Daily Archives: 2007/04/11

A “engenharia” de Sócrates… O “Bloqueio da Ponte 25 de Abril” de José Sócrates?

Com toda a turbulência gerada em torno da polémica “licenciatura” de Sócrates, com as dúvidas sobre a legitimidade do mesmo e até sobre a forma como os diplomas foram obtidos entramos num novo ciclo político, em que o apogeu do governo P.S. já se esgotou e o actual governo entra em ritmo descendente… E já a meio da legislatura!

Todas as dúvidas criadas em torno do fátuo e vago estatuto de “engenheiro” de Sócrates são em si mesmas irrelevantes, mas muito relevantes do carácter moral do Primeiro Ministro se este se arrogou de um título que não tinha o direito de exibir e sobretudo se o fez para recolher votos… Mas soberanamente graves se o obteve estes “títulos” da forma cinzenta que alguns já se atrevem a referir… De um lado, seria um comportamento moral duvidoso… Do outro, um comportamento legalmente punível… Entre os dois, ficaram novamente os portugueses, enclausurados entre um partido de governo e um governo que fizeram uma gestão catastrófica desta crise e os portugueses que se arriscam a ficar outra vez sem governo a meio do mandato… Depois de Guterres que se cansou de Governar a meio do seu mandato… Depois de Fujão Barroso que abandonou os seus eleitores e as suas responsabilidades e entregou o País a esse imbecil onanista que foi e é Santanaz Lopes estamos agora novamente a deixar uma legislatura a meio por causa de uma gestão tão inepta de uma questão tão trivial – mas grave – como esta?

Sim, a crise é tão grave e grave sobretudo porque estas dúvidas correm há demasiado tempo soltas e sem controlo nos Media e na Internet e em resposta houve apenas um suspeitíssimo mutismo por parte daqueles que deviam ser os primeiros interessados na boa guarita do seu nome e honra pessoal…

Ainda obcecado com uma imagem de “autoritarismo soft” de que os portugueses parecem gostar (de Salazar a Cavaco…), Sócrates optou por manter um mutismo e um distanciamento em relação a estas dúvidas, deixando crescer e alimentando com o seu silêncio as dúvidas legítimas sobre o carácter daquele que é o nosso Primeiro Ministro.

Foi um erro.

Um erro tão grave como… O aumento das portagens da Ponte 25 de Abril, que marcou o início do Ocaso do Cavaquismo?…

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Categories: Política Internacional, Política Nacional | 9 comentários

Quids S8-2: Como se chama este relógio?

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Dificuldade: 5

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sQuid S2-30: Como se chama esta série de televisão?

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A Ilha de Buss

DESCOBRIMENTO DA ILHA DE BUSS

A descoberta desta ilha é-nos dada a conhecer por Best e foi publicada numa compilação de Hakluyt sobre a terceira viagem de Frobisher (datada de 1578). Nesta, um dos navios da expedição, o “Emmanuel” fez uma descoberta (note-se que “buss” é um tipo de pequena embarcação de pesca): “The Buss of Bridgewater, as she came homeward, to the southeastward of Frisland, discovered a great island in the latitude of 57 degrees and a half, which was never yet found before, and sailed three days along the coast, the land seeming to be fruitful, full of woods, and a champaign country.” (79)

Posteriormente surgiu o relato de uma testemunha ocular, “Thomas Wiars, a passenger in the Emmanuel, otherwise called the Busse of Bridgewater”, referido por Miller Christy (80). Esta testemunha afirma que largaram de Frisland (segundo Babcock, uma parte da Groenlândia) a 8 de Setembro e, a 12, chegaram a esta ilha, rodearam as suas costas por dois dias. Afirma que nela existia muito gelo, omitindo as referências paradisíacas do parágrafo anterior, o que reforça a credibilidade desta testemunha.

DESAPARIÇÃO DA ILHA DE BUSS

Os esforços para chegar a esta ilha, após o seu descobrimento, foram todos eles frustados. Começou-se então a sugerir hipóteses para explicar o seu súbito desaparecimento. Van Keulen, numa Carta de 1745 incluia a seguinte inscrição: “The submerged land of Buss is nowadays nothing but surf a quarter of a mile long with rough sea. Most likely it was originally the great island of Frisland”. A partir daqui a denominação “Sunken Land of Buss” ter-se-ia tornado corrente.

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