Daily Archives: 2007/04/20

O AFV “VBTP-MR”, o sucessor do Urutu-3 no Exército Brasileiro

O governo brasileiro decidiu recentemente que uma nova versão do blindado de transporte de tropas concebido em meados da década de oitenta e conhecido como “Urutu” será o próximo veículo blindado de tropas do exército brasileiro.

O novo Urutu será equipado com um sistema electrónico central de controlo de armas e poderá incorporar um conjunto de novos equipamentos externos como torres de armas ou blindagens reactivas e ainda pneus resistentes a projécteis de alto impacto.

O nome completo do novo blindado será VBTP-MR (“Viatura Blindada de Transporte de Pessoal-Médio de Rodas”) e deverá ter os primeiros 16 protótipos entregues até 2012. O AFV terá capacidade anfíbia, uma velocidade de 90 Km/h em estrada, um sistema GPS, visão nocturna e uma metralhadora de 7,62 mm na torre e sensores laser. O Brasil espera adquirir nove versões do VBTP-MR, desde centro de comando, a transporte de tropas (com 11 militares embarcados a lança-mosteiros.

O modelo actual, o Urutu-3 tem sido amplamente utilizado pelo destacamento de 1200 homens que o Brasil possui em Missão de Paz da ONU, no turbulento Haiti, onde tem dado boas provas.

Fonte: DefesaNet

Anúncios
Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 27 comentários

Consumir menos, Partilhar Mais, Viver de forma simples

Tradução livre de texto escrito por Coco Masters para a “E.F.Shumacher Society” (EUA)

“A possibilidade de comprar poluição por carbono – semelhante às Indulgências católicas que provocaram a cisão entre católicos e protestantes – soa como um pecado ambiental para quase todos nós. Mas existe um caminho mais antigo para reduzir o nosso impacto no planeta que é semelhante à visão dos cristãos evangélico e dos budistas. Viver simples, Meditar. Consumir menos. Pensar mais. Vá aos seus vizinhos. Peça emprestado o que precisa e empreste o que lhe pedirem.”

(…)

“Mudar as suas lâmpadas, usar transportes públicos, e criar limites para as emissões de dióxido de carbono são esforços para consumir menos e colocar menos carga nos nossos vizinhos. A afirmação “Small is beautiful”, empregue por E. F. Shumacher é um reconhecimento de todas estas acções.

O “Pequeno é belo” no sentido da redução do uso dos recursos não-renováveis.

O “Pequeno é belo” no sentido de que as emissões de gases com efeito de estufa contribuem para a mudança global do clima.

O “Pequeno é belo” no uso de pesticidas em colheitas agrícolas.

O “Pequeno é belo” no número de viagens de automóvel por semana.

O “Pequeno é belo” na quantidade de lixo que levamos para o Aterro.

O “Pequeno é belo” na capacidade produtiva de um agricultor.

Schumacher escreveu: “O Homem é pequeno, logo, o pequeno é belo. Caminhar para o gigantismo é caminhar no sentido da auto-destruição.”

Fonte: E.F.Schumacher Society

Categories: E. F. Schumacher Society, Movimento Internacional Lusófono | 2 comentários

sQuid S2-37: Que veículo blindado de transporte de tropas é este?

aaaa.jpg

Categories: Quids S6, sQuids S2 | 3 comentários

Ilha Verde

Entre a Irlanda, a Terra Nova e os Açores surge nalgumas cartas, como na carta Catalã de 1367 e no Ptolomeu de 1519, a “Isla Verde”. Com a descoberta da América, as referências a esta desaparecem gradualmente, até cessarem por completo.

IDENTIFICAÇÃO COM A GROENLÂNDIA

O primeiro relato literário da Groenlândia surge-nos num autor eclesiástico, Adam de Bremen. No ano de 1069 Adam de Bremen teria falado com o rei Sweyn da Dinamarca, obtendo dele diversos artefactos oriundos desta ilha. Numa obra sua de 1076, a “Descriptio Insularum Aquilonis” dedica algumas linhas a esta ilha, as quais surgiriam depois numa obra clássica do norueguês Fridtjof Nansen “In northern mists: Artic Exploration in Early Times”, foi desta obra que extraímos o seguinte excerto: “it lies farther out in the ocean, opposite the mountains of Suedea, or the Riphen range. To this island, it is said, one can sail from the shore of Nortmannia in five or seven days, as likewise to Iceland. The people there are blue from the salt water; and from this the region takes his name. They live in a similar fashion to the Icelanders, except that they are more cruel and trouble seafarers by predatory attacks.”

No texto de Adam de Bremem não fica clara a localização da ilha, isto apesar de algumas passagens indiquem uma posição aproximada na parte mais ocidental do Atlântico Norte, o que aliás confere perfeitamente com uma associação da “Ilha Verde” com a Groenlândia. O mapa de Coppo (de 1528), coloca junto da posição real da Groenlândia uma massa de terra alongada de Este para Oeste debaixo da designação de “Isola Verde”. No anónimo mapa catalão de 1480 surge uma “Illa Verde” alongada como no mapa de Coppo, situada aproximadamente a sudoeste da Islândia, curioso é aqui o emprego da terminologia portuguesa “illa”. Mas existem representações ainda mais tardias dessa ilha: Schoner, em 1520, refere uma “Insula Viridis”, mas numa latitude mais baixa, mais ou menos ao nível do sul da Irlanda e aproximadamente a meio do oceano Atlântico. O mapa de Nicolao de 1560 coloca a Ilha Verde nos bancos do Labrador, ou seja, ainda mais próximo da costa que a ilha Brazil também aí representada. No mapa de Zaltieri de 1566, a ilha é colocada perto do “C. Ras” (Cape Race).

VÁRIAS “ILHAS VERDES”

Embora a associação entre a “Ilha Verde” e a Groenlândia possa parecer óbvia, diversas “ilhas verdes” representadas na cartografia podem, efectivamente nada ter a ver com esta. O mapa de Peter Martyr de Anghiera de 1511 mostra uma pequena ilha tropical perto de Trinidad, possivelmente a actual Tobago, a vegetação luxuriante que ainda hoje caracteriza esta ilha das Caraíbas ter-lhe-ia merecido este nome.

O mapa Desceliers de 1546, mostra um “ilha verde” na mesma longitude do Labrador, colocando-a como vizinha de uma ilha de São Brandão. Ortelius, em 1570, e Mercator, em 1587, representam uma “Y Verde” a Oeste de Vlanderen, na região a Norte dos Açores. No século XVIII sobrevive ainda na cartografia, e seria somente no século seguinte que as suas aparições cessariam, sobrevivendo hodiernamente num polémico escolho denominado “Green Rock”. Embora o “Hydrographic Office” dos EUA não confirme a existência deste rochedo, guarda um relato curioso: “Captain Tullock, of New Hampshire, states that an acquaintance of his, Captain Coombs, of the ship allas, of Bath, Maine, in keeping a lookout for Green Island actually saw it on a remarkably fine day when the sea was smooth. According to the story, he went out in his boat and examined it and found it to be a large rock covered with green moss. The rock did not seem much larger than a vessel floating bottom upward, and it was smooth all around. The summit was higher than a vessel’s bottom would appear out of the water, being about twenty feet above the surface of the sea. Captain Coombs added that if the object had not been so high he would have thought it to be a cap sized vessel. A sounding taken near this spot shows a depth of 1500 fathoms exists there.”

ORIGEM DO NOME “ILHA VERDE”

Por volta de 985, Eric, o Vermelho, teria sido o primeiro a colonizar a região. Possivelmente usou a denominação “ilha verde” como chamariz para colonos. Esta é a opinião de Ari Frode (71)que relata o seguinte: “This country which is called Greenland was discovered and colonized from Iceland. Eric the Red was the name of the man, an inhabitant of Breidafirth, who went thither from here and settled at that place, which has since been called Ericsfirth. He gave a name to the country and called it Greenland and said that it must persuade men to go thither if it had a good name”.

Efectivamente, algumas partes da Groenlândia possuem erva. Nansen concorda com a posição de Frode, afirmando que a ilha poderia mesmo parecer acolhedora aos olhos de um islandês, desde que comparada com a sua terra natal, o que efectivamente nos parece bastante plausível.

EXPLORAÇÕES GROENLANDESAS

A descoberta da América numa expedição do filho de Eric, Leif, e a existência de uma série de outras viagens que se lhe sucederam, incluindo a colonização liderada por Thorfinn Karlsefni do Labrador, tinham como objectivo explorar as águas próximas a Groenlândia. Discute-se qual o extremo sul dessas expedições, sendo geralmente aceite que não teriam ultrapassado o Sul da Nova Inglaterra. A estas expedições seguiu-se uma expedição missionária liderada pelo bispo Eric Gnupsson, que terá partido da Groenlândia a caminho de Vinland, mas da qual se desconhecem as consequências, ignorando-se inclusivamente se terão ou não conseguido alcançar essas paragens.

Babcock refere que uma expedição britânica realizada em 1824 na Groenlândia teria descoberto uma pequena pedra com caracteres rúnicos numa ilha a Norte de Upernivik, na costa Noroeste da ilha. O original teria desaparecido, mas conservou-se um duplicado seu no Museu de Copenhaga. A inscrição da pedra parece datar de cerca de 1300, mas pode referir-se a acontecimentos mais remotos. Uma tradução do professor Hovgaard produziu o seguinte texto: “Erling Sigvatsson and Bjarne Thordarson and Endride Oddson built this (or these) beacon(s) Saturday after “Cagnday” (25 de Abril) and cleared (the place) (or made the inscription) 1135 (?)”.

Sucessivos ataques dos esquimós foram dizimando a pequena colónia nórdica na Groenlândia. Durante o século XV duas cartas papais referem-se ainda à ilha, embora de um modo já bastante vago. Em 1492 parece ter havido um esforço para restabelecer as comunicações, mas por essa altura já toda a colónia nórdica devia ter sido dizimada, provávelmente os últimos sobreviventes ter-se-ão misturado com a população esquimó, diluindo-se no seio dela e perdendo completamente a sua identidade.

Categories: As Ilhas Míticas do Atlântico | Deixe um comentário

Quid S8-9: A que exército pertencem estes militares?

aaaaas.jpg

Dificuldade: 3

Categories: Quids S8, sQuids S2 | 12 comentários

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade