceitássemos o desafio actual – a iminente grande transição energética – como uma oportunidade para reimaginar a cultura humana a partir do solo, usando a nossa inteligência e a nossa paixão para o Bem das próximas gerações e para a integridade da natureza como os nossos principais guias.”

Outra consequência positiva deste “regresso aos campos” estaria na redução dos problemas sociais e psicológicos que assolam hoje a juventude e que estão na directa razão da explosão da pequena criminalidade e dos números de consumidores de todos os tipos de drogas: a desadequação e a perda de perspectivas de futuro nos meios urbanos e o afastamento radical das sociedades em relação ao Campo e aquilo que representa o esforço do Trabalho e da Produção agrícolas… Recentrar uma Economia na Produção e não nos “Serviços” significaria devolver a esta a dignidade da autosuficiência e os níveis de Emprego e realização pessoal que esta Globalização desumana e economicista lhe tem negado a ritmos cada vez mais intensos.

Este texto pode ser encontrado na sua forma integral em:
http://www.smallisbeautiful.org/publications.html

Categories: Agricultura, Economia, Movimento Internacional Lusófono, Portugal | 10 comentários

Quid S8-34: Que artefacto é este?

s4.jpg

Dificuldade: 5

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 7 comentários

A chamada “Lei do Ruído”… Para quem precisar!

Dec. Lei 292/2000, de 14 de Novembro, art.º 10.º do Código Civil 22:00 e as 7:00. (período nocturno-45 dB) – 7:00 e as 22:00. (período diurno-55 dB).
Coima até 500 € conforme o referido D.L.

Artigo 9.º
Actividades ruidosas temporárias

1 – O exercício de actividades ruidosas de carácter temporário nas proximidades de edifícios de habitação, de escolas, de hospitais ou similares é interdito durante o período nocturno, entre as 18 e as 7 horas e aos sábados, domingos e feriados, sem prejuízo do disposto no número seguinte.
2 – O exercício das actividades referidas no número anterior pode ser autorizado durante o período nocturno e aos sábados, domingos e feriados, mediante licença especial de ruído a conceder, em casos devidamente justificados, pela câmara municipal ou pelo governador civil, quando este for a entidade competente para licenciar a actividade.
3 – A realização de espectáculos de diversão, feiras, mercados ou manifestações desportivas, incluindo os que envolvam a circulação de veículos com motor, na proximidade de edifícios de habitação, escolas, hospitais ou similares é interdita em qualquer dia ou hora, salvo se autorizada por meio de licença especial de ruído.
4 – A licença referida nos n.os 2 e 3 é concedida, em casos devidamente justificados, pela câmara municipal ou pelo governador civil, quando este for a entidade competente para o licenciamento, e deve mencionar, obrigatoriamente, o seguinte:
a) A localização exacta ou o percurso definido para o exercício da actividade autorizada;
b) A data do início e a data do termo da licença;
c) O horário autorizado;
d) A indicação das medidas de prevenção e de redução do ruído provocado pela actividade;
e) Outras medidas adequadas.
5 – As licenças previstas neste artigo só podem ser concedidas por período superior a 30 dias desde que o titular da licença respeite os limites fixados no n.º 3 do artigo 4.º e no n.º 3 do artigo 8.º, sob pena de caducidade, a ser declarada pelo respectivo emitente.
6 – No caso de obras de infra-estruturas de transportes cuja realização corresponda à satisfação de necessidades de reconhecido interesse público, pode, por despacho fundamentado do Ministro do Equipamento Social, ser dispensada a exigência do cumprimento dos limites referidos no número anterior por prazo não superior ao período de duração da correspondente licença especial de ruído.
7 – Para os efeitos do número anterior, o requerente das licenças previstas neste artigo deve juntar documento comprovativo de que a obra submetida a licença especial de ruído se encontra abrangida pelo despacho mencionado nesse número.
8 – As obras de recuperação, remodelação ou conservação realizadas no interior de habitações, de escritórios ou de estabelecimentos comerciais apenas podem estar na origem da produção de ruído em dias úteis e durante o período diurno, entre as 8 e as 18 horas.
9 – Exceptuam-se do disposto no número anterior os trabalhos urgentes executados com vista a evitar ou a minorar perigos ou danos relativos a pessoas e bens.
10 – O responsável pela execução das obras previstas no n.º 8 deve afixar, em local acessível aos utilizadores do edifício, a duração prevista das obras, bem como o período horário em que ocorra a maior intensidade de ruído.
11 – Sem prejuízo do procedimento contra-ordenacional aplicável, pode ser determinada a suspensão do exercício de actividades ruidosas temporárias que se encontre em violação do disposto neste artigo.
12 – A suspensão prevista no número anterior é determinada por decisão do presidente da câmara ou do governador civil respectivamente competente para o licenciamento ou autorização, depois de lavrado auto da ocorrência pela autoridade policial, oficiosamente ou a pedido de qualquer interessado ou reclamante.

Categories: Portugal, Sociedade Portuguesa | 263 comentários

Eis um enterro muito original…

Conforme noticiei aqui, por ESTAS bandas, existe agora uma empresa especializada em colocar no… Espaço as nossas cinzas.

Trata-se da “Memorial Spaceflights” que oferece um serviço de colocação em órbita terrestre, na superfície lunar e até, no Espaço Profundo, das cinzas daqueles que contratarem o serviço funerário da empresa. Bem… Não exactamente, das cinzas, ou melhor, de todas as cinzas, mas apenas de uma parte simbólica das mesmas…

Para ser mais específico, é possível enviar para o Espaço e de volta para a Terra uma grama das nossas cinzas por 495 dólares ou 7 gramas por 995, a opção mais barata… Ou então, sonhando mais alto, até à Lua por 12,500 dólares numa única grama, um serviço que já foi inaugurado em 1999 quando a pedido da NASA, a Celestis colocou uma grama das cinzas do Dr. Eugene Shoemaker na sonda “Lunar Prospector“.

Em 2009, a Celeris deverá recorrer a outra missão (não especificada) para colocar mais cinzas na Lua e as vendas estão em aberto… Também em 2009, a Celeris vai disponibilizar o seu serviço “topo de gama” que vai enviar para o Espaço Profundo uma grama de cinzas pelo mesmo valor recorrendo a um veículo espacial com uma vela solar que está a ser desenvolvido pela “Space Services, Inc

Categories: SpaceNewsPt | 2 comentários

Um roadster eléctrico da Tesla Motors

A empresa “Tesla Motors” (uma designação comercial que deve agradar muito ao nosso amigo Sá Morais…) construiu um “Roadster” que comercializa por 100 mil dólares e que apresenta as performances de 209 Km/h e uma aceleração dos 0 aos 96 Km/ em menos de 4 segundos… Não são muito impressionantes, é certo, mas… A grande diferença é que o coração deste desportivo aloja um grupo de baterias de iões de litío. A empresa está a ter dificuldades em garantir uma autonomia semelhante aos 400 Km inicialmente prometidos, já que parece não exceder os 320 Km… O que admitamos… Não é grande coisa… A redução da autonomia resulta de uma série de alterações ao sistema de propulsão desde um reforço da segurança das baterias, um novo tipo de baterias mais duráveis, mas menos potentes e, sobretudo, um aumento significativo do peso do chassis do automóvel.

A grande promessa da “Tesla Motors” consistia na capacidade de conceber um carro desportivo com uma autonomia suficiente capaz de evitar reabastecimentos diários e que durante a noite, na garagem, fosse capaz de repôr a carga perdida durante o dia. Com a nova autonomia – reduzida – a promessa continua a poder ser cumprida e de deveremos estar atentos a futuros desenvolvimentos da Tesla…

Fonte: DailyTech

Categories: Ciência e Tecnologia, CodeFarmPt, Defesa Nacional, Ecologia | 4 comentários

Algumas estatísticas curiosas sobre os visitantes do Quintus…

Categories: Blogging, Blogs | 6 comentários

O Modafinil… A “droga maravilha” do Século XXI ou… Outra coisa?


Uma nova “droga maravilha” está a tornar-se moda nos EUA… Vários americanos, de várias profissões e com vários intentos estão a tomar um novo medicamento, de nome “Modafinil” e a dormir entre 3 a 4 horas apenas, sem contrapartidas negativas aparentes… A nova droga é um estimulante legal que está no mercado de medicamentos desde há pelo menos sete anos e que parece ser capaz de reduzir a necessidade de sono sem as conhecidas consequências da privação de sono no ser humano que têm a cafeína e as anfetaminas (depressão, visões, dores de cabeça, etc…) Desde há muito tempo que se trabalha em formas de manipular o chamado “ritmo circadiano” que regula os ciclos de sono no ser humano. Russel Foster, um biólogo citado pela New Scientist antevê que dentro dos próximos 10 ou 20 anos seremos capazes de usar farmacopeia para desligar e ligar o sono, de forma a criar dias de actividade de 22 horas seguidos, sem consequências negativas. O Modafinil parece ter antecipado essa previsão… O medicamento consegue aparentemente oferecer 48 horas de actividade contínua sem efeitos negativos.

A droga tem sido testada em meios militares, com dosagens sequenciais, segundo Jeffrey Vaught, o presidente da Investigação e Desenvolvimento da Cephalon, o fabricante do medicamento: “Funciona por 48 horas ou mais, mas eventualmente, acabará por precisar de sono.” O mais intrigante com o Modafinil é que parece não “cobrar a dívida de sono”, isto é, depois de 48 horas de vigília, não temos que dormir durante 16 horas.

A droga foi identificada pela primeira vez por investigadores franceses em 1990 e testada em gatos, sendo depois usada em humanos. O mecanismo exacto através do qual funciona não é conhecido, como tantos outros psicofármacos, mas isso não tem impedido o sucesso estrondoso das vendas que subiram de 25 milhões de dólares em 1999 para mais de 575 em 2005, sendo suportamente receitado para narcolepsia e apneias.

O exército americano tem testado intensamente um tipo de drogas conhecido como “ampakines” que aumentam a actividade cerebral através do principal neurotransmissor, o glutamato. A droga CX717, originalmente concebida para doentes com Alzheimer tem sido testada pela DARPA para situações de privação de sono. Na experiência 48 voluntários passaram quatro noites de actividade com apenas 4 horas de sono, entre elas e o teste demonstrou que o regime simplesmente era demasiado violento para ser suportado naturalmente… Mas aqueles sujeitos que tomaram doses de CX717 conseguiram resistir ao regime de forma quase “indolor”… Isto é, sem consequências visíveis, a curto ou longo prazo.

Como sempre, todas as drogas até hoje descobertas tiveram sempre algum tipo de consequência… Os militares dos EUA têm testado cafeína e anfetaminas neste contexto… Mas com as consequências negativas que se conhecem… Será também o caso do Modafinil? Será que se vão ainda descobrir algumas consequências negativas?… Os trabalhos actuais indicam que não… De qualquer forma, confesso que não me agradam muito estes projectos de “melhoramento” do ser humano… Fazem-me sempre lembrar os trabalhos do Dr. Mengele para o melhoramento da “Raça Ariana” e todas as barbaridades que em seu nome se realizaram…

Fonte: http://www.newscientist.com/article/mg18925391.300

Categories: Ciência e Tecnologia, Defesa Nacional, Saúde | 168 comentários

A Microsoft diz que o Software Aberto viola 235 patentes… E algum texto em torno desta alegação

A Microsoft, pela boca da sua legião ululante de advogados (ver imagem)…

…declarou que as aplicações de “código aberto”, como o OpenOffice e o Linux violam 235 patentes da Microsoft, ou mais especificamente, que o Linux violava 107 patentes e que o OpenOffice violava 45, sendo que programas de código aberto não especificados violavam as restantes 83 patentes… O presidente da Corporação, Steve Balmer (ver imagem)…


(http://www.macdailynews.com)

…acrescentou ainda que os concorrentes da Microsoft “deviam funcionar com as mesmas normas dos restantes negócios“.

Na verdade, a ameaça não passa disso… O uso de código aberto é tão difundido que mesmo um gigante corporativo com a Microsoft teria dificuldade em processar todas as empresas e privados que usam software OpenOffice ou Linux, sobretudo porque algumas delas são empresas muito poderosas e influentes e quase tão abastadas como a Microsoft, contando-se nesta lista a Dell (cujo CEO admitiu recentemente que o seu computador principal corria Ubuntu), a IBM, a HP, a Oracle, entre a metade das empresas do Fortune 500 que usam o Linux nos seus Data Centers… Enfim, quase todas as empresas do ramo nos EUA… Excepto talvez… A Microsoft.

Na verdade, se agora a Microsoft ameaça com estas patentes isto deve-se aos caos actual em que está o sistema de patentes americano, depois de terem sido aceites centenas de patentes de software onde se patentou não código, mas “conceitos”, como o “duplo-clique” ou o… “Interface gráfico”… A horda legal que suga as costas do gigante de software registou apenas em 2004, 3780 patentes deste género, cobrindo praticamente tudo, mas não produzindo um número equivalente de software, ou seja, limitou-se a demarcar teritório e a espetar estacas no chão…

Toda a ameaça parece ter sido concebida pelo departamento de Marketing da Microsoft, já que é a enésima vez que a Microsoft atira tais ameaças deixando inclusivé no ar a espada de Damôcles sobre os utilizadores de OpenOffice ou Linux ameaçando implicitamente cobrar-lhes também royalties… Sim! Até ao utilizador deste Firefox onde este artigo está a ser escrito!

Mas a este nível – a Bomba Atómica da vaga universal de processos – a Microsoft não parece querer chegar ainda… Para já trata-se apenas de atirar poeira e fabricar notícias que dissuadam as organizações a adoptarem software aberto.

Fontes:

http://money.cnn.com/magazines/fortune/fortune_archive/2007/05/28/100033867/

http://arstechnica.com/news.ars/post/20070514-microsoft-235-patent-specific-patent-infringements-in-linux.html

Categories: Informática | 3 comentários

Quid S8-33: Que pirâmide é esta?

as2.jpg

Dificuldade: 3

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 4 comentários

A NASA testa um motor de foguetão a… Metano!

NASA

A 16 de Janeiro (sim, eu sei… Mas isto não é um jornal!) foi testado um novo tipo de motor de foguete. Exteriormente, nada o distingue da maioria dos motores, mas a sua propulsão é muito diferente dos motores normais a Oxigénio Líquido e Hidrogénio ou químicos sólidos mas este motor é um motor a… metano.

Depois do post dedicado ao uso de urina como combustível para transportes (ver AQUI) voltamos ao tema do uso do produto das nossas combustões internas e do seu uso em sistemas de transporte… Neste caso, espaciais…

O motor foi construído pela empresa “Alliant Techsystems/XCOR Aerospace” e está ainda numa fase inicial do seu desenvolvimento, e logo, longe de equipar um foguetão, mas parece ter provado o suficiente para se revelar uma alternativa válida…

E assim, depois de autocarros movidos a urina… Teremos também foguetões propulsados a… bufas?
Fontes:

Xcor

NASA

Categories: SpaceNewsPt | 2 comentários

Um novo tipo de carros híbridos e… algumas considerações


A maioria dos carros híbridos como o meu Civic IMA funcionam com baterias recarregáveis de níquel. Isto pode mudar brevemente… A Nissan e a NEC preparam-se para utilizar baterias de iões de lítio em veículos híbridos.

Segundo o vice-presidente, o português Carlos Tavares: “Juntas a Nissan e a NEC resolveram os problemas fundamentais de custo, performance, segurança e fiabilidade”. De facto, as baterias de Iões de Lítio são geralmente tidas como superiores às de Níquel, já que conseguem maiores capacidades de carga em volumes menores e isto significa que se torna possível alcançar maiores autonomias com a mesma ou mais, potencia.

O problema está em que este tipo de baterias é menos seguro do que as baterias de níquel… Aliás, não são tão raras quanto se pensam as vítimas de baterias de telemóveis explosivas (ver
AQUI) e o mesmo poderá acontecer com estes novos automóveis híbridos… Por outro lado, são também menos duráveis. De qualquer modo, em 2009, a Nissan deverá ter um veículo híbrido com estas baterias em produção, comercializável em 2010 e concretizando a quebra de parceria que tinha nesta área com a Toyota, líder neste segmento de mercado.Mas os híbridos ainda que surjam estas novas baterias estão longe de serem uma opção para a maioria dos utilizadores… Os ganhos de combustível existem, mas são ainda mínimos, estimando-se que para obter o retorno da verba adicional que custa um híbrido em custos de combustível poupados sejam precisos pelo menos 10 anos…

Assim sendo, e para reduzir as emissões de carbono de Portugal só resta a via fiscal… Os fabricantes não estão muito entusiasmados com a tecnologia híbrida porque esta faz disparar os custos de produção e se vêm obrigados a reduzir as suas margens para manterem os veículos deste tipo a preços competitiveis. Nos EUA, especialmente na Califórnia têm sido tomadas várias medidas interessantes, como a distribuição de autocolantes que permitem aos condutores de veículos híbridos o acesso a faixas especiais nas autoestradas e uma subvenção especial nos impostos pagos na aquisição dos veículos que vai descendo gradualmente até se alcançar um determinado patamar de vendas de cada tipo (o número em que deixa de haver reduções fiscais com o Toyota Prius, o híbrido mais vendido nos EUA já foi alcançado).

Por cá, ainda temos muito a fazer… Desde reduzir ainda mais a carga fiscal, obrigar a aquisição de veículos híbridos ou menos poluentes por parte do Estado ou de órgãos estatais, instituir os mesmos mecanismos californianos de favorecimento em auto-estradas e outros, novos, em portagens e estacionamentos, etc, etc… Enfim, inventando novos argumentos que levem os portugueses a contribuirem mais para a defesa do nosso planeta e que lhes ofereçam argumentos adicionais para escolherem um carro híbrido em favor de um carro mais convencional.

O seu próximo carro vai ser um híbrido?
1) Sim
2) Não

View Results

Fonte:

DailyTech

Categories: Ciência e Tecnologia, CodeFarmPt, Defesa Nacional, Ecologia | 16 comentários

Quid S8-32: Qual é a originalidade do sistema de propulsão deste autocarro?

aas.jpg

Dificuldade: 2

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 9 comentários

MOC2273: “Managing and Maintaning a Microsoft Windows Server 2003 Environment” (parte 2)

ASR Floppy Disk:

Quando se perde a disquete do ASR, podemos aceder a c:\windows\repair e copiar o asr.sif e o asrpnp.sif para uma nova disquete. O ASR Wizrad cria um backup de duas partes dos componentes mais essenciais a um sistema: um floppy disk contendo parâmetros de sistema e um backup da local system partition noutro media.

Quando se executa um backup ASR, 3 ficheiros são escritos no Floppy Disk. Estes são o asr.sif, o asrpnp.sif e um log file. A subpasta \repair no c:\windows contem o asr.sif e o asrpnp.sif

Performance Monitor:

Os Trace Logs permitem monitorizar Applications e Processes. Não são úteis quando precisamos de recolher dados de Performance do Sistema.

Volume Shadow Copies:

Não é possível aceder às VSS de um Disco montado noutro como mount point. Temos que assignar a este uma nova drive letter e aqui fazer o Enable das Shadow Copies sobre esse volume.

Algumas considerações sobre Basic e Dynamic Disks:

a. Podemos converter para Dynamic um Basic Disk contendo System ou Boot Partitions

b. Depois do disco ter sido convertido, estas partições tornam-se Simple System ou Simple Boor Volumes (depois de recomeçar o computador)

c. Não podemos marcar um Dynamic Volume existente, como Active

d. Não devemos converter para Dynamic Basic Disks com instalações múltiplas de 2000, XP ou 2003. Depois da conversão é pouco provável que seja possível arrancar o computador usando um desses sistemas operativos

IPSec

Para que um servidor possa participar de uma Policy IPSec é preciso que faça parte do mesmo domain dos seus clientes, e não de um Workgoup.

Print Priorities

As Print Queues têm uma Default Prioroty de 1 (low) e que pode ir até 99 (high).

Permissões nas Printers

Por Default, a Special Identity Everyone tem permissões para imprimir. O Creator Owner pode gerir documentos e imprimir. Os Administrators, Print Operators e os Server Operators podem imprimir,gerir impressoras, e gerir documentos.

IIS Reset

O IIS Reset (iisreset.vbs) em%systemroot%\system32 é usado para parar e arrancar os serviços IIS, incluindo o IIS Admin Service, o FTP Publishing Service e o World Wide Wev Publishing Service. Podemos usar o IIS Reset para fazer um reset aos services IIS se estes param de responder.

No ISM podemo fazer também um reset ao IIS com o botão direito do rato sobre o hostname do computer e am All Tasks:Restart IIS e clicando depois em Ok na caixa de diálogo Stop/Start/Restart.

Edit da Metabase do IIS

Nos general settings do IIS existe a opção de “enable editing” da metabase enquanto o IIS está a correr.

Extend de Discos (Basic e Dynamic)

a. Discos NTFS podem ser extended. Discos FAT32, não

b. Os Stripped Volume não podem ser extended

c. Não podemos estender (extend) um Boot Volume

SUS (Generalidades)

a. O SUS depende dos IIS services. Em caso de falha, o primeiro passo é relançá-los e verificar se todos vêm acima.

b. Durante a sincronização o ficheiro aucatalog1.cab é sempre carregado.

c. O filename do synchronization log é history-sync.xml e está em <SUS Website>\AutoUpdate\Administration

d. O filename para o Approval log é History-Approve.xml e está no mesmo directório

e. O SUS usa o Background Intelligent Transfer Service para maximizar a bandwidth

f. Se mudar a SUS configuration de “Maintain the updates on a Microsoft Windows Update Server” para “Save the Updates to a local folder”, execute imediatamente uma sincronização para carregar todos os packages necessário para a localização seleccionada.

Fazendo um Backup do SUS

Primeiro, devemos usar a IIS Administration Tool para fazer um backup da IIS metabase. Depois, devemos usar o NTbackup para fazer um backup do IIS metabase file, do default web site e do content storage.

Quando instalamos o SUS num 2003, uma pasta SUS é criada no volume NTFS com mais espaço livre como content storage location para os updates, um IIS Wweb Site que vai gerir os service update requests dos clientes Automatic Updates. Assim para fazer um backup completo ao SUS, devemos fazer um backup à pasta SUS. ao Web Site que aloja o IIS Web Site (o Default Web Site por Default) e à IIS metabase.

Para fazer um backup à IIS metabase, devemos usar a IIS Administration Tools e guardá-lo num ficheiro e usar depois o ntbackup para o guardar.

Windows Update (ADM file)

O ficheiro wuau.adm contêm todos os Windows Update settings necessários para clientes 2000 e 2003. Descreve os novos policy settings do Automatic Updates client e é automaticamente instalado em %windir%\inf quando se instala o Automatic Updates. O wuau.adm pode ser carregado como um Administrative Template no Group Policy Object Editor.

Instalando um novo DC num escritório remoto minizando o tráfego de rede

Passos:

a. Backup do System State de um Domain Controller existente.

b. Comprimir o backup

c. Copiar o backup comprimido para o Escritório.

d. Descomprimir o Backup

e. Usar o dcpromo /advc para criar um domain controller e copiar a AD de uma cópia num backup

Categories: Informática, MCSE: MOC2273 | Deixe um comentário

Quid S8-31: A que fato pertence esta luva?

sds.jpg

Dificuldade: 5

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 7 comentários

Repórter MovV (5): Este autêntico monumento à “Cultura Kitsch”

image_00047.jpg

Esta coisa imensamente Kitsch pode ser avistada (melhor do que nesta manhosa fotografia do Qtek!) da berma da “Via do Infante” no Algarve e garanto-vos que é uma vivenda que alguém construiu sob a forma de um castelo, como torreões, ameias, frestas, tudo, tudo mesmo, só que de… cimento e tijolo.

Se houve um prémio da “Vivenda Kitsch”, esta aqui ganhava o primeiro, o segundo e o terceiro prémios, pelo menos!

Categories: Repórter MovV | 2 comentários

Sobre o acidente com o lançamento do foguetão brasileiro VLS e das causas do dito


(VLS, in http://upload.wikimedia.org)

Esta história chegou-me ao conhecimento quando visitava o Blog do 4rthur, e recordou-me a notícia da explosão do foguetão brasileiro VLS (Veículo Lançador de Satélites), nas instalações de Alcântara, no ano de 2003.

A explosão do foguete provocou então a morte de 21 técnicos, provocando uma séria machadada no programa espacial do Brasil, já que os principais técnicos e engenheiros do programa teriam falecido nesse acidente.

O VLS tinha sido desenvolvido no âmbito de uma parceria entre a Ucrânia e o Brasil, excluindo a participação dos EUA… E consta na teoria da conspiração que os EUA, ciumentos dessa exclusão teriam arranjado forma de detonar o VLS…

A tese baseia-se no facto de que haveria livre acesso à base brasileira de Alcântara por parte de técnicos norte americanos e resume-se a algo como isto “os EUA não vão nunca deixar surgir um novo concorrente no mercado comercial de lançamento de satélites”.

As suspeitas foram reforçadas pela presença de uma embarcação dos EUA junto à costa brasileira quando aconteceu a explosão do foguetão, segundo o Blog “Quebracuca“, “os sistemas de destruição foram acionados intencionalmente por um sinal transmitido aos 55,9 segundos de vôo por alguém fora do centro de lançamento de Alcântara”

A possibilidade de na base do acidente estar uma sabotagem foi negada, logo nas primeiras reacções daquele que era então o Ministro de Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos (ver AQUI uma parte desta notícia). Esta falha, teria sido a terceira sucessiva com os testes do VLS e na altura lançou muitas dúvidas sobre as suas origens…

Aquilo que mais se pode estranhar na tese da “Sabotagem” é o interesse que esta poderia ter. Afinal, hoje em dia, assistimos a uma grande multiplicação das potencias com capacidade de lançamento de satélites, e não poucas empresas privadas estão hoje a entrar no mercado e a ocupar fatias muito significativas do muito lucrativo mercado comercial de lançamento de satélites… Sendo assim, qual seria o interesse em travar a entrada nesse mercado de apenas mais um entre dezenas de concorrentes?

Aquilo que mais suspeitas de interferência dos EUA neste acidente foram as exigências impostas pelo gigante do Norte quando ao uso da base de Alcântara e que se traduziram:

1. Na imposição de condições de aluguer das instalações brasileiras aos EUA, como a determinação contratual de que a verba desse aluguer não pode ser gasta no programa espacial brasileiro

2. Na proibição de acesso a brasileiros das secções de Alcântara usadas pelos americanos.

3. Segundo aquele que era em 2001 (data da negociação do contrato) ministro da Ciência e Tecnologia, Ronaldo Sardemberg, ao negociar com os EUA o acordo para uso da base de Alcântara, os norte-americanos pretendiam que o Brasil desistisse do VLS.

Os defensores da tese da Conspiração acreditam que os EUA conheciam os códigos de sinalização para detonar antecipadamente o foguetão em pleno vôo. Naturalmente, estes códigos, emitidos via rádio, são secreto, mas com os meios de decifração suficientes, são passíveis de serem interceptados e decifrados… E a NSA dos EUA é a simplesmente a melhor agência do mundo nessa área…

Os EUA sempre encararam o domínio da tecnologia de foguetes pelo Brasil como uma ameaça estratégica, e ficaram particularmente furiosos com a venda de lançadores de foguetes Astros II ao Iraque (ver AQUI). Mas ainda antes disto tinham procurado bloqueado vender tecnologia de foguetões ao Brasil, quando na década de oitenta – em plena ditatura militar – já que o Brasil mantinha nessa época um programa nuclear, havendo inclusivé a convicção de que chegaram a existir algumas ogivas nucleares (ver AQUI), construídas “clandestinamente”, sem o aval da AIEA, mas desmanteladas em 1990, durante o governo do famigerado Fernando Collor de Mello ou ainda mais tarde, durante a presidência de José Sarney (ver AQUI). O receio dos EUA, e a fonte deste bloqueio subterrâneo e não-assumido nasceu precisamente deste receio de ver ascender uma ditadura militar nuclear e com capacidade de lançamento estratégico… Agora, com a Democracia solidamente implantada no Brasil o “bloqueio” é obsoleto, mas ainda parece existir de uma forma mais velada, mas desta feita para servir os interesses económicos das empresas americanas de lançamento de satélites… As quais estão muito interessadas em reduzirem o mais possível o número de concorrentes (assim como russos e europeus…) aproveitando essa velha política de bloqueio dos EUA…

A base brasileira de Alcântara é um sonho para qualquer lançador… Está tão perto do Equador que é aquela que no mundo, permite uma maior economia de combustível e esta foi a razão que levou os EUA a negociarem com o Brasil um contrato para lhes permitir o lançamento de foguetões a partir daqui.

Mais fontes:

http://absurdosturos.blogspot.com

http://www.cic.unb.br/docentes/pedro/trabs/alcantara.htm

http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=9398&Imprime=on

http://www.defesanet.com.br/space/fsp_29_out_05.htm

Categories: Brasil, DefenseNewsPt, O Código da Vinci, SpaceNewsPt | 11 comentários

Repórter MovV (4): A Loja de Informática em Portimão que…

image_00046.jpg

… vende aceçórios (vê-se mal, mas está lá!) para telemóveis!

E que aparentemente… Não usa o Flip no seu processador de texto…

Categories: Repórter MovV | 3 comentários

Quid S8-30: Onde foi encontrado este artefacto?

ds0.jpg

Dificuldade: 4

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 8 comentários

Do Peso da Língua Portuguesa no Mundo

Esta lista interessante mostra a posição da língua portuguesa entre as línguas mais faladas em todo o mundo:

1 CHINESE, MANDARIN [CHN] China 885,000,000
2 SPANISH [SPN] Spain 332,000,000
3 ENGLISH [ENG] United Kingdom 322,000,000
4 BENGALI [BNG] Bangladesh 189,000,000
5 HINDI [HND] India 182,000,000
6 PORTUGUESE [POR] Portugal 170,000,000
7 RUSSIAN [RUS] Russia
170,000,000

Os portugueses estão habituados a considerarem-se um “pequeno país”, sem lugar relevante no mundo e sem grande papel no futuro desenrolar das coisas… Mas a nossa língua, a importância da língua para a Cultura de uma nação e a posição de crescente importância do Brasil no mundo podem transformar Portugal numa potencia mundial assim este saiba cumprir o voto de Fernando Pessoa de “a minha pátria é a língua portuguesa” e se possa também cumprir o voto de Agostinho da Silva de um reencontro desses irmãos desavindos que são o Brasil e Portugal…

Fonte:

http://web.archive.org/web/19990429232804/www.sil.org/ethnologue/top100.html

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 10 comentários

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade