Daily Archives: 2007/04/04

O TabletPC e o comentador desportivo…

De vez em quando, dou-me ao trabalho de ver alguns “programas desportivos”, isto é, aquelas coisas em que uns tipos barrigudos e de bigode/carecas (as três características parecem ser cumulativas) falam sobre um Desporto que não praticam a não ser com o polegar quando fazem Zap no telecomando. Aqui, um tipo qualquer, com cabelo gelatinado e óculos de intelectual lutava contra um TabletPC e tentava reproduzir no seu écran táctil os movimentos dos jogadores de um qualquer jogo de futebol. O “perito” em bolalógica tentava fazer deslocar pelo écran do tablepc bolinhas representando os jogadores do Sporting ou do FCP e enquanto lutava com a caneta e tentava acertar nas bolinhas apertava a língua entre os dentes e fazia “hã…” e “hum…” criando alguns momentos televisivos verdadeiramente sublimes…

Pergunta: mas qual acham eles que é o interesse de ver um tipo de fato e gravata na televisão a fazer uns barulhos e gargarejos? Durante a segunda guerra do Golfo, o Nuno Rogeiro também tentou equilibrar-se sobre um TabletPC com idêntico sucesso. Ao fim de duas tentativas, o Nuno Rogeiro lá percebeu que aquilo podia ser engraçado mas que não fazia lá grandes momentos de televisão e nunca mais levou um tabletPC para o ar… Agora, só falta este comentador desportivo aprender a mesma lição…

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Lost: S0304 (Season 3, episódio 4) “Every Man for Himself”


(Lembram-se dela? O Outsider, não sabe quem é, mas até aquelas amebas azuis de Plutão a conhecem pelo primeiro nome…)

1. Jack, ainda detido na Estação Hydra, tenta compreender a relação entre Juliet e Ben, explorando a possibilidade de haver uma dissidência entre os “Outros”. Juliet responde que todas as decisões são tomadas em conjunto e não que é Ben quem é a autoridade efectiva na Ilha, mas fica claro que existem dois grupos dentro dos Outros, e que Juliet lidera os “dissidentes” ao poder de Ben. Talvez existam duas origens para os Outros: uns nativos da Ilha ou criados desde crianças até um ponto em que não se recordam mais das suas origens (como Ben?) e os restantes que são antigos funcionários da Dharma ou sobreviventes de antigos acidentes semelhantes ao do vôo da Oceanic.

2. Sawyer electrifica a jaula de forma a tentar electrocutar um Outro e assim escapar da prisão, mas como tudo foi visto por câmaras de videovigilância, a energia é desligada e o plano falha… Mas eis a questão: Como é que nesta e noutras instalações dos Outros e da Dharma Initiative surje sempre a energia eléctrica com um fornecimento constante e aparentemente abundante? Qual é a fonte desta energia? Em tempos sugeri a fonte geotermal (à semelhança dos Açores) e penso que no final da Season 1 isso mesmo é sugerido por Desmond… Mas onde está actividade vulcânica que devia ser evidente e causa primeira da existência desta energia? Será então que na Ilha existe uma fonte única de energia (tipo um reactor nuclear) que depois por via da rede de cablagens que percorre a Ilha e de que a Estação Pérola é testemunha é distribuída a cada Estação?

3. Parece haver dois tipos de atitude perante a Morte entre os Outros… Alguns parecem ter um total desprezo perante a morte, mas outros parecem muito apegados à vida… Colleen, o alvo do disparo de Sun no iate, é ferida no estômago e transportada de emergência para a Hydra, e observa-se um intenso stress nos Outros perante o seu ferimento mortal e perante a eminência da sua morte (diz Juliet para Tom: “Queres que ela morra?”)… Nada da atitude despreendida doutras circunstâncias nem da facilidade em dispôr da vida alheia diga-se…

4. Durante a intervenção cirúrgica de emergência a Colleen, ela sofre uma paragem cardíaca e Jack pede por um desfribilhador, ao que Juliet responde que “nunca lhes aconteceu nada de semelhante”. Mas e a Dharma? E as suspeitas de que os Outros já tiveram um tipo de conflito com a Dharma, provavelmente um conflito de ordem militar ou armado? No episódio em que Sawyer luta com os outros no campo de trabalhos forçados estes não parecem especialmente preparados para lutar… Será que venceram a Dharma por um outro subterfúgio? Estão muito bem preparados para viver na Selva e têm armamento abundante, mas aparentemente idêntico ao da Dharma… Capturado a esta?

5. Juliet diz a Jack que é uma “médica de fertilidade”… Juliet não parece ser uma “Outra” de alma completa… A sua atitude perante Ben é desafiadora e parece liderar uma espécie de subgrupo nos Outros que se opõe ao poder de Ben, como aliás é sugerido logo na primeira cena do primeiro episódio da 3ª temporada quando responde a um membro do seu clube de leitura que a opinião de Ben sobre o livro em análise não lhe interessava. Sendo assim… É provável que Juliet pertença ao grupo de Outros que foram recrutados ou “recuperados” entre a Dharma e logo que o seu papel como “médica de fertilidade” fosse exercido precisamente aqui, na Hydra, ou na Outra estação médica que a Dharma mantinha na Ilha… A existência de tubarões com o logo da Dharma e de ursos polares “modificados” indicam que a Dharma fazia experiências médicas na Ilha, e por isso, precisaria de médicos… Experiências de reprodução assistida? Ou talvez… Havendo uma relação entre os Números e o Fim do Mundo (ver este meu Post antigo, AQUI) será que a Dharma precisava de uma médica como Juliet para garantir que a Ilha poderia manter a continuidade do Mundo até este tornar a ser habitável?

6. Se houve vários vasos de remissões espontâneas de tumores na Ilha e até de curas milagrosas (como sucedeu com Locke), como se explica que Ben tem um tumor maligno na coluna? Talvez os Outros não sejam afinal tão perfeitos como se julgam… Sobretudo porque Ben, sendo um dos raros nascidos na Ilha (ele disse-o a Jack) devia ser mais “perfeito” do que qualquer um Outro, e contudo… Ei-lo que contrai um cancro…

7. Durante a escalada com Sawyer, Ben diz-lhe que “não somos assassinos”, contudo existem vários episódios em Lost em que os Outros expressam um total desprezo pela vida humana, especialmente pela dos Sobreviventes, quase como se os considerassem já mortos e “imperfeitos” (dizem-no várias vezes). De novo, os Outros colocam-se num patamar moral superior ao dos sobreviventes, como se tivessem sido Escolhidos e fizessem parte de uma “super-raça”… Os produtores já escreveram que os Outros não são super-humanos, mas humanos comuns. Por isso essa hipótese deve ser descartada, mas sendo assim, porque se julgam moral ou intelectualmente superiores aos Sobreviventes? Porque sabem algo que eles não sabem? Ou porque… Acreditam que as suas “almas” já estão num estado superior de desenvolvimento, sendo uma espécie de Bodhisattvas? Aliás, o monitor cardíaco que os Outros dão a Sawyer é da marca finlandesa Suunto (ver AQUI) e aparecem também nos pulsos dos actores da série Stargate-SG1 e Stargate-Atlantis… Mas este modelo parece ser de finais da década de 90 (ver AQUI) e se assim é, eis mais uma prova da existência de contactos com o mundo exterior… Nalgumas fontes sobre “Lost” na Internet o relógio aparece como sendo um Spacelabs 514, o que é falso, já que este é um monitor cardíacos convencional, de “mesa”, completamente diferente (ver AQUI). Esta escalada também é interessante no sentido em que revela que a rocha constituinte da ilha é predominante basáltica (caramba! é o Hawaii!)… Ora se a Ilha é vulcânica, a tese da geotermia do ponto 2, recebe alguma credibilidade adicional…

8. Depois de subir a colina, Sawyer descobre que está afinal numa ilha distinta da ilha principal… Aparentemente com o dobro do tamanho da de Alcatraz, ou seja, uma ilha bem pequena com cerca de 0.0763 km2 x 2 = 0,1526 km2

9. Desmond revela ter alguma espécie de dotes premonitórios ao antever a queda de um raio sobre a barraca de Claire… Será que ele é capaz de “ler” o Futuro, ou será que está agora num Estado Alterado de Consciência que o faz estar em comunhão com a Ilha e com tudo o que se passa nela, um pouco como John Locke acredita?

10. Tom diz a Ben que já há dois dias que “desde que o céu ficou púrpura que perderam as comunicações”. A destruição da Estação Cisne interrompeu as linhas de comunicação com o mundo exterior. Isso parece certo… Mas se a destruição foi local, com a implosão da Cisne, como se explica o fenómeno do “céu púrpura” e a consequente interrupção das comunicações? A tese favorecida pelo Sá Morais é de que se tratou de uma anomalia magnética… E de facto uma EMP explicaria esta interrupção… Mas uma EMP pode também ser um produto de uma implosão de um Buraco Negro…

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FAT32

1. O FAT32 é similar ao FAT. Foi introduzido no Windows 95 OSR2. A maior diferença é o suporte para cluster sizes maiores e por isso não desperdiça tanto espaço

2. Suporta, como o FAT, long filenames, multiple periods e preserva a case, mas sem ser case sensitive

3. Não suporta segurança nem compressão, encriptação, remote storage, mount points e disk quotas

4. Não é suportado em OSs anteriores ao 95OSR2

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FAT

1. A File Allocation Table (FAT) é actualmente suportada pela maioria dos OS no mercado, como Nt3.5, NT4, 95/98/me e 3.1x. Por isso é o menor denominador comum quando se tem que arrancar em XP e ter dual boot.

2. A versão de FAT suportada no XP tem algumas características novas:

.Long filenames até 255 caracteres

.Multiple spaces

.Multiple periods

.Filenames que não são case sensitive mas que preservam a case

3. As maiores limitações da FAT são:

.A FAT é ineficiente em grandes partições pelo seu mau uso dos cluster sizes. Um cluster é a menor parcela de uma partição. Quando maior fôr o cluster size, mais espaço desperdiçado haverá numa partição FAT

.A FAT não oferece segurança, logo não há maneira de impedir o acesso de utilizador a um ficheiro

.A FAT não suporta compressão, encriptação, remote storage, mount points e disk quotas

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Minimum Hardware Requirements para XP

1. 233 MHz (300 MHz recomendados)

2. 64 Mb de RAM (128 Mb recomendados)

3. CD-ROM

4. Free Disk de 1,5 Gb

5. SuperVGA (800×600)

6. Teclado e Rato

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Repondo Ficheiros e Pastas com ntbackup de XP

1. Se o backup foi de um volume NTFS, deve ser reposto para outro volume NTFS5 de forma a preservar permissões, efs, disk aquota, mounted drive e remote storage.

2. Repôr um backup de um NTFS num fat ou fat32 implica perder toda a configuração clássica de um NTFS

3. Repôr um backup NTFS em XP num NTFS de NT4 (ntfs4) implica perder o EFS, disk quotas, permissões avançadas NTFS e remote storage configuration information.

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Volume Shadow Copy em Backups de XPs

1. A VSS permite que se possam criar backups de data files e aplicações mesmo quando estes estão loceked em memória e em uso. Quando começa um backup, uma Shadow Copy instantânea é tirada (snapshot) sobre a drive que está a ser alvo de um backup.

2. O VSS está ligado por default.

3. As Volume Shadow Copies só são criadas em volumes NTFS sob XP professional.

4. Tem que haver espaço livre suficiente em todas as drive letters locais

6. Depois de um snapshot de VSS ser capturado, não muda, mesmo se os dados originais foram alterados. Se o backup é completado com sucesso a snapshot é apagada.

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O System State Backup inclui:

1. O Registry

2. Ficheiros protegisos pela Windows File Protection

3. A componet services class registration database (COM+ objects)

4. Todos os System e Boot files

5. Certificate Services Database (2000 server e 2003)

6. Active Directory (DCs)

7. Sysvol folder (DCs)

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Diagnostics Tools para usar em TCP/IP troubleshooting

1. Address Resolution Protocol (ARP): Lista e edita as tabelas de conversão IP para MAC

2. Hostname: lista o nome do local host

3. ipconfig: Mostra a actual configuração tcp/IP do local computer, assum como o ip address, a subnet mask e servidores wins e dns (/registerdns, /displaydns, /flushdns, /release, /renew)

4. lpq: mostra o current status da impressora ldp

5. nbtstat: mostra as estatísticas por protocolo e as ligações actuais que usam netbios sobre tcp/ip (-R e -RR)

6. netstat: mostra estatísticas de rede e as ligações tcp/IP actuais

7. ping: usado para testar a conectividade tcp/ip entre dois hosts

8. router: editar as routing tables do local computer

9. tracert: mosta a route (path) que o data packets percorrem à medida que viajam do local computer até ao remote destination computer

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Configurando o TCP/IP

Subnet Mask: É essencialmente um IP address filter que é aplicado a cada unique IP address. A subnet mask determina que parte de um IP address de um computador especifica a network segment onde o computador está localizado, contra a parte do IP address que especifica o seu unique IP address. Por exemplo, um IP address de 192.168.1.20 com uma subnet mask de 255.255.255.0 tem uma network ID de 192.168.1. O host address desse computer será, assim, 20.

Default Gateway: Este IP address especifica o router para o local network segment (ou subnet). Se este endereço estiver ausente, o computador não poderá comunicar com outros computadores fora do local network segment. A default gateway é frequentemente obtidapor DHCP se o computador está configurado para obter um IP automaticamente.

Preferred and alternate DNS servers: Tendo mais do que um DNS server na rede ajuda a oferecer balanceamento de carga e fault tolerance para os client computers que têm que fazer hostname-to-ip address resolution. O DNS também é utilizado por domain controllers, DFS roots e Global Catalog Servers. A Name Resolution é vital ao TCP/IP. A informação sobre o DNS server é frequentemente recolhida via DHCP.

WINS Server Addresses: O WIN oferece name resolution entre NetBIOS computer names e IP addresses. Os WINS servers são frequentemente obtidos por DHCP.

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Classful IP Address Prefix Ranges e as suas Classes

0-127 A

128-191 B

192-223 C

224-239 D

240-255 E

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Endereços IP reservados para funções específicas

255.255.255.255: reservado para network broadcasts

 

127.0.0.1: reservado para o loppback address para testes à configuração IP do host computer

 

192.168.x.x, 172.16.x.x, 172.31.x.x e 10.0.x.x foram reservados como nonroutable

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IPSec

1. Também chamado de Secure IP.

2. Oferece autenticação a computer level e também encriptação de dados em ligações VPN que usem o protocolo L2TP. O IPsec negoceia entre o client computer e o servidor do tunel remoto antes de uma ligação L2TP ser estabelecida, o que segura quer as passwords de autenticação, quer os dados. Usa métodos de autenticação padrão como os:

Extensible Authentication Protocol (EAP)

Microsoft Challenge Handshake Authentication Protocol (MSCHAP)

CHAP

Shiva Password Authentication Protocol (SPAP) e o

Password Authentication Protocol (PAP)

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Layer 2 Tunneling Protocol (L2TP)

1. É uma alternativa ao PPTP, é novo no Windows 2000 e oferece uma funcionalidade semelhante ao PPTP, contudo, o L2TP é um protocolo VPN padrão da indústria. Encapsula tcp/ipipx, netbeui em túnel. Pode ser usado em conjunto com o IPsec para maior segurança.

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Point-to-Point Tunneling Protocol (PPTP)

1. É o único protocolo de VPN que vinha no NT4. Encapsula tcp/ip ipx e NetBEUI e encripta os dados sendo transmitidos em túnel pela Internet. Os clientes PPTP podem ligar-se a qualquer servidor PPTP microsoft compatível desde que tenham as devidas credenciais.

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Point-to-Point Protocol (PPP)

1. O PPP substituiu o SLIP. É um protocolo de acesso remoto/dial-up que suporta TCP/IP, NWLink, NetBEUI e AppleTalk. É optimizado para conecções de low bandwidth e logo é preferido em ligações de dial-up/modem.

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Automatic Private IP Addressing (APIPA)

1. Esta feature foi introduzida no 98. Em computadores que são configurados para obter um IP dinâmico, o APIPA aparece quando nenhum DHCP está disponível na rede. O APIPA interroga automaticamente os outros computadores de forma a garantir que não há uma duplicação de IPs e então assigna ao computador um IP único no 169.254.x.y com a subnet mask de 255.255.0.0

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Backups

1. Os utilizadores membros do Administrators e do Backup Operators podem fazer backup a todos os ficheiros que estejam num XP. Se um user não é mebro de um desses grupos terá que ser o owner desses ficheiros e pastas para poder fazer backup deles.

2. O user pode fazer backup a ficheiros de que seja:

Read ou

Read and Execute ou

Modify ou

Full Control

3. Só membros do Administrators é que podem fazer backup ao System State.

4. O System State só pode ser alvo de um backup no local computer

5. Tipos de Backups:

Normal: Backup de todos os ficheiros e pastas seleccionados. O mais compreensivo, mas também o mais lento.

Copy: Copiar toda a selecção

Differential: Backup a tudo o que mudou desde o último Normal. Se cria um Normal e uma semana depois cria um Differential e depois, noutra semana, outro Differential pode recuperar-se todos os dados usando o Normal e o último Differential. O primeiro pode assim ser descartado.

Incremental: Backup de todos os dados que foram mudados desde o backup mais recente (normal ou incremental). Se se faz um Normal e depois 3 Incrementais, para se repôr toda a máquina terá que se repôr todos os 4.

Daily: Backup de tudo o que mudou durante o dia.

6. O NTFS5 oferece o Change Journal Attribute que vai além do archive bit e regista também alterações em permissões e mudanças de um nome de um documento.

7. Porque não fazer um Normal Backup e depois backups incrementais até ao final dos tempos? Porque os incrementais levam mais tempo a recuperar que um backup diferencial. Imagine recuperar uma máquina que teve um normal backup há um ano e que depois teve um incremental por semana. Se tiver que recuperar o sistema em caso de catástrofe, terá que restaurar o normal backup mais 51 backups incrementais. Assim, deve-se equilibrar entre o custo de tempo de um backup contra o custo de tempo de recuperação.

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Dynamic Disks

1. Em XP, um Dynamic Disk não pode ser mirrored ou RAID-5 (Só em 2000 server ou 2003).

2. São discos físicos que não usam partitions ou logical drives, pelo contrário usam Volumes que ocupam todo o disco e que depois podem ser divididos em vários volumes.

3. Um Dynamic Disk pode ser resized sem necessitar de um reboot

4. Todos os Dynamic Disks estão associados a Disk groups. Todos os Dynamic Disks num computador pertencem ao mesmo Disk Group. Cada disco num Disk Group guarda uma réplica da configuração do Group, a qual é guardada numa região de 1 Mb no final de cada dynamic disk.

5. Os Dynamic Discs só são suportados em 2000, 2003 e XP. Se usa o dual-boot e converter de Basic Disk para Dynamic Disk o outro OS deixará de poder aceder ao disco

5. Os Volumes podem ser extendidos para espaço não-contíguo

6. Pode-se Extend um Dynamic Disk.

7. Podem conter um número ilimitado de Volumes e já não estamos limitados a 4 partições por volume, como nos Basic Disks.

8. Só podem ser lidos por 2000, XP ou 2003, mas via shares podem ser lidos por qualquer computador.

9. Os Dynamic Disks não estão disponíveis na XP Home Edition ou em Mobile Computers.

10. Quando se instala um XP, o sistema configura todos os discos como Basic Disks

11. Os Dynamic Disks requerem o ACPI

12. Pode instalar-se um XP sobre um Dynamic Disk

13. Não se pode extend um Dynamic Disk que contenha uma System ou Boot Partition

14. Não podem ser Dynamic Disks:

a. Discos removíveis

b. Discos USB

c. Discos Firewire

d. Discos de Cluster

15. Para que se possa fazer um upgrade de Basic para Dynamic Disks tem que haver 1 Mb de espaço não alocado, reservado automáticamente pelo XP, mas inexistente em upgrades para XP

16. Quando se converte uma System ou Boot Partition para Dynamic DIsk esta conversão ocorre depois de um restart. As outras partições são convertidas imediatamente, sendo todos os programas que usam alvo de um force dismount. Se tal não fôr possível (p.ex. por causa de um pagefile) só ocorre depois de um restart. O Commit Changes já não é necessário.

17. diskpart.exe e o fsutil.exe

18. Não se pode fazer dual boot num sistema upgraded de Basic para Dynamic Disk

19. Não se pode mudar facilmente um Dynamic Disk para Basic Disk. Antes tem que se apagar todos os Dynamic Volumes e usar depois o Convert to Basic Disk

20. Como o upgrade de Basic para Dynamic é por disco físico, todas as partições ou volumes têm que ser ou dynamic ou basic.

21. Quando se mudam Dynamic Disks de computador tem que se fazer um Rescan Disks e Foreign Disk. Todos os discos de um Stripe Set ou de um Volume devem ser movidos juntos. Se faltar um disco o Stripe Set ou o Volume ficarão inutilizáveis. Pode usar-se o diskpart.exe para importar-se discos.

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Basic Disks

1. Pode criar-se até 3 partições primárias e uma Extented num Basic Disk ou até 4 partições primárias.

2. Os Basic Disk guardam a informação de configuração num master boot record (MBR) que é guardado no primeiro sector de um disco rígido.

3. Não pode haver mais do que um Extended Disk num disco físico

4. Uma Primary Partition é necessária para um XP System Partition

5. Um disco só pode ser ou Basic ou Dynamic

6. Só as Extended Partition podem ter Logical Partitions

7. As Logical Partitions não podem ser Activas (isto é, não podem conter uma XP System Partition)

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System Partition e Boot Partition

1. A System Partition contêm os ficheiros de que o XP precisa para bootar. Estes incluem o ntldr, ntdetect.com e o boot.ini, entre outros.

2. A Boot Partition contêm os ficheiros de sistema do XP, geralmente em c:\windows

3. A System e a Boot Partition não têm que estar na mesma partition, mas a System Partition tem que existir numa Primary Partition

4. A System Partition contém o ntldr e o ntdetect.com entre outros

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Power Management

1. O Advanced Power Management (APM) era popular no tempo do Windows 2000, mas foi ultrapassado pelo Avanced Configuration and Power Interface (ACPI). Para óptimo power control, o XP deve usar o ACPI.

2. Se fez um upgrade ao BIOS de forma a que o computador passe a suportar o ACPI deve reinstalar o XP de forma a que este o possa passar a utilizar.

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Gerindo Hardware Profiles

Nota Introdutória: Este Post é o primeiro de vários que pretendem auxiliar quem esteja a estudar para o Exame 70-270 do Microsoft Official Curriculum MOC2272 “Installing, Configuring, and Administering Microsoft Windows XP Professional”. O texto não prima pela sua desenvoltura nem correcção, misturando termos portugueses com expressões inglesas. É intencional e pretende apenas auxiliar no processo de memorização.

1. Os hardware profiles guardam configurações no registry para uma colecção de devices e services. Um bom exemplo do seu uso é um portátil que é usado numa doca ou em casa, envolvendo configurações de rede diferentes

2. Os devices num hardwrae profile são enable ou disable no Device Manager

3. Na instalação, o XP cria um único hardware profile chamado Profile 1 (Current), que pode ser renomeado

4. Surge a opção de escolha de um hardware profile no arranque, sempre que houver mais do que um

5. É possível criar tantos hardware profiles quantos se quiser

6. Um hardware profile também pode guardar o estado (enable ou disable) de um service

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sQuid S2-25: Como se chamava este personagem?

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Categories: Quids S6, sQuids S2 | 12 comentários

O livro “A Papisa Joana” vai ser passado a cinema pelo realizador alemão Volker Schlondorff

Talvez se recordem DESTE meu post anterior sobre o livro “A Papisa Joana”… Se sim, saibam que o realizador alemão Volker Schlondorff vai filmar este ano na Bulgária um filme baseado no livro que descreve a vida atribulada de Joana, uma mulher que no misógamo século IX se fez passar por homem, e que após uma carreira como frade e depois, como médico do Vaticano foi eleita Papa, um cargo que ocupou enquanto “homem” até ao momento em que deu à luz, em plena procissão em Roma…

Estou curioso para ver a reacção do Ultracatólico Papa Ratzinger e da turba que se move sempre que um filme vagamente polémico para com o Cristianismo chega às salas de cinema…

E será que… esta gaffe do açúcar também vai surgir no filme?

Fonte: RTP

Categories: Alquimia, Cinema, Educação, Livros | 15 comentários

Quid S7-24: A que série de televisão pertencia este personagem?

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Dificuldade: 1

Categories: Filmes, Quids S7 | 2 comentários

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A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

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