2007 foi um ano muito para quem é… bilionário…


(http://s104310130.onlinehome.us)

Segundo a revista Forbes o número de bilionários no Mundo subiu para quase mil em 2007. E, ainda mais interessante, a sua riqueza subiu 35% para um valor perto dos 3,5 triliões de dólares…

Estes bilionários não estão a enriquecer na Indústria, no Comércio, na Agricultura, em suma, em nenhum sector produtivo… Este crescente enriquecimento resulta sempre (segundo a Forbes, pelo menos) de investimentos nos Mercados de Acções e em bens imobiliários e são a consequência de um excelente ano para os Mercados de Acções um pouco por todo o Mundo, claramente em contracorrente às economias reais que tiveram desempenhos bem menos positivos…

O facto dos Estados Unidos serem o país do mundo onde mais bilionários vivem (415 da lista de 943) indica aliás a origem deste crescente enriquecimento: o Mercado Accionista… Ou seja, Especular rende hoje muito mais do que criar uma indústria ou explorar uma qualquer actividade agrícola ou mineira… A produção de bens e equipamentos torna-se assim um parente pobre da actividade económica, ultrapassada pelas actividades improdutivas e estéreis da especulação bolsista… E assim se multiplicam os Berardos e se rarificam os Nabeiros… A uma escala global e imensamente maior do que aquilo que se passa aqui na nossa pequena tasca…

Fonte: Al Jazeera

Categories: Economia, Política Internacional, Sociedade, Websites | 16 comentários

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16 thoughts on “2007 foi um ano muito para quem é… bilionário…

  1. Pedro Tavares

    Não aprecio especuladores, pelo menos os Berardos cá do nosso quintal, mas também não posso fazer a mesma leitura “crua” que fazes Rui.
    É certo que a acção directa deste senhores não cria produto, mas o dinheiro que ganham e também gastam, pois ele não fica parado num cofre, acaba muitas vezes por ser usado no financiamento de mil e uma empresas capazes de realizar produto.
    Convenhamos, a maior parte destes especuladores já nem faz a mínima de onde tem aplicada a sua fortuna, são os bancos de investimento que gerem o dinheiro destes senhores e os bancos melhor do que ninguém sabem que a força do dinheiro (dos clientes e lá está dos bancos) está naquilo que cria produto e parte dos seus investimentos são orientados impreterivelmente para o sector produtivo.

  2. Pedro Tavares

    Rui: Só mais uma coisa, não nego como é óbvio que a especulação dá grandes lucros aos senhores do capital, e que aqueles que se dedicam em exclusivo (existem por aqui alguns) a promover e destruir OPA’s como lhes dá na gana, são umas sanguessugas, que não querem saber se estas fusões e aquisições têm sempre como resultado a extinção de mais umas quantas centenas ou milhares de postos de trabalho.

  3. Isto só prova que o mal está no sistema e que é ele o inimigo a combater. Tanto faz quem governa, que acaba sempre a fazer a politica desses Senhores. Mais dia menos dia isto vai ter de acabar.
    abraço

  4. Este cenário conduzirá invariavelmente à ruina. Pois vamos chegar a um ponto em que a ecónomia especulativa não se vai conseguir sustentear sem os sectores principais tais com a industria e a agicultura e aí será o desastre…
    Um Abraço.

  5. Golani

    este post (bem como os respectivos comentários) é um chorrilho de clichés e lugares comuns, que como quase sempre não correspondem à realidade

    faz-me lembrar aquela história do Presidente da URSS que em visita à Suécia vira-se para o PM e diz “Nós, na URSS acabamos com os ricos”, ao que o PM sueco responde ” Nós, na Suécia queremos é acabar com os pobres”

    A evolução do mercado accionista tem sido positiva desde 2003, depois ter caído significativamente após a bolha tecnológica de 99/2000, e um reflexo da evolução positiva da economia mundial cujo PIB tem crescido a tx de 4,5%,….na índia e China (bem como Brasil, Rússia…) essa evolução é ainda mais espantosa com tx de 8,9, 10%…graças à globalização e ao capitalismo

    nos mercados financeiros assistimos nos últimos anos uma subida brutal nos preços das commodities: cobre, oil, ouro, prata, urânio….porquê ? por causa em grande parte do aumento da procura dos países como a China e índia para alimentar o seu crescimento brutal: infraestruturas, industrias etc…

    a “bolha imobiliária” verifica-se por causa das baixas tx de juro nos últimos anos(em particular no US e Europa), estiveram em mínimos em 2003 para fomentar o crescimento económico: promover o investimento e incentivar o consumo

    quanto aos bilionários, que tal analisar o TOP 10:

    1. Bill Gates – USA
    fundador da Microsoft, um visionário, sem ele provavelmente não estaríamos a escrever num blog, uns 90% dos computadores no mundo correm o sistema operativo Windows
    Dedica agora grande parte do seu tempo (e alocou grandes verbas da sua fortuna pessoal) na Fundação Bill Gates que combate doenças como a Malária, Sida, Hepatite em África
    A Microsoft emprega 71,000 pessoas

    2. Warren Buffett – USA
    o verdadeiro investidor, investe em empresas maduras com tx de crescimento sólidas e estáveis a médio e longo prazo, posição antagónica aos “especuladores bolsistas”
    o ano passado comunicou que vai doar 85% da sua fortuna à Fundação Bill Gates, é conhecido por ter gostos simples, vive na mesma casa com a sua esposa à décadas e conduz o mesmo carro há anos (penso que o trocou recentemente)

    3. Carlos Slim Helu – México
    tycoon das telecomunicações no México ( a Telmex tem uma participação na Portugal Telecom)

    4. Ingvar Kamprad – Suécia
    Fundador da IKEA, empresa de mobiliário moderno e com design a preços muitos acessiveis
    Em Portugal instalou recentemente uma loja que emprega cerca de 100 pessoas e vai abrir outra, no verão, na zona do Porto, adicionalmente vai montar uma fábrica de móveis em Paços de Ferreira
    A Empresa tem bastante preocupações ecológicas, fair trade e igualdade
    Ingvar vive numa casa simples mobilada com moveis Ikea, conduz uma carrinha volvo de 82
    Qd veio a Lisboa visitar a loja Ikea, ficou uma pensão na Baixa e foi de autocarro até Alfragide.
    A Ikea não está cotada em Bolsa, emprega 103,500 pessoas a nível mundial

    5. Lakshmi Mittal – India
    Indústria do aço, dono da Mittal, o ano passado iniciou uma nova moda: compra de grandes empresas ocidentais por empresas dos países emergentes, com a opa sobre a Arcelor na Europa.
    O Grupo Arcelor-Mittal emprega 330,000 pessoas

    6. Sheldon Adelson – USA
    Industria do Jogo e Entretenimento/Turismo, é dono de hotéis e casinos. Investidor forte em Macau

    7. Bernard Arnault – França
    Dono da LVMH que detém as marcas de luxo: Moet Hennessy Louis Vuitton, Dom Pérignon, Fendi, Tag Heuer (a empresa tem crescido bastante nos paises emergentes: India, Rússia e China )
    Emprega 54,000 pessoas

    8. Amancio Ortega – Espanha
    Vive na Corunha, Galiza aqui perto….dono da Inditex ( que inclui a Zara entre outras marcas), é um grande cliente da Industria têxtil no Norte de Portugal, sem ele muitas empresas teriam que fechar
    Emprega 66,000 pessoas

    9. Li Ka-shing – Hong Kong, China
    O homem mais rico da Ásia, tem interesses em várias áreas: logística, utilities, telecomunicações….
    É conhecido por ser um homem de gostos simples.
    Ao longo da sua vida terá já doado um total de 1 bilião de dólares para filantropia

    10. David Thomson – Canadá
    junto com a família detém 70% do conglomerados do media electrónica Thomson Corp.
    emprega 38.000 pessoas

    com a excepção de Mittal (India), Arnault (França) e Thomson (Canadá) que herdaram parte da sua fortuna, todos os outros são self mad men

  6. Golani:

    Bem, perante isto “é um chorrilho de clichés e lugares comuns, que como quase sempre não correspondem à realidade”, não vale a pena comentar nada, pois não?…

    ou seja, para quê replicar, se o escrevesse não fosse mais um “um chorrilho de clichés e lugares comuns, que como quase sempre não correspondem à realidade”.

    e como detesto perder o meu escasso tempo… este comentário fica sem a habitual e devida réplica.

  7. Pedro Tavares:

    pedro, isto por aqui é um espaço de crítica, não é propriamente um repositório de teses académicas… por isso é um local onde tendo a simplificar e a sumarizar por vezes em excesso, sempre ciente de que ninguém lê posts (e comentários…) com mais de uma página, isto é, que não caibam num écran e que obriguem a scroll down… por isso, posso parecer excessivamente simplista, por vezes. Mas esta é a minha posição fundamental: desligar as Bolsas da Economia real é pernicioso a médio prazo, porque devia capital do seu devido destino que é o reinvestimento no sector produtivo e porque não produz riqueza na forma de bens produzidos, apenas capital desligado de bens e inútil económica e socialmente… pode ser uma posição muito “marxista” para alguns, mas ainda me lembro de ouvir o professor marcelo nas suas aulas teóricas de teoria do direito a defender, que marx estava quisessemos ou não, na base de todas as modernas teorias económicas… por isso não devo destoar assim tanto da maioria! 😉

    “Não aprecio especuladores, pelo menos os Berardos cá do nosso quintal”
    -> Nem eu… acho especialmente incomodativo o abjecto rastejanço dos nossos Media pela personagem… provavelmente resultante da aspiração a algum tacho como “assistente de imprensa”, ou isso…

    “É certo que a acção directa deste senhores não cria produto, mas o dinheiro que ganham e também gastam, pois ele não fica parado num cofre, acaba muitas vezes por ser usado no financiamento de mil e uma empresas capazes de realizar produto.”
    -> mas não há hoje no mundo um excesso de liquidez? e isso não advém desses senhores serem hoje tão ricos que simplesmente não conseguem gastar o que ganham? E se cada vez menos são mais ricos, isso não reduz a faixa de consumidores e prejudica assim o bom rendimento das economias? Isto é, até quanto é que pode mesmo um tipo muito-muito-muito rico consumir? E aquilo que estes consomem… onde é mesmo fabricado se não na China e na India a custos laborais imensamente prejudiciais para os locais e a custo de um enriquecimento moderado de uma pequena faixa dessas populações?

    “Convenhamos, a maior parte destes especuladores já nem faz a mínima de onde tem aplicada a sua fortuna, são os bancos de investimento que gerem o dinheiro destes senhores e os bancos melhor do que ninguém sabem que a força do dinheiro (dos clientes e lá está dos bancos) está naquilo que cria produto e parte dos seus investimentos são orientados impreterivelmente para o sector produtivo.”
    -> E em fusões… cada vez maiores e mais frequentes, em prejuízo da Sã Concorrência, da competição dos preços e da eficiência e a favor da cartelização e formação de trusts que cada vez se assemelham mais aos da standard oil nos EUA…
    -> E se são orientados para o sector produtivo, são-no com juros proibitivos para a saúde económica das empesas que financiam! veja-se o caso português, onde os lucros brilhantes da banca correm em contracorrente contra o desempenho da restante economia?… porque é que o sector financeiro parece cada vez mais desligado da economia real? será que é uma consequência da crescente virtualização do mesmo e de peso explosivo do mercado de acções nas carteiras de fundos destes bancos de investimento e dos grandes bancos de retalho?

    “Rui: Só mais uma coisa, não nego como é óbvio que a especulação dá grandes lucros aos senhores do capital, e que aqueles que se dedicam em exclusivo”
    -> Sim… por exemplo, os imorais lucros de Amorim ao entrar na Galp sem que nela tivesse investido um tostão…

    “(existem por aqui alguns) a promover e destruir OPA’s como lhes dá na gana, são umas sanguessugas, que não querem saber se estas fusões e aquisições têm sempre como resultado a extinção de mais umas quantas centenas ou milhares de postos de trabalho.”
    -> Quanto a esta OPA já muito escrevi… mas penso que ficou a ganha e o Emprego

  8. Os comentários a este post fizeram-me tirar uma antologia de Gandhi da prateleira e transcrever um pouco.

    A exploração dos pobres pode ser extinguidanão por efeito da destruição de alguns milionários, mas pela remoção da ignorância dos pobres e por se ensinarem a não cooperar com os seus exploradores. os exploradores também têm que ser convertidos. tenho mesmo sugerido que ambos se podem tornar sócios com partes iguais. O capital em si mesmo não è um mal. de uma forma ou outr o capital será sempre preciso.

    A completa renúncia aos bens è uma coisa que até mesmo entre o povo comum poucas pessoas são capazes.Tudo o que legitimamente se pode esperar da classe dos ricos è que eles utilizem os seus talentos nos negóciose se sirvam deles para serviço da sociedade. Insistir em mais que isso pode ser a morte da galinha dos ovos de ouro.

    E para baixar o nivel de aimsha deste comentário deixem-me atirar para os dois lados. a concentração de capital è necessária, e se possivel deve ser orientada por pessoas com visão e agressividade. A razão porque deter capital dá grandes lucros è porque è um “serviço” necessário à economia. Por outro lado: Se apontar os defeitos do modelo economico global è um chorrilho de lugares comuns, palavras como “self-made-man” e ” Fundação de f. doou %d milhões de dólares para Random(causa)” è o quê?

    Na minha opinião os especuladores de bolsa não me metem medo, ela sobe sobe, e algum dia vai descer, depois recomeça o ciclo. As injustiças do capital só têm poder sobre os escravos do capital. …uma OPA fará barulho se fôr lançada no meio de uma floresta?…

  9. o egoísmo pessoal que leva os mais ricos dos ricos, desta lista, a preferirem ficar ainda mais ricos especulando e não reinvestindo em emprego e crescimento real as suas fortunas e rendimentos é humano e compreensível. Mas não é justo nem economicamente útil, e é esta em suma a minha posição… a Bolsa vai cair em grande estrondo? não é impossível (deja vu…), mas existem hoje muitos mecanismos para impedir um colapso global e este tem sido evitado apesar de todos os recentes grandes sustos (o caos na Ásia foi o mais grave de todoss)… Vão estourar, sim, mas não por um mega Crash. Vão estourar pq a Economia Real está hoje tão separada desta economia virtual onde se move a maioria do Capital que a segunda vai simplesmente deixar de se poder autoalimentar e porque esta vai exaurir de Capital a primeira, já que investir no mundo real é cada vez mais arriscado e menos rentável do que investir neste mundo virtual do Mercado Bolsista e de Capitais…

  10. Golani

    o que se está a assistir actualmente na economia mundial é uma bolha de crédito (ou divida), é isto que está por detrás da enorme liquidez no mercado
    e é isso que está a puxar pelo consumo, pelas vendas das empresas, pelos resultados corporativos, pela bolsa, pelo imobiliário ( esta subida é uma consequência, não uma causa)

    dados que os bilionários (muitos deles accionistas maioritários das empresas que fundaram e que estão cotadas em bolsa) beneficiam da subida das acções

    mas tb os cidadãos “normais” beneficiam, basta olhar para os US….a facilidade com se consegue dinheiro/crédito permite um aumento do rendimento dos cidadãos que teve consequências no mercado imobiliário (bolha) bem como aumento de consumo, que faz crescer a economia, em particular na Ásia, que são quem produz para vender aos “americanos”

    o que se receia actualmente é um “bust” desta bolha de crédito e recessão da economia americana, quedas das bolsas….e no processo arrastando as economias e bolsas dos países terceiros (desde Europa à Ásia).

    A Bolsa, tal como a Economia, passa por ciclos de altos e baixos….no mercado accionista, que sobe desde 2003, 2007 poderá ser o ano da inversão…

    o que sabemos é que no longo prazo as “acções” é a classe de activos que apresenta melhores retornos ( em média 10% ano no longo prazo)….exactamente por no longo prazo corrigem as ineficiências de curto prazo (bolhas, especulação…) e funcionam como reflexo da economia real….e
    como empiricamente qq um pode observar, ao longo dos anos os países capitalistas ocidentais, as pop. apresentam níveis crescente rendimento real, bem estar, conforto material….realidade essa que se observa agora nos paises emrrgentes como a India e a China (que sozinhos representam 1/3 da pop. mundial)

  11. Pedro Tavares

    Podemos (todos nós) até dizer algumas banalidades, mas acredito que nós não somos nada banais, ainda este fim de semana estava com um amigo meu e em conversa chegamos à conclusão que estes temas que aqui são postados, não despertam o mínimo interesse na maioria da população (tirando obviamente os da Evangeline Lilly).

    Sim escrevemos algumas banalidades, mas já é muito bom sinal estarmos interessados, já só nos falta passar para a acção.

    Abraços

  12. Golani

    este post (bem como os respectivos comentários) é um chorrilho de clichés e lugares comuns, ”

    este meu cometário anterior (um pouco bruto, admito) refere-se a alguns aspectos do post e a alguns comentários, tais como:

    “Ou seja, Especular rende hoje muito mais do que criar uma indústria ou explorar uma qualquer actividade agrícola ou mineira… A produção de bens e equipamentos torna-se assim um parente pobre da actividade económica, ultrapassada pelas actividades improdutivas e estéreis da especulação bolsista”

    “Isto só prova que o mal está no sistema e que é ele o inimigo a combater.”

    “Este cenário conduzirá invariavelmente à ruina. “

  13. Pedro Tavares

    Golani: Achei as ferramentas do Google o máximo, belo link.
    O jeito que me tinham há uns anos na faculdade….

  14. Golani

    Entrevista a Donald Trump, bilionário e um dos maiores investidores imobiliários, sobre a situação actual na América ( Bush, Iraque…)

    http://www.liveleak.com/view?i=01e_1174091038

  15. Golani

    “Between 2000 and 2003 alone, foreign firms built 60,000 manufacturing plants in China. European chemical companies, Japanese carmakers, and US industrial conglomerates are all building factories in China to supply export markets around the world. Similarly, banks, insurance companies, professional-service firms, and IT companies are building R&D and service centers in India to support employees, customers, and production worldwide.”

    (“The Globally integrated Enterprise” Samuel Palmisano, Foreign Affairs page 130)

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