Daily Archives: 2007/04/05

Lost: S0305 (Season 3, episódio 5) “The Cost of Living”


(e sim… se olharem bem… lá pelo meio está a Evangeline Lilly outra vez)

1. Quando no episódio de flashback de Eko, o jovem Daniel pergunta a Eko se é verdade que ele é “um homem mau”. Ao que parece… Eko é… Talvez por isso tenha acabado na Ilha, onde todos aqueles que não raptados pelos Outros logo na primeira noite parecem ser “imperfeitos” de um ponto de vista moral, não constando da lista de nomes que Eko recolheu dos dois Outros que matou quanto estes tentavam raptar os sobreviventes do segundo grupo. De uma forma ou de outra, parece certo que os Sobreviventes têm todos uma qualquer “marca moral” que os classifica como “imperfeitos” e logo, desinteressantes para os projectos dos Outros. E Eko, pelo seu historial próprio, está claramente nesse grupo.

2. Ben aborda Jack na sua prisão e convida-o a participar no funeral de Colleen… Todos os participantes vestem túnicas brancas e o ritual parece agnóstico, mas o corpo é incinerado e deixado numa jangada que é largada no Oceano. A música que acompanha a cerimónia é “I Wonder” de Brenda Lee… Porque este tema e não outro qualquer? Haverá aqui um significado oculto? E aliás, que cerimónia ritual é esta? Porque parece implícito que se trata de uma cerimónia religiosa? Se não é, porquê as túnicas brancas? Os viking deixavam os seus chefes nos drakkars em chamas… E os hindús (ligação da Dharma com o Sri Lanka, como sugere o jogo de Lost) vestem roupas brancas, incineram os seus mortos e deixam-nos na água (Ganges)…

A cremação no hinduísmo e no budismo (sendo este último aquela que parece ser a maior fonte de inspiração para a visão do mundo detida pelos Outros) é uma cerimónia fúnebre muito comum, entre as várias correntes e resulta do facto de se acreditar que a alma só pode entrar num novo corpo depois do anterior ter desaparecido por completo. No budismo, os corpos a cremar são cobertos de flores, como aqui, no funeral de Colleen e os familiares e amigos do falecido transportam-no em ombros até à pira… A cerimónia é acompanhada por cânticos… Neste caso… É um tema de Goodwin… O funeral, contudo, parece ter decorrido ou no mesmo dia da morte, ou no dia seguinte, o que contraria as crenças budistas que acham que nos primeiros quatro dias a alma entra num estado especial chamado de “Primeiro Bardo”, um estado especial de consciência em que o corpo é ainda a guarita da alma e onde não deve ser destruído (o que aliás, coloca um problema no quadro legal português…).

Outro sinal de que a religião dos Outros pode ser uma forma de Budismo está no detalhe de que Jack é deixado sózinho com Colleen, depois desta falecer na mesa de operações… Ora no Budismo, logo que ocorre uma morte, um monje deve ser chamado para começar tão cedo quanto o possível os rituais de preparação para o bard, e o corpo não deve ser mexido nem deslocado até à sua chegada… Colleen fica imobilizada na mesa esperando por algo… Alguém com a devida preparação ritualística? Talvez Ben?

No funeral, Juliet diz “Enquanto preparamos Collen para o seu caminho (Dharma?), gostaria de aproveitar este momento para honrar…”. Pergunta Jack a Ben: “Ela é a vossa coveira?”, respondendo este “Desde o momento que pôs pé nesta Ilha”. Juliet é a sacerdotiza deste culto pseudo-budista dos Outros? Não é a mais antiga destes, já que Ben alude expressamente ao facto dela “ter chegado à Ilha”, obviamente depois dele próprio.

Outro detalhe… (se é que alguém ainda me lê, depois de tanto escrevinhanço!) repararam que todos os Sobreviventes que morreram na Ilha foram vistos depois, sendo na minha opinião, o Monstro que assume a sua forma e recompõe a sua memória… Será que este ritual com a destruição do corpo por cremação pretende obstar a que o Monstro assuma a forma de Colleen?

3. Quando Ben tenta convencer Jack a remover o seu tumor, afirma a dado ponto que “se a queda de um cirurgião do céu, não é uma prova da existência de Deus, não sei o que será”. Mas isto significa que Ben acredita em Deus, isto é, numa divindade monoteísta, omnipotente e suprahumana na boa tradição judaico-cristã ou na existência de uma entidade superior, providencial ou simplesmente… no Destino?

4. Juliet assume claramente a sua posição como líder de um subgrupo no seio dos Outros quando mostra a Jack uma gravação de video onde constam uma série de mensagens escritas onde lhe pede para matar Ben na mesa de operações… Um budista nunca faria tal pedido, o que pode colocar em causa a tese expressa em 3, especialmente sendo Juliet uma espécie de “monja”… Mas algumas correntes budistas reconhecem que nalgumas circunstâncias matar pode ser uma opção… Especialmente se esta acção negativa fôr rodeada dos devidos rituais e sobretudo, se fôr a única via para evitar sofrimentos maiores a terceiros (nunca ao próprio). Será o caso?

5. Numa das cenas seguintes, encontramos Eko que vê o seu irmão Yemi na selva onde este lhe pergunta se está pronto para confessar. Quando Eko caminha pela floresta, logo na primeira cena vemos o monstro a passar entre as árvores à esquerda. Segundos depois vê-se um grupo de nigerianos que ataca Eko a golpe de machete. Esta sucessão não é desprovida de sentido… Os nigerianos não são uma visão de Eko, mas uma forma assumida pelo Monstro, já que tornam a insistir a Eko para que este confesse… Eko foge, bebe água de um ribeiro e vê o Monstro, agora na forma incoesa atrás de si. Quando mais tarde, Locke questiona Eko sobre o se o Monstro é para ele também “uma luz muito brilhante”, este afirma “não foi isso que vi”. O Monstro é assim coisas diferentes para pessoas diferentes… E aparentemente existe uma relação entre a cura “milagrosa” de Locke e o Monstro… Sendo (é o que penso) um aglomerado de nanomáquinas, o Monstro pode reparar qualquer dano na coluna ou até no cérebro que Locke tivesse e que fosse responsável pela sua paralisia parcial… Mas o Monstro também é capaz de identificar a “aura” ou “estado moral” dos seus alvos, razão pela qual exige a Eko um “arrependimento” e surge a Locke na forma de Locke (mais uma alusão ao budismo, onde a “Clara Luz” é uma experiência característa do Terceiro Bardo, isto é, da última fase de transição para uma nova Encarnação). Mais tarde, Yemi torna a aparecer a Eko e torna a pedir o seu arrependimento, o que Eko recusa, afirmando que so fez aquilo que tinha que fazer. Mas depois, o suposto “Yemi” diz “Falas comigo como se eu fosse o teu irmão!”, assumindo assim que não é uma visão, mas uma recomposição do Monstro. Eko pergunta a “Yemi”: “Quem és tu?” e “Yemi” desaparece. Segundos depois o Monstro surge na sua forma decomposta e agarrando Eko, acabando por o matar no processo, punindo-o aparentemente por este se ter revelado incapaz de sentir arrependimento pelas suas acções negativas passadas. Quando expira nos braços de Eko, este sussura a Locke: “Ele disse que nós seremos os próximos”. Ou seja, o Monstro, no seu papel de “executor” da Ilha promete aplicar a mesma pena aos restantes sobreviventes… Menos a Locke, que aparentemente não se enquadra neste grupo. Curiosamente, apesar de todo o receio que o Monstro cria, Eko foi apenas a sua segunda vítima mortal, tendo sido a primeira o piloto do vôo Oceanic 815.

6. Este episódio inclui a primeira cena onde dois novos personagens são introduzidos: Paulo (Rodrigo Santoro) e Nikki, o que parece sugerir que vamos ver mais destes personagens nos próximos episódios… Ou talvez não… ;-).

7. Na Estação Pérola, o grupo de Sobreviventes consegue colocar num monitor imagens de uma outra Estação Dharma, aparecendo um homem com uma pála no olho que desliga a câmara segundos depois. Na sala vê-se diverso equipamento electrónico dos princípios dos anos 80 e um terminal de computador.

Categories: Ciência e Tecnologia, LOST (Perdidos) | 10 comentários

sQuid S2-26: A que indústria lítica pertence este biface?

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Categories: Quids S6, sQuids S2 | 7 comentários

O Infante Dom Henrique e o Início dos Descobrimentos

É após o regresso da expedição de socorro a Ceuta que o Infante Dom Henrique começa a enviar escudeiro seus em busca de informações geográficas.

Podemos distinguir dois períodos no processo dos Descobrimentos:

Até 1441 (Viagens e Presas) e
Após 1441

Até 1441:

As viagens procuram sobretudo recolher informações. Embora se tente financiá-las com a prática do corso, o produto do saque de regiões costeiras e com a caça de leões marinhos.
Após 1441:

Mantem-se a curiosidade científica, mas observamos agora a existência de Resgates.
-> Se houvesse uma motivação puramente económica por detrás do processo dos Descobrimentos não seria possível fazer esperar a burguesia de 1415 até 1441, o que
também mostra com um razoável grau de certeza que a conquista de Ceuta resultou não
de um projecto económico-social mas económico (saque) e mental (espírito de cavalaria).

Categories: Os Descobrimentos Portugueses, Sexo Tântrico e Budismo | 1 Comentário

Quid S7-25: Em que país está este monumento?

aaaaah.jpg

Dificuldade: 5

Categories: Filmes, Quids S7 | 13 comentários

Post-Installation Tasks

As versões de retalho do XP têm que ser activadas nos primeiros 30 dias de uso. Isto associa a Product Key que é introduzida no programa de setup com o particular hardware onde o OS é instalado. Se fôr reinstalado depois de terem sido feitas alterações no hardware, particularmente em placas de rede, pode receber a mensagem de que o XP já foi activado noutro computador. Nesse caso, terá que contactar a MS para que esta faça um reset à base de dados de forma a que o sistema seja reactivado.

Se passarem esses 30 dias sem activação o computador vai parar de funcionar.

Os utilizadores corporativos com Volume Licensing não têm que activar indivualmente cada XP.

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Migrating User Environments

A migração de outras máquinas e versões de Windows pode ser conseguida via:

.File and Settings Transfer (FAST) Wizard

.User State Migration Tool (USMT)

O FAST foi desenhado para ser usado em pequenos ambientes onde só algumas máquinas terão os seus settings migrados. O USMT foi desenhado para ajudar as corporações que querem migrar grandes números de utilizadores.

File and Settings Transfer (FAST) Wizard

O FAST wizard foi desenhado para aqueles ambientes onde é preciso permitir que um utilizador copie os seus personalized settings de uma máquina para outra. Isto facilita o deployment das novas máquinas pela redução do tempo de interrupção que é gasto na reconfiguração dos desktop settings e da localização de ficheiros.

Esta é uma lista de opções de configuração com a FAST tool:

.Internet Explorer Settings

.Internet Explorer Favorites

.Cookies

.Outlook Express Settings and Store

.Outlook Settings and PST

.Dial-up connections

.telephony settings

.regional options

.accessbility options

.wallpaper and screen saver

.fonts

.folder options (default)

.taskbar settings

.mouse and keyboard settings

.sound settings

.network drive and printer mappings

.desktop folder

.my documents folder

.office settings

.office templates

.office documents

O FAST Wizard corre em duas partes: A primeira corre na nova worksation e a outra na antiga. Se é necessário proceder à migração com floppy disks e a máquina antiga não tem um cd-rom, pode correr-se o fast wizard na máquina de destino de forma a criar um wizard disk que pode ser usado na máquina antiga. De outra forma, o FAST wizard seria corrido na máquina de origem, primeiro.

User State Migration Tool

A USMT faz as mesmas coisas que o FAST, contudo, uma vez que é uma command line utility, pode ser automatizada em logon scrips ou em GPOs. Consiste em dois utilitários:

ScanState.exe -> captura os ficheiros e os settings

LoadState.exe -> Copia os ficheiros e os settings para a nova máquina a partir da informação capturada pelo ScanState.exe

O USMT é substancialmente mais flexível que o FAST porque captura ficheiros e settings via ficheiros .INF. Os ficheiros .INF têm a mesma informação interrogada pelo FAST, mas adiciona mais opções.

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Upgrading Windows XP Professional

Upgrade Paths para XP:

.Windows 3.x -> Upgrade para 98 ou Me e daí para XP

.Windows 95 -> Upgrade para 98 ou Me e daí para XP

.Windows NT -> Upgrade para NT 3.51 ou 4.0 e depois para XP

Hardware Compatibility:

É possível gerar um relatório de compatibilidade através do Readiness Analyzer por duas vias:

a. winnt32.exe /checkupgradeonly Este comando arranca a primeira parte da instalação do XP mas verifica apenas o hardware

b. Correr o chkupgrd.exe que pode ser carregada do site da Microsoft

Upgrading Windows 98/Me:

1. Actividades que devem ser cumpridas antes de começar um upgrade:

.Uncompress de todas as drives comprimidas

.Scan a virus

.Fazer um backup completo a um sistema

.Remover software incompatível

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Instalação do Windows XP Professional

Fase 1 – Correndo o programa de Setup

Existem 3 formas de começar o processo de instalação:

.Arrancar o sistema, carregar os drivers apropriados para activar o CD-ROM e carregar o programa de setup executando do command prompt winnt32.exe

.Se o computador suporta o arranque por CD, pode-se arrancar pelo CD do XP. Desta forma o programa de setup será automaticamente chamado

.Pode usar-se um network client e usar os ficheiros de instalação através da rede

A primeira fase do processo de instalação é por vezes referida como “text-mode”. Durante esta fase é questionado sobre informação básica sobre a instalação.

A fase “text-mode” inclui:

.O Setup coloca em memória uma versão mínima do XP

.A parte text-mode do setup arranca

.É questionado sobre drivers RAID/SCSI (F6)

.É questionado sobre o licensing agreement

.O setup pergunta qual é file system usado para a partição. Quer escolha uma nova partição ou uma existente, em FAT ou NTFS. Existe a opção de deixar a partição intacta. Se a partição seleccionada fôr FAT é apresentada a opção de upgrade para NTFS.

.O setup começa e copia ficheiros para o disco e guarda informação de configuração.

.O setup recomeça o computador e arranca a parte GUI da instalação.

Instalando a partir de um CD local:

Se está a fazer a instalação a partir do DOS deve usar o winnt.exe para invocar o processo de setup. Com qualquer outro OS Microsoft deve chamar o winnt32.exe

Dica de Exame:

Existem questões de exame onde se perguntam pelos switches do winnt.exe e do winnt32.exe…

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Workgroup Model e Domain Model

Workgroup Model:

.Cada computer que faz parte de um Workgroup mantem a sua security database.

.Está limitado a pequenos grupos de máquinas

.Para juntar a um workgroup basta conhecer o nome desse workgroup

Domain Model:

.Suporta a centralização da informação de segurança

.Para juntar um computador a um Domain, temos que saber:

..O nome DNS do domain

..Uma computer account já deve existir no Domain a que nos vamos juntar. Esta pode também ser criada no processo de instalação se a conta de instalação tem direitos para criar domain computer accounts

..Um domain controller e o DNS Server devem estar disponíveis na rede

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NTFS

1. Recoverability: É um file system recoverable. Usa transaction logging de modo a salvaguardar ficheiros e pastas para que em caso de system failure o sistema possa fazer um redo.

2. Security: Oferece segurança a nível de ficheiros e pastas

3. Compression: Suporta compressão de pastas e ficheiros para poupar espaço em disco

4. Encryption: Suporta encriptação a nível de ficheiros.

5. Disk Quotas: Suporta quotas a user level. Quando o utilizador alcança o limite estabelecido pelo administrator não pode escrever mais nesse disco.

6. Spase Files: Os ficheiros muito grandes criados por algumas aplicações são optimizados pela forma como o ntfs lhes aloca espaço.

7. Size: Suporta partições maiores que o FAT e o FAT32 até 16 exabytes.

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8. As versões de NTFS do XP e do 2000 são diferentes do NT4. Por essa razão, um sistema de dual boot entre XP, 2000 e NT4 só pode existir se fôr aplicado o Sp5 no NT4 antes de ser feita a primeira instalação de 2000 ou XP.

9. Num exame, se a questão abordar a compatibilidade, o FAT ou FAT32 devem ser a opção, mas se a prioridade fôr segurança ou encriptação, a resposta certa deverá ser o NTFS.

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