O Google e o “Monte Hitler”


(http://www.live-pr.com)

O presidente de um pequeno munícipio alemão pediu ao Google Earth que retirasse todas as referências a um monte vizinho, de nome “Monte Hitler” do seu serviço, afirmando que o “monte foi apenas conhecido como Monte Hitler, durante um pequeno período de tempo, durante a vigência do III Reich, mas que com o fim do regime nazi, regressou ao seu nome original, o bem mais cinzento… Monte Heigelkopf.

O curioso é que esta referência geográfica já foi reconhecida pela Google, como sendo um “acidente técnico”, mas como é que o nome foi introduzido no Google? Obviamente por algum alemão trabalhando na Google Alemanha que o introduziu com evidentes propósitos políticos…

Fonte: Reuters

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Categories: Sociedade, Wikipedia | 9 comentários

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9 thoughts on “O Google e o “Monte Hitler”

  1. Ó RUi, temos que ter cuidado senão ainda aparece aí por Lisboa um monte Santana… 😀

  2. safa!
    era para arrasar, já!

    e de qualquer modo, poderíamos mesmo fazer um monte “santana”, mas não de terra, mas sim de asneiras e vento… duas coisas que abundam em torno de Santanaz!

  3. Nito

    Petição para levar Santana, Durão, Portas e Major Loureiro para formarem partido de oposição ao Mogabe no Zimbabwe…
    Eu assino.

  4. Acho bem que se retire e que o nome original volte. Ando precisamente a ler um livro que é um relato vivo de alguém dos campos de extermínio. Não posso nem falar sobre isso, tal é o meu estado de alma…Não me apetece brincar.
    Abraços

  5. Map proves Portuguese discovered Australia: new book
    Wed Mar 21, 2007 6:25AM EDT
    By Michael Perry

    SYDNEY (Reuters) – A 16th century maritime map in a Los Angeles library vault proves that Portuguese adventurers, not British or Dutch, were the first Europeans to discover Australia, says a new book which details the secret discovery of Australia.

    The book “Beyond Capricorn” says the map, which accurately marks geographical sites along Australia’s east coast in Portuguese, proves that Portuguese seafarer Christopher de Mendonca lead a fleet of four ships into Botany Bay in 1522 — almost 250 years before Britain’s Captain James Cook.

    Australian author Peter Trickett said that when he enlarged the small map he could recognize all the headlands and bays in Botany Bay in Sydney — the site where Cook claimed Australia for Britain in 1770.

    “It was even so accurate that I found I could draw in the modern airport runways, to scale in the right place, without any problem at all,” Trickett told Reuters on Wednesday.

    Trickett said he stumbled across a copy of the map while browsing through a Canberra book shop eight years ago.

    He said the shop had a reproduction of the Vallard Atlas, a collection of 15 hand drawn maps completed no later than 1545 in France. The maps represented the known world at the time.

    Two of the maps called “Terra Java” had a striking similarity to Australia’s east coast except at one point the coastline jutted out at right angles for 1,500 km (932 miles).

    “There was something familiar about them but they were not quite right — that was the puzzle. How did they come to have all these Portuguese place names?,” Trickett said.

    Trickett believed the cartographers who drew the Vallard maps had wrongly aligned two Portuguese charts they were copying from.

    It is commonly accepted that the French cartographers used maps and “portolan” charts acquired illegally from Portugal and Portuguese vessels that had been captured, Trickett said.

    “The original portolan maps would have been drawn on animal hide parchments, usually sheep or goat skin, of limited size,” he explained. “For a coastline the length of eastern Australia, some 3,500 kms, they would have been 3 to 4 charts.”

    “The Vallard cartographer has put these individual charts together like a jigsaw puzzle. Without clear compass markings its possible to join the southern chart in two different ways. My theory is it had been wrongly joined.”

    Using a computer Trickett rotated the southern part of the Vallard map 90 degrees to produce a map which accurately depicts Australia’s east coast.

    “They provided stunning proof that Portuguese ships made these daring voyages of discovery in the early 1520s, just a few years after they had sailed north of Australia to reach the Spice Islands — the Moluccas. This was a century before the Dutch and 250 years before Captain Cook,” he said.

    Trickett believes the original charts were made by Mendonca who set sail from the Portuguese base at Malacca with four ships on a secret mission to discover Marco Polo’s “Island of Gold” south of Java.

    If Trickett is right, Mendonca’s map shows he sailed past Fraser Island off Australia’s northeast coast, into Botany Bay in Sydney, and south to Kangaroo Island off southern Australia, before returning to Malacca via New Zealand’s north island.

    Mendonca’s discovery was kept secret to prevent other European powers reaching the new land, said Trickett, who believes his theory is supported by discoveries of 16th century Portuguese artifacts on the Australian and New Zealand coasts.

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  6. Golani

    um ligeiro aparte:

    não eras tu que não gostavas dos especuladores bolsistas que não investem na agricultura como o Berardo ?

    pois bem, o tipo consegue fazer as duas coisas…ehehe

    Entrada em Bolsa é objectivo
    Berardo compra Caves Aliança

    O empresário adquiriu a maioria do capital da empresa vitivinícola por 11 milhões de euros. Esta participação irá juntar-se aos restantes investimentos na área dos vinhos com o objectivo de dispersar o capital no mercado de capitais.

    Onze milhões de euros é o que Joe Berardo vai pagar às Caves Aliança para se tornar o seu accionista maioritário. O empresário madeirense ficará a deter 60% daquela empresa.
    O negócio foi assinado esta semana e tem por objectivo cotar em bolsa a breve prazo a «holding» Bacalhôa Vinhos de Portugal, que já detém a Quinta do Carmo, a Quinta das Ânforas, Quinta dos Loridos, Quinta da Bacalhôa, Quinta da Bassaqueira e 32% da sociedade por quotas Carmo&Silva, a «holding» de topo do grupo Sogrape.
    “Onze milhões de euros é o valor que já está acordado, mas o investimento nas Caves Aliança pode ainda ser maior”, afirma Berardo, que já era parceiro da «holding» de Fernando Castro através da sua participação no Grupo dos Sete.

    http://expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content_id=382666

  7. olá

    se gostas de cinema vem visitar-nos em

    http://www.paixoesedesejos.blogspot.com

    todos os dias falamos de um filme diferente

    paula e rui lima

  8. Nito: Ora aí está uma bela solução para os problemas da nossa política! Tudo para o Zimbabwe, também conhecido como o país-que-seria-a-Madeira-se-o-Jardim-conseguisse-a-independência!…

    Tb: nem este foi um erro, nem uma brincadeira… a substituição teve uma clara conotação política, e foi induzida directamente por alguém trabalhando na google alemanha, ao que se sabe…

    Caravela: E eis que se prova (será de vez?…) aquilo que se suspeitava hà muito… que não foram os piratas ingleses ou holandeses que descobriram a Austrália, mas cá a malta dos cinco costados… E folgo em vê-lo regressado… Momus… Tudo na mesma presumo?… A minha mulher está agora na mesma senda que a sua…

    Golani: Era pois! Sou eu mesmo! “não eras tu que não gostavas dos especuladores bolsistas que não investem na agricultura como o Berardo ?” Mas olha que não vejo aqui investimento na agricultura… Apenas mais uma jogada especulativa para sair logo a seguir, com mais-valias e zero investimento… Berardo (sei tb que não o aprecias grandemente) prova mais uma vez ser apenas isso: um tubarão especulador que não sabe ganhar dinheiro criando riqueza, apenas especulando com a mesma e com virtualidades improdutivas e que não criam um posto de trabalho nem aumentam o PIB nacional… Em suma, o “anti-empreendedor” consumado…

  9. Nito

    Não sou fã do John Garden, mas depois de tanto insulto, acho sinceramente que se devia por um lado dar a independência à Madeira (na eventualidade de ser ocupada por Marrocos ou Espanha…) e por outro lado cortar todo e qualquer apoio, investimento, retirar empresas públicas, equipamentos, etc… tudo o que fosse propriedade do estado era retirado, não havia equipas de futebol ou de qualquer outro desporto nos campeonatos nacionais, deixava de existir o Euro como moeda na Madeira, passava-se a ter o “Jardino”, nem vôos da TAP ou Portugália, EDP, TMN,PT…ia tudo embora !!!

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