Daily Archives: 2007/03/06

Será que vamos ter um… “Programa Polar Português” e para quando… uma Base Permanente?


Base Polar Neozelandesa “Scott”

O partido “Os Verdes” propôs a adesão de Portugal ao Tratado da Antárctida. Esta adesão, a concretizar-se, vai reforçar os pedidos realizados pelos cientistas portugueses que realizam trabalhos no Pólo Sul no sentido de criar um “Programa Polar” português.

Já por AQUI abordei esta necessidade de Portugal estabelecer uma base permanente no Continente gelado, à semelhança do que já fizeram a Bulgária e o Uruguai, países bem mais pobres do que nós… Até ao momento os nossos cientistas têm trabalho no Pólo integrados em missões internacionais, sempre dependendo da colaboração e vivendo nas bases brasileiras, bulgaras, espanholas ou dos EUA.

Os nossos cientistas polares ainda não pedem uma base permanente portuguesa, sabedores das crónicas dificuldades orçamentais lusas e do apertado cinto que nos é imposto por Bruxelas… Mas estabelecer um “Programa Polar” autónomo é o primeiro passo e temos que nos recordar que o Tratado é apenas um passo transitório para a divisão da Antártida e dos seus preciosos recursos que acontecerá mais cedo ou mais tarde… e que quando ocorrer esta divisão, ela será feita entre os países do hemisfério sul contíguos (Chile, Argentina, Brasil, África do Sul, Índia, Austrália, Nova Zelândia, etc) e por aqueles que… mantêm no Continente gelado bases permanentes…

Fonte: Público

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Quids S7-6: Que avião é este?

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sQuid S2-4: Que avião é este?

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4. As Origens da Escrita Cónia; 4.7. Alfabética ou Silábica

Os sistemas de escrita fonéticos podem ser alfabéticos ou silábicos. As escritas mais antigas eram silábicas, um sistema com maior número de caracteres que o alfabético, mas que se baseia no facto de a sílaba ser a menor unidade em que é possível dividir uma palavra. Os silabários são mais flexíveis que as escritas ideográficas – que exigem um número muito maior de signos – mas quando as línguas que os utilizam têm mais do que duas consoantes tornam-se sistemas de manuseio complexo e pouco prático. Foi por esta razão que foram inventados os alfabetos com os seus 20 a 26 signos.

A Escrita Cónia apresenta um número de caracteres – 68 – que o coloca à primeira vista dentro do grupo dos silabários. Contudo, muitos dos seus caracteres não passam de caracteres compostos, de resultado da união gráfica de dois ou mais caracteres. Existe também um pequeno grupo de caracteres que parece de teor ideográfico (uma mistura que também acontece no Linear B cretense e até no hieroglífico egípcio) e alguns outros de efectivo teor silábico, em manifesta minoria e resultado de contactos com o silabário tartéssico, utilizado no lado Oriental do Guadiana. Uma opinião que aliás, é idêntica à do erudito espanhol A. Tovar quando afirma que: “O interessantíssimo grupo do sul de Portugal (…) como demonstrei, não tem nada ou quase nada de silábico.” A Escrita Cónia seria assim um sistema predominantemente alfabético, com a presença de alguns (raros) signos silábicos e até talvez de uns quantos (raros) ideogramas.

Embora provenha da Escrita Fenícia, a Escrita Cónia é um alfabeto de tipo Grego, como observa J. R. Ramos onde o signo oclusivo é diferente consoante a vogal que se lhe segue. Assim, existe um signo para o “k” quando este é seguido pela vogal “a”, um outro diferente para “k” quando a vogal é “e”, e assim por diante.

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Segunda Visita do Dalai Lama a Lisboa

Entre 13 e 16 de Setembro de 2007, o Dalai Lama vai realizar a sua segunda visita a Lisboa a convite de várias instituições: Casa da Cultura do Tibete, Fundação Kangyur Rinpoche, União Budista Portuguesa, Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa e da Câmara Municipal de Lisboa.

Esta será a segunda visita do Dalai Lama a Portugal. Desta feita, a visita será mais prolongada que a anterior (onde tive o prazer de participar) e incluirá uma conferência pública de 3 dias sobre o tema “Desenvolver a Paz Interior” a partir da interpretação do texto Bodhicharyavatara, de Shantideva, um dos mais acessíveis e iluminados autores budistas da corrente Mahayana (Grande Veículo). Uma segunda conferência abordará o tema “O Poder do Bom Coração”.

Os ingressos para estas duas conferências estarão à venda no final de Março no site www.dalailamalisboa2007.com ou através do telefone 213 904 022 da “Comissão Dalai Lama Lisboa 2007”.

Categories: Budismo, Política Nacional | 2 comentários

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