Daily Archives: 2007/03/13

Navarra, a sua Independência Energética e das Virtudes do Bom Governo: Local e Regional


(http://www.acciona-energia.com)

Enquanto a União Europeia se coloca na ambiciosa posição de produzir 20% de toda a sua energia a partir de fontes renováveis e Fujão Barroso se passeia no seu SUV-comilão Tuareg 4×4 (ver AQUI) aqui mesmo ao lado, na região de Navarra, em Espanha, já se recolhe do Sol e do Vento mais 70% de toda a energia consumida… Um valor que ultrapassa em muito… 10 vezes mais! A média europeia…

Por todo o país funcionam mais de mil moínhos de vento, os quais deram origem a uma próspera industria local que exporta equipamentos semelhantes para todo o mundo, e onde se destaca a Acciona Energia. A empresa especializou-se na produção energia limpa, desde a Eólica, até Biomassa, Minihídricas, Solar, Biocombustíveis, etc.

Este exemplo, tão perto de nós, demonstra como é mais fácil administrar e governar melhor a escalas pequenas e como um governo mais próximo das populações e dos seus interesses pode administrar melhor a Coisa Pública que este “Governo Central” que administra em Portugal tão centralista e estatista… Com efeito, geralmente, a uma menor escala corresponde uma gestão mais eficiente e esta situação exemplar em Navarra não se deve aos méritos do governo de Madrid, mas às virtudes do modelo autonómico espanhol, aplicado aqui em Navarra.

Por outro lado, esta situação ilustra também as virtudes das Economias Regionais, com o florescimento de empresas locais, criadas para suprir uma necessidade local e que fornecem Emprego localmente e criam riqueza regionalmente, e que usam os lucros desse seu bpm desempenho para Exportar e recuperar para a Região as Divisas de que esta precisa para adquirir outros produtos que não tem condições para produzir localmente. São de empresários assim que precisamos e não de “empreendedores” como Berardo (que emprega menos de 20 pessoas em Portugal) e que embora sejam adulados pelos Media limitam os seus investimentos a especulações bolsistas que nenhuma riqueza trazem ao País e a Belmiros que desperdiça o seu génio e os seus recursos financeiros a tentar adquirir a maior empresa portuguesa, em vez de tentar criar uma nova, ou a desenvolver aquela que já tem… Um e o outro são o fruto da década de 80, a mesma onde Navarera começou a investir seriamente na libertação da dependência energética e onde em Portugal, os “gurus” da Economia recomendavam uma viragem da Economia para o Sector dos Serviços e para o Sector Financeiro (Banca e Seguros). Agora, vemos o resultado desta orientação estratégica, com uma erosão crescente e dramática da Criação de Riqueza e do Emprego.

O sucesso Navarro indica também outro detalhe quanto ao modelo que devemos seguir: o de deixar às empresas e à iniciativa privada aquilo que elas melhor sabem fazer: a criação de riqueza e de dinâmicas de sucesso… Se o Governo pode propiciar este desenvolvimento, através do lançamento de concursos, de políticas fiscais agressivas ou até através de subsídios, cabe sempre aos privados libertarem-se de uma dependência que é na sua essência nociva e que devia deixar para eles a maior parcela de responsabilidade na condução das Economias Regionais, através da criação de empresas locais, de pequena ou média dimensão, capazes de criarem mais empresas e empregos a montante e a jusante, respondendo a necessidades locais e dinamizando a economia regional.

Este é precisamente o modelo de desenvolvimento em que acreditamos:

1. Ecologicamente sustentado, com um quase total independência dos combustíveis fósseis;

2. Fundado numa Economia Regional, autónoma e independente dos interesses dos grandes grupos económicos e das Multinacionais;

3. Fundado na Investigação Científica, na Indústria “Verde” e no Emprego.

Exemplificado aqui, no modelo seguido em Navarra desde meados da década de Oitenta.

Fonte: Portugal Diário

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Categories: Ecologia, Economia, Movimento Internacional Lusófono | 7 comentários

sQuid S2-9: A que filme pertence esta imagem?

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Categories: Quids S6, sQuids S2 | 6 comentários

Os Lançadores de Foguetes Múltiplos de 8 cm

O Lançador Múltiplo de 8 cm foi, à semelhança do NbWf 42, inspirado na Katyuska soviética. O projecto arrancou no começo de Março de 1942 sob o controlo directo das Waffen SS e destinava-se a ser utilizado pelas suas divisões de élite. Os veículos de teste eram meia-lagartas capturados durante a Campanha de França.

O lançador de 8 cm tinha 24 carris duplos e era assim capaz de lançar 48 ogivas numa única salva. Embora os testes realizados fossem altamente satisfatórios, o sistema não foi introduzido em larga escala nas unidades de frente devido aos elevados custos de construção e manutenção. Mas a principal razão que impediu a introdução deste sistema reside numa ordem de Dornberger parando a produção de série sob a alegação que o avanço tecnológico que este veículo representava não era vital porque o programa soviético de foguetes havia estagnado em 1934-1936 e que a Alemanha já possuía neste domínio uma vantagem considerável.

Os poucos veículos operacionais construídos foram concentrados em Março de 1943 na Bateria de Lançadores das SS (com 10 lançadores), mais tarde redesignada Unidade de Lançadores SS 506.

Categories: As "Armas Secretas" da Alemanha Nazi | Deixe um comentário

Quid S7-9: Que forte é este?

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Dificuldade: 4

Categories: Filmes, Quids S7 | 10 comentários

Depois de 200 anos de serviços exemplares, os Gurkhas do Exército Britânico conseguem direitos idênticos aos dos seus companheiros britânicos


Soldado Gurkha em operações no Afeganistão (http://www.army.mod.uk)

Finalmente, depois de séculos de serviços prestados à Coroa Britânica e tantas vezes recompensados apenas com o sangue e as vidas derramadas, os soldados Gurkhas conseguiram obter do Governo de Sua Magestade pensões e direitos de Férias idênticos às dos restantes militares das forças britânicas.

O processo começou há dois anos, sob pressão de associações Gurkhas no Nepal, de onde são oriundos estes famosos e eficientes mercenários do Exército Britânico, o Ministério da Defesa do Reino Unido cedeu nas posições anteriores que defendiam que os Gurkhas que regressavam ao seu país natal deviam seguir os padrões de vida locais no que concerne ao níel das suas pensões. Mas o argumento começou a cair por terra porque a maioria dos soldados Gurkhas que se retiram ficam no Reino Unido e nunca mais regressam ao Nepal, tendo que sobreviver no Reino Unido com uma pensão que é… Seis vezes inferior à dos seus congéneres britânicos…

Infelizmente, a medida não vai englobar os 22 mil Gurkhas que já se retiraram do serviço activo e que vivem no Reino Unido, mas com pensões compatíveis apenas com o nível de vida no Nepal…

Existem actualmente 3400 soldados Gurkhas ao serviço do Exército Britânico reunidos na Brigada Gurkha actualmente cumprindo missões no Afeganistão e que resultam de uma das selecções mais exigentes de todo o mundo… Todos os anos 28.000 jovens nepaleses concorrem e apenas 200 são escolhidos através de um conjunto de provas físicas extremamente exigentes, mas que produzem um dos corpos militares mais eficientes do mundo com provas dadas na Guerra das Falklands e mais recentemente durante as operações de pacificação em Timor Leste, após a Independência.

Fontes:

BBC Online

Times Online

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 10 comentários

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