A EMEL… A “OCP” de Robocop em Lisboa…


(http://www.autohoje.com)

A onda de revolta contra a EMEL (Empresa Municipal de Estacionamento de Lisboa), uma das empresas mais odiadas de Portugal tem conhecido novos extremos nos últimos dias, com uma multiplicação da onda de agressões contra os seus funcionários por parte de lisboetas e de visitantes da Capital cada vez mais irritados com o crescente poder atribuído pela fatídica gestão Carmona à empresa.

Agora, a EMEL já não se limita a caçar os veículos que não pagam parquímetro e os seus funcionários procuram também carros estacionados em segunda fila, ou estacionados em cima de passeios ou em em passadeiras, ocupando as competências que antes pertenciam exclusivamente às polícias…

Este aumento de poderes da empresa corresponde a entregar a uma entidade privada competências que nunca deviam sair da esfera do Estado e das Polícias. Uma coisa – legítima – é criar uma Empresa Municipal e fazê-la construir e gerir parques de estacionamento, outra coisa, liminarmente Justa, é entregar os lugares de estacionamento, mas outra, muito diversa e perigosa é concessionar a uma empresa privada ou municipal uma actividade que é do Estado. A aprofundar este caminho cairemos na “Utopia Liberal” de Carrapatoso e do “Blasfémias” onde a própria Polícia é entregue a concessionários privados, e numa sociedade a que “Robocop” aludia e onde a multinacional “OCP” desempenhava na cidade de Detroit as funções da extinta força policial.

É aqui que queremos chegar? Com o incremento da sanha multadora da EMEL e dos seus infatigáveis fiscais o que vamos fazer a Lisboa? Afastar de uma cidade cada vez mais habitantes e visitantes num contexto de 144 mil casas vazias na Capital? Dificultar cada vez mais, com doses crescentes e renovadas de burocracia dificultadora para o mítico e muitas vezes imaginário “Cartão de Residente” para impedir o acesso dos lisboetas ao estacionamento na sua própria rua?

Fonte: Portugal Diário

Categories: A Escrita Cónia, Política Internacional, Política Nacional, Sociedade Portuguesa | 47 comentários

Navegação de artigos

47 thoughts on “A EMEL… A “OCP” de Robocop em Lisboa…

  1. Os pobres vereadores precisam de arranjar dinheiro para os seus tachos e para os tachos dos amigos. O amigo Rui manifestamente não tem consideração pelas famíias dos curruptos. Os mercedes não crescem nas àrvores!
    Abraço.

  2. Golani

    explica-me qual é o mal em multar “carros estacionados em segunda fila, ou estacionados em cima de passeios ou em em passadeiras” ?

    eu acho mt bem, Lisboa em comparação com outras capitais europeias mais parece um cidade africana tal é a falta de civismos…penso que qq transeunte, deficiente fisco em cadeira de roda ou invisual concordará comigo

    “ocupando as competências que antes pertenciam exclusivamente às polícias”

    explica-me tb pq que estas competências têm que ser da policia ? passar uma multa é um processo simples e inequívoco…no excesso de velocidade já se usam máquinas em vez de policias…há algum mal ?

    acho até útil para libertar os policias para missões que estão mais de acordo com as suas competências: patrulha, manutenção da ordem publica e segurança de pessoas e bens

  3. o caos de estacionamento em Lisboa é evidente, inquestionável e já que a CML não obriga cada nova construção a acolher um número aberto de lugares de estacionamento, nem sequer a adquirir espaço de garagem aos seus compradores este será um problema crescente em Lisboa… Sobretudo com a quantidade de carros que entra na cidade todos os dias.

    Por aí, estamos de acordo.

    Agora discordo é com esta política de “concessão” de funções policiais a entidades de direito privado, como a EMEL. Não tanto pelo detalhe da “multa” mas pelo princípio que devia ser inviolável. Se mercenarizarmos estas funções, e se as extrapolarmos (o que é fácil, desde que se comece o processo), não tarda nada temos os “caçadores de recompensas” dos EUA em Portugal, seguranças privados armados na ruas, etc, etc… E daí em diante as condições para instalar um Estado policial ao serviço dos muito ricos que naturalmente controlarão estas “empresas de policia privada”.

    Ao “bom” modelo da OPC…

  4. Golani

    “Não tanto pelo detalhe da “multa” mas pelo princípio que devia ser inviolável.”

    mas que principio é esse ? onde é que estabeleces o limite ?

    “não tarda nada temos os “caçadores de recompensas” dos EUA em Portugal,”

    e qual é o mal ? só de pensar nos milhares de arguidos/condenados que andam em liberdade por incompetência das autoridades

    recordo-me de 2 casos antigos

    o Rosa Casaco que até veio passear na baixa

    o Mota, assessor do Carlos Cruz, com queixas em tribunal de violação e abuso de menores e que o tribunal não conseguiu encontrar apesar de até aprecer num programa de grande eaudiência

    “E daí em diante as condições para instalar um Estado policial ao serviço dos muito ricos”

    como é que partes para esta conclusão

    isto permite libertar a policia para levar a cabo tarefas mais importantes

  5. Bem, defendo o minarquismo, na modalidade federal-municipal de Agostinho da Silva:
    “Minarquismo ou minarquia é uma teoria política que prega que a função do Estado é assegurar os direitos negativos da população, isto é: impedir a coerção física da população. Ou seja, estão entre as funções do Estado a promoção da segurança, da justiça e do poder de polícia, além da criação de legislação necessária para assegurar o cumprimento destas funções. Um Estado com estas funções teria de taxar o povo em 3% ou 6% no máximo. Um exemplo disso foi o que ocorreu nos EUA durante o século XIX, quando a carga tributária girou em torno de 3%, embora este país não fosse totalmente minarquista na época.” (Wikipedia)

    e se a polícia não tem meios, a solução não é concessionar a privados as suas missões, mas reforçá-los, Golani…

  6. Golani

    as funções do Estado a promoção da segurança, da justiça e do poder de polícia….e se a polícia não tem meios, a solução não é concessionar a privados

    parece-me a mim que passar multas a carros mal estacionados não é uma das funções da policia segundo a tua visão das coisas ( e a EMEL não é privada )

    achas que por ex que a fiscalização da higiene e segurança dos estabelecimentos tb veria ser levada a cabo por policias ?

    eu acho que passar multa a carros mal estacionados, tal como multas de excesso de velocidade é praticamente um processo administrativo (face ao ilícito, ou é ou não é, não há nada de equívocos) e a policia deveria dedicar-se a garantir a “segurança” de pessoas

    esta polémica é mais uma luta de capelinhas que retrata um pais cheio de corporações que se degladiam em guerrinhas por poder e influência em vez de prestar um serviço público

  7. Golani

    a propósito de um outro post, em que se referiu as virtudes as “Empresas do Estado” em Espanha:

    «Madrid- Las Administraciones Públicas tuvieron el año pasado un superávit de 17.898 millones de euros, el 1,83% del Producto Interior Bruto (PIB). Se trata del segundo superávit y, además, es un 74,8% superior al logrado en 2005.»

    em Portugal como sabemos fazemos face a um défice orçamental crónico e as empresas estatais são um poço sem fundo onde se enterra o dinheiro dos impostos (Metro Lisboa, CP, RTP etc…..só me recordo de 2 exemplos em que empresas do Estado dão lucro: CGD (não se percebe mt bem pq é do Estado, não se diferencia minimamente dos bancos privados nas sua práticas ex. arredondamento da spread) e Companhia das Lezírias (se bem que suspeito que grande parte do lucro se deve aos subsídios agrícolas)

  8. 1. Continuo a defender que devem existir “empresas do Estado” em sectores muito especiais e delimitados. Que tenham a ver com estruturas estratégicas, como os exemplos da Refer, REN, PT (não esta… uma que detivesse os cabos), etc. Sobre estas, em regime de concessão haveriam PMEs privadas, de escala regional e municipal operando em todo o país. É este o modelo que defendo: uma Economia Regional e Local, com moedas locais. Segundo a inspiração de Schumacher.
    2. O deficit crónico e estrutural do Estado, que este governo foi incapaz de combater – como se vê pelo crescimento da Despesa, apenas compensado por um grande crescimento dos Impostos – vem da sua dimensão. Por isso defendo o modelo de Agostinho da Silva de uma “Federação de Municipios” onde apenas caberia ao poder central, ao Estado central, as capacidades típicas de uma Minarquia

  9. O quarto maior exército do mundo já è uma empresa privada, a Blackwater. E são pessoas como o amigo golani que agora não vêm mal nenhum mas daqui a dez anos , se a coisa continuar como está, vão andar pelos cantos a gemer: “Socorro, estou a ser oprimido!”

    Quer dizer, só se lembram que ter forças semi-policiais a “policiar” os cidadão è mau quando lhe mostram uma foto do Salazar.

    Eu por mim estou-me a lixar. Quando ditaduras são instaladas os proprietários rurais são sempre os menos afectados. Tá-sse bem.

  10. Golani

    “Quer dizer, só se lembram que ter forças semi-policiais a “policiar” os cidadão è mau quando lhe mostram uma foto do Salazar.”

    passar uma multa de estacionamento é praticamente um acto administrativo…..

    e a EMEL não é privada ! é uma empresa municipal

    e dou outra vez o exemplo dos radares de velocidade, as multa são processadas automaticamente por máquinas….neste caso tb estão contra !?

  11. Eu prefiriria máquinas a passar multas de estacionamento que mercenários.

    Mas deixa-me ir por outro lado. Quem controla a EMEL? Se um Funcionário da EMEL rebocar um carro de forma abusiva quem è responsável? Esse funcionário não è passivel da mesma disciplina de um polícia. Isso significa que em caso de abuso apenas a empresa è responsável e ele apenas pode ser despedido? E quem define as políticas de patrulhamento? Um político?
    Tenho muitas perguntas desse tipo.

  12. a EMEL é uma empresa municipal de direito privado! Acha que é improvável que um dia, uma gestão da CML a concessione ou venda a privados? Tipo… Brisa? Eu não acho nada… E então teremos privados com funções de polícia nas mãos… o que não é desejável para ninguém, penso eu… estarei contra máquinas a passar multas se não houver fiscalização e controlo das mesmas por parte de forças policiais, como há, neste caso em Lisboa (as câmaras estão ligadas à Policia Municipal…)

    Actualmente a EMEL está em roda livre… bom exemplo disso é o pesadelo burocrático PROPOSITADO para quem muda de carro ou perde o cartão de residente.

  13. E já agora… mais uma achega, Golani:
    ” Quando, há cinco anos, a EMEL consagrava aos seus fiscais o poder de levantarem, eles próprios, autos de contra-ordenação aos condutores que descuidassem a hora do ticket, muito se falou sobre a ilegalidade de tal “promoção”. Mas nada se provou… Até agora.

    Nuno Ribeiro chama a atenção para um pormenor de que a EMEL se esqueceu e que colocou no seu próprio site: “Cinco anos após a sua criação (1999), os Agentes de Fiscalização de Estacionamento da EMEL são equiparados a agentes de autoridade, ficando assim habilitados a autuar nas Zonas de Estacionamento de Duração Limitada.” Há um detalhe que falha, quando se compara esta definição com aquilo que foi realmente consagrado aos fiscais em DR, mais concretamente no Decreto-Lei nº 327/98 de 2 de Novembro, Artigo 1º, alusivo à Competência: “É equiparado a agente de autoridade administrativa para exercício das suas funções de fiscalização o pessoal das entidades a que, no âmbito autárquico, incumbe ou venha a incumbir a fiscalização do estacionamento de duração limitada na via pública.” Reparou o leitor na diferença? É que a autoridade que a lei atribuiu aos agentes da EMEL foi apenas ADMINISTRATIVA. E nunca o poder de um agente da autoridade,
    como vem sendo exercido.

    Algo muito mais grave do que um simples detalhe semântico, nas palavras de Nuno Ribeiro.

    “Um agente da autoridade administrativa o mais que pode fazer é ‘emitir’ multas quando estão em causa infracções às normas administrativas, acções pecuniárias, coimas, o que não é o caso. Uma multa de estacionamento não é nem nunca será uma multa de direito administrativo. Isto é uma autêntica violação do regime jurídico das contra-ordenações. Já estamos fora do âmbito das funções do direito administrativo. Um agente da autoridade administrativapode praticar actos materiais que decorrem do direito administrativo: colocar a placa de proibição de estacionar, levantar um auto de notícia por não se ter pago uma licença de esplanada. Mas só as entidades policiais podem fazer actos de natureza pré-judicial!”

    Isto, além do mais, viola o princípio da divisão de poderes. Está a permitir-se que os fiscais da EMEL “integrem os poderes que só os polícias possuem”, sustenta ainda o jurista. Talvez por esse motivo, e antes de Carmona Rodrigues prometer novos poderes dos fiscais fora da zona dos parquímetros, devesse antes preocupar-se com a legalidade da actividade destes fiscais mesmo dentro das fronteiras da empresa. Caso contrário, um dia ainda acabaremos por ver os chamados “homens de verde” armados de alcoolímetros e de radares em punho…

    Privatização como fuga
    Depois de largos anos a acumular passivos negativos (o primeiro balanço positivo verificou-se em 2003), desde a sua “pseudo-criação”, em 1994, a EMEL tem deixado escapar que a privatização é uma possível solução para o negro e assustador panorama dos 1800 parquímetros “facilmente vandalizáveis”…

    Mas há também quem considere que a criação de uma eventual sociedade anónima, e consequente alienação de 49% do capital social, seria equivalente a privatizar solo municipal. “Trata-se de ceder a privados os direitos sobre um bem público essencial e raro: o espaço público”, declara o PCP em comunicado.

    No documento lê-se ainda: “Sabe-se agora (…) qual foi o plano que a direita deliberadamente concebeu para a EMEL nestes dois anos e meio: deixar degradar a empresa, usando a técnica do ‘quanto pior, melhor’” …

    Confrontado com esta mesma questão, Nuno Ribeiro não vai tão longe no raciocínio, preferindo cingir-se aos aspectos legais. Mas reconhece que para a empresa haveria vantagens em fazer-se desaparecer, dado que, “quando as empresas deixam de existir, o passivo vai com elas”, conclui o advogado.
    Qualquer coisa como uma implosão premeditada de um prédio, vazio de bases, antes que este caia por si mesmo…”

    http://www.automotor.xl.pt/1104/200.shtm

  14. Golani

    eu continuo com a minha opinião

    relativamente ao “parecer” do último post, outros juristas não partilham da mesma opinião, dai que “…muito se falou sobre a ilegalidade de tal “promoção”. Mas nada se provou… “

  15. Golani

    voltando ainda à polémica das “empresas do Estado”:

    RTP

    “Taxa cobrada na conta da luz a particulares e empresas rendeu à televisão pública mais 26% em 2006.

    Estação recebeu ainda mais 124 milhões de euros dos contribuintes em indemnizações compensatórias.”

    e fechou 2006 com resultados liquido (- 25 milhões), em 2005 R. Liq. (-32 milhões)

    e segundo disse o administrador da estação pública, Ponce Leão:
    “A RTP não deve conseguir alcançar um resultado líquido positivo antes de 2013”

  16. Golani

    Taxa cobrada na conta da luz a particulares e empresas = 100 milhões

    Indemnizações compensatórias pagas pelo Estado = 124 milhões

    Resultado Liquido = – 25 milhões

  17. ok, não discutamos os méritos de gestão das empresas do Estado. Eu não as defendo, a não ser nas áreas que referi e uma delas são as acções de polícia (como estas multas da EMEL). Aqui estamos de acordo… Onde discordamos é no facto de haver acções que o Estado não deve concecionar ou ceder a privados (a EMEL pode ser privatizada amanhã, como se diz no link acima).

  18. Pedro

    O interessante é que se discute sempre “competências” de quem fiscaliza tentando vitimizar quem prevarica.
    É proibido estacionar em cima do passeio (impede os peões de circular), é proibido estacionar em segunda fila (dificulta a fluidez do trânsito), etc., etc., logo os cidadãos devem cumprir as regras (leis) e quando não as cumpram devem ser penalizados por isso.
    A polémica neste caso é a do incumprimento das nossas regras e não da sua fiscalização.

    Na Alemanha quando um passageiro entra num transporte sem título na maioria das vezes é denunciado pelos próprios passageiros. Cá se isso acontecer é-se logo acusado de «bufo» e atirado à nossa cara que não é nada connosco, que não temos competência, que é ao fiscal que compete.

    Vamos mudar a nossa atitute e passar a ser mais cumpridores, é essa a diferença! Primeiro o dever e depois sim, o direito.

  19. mas infelizmente os portugueses ainda não têm a cultura civíca dos alemães… e isso é resultado da aplicação do “pau” durante o Salazarismo, onde as leis eram cumpridas não porque deviam, mas porque se não fossem levavam com o “pau”… Assim, o cumprimento da Lei exteriorizou-se e não se chegou a interiorizar, como no norte da Europa.

    Daqui a uns anos (talvez na próxima geração) talvez se adquira esse civismo, essa capacidade para viver urbanamente que nos vai ainda faltando… espero eu!

  20. Pedro

    Essa do «pau» já não serve de desculpa. Já lá vão quase outros tantos anos e continuamos a dizer qua a culpa vem de trás.
    É que de paulada a sério levaram os alemães e por menos anos que nós, e não se queixaram de que foi o passado. Também se pode dizer que foi assim que eles aprenderam, e nós é que levámos poucas.

    O que quero dizer é que em primeiro lugar devemos-nos queixar de nós próprios e não desculpabilizar a nossa culpa com os outros. A nossa especialidade é precisamente dizer que os outros é que têm a culpa dos nossos males!
    Não! Já basta!
    Nós é que temos culpa. Nós é que temos de mudar, e tudo se resume a uma palavra.
    Respeito.
    Que é algo que poucos de nós têm pelos outros.

    No caso que comentamos aqui, o facto de nos multarem por estacionarmos onde nos apetece sem pensarmos nos outros, é precisamente isso. Falta de respeito pelo próximo.

    E depois ainda tentamos dizer que é ilegal multarem-nos, por que a empresa é pública ou porque deve ser a polícia municipal ou outras barbaridades. Quem nos multa tem neste momento competência legal para o fazer. Nós é que somos de facto os únicos «ilegais» neste caso todo.
    Assumamos e mudemos o comportamento.

  21. tudo isso está muito certo, Pedro.
    mas a EMEL continua a não dever assumir funções de polícia.
    sendo uma empresa de direito privado que será privatizada mais cedo ou mais tarde.

    e quanto a “barbaridades”…
    cada qual que fique com as suas.

  22. A selvajaria do estacionamento automóvel em Lisboa (ou outras cidades) não tem paralelo nem em Nápoles. Todos sabemos que não há pressão social para o cumprimento das regras, muito pelo contrário. Isto significa que na impossibilidade da PSP ou Polícia Municipal, por escassez de meios, poder colocar travão ao maior exemplo de falta de civismo dos portugueses, há que recorrer à ajuda privada, sem que aí resida qualquer perigo de extrapolação: para situações excepcionais, as soluções são de excepção.

  23. se faltam os meios às polícias, então estes devem.lhes ser dados. Não se resolve essa falta de meios, cedendo a empresas privadas competencias policiais. ponto.

    se começarmos (como já começou) onde vai isto terminar? na privatização das prisões? na concessão do policiamento armado a empresas de segurança?

    é realmente isto que queremos? uma polícia privatizada e mercenária?

    de certeza?

  24. Rui Martins disse:

    “se faltam os meios às polícias, então estes devem.lhes ser dados. ”

    Como é que ninguém pensou nisso antes, é um mistério.

    Quanto ao resto, escrevi explicitamente que considerava aquela uma medida de excepção e expliquei porquê. As outras extrapolações não são minhas e não tenho interesse em discussões aéreas.

  25. não se pensou porque o Estado está constrangido pelo PEC; que tudo limita e a CML está em pré-falência… Eis porquê…

    As extrapolações são naturais e resultam de uma interpretação dos sinais da actualidade. Estas coisas, como a privatização de funções policiais, não vão acontecer de uma só vez, mas gradualmente e através de pequenos passos. Estes, que agora se dão tencionam, aumentar a rentabilidade da emel de forma a torná-la mais atractiva quando a CML; falida, a colocar à venda… Mas com ela venderá tb funções policiais ou parapoliciais…

    O que me incomoda aqui não é tanto o momento actual, mas aquilo que nele indicia o caminho que as coisas estão a tomar…

  26. Golani

    “se faltam os meios às polícias, então estes devem.lhes ser dados. ”

    Portugal é dos países com mais policias per capita, para passar multa basta um bloco de notas e andar na rua……no entanto a realidade Lisboeta é de uma capital africana…se calhar não existem falta de meio mas sim incompetência

  27. Golani

    Police (per capita) by country

    Rank Countries

    #1 Montserrat:
    #2 Mauritius:
    #3 Dominica:
    #4 Italy:
    #5 Hong Kong:
    #6 Macedonia, The Former Yugoslav Republic of:
    #7 Portugal:

    http://www.nationmaster.com/graph/cri_pol_percap-crime-police-per-capita

  28. incompetência na distribuição dos meios… sabes, eu moro numa das maiores avenidas de lisboa e de noite nunca vejo uma patrulha a pé, nunca. De carro passam raras e sempre depressinha, e nunca nas ruas secundárias… mesmo de tarde, policia só se vê à porta de bancos e supermercados… se temos homens bastantes (acredito nesse levantamento) o que nos falta é boa gestão de pessoal. Mas continuo (sorry!) a acreditar que a solução será rentabilizar e gerir bem os meios já existentes (nesse caso) em não concessionar esses serviços públicos a privados ou a privatizáveis. Os privados são bons a gerir riqueza, a criar empresas, a exportar, a produzir. Não o podem ser a exercer as funções do Estado em seu nome. Sendo o inverso também verdadeiro!

  29. Fonseca

    Acho piada a EMEL multar, há quem concorde, eu não, simplesmente por os senhores não sabem aplicar o código de estrada. Já fui multado 2 vezes estando em cima de sitios completamente legais que embora tenha o famoso sinal C16 lá próximo não se aplicar na zona em questão. Obviamente que vou ignorar o papelinho até pq há ai umas crianças que roubam os papelinhos dos carros e eu não tinha nenhum.
    A EMEL podia começar a fiscalizar era os assaltos em Lisboa que isso sim preocupa-me não só a mim, mas principalmente quem anda de transportes públicos.

  30. Pois é Fonseca. A ti, pelo menos foi apenas um papelinho, agora no meu caso, estava bem estancionado num sítio sem qualquer deliniação ou sinalização vertical, e rebocaram-me o carro. A primeira coisa que me veio à cabeça, foi que me o tinham roubado. Depois de dirigir-me à esquadra descobri que estava no parque da EMEL em Sete Rios. Quando lá cheguei tive de pagar 90 Euros e só agora é que posso reclamar. Ora, o prejuízo é maior do que a coina. Vinha do supermercado com congelados que acabaram no lixo; tive de apanhar um taxi para Sete Rios; perdi uma entrevista para um emprego e ainda, senão bastasse, ao tirarem o carro bateram com a porta na àrvore e dizem que não foram eles. Lá me vim embora com o carro amolgado, sem jantar, sem dinheiro, sem culpa e sem paciência para aturar estes chupistas. Falta-me apenas dizer, e isto é a cereja em cima do bolo, que o tal funcionário se chamava Muhamed (qualquer coisa), mal sabia escrever ou falar português mas já conseguiu levar-me o dinheiro de 5 dias de trabalho. E eu penso, – E agora Luis, queixas-te aonde? Ao TOTTA! Que as nossas instituições não estão preparadas para devolver dinheiro. Pelo menos no ano que era suposto. Pode ser que apanhe o “sapinho” marroquino a atravessar a estrada e faça “pluff”.

  31. Filipe Mota

    Não sou jurista e não posso comentar o que não sei. Mas posso comentar aquilo que penso e que aqui já foi dito.
    É impressionante como se tenta levar a conversa para a ilegalidade e desrresponsabiliza-se por completo aquele que mais prevarica.
    Para começar a maior parte dos condutores lisboetas não sabe o código da estrada. Simplesmente não sabe.
    Afirmam SEMPRE a pés juntos que estavam bem estacionados. Contam aos amigos que estacionaram apenas por 2 minutos quando o papel já lá está há 1hora. Dizem as maiores barbaridades possiveis e imaginaveis mas nunca sao capazes de dizer: “Tem razao. Eu estava em infracao”.
    Chega-se ao cumulo de ouvir: “Eu e o meu filho pusemos o carro COMPLETAMENTE em cima do passeio pq a EPAL esta a fazer obras na minha rua e eu nao tendo la lugar TENHO o direito de aqui estacionar. Eu sei pq sou jurista”.
    Sinto-me envergonhado de ser português (nesta situaçao) não por um empresa que ate pode ser ilegal mas por atitudes, comportamentos de condutores que tentam desculpar as suas acçoes com argumentos completamente falsos.
    É que depois conta-se a história aos amigos da maneira que ela não aconteceu. E os amigos vão acreditar nessa história e cria-se uma ideia errada (estacionei ha 2 minutos – o carro estava la ha 1 hora. O amigo vai acreditar que foi há 2 minutos).
    E como se resolvem as coisas? Cumprir não! Vamos atropelar o “sapinho” para podermos continuar a transgredir.

    Antigamente a PSP deixava o papelinho e ouvia-se “vem ai o papa”; “Esta é para o lixo. Vai prescrever”. E o condutor portugues vangloriava-se com “Tenho 47 multas para pagar e não pago nenhuma”. Como se fosse uma situação de orgulho. Mas o português adora o sentido da impunidade e vangloriza-se como sendo o maior.
    “Fui de Lisboa ao Porto e 1h25m”. Mas que grande homem que faz Lisboa/Porto em 1h25m.

    É de louvar.

  32. Duarte

    Na minha opinião, acho que quem comete infracções deve ser penalizado.
    Mas o problema aqui é a formação e as orientações dadas aos “robocops” da EMEL.
    Ora se uma viatura tem um talão de estacionamento que por motivos de força maior, ultrapassou o seu limite de tempo, qual é a moral do agente autuante em bloquear esse veiculo? Outras situações, como eu já observei, onde idosos têm que se deslocar ao parquimetro da emel, debaixo de chuva, para depois regressar à viatura e de novo inverter marcha para irem ao seu destino. Isto nao cabe na cabeça de ninguem!
    Pagam se ordenados aos agentes da EMEL, gastam se meios, para haver uma caça desregrada à multa sem qualquer tipo de tolerancia ou interpretação justa da lei.
    Já pagamos poucos impostos municipais para ainda termos que pagar estacionamento para trabalhar!
    Para mim, e com o espirito gaulês de astérix que se tem observado nalguns bairros de Lx, onde não se aplicam as leis ditatoriais, destruição massiva dos parquimetros.

  33. a EMEL é um holograma.

  34. joao

    multem a EMEL

  35. Filipe Mota

    Peço desculpa Duarte, mas o que é que chama “para haver uma caça desregrada à multa sem qualquer tipo de tolerancia ou interpretação justa da lei.” ????

    Não consigo entender ao que se refere quando diz o que disse.

    Interpretação justa da lei!!! Ora a lei diz: “quem não pagar o estacionamento ou quem exceder em 2 horas o tempo constante no ticket esta sujeito a coima e a bloqueamento e remoção da viatura”

    Isso é a interpretação mais JUSTA e mais COERENTE da lei.
    E que armas tem um agente autuante (seja ele emel, psp, gnr, pm) para “adivinhar” que esta ou aquela viatura não pagou porque o condutor foi para o hospital ou porque o condutor ficou retido nalgum lugar, etc, etc, etc…

    Não existe nenhuma forma em que o agente possa adivinha O porquê da infracção, como tal ao ser fizcalizada uma artéria, esta deve ser fizcalizada com o mesmo critério para TODAS as viaturas…

    A lei tambem prevê que casos em que se prove que o condutor por motivos de força maior não pôde mesmo vir renovar o seu ticket, após impugnação por parte do condutor e apreciação de quem tem direito a “perdoar” coimas, que a mesma lhe seja perdoada!

    Entenda-se isso… Nenhum agente autuante, após registo da infracção, pode anular a mesma só porque lhe apresentão um motivo…

  36. so uma informaçao, os radares de lisboa sao geridos pela emel…
    outra coisa, quem anda de autocarro se nao reparou que repare, mas os fiscais que andam na carris a passar MULTAS sao de uma empresa de segurança PRIVADA, agora eu pergunto, porque é que os prevaricadores que gostam de estacionar em todo lado nao se queixam disto? porque nao lhes diz nada?
    sou totalmente a favor da EMEL, so acho é que sao poucos.
    e ja agora, um passarinho contou-me que possivelmente os agentes da EMEL vao integrar as equipas de bloqueadores da policia municipal…depois quero ver quem diz o que de quem….
    respeitar para ser respeitado.

  37. Qualquer dia teremos os ladrões e a mafias a pagarem protecção à EMEL para que esta não os persuiga… É a OCP em gestação, é o que é. No contexto de uma Câmara falida e desesperada por encontrar dinheiro sob cada pedra na calçada!

  38. Boa tarde, sou fiscal da Emel com muito orgulho há 9 anos e gostaria de vos dar umas palavrinhas:
    Em primeiro lugar, choca-me ler tantos comentários irracionais, de tantos “pseudo-juristas ou conhecedores de leis” que por aqui passam.
    A lei é clara, o código da estrada também, mas os senhores não gostam de cumprir, preferiam, claro, que tudo continuasse como antigamente, em que podiam “deixar” o carro onde vos dava mais jeito, mesmo em cima do passeio ou passadeira, obrigando os peões deslocarem-se na estrada, sem qualquer tipo de penalização. Sim porque as multas que a PSP passava perscreviam sempre, e era fácil fugir ao pagamento do parquimetro.
    Em segundo lugar, nenhum fiscal da Emel pediu para ter essas novas competências, embora as faça com o MÁXIMO rigor, doa a quem doer ( e há provas disso, porque até os mais altos cargos na nossa triste democracia já foram “vitimas” do sistema ), com total Isenção e critério. Se calhar, para grande parte dos senhores que aqui escreve, prefere continuar a pôr em causa a legalidade da empresa e das suas competências, em vez de uma vez por todas cumprir com o código.
    Quanto ao sr. Luis Ferreira, axo estranho que não tendo visto o carro ser rebocado, saiba que o mesmo tenha ido contra uma árvore, e para mais NÃo HÁ NENHUM MUHAMED NA EMEL, por isso deixe de se armar em vitima, e na próxima vez, vá ao super-mercado mais descansado cumprindo o código, que fará o seu jantar de congelados sabendo a fresco.

  39. PB: Bem, nem todos temos o privilégio de poder escolher o nosso emprego, eu sei… e serei o último a atirar essa pedra. Mas nada disso retira valor às minhas críticas quanto à essência moral para existência de uma coisa como a EMEL. Isso é outra história completamente diferente. E se há “maus fiscais” também os há bons, como, de resto em qualquer profissão. Agora que há “más” empresas, há-as. E a EMEL (se é mesmo “empresa”) é-o, sem dúvida.

  40. valdo

    pois e a emel devia mesmo ser multada …vou contribuir com o episódio que se passou hoje comigo
    em que fiquei sem 60 euros e ainda foi ameaçado pelos senhores da emel que pensam que são impunes e podem julgar os outros.meu trabalho e reparaçao de elevadores e assistencia pelo qual nao tenho sitio certo para quem nao conhece este trabalho como os senhores da emel por exemplo e igual aos mecanicos so tenho que carregar a ferramenta toda as costas durante esta semana tenho me deslocado a praça de espanha a um predio ao qual tou a proceder a reparaçoes entretanto quando cheguei nao tinha lugar perto deixei entao o carro longe e fui a pé ..entretanto apareceu um lugar fui buscar o carro parei ao pe do predio e fui tomar um café tinha o elevador desligado ia tirar o tiket quando a porteira me chamou atenção que havia uma senhora idosa que morava no ultimo andar que queria descer entao eu subi lá cima e fui ligar o elevador para que aquela senhora pudesse descer passou mais meia hora e eu fui ao carro buscar a ferramenta e esqueci do tiket mas tinha outro tiquet que ja tinha passado em cima do banco qur tinha talvez voado quando abri a mala para ir buscar a ferramenta enta caiu para o banco do penduraenfim tudo bem ate aqui voltei para o predio entrei no poço do elevador passado 15 minutos a porteira veio informarme que o carro tava bloqueado fique parvo como e que esses senhores chegam em 15 minutos e bloqueiam os carros todos o meu caso foi assim mas se vosse uma pessoa que nao tivesse trocos e tivesse que ir destrocar ?entretanto quando la cheguei fui falar com os senhores que me tinham bloqueado o carro paguei e tentei lhe esplicar o que tinha acontecido pas esses senhores como sao maquinas nao quiseram ouvir entretanto eu disse na brincadeira :pode ser que um dia voces fique presos nalgum elevador e que o tecnico que for chamado tenha que demorar mais para arranjar trocos para a maquina .disse que a gente se podia encontrar numa situaçao dessas o qual o senhor da emel reagiu muinto mal perguntando se era uma ameaça que a converssa levava outro rumo etc etc esta é a formação que a emel dá ao foncionários .sera que eles esperam que a gente depois de ser multados por nao termos tiquet visivel e vermos o carro da emel estancionado num sitio em que tá um sinal de proibição de estancionar e parar fora dos recortes de estancionamento a gente leve isso na desportiva quem é a emel para puder violar o codigo da estrada?eles tao a trabalhar? eu tambem tava….um abraço

  41. valdo:
    quero acreditar (mas duvido) que a atitude desses fiscais foi contra a política do própria empresa… sugiro vivamente que apresente esta exposição à própria EMEL, relatando estes factos.
    Quanto à violação, devia tê-la fotografado e enviado para a PSP, dizendo a esses fiscais que o estava a fazer e qual a finalidade do mesmo acto, e indicando que a enviaria por mail com cc da direção da EMEL. Isso haveria de refrear os seus ânimos.

  42. valdo

    isso nao ia adiantar de nada acho que a lei quando é feita é para todos e acho que eles nao são exepção .lembrome quando a emel começou aprecer eu trabalhava numa panificaçao entrava a noite e saia demanha .tinha a carrinha parada no lugar do paquimetro tirei o tiquet na mesma embora tivesse lugar marcado para carga e descargas assinalado ainda hoje existe .mas tava lá um bruta carro parado a ocupar o traço dele e metade do lugar a seguir e fui obrigado a estancionar fora do traço eram 8.30 e a fiscal da emel passou o papelinho para o policia atras passar a multa quando me alertaram para o papel ja era tarde o policia já la tava então eu perguntei porque multarme a mim e ao outro que estava acima que tava mal arrumado nao?para meu espanto a resposta foi…aquele lugar nao pertence a gente e com a policia de transito aquele lugar é so para carga e descargas é lixado não é?na altura foi a firma que pagou mas é injusto .antes deixavam um papel agora não e chegar e bloqueiam a seguir chamam o reboque e ja tá eu acho que este pessoal que diz que inventamos estas coissas nunca foi multado ou nunca viu o seu carro ser rebocado acho que muinta gente hoje naquela rua ficou sem almoço enquanto tavam a rebocar os carros eles aindam se divertiam deve ter piada mas neste pais os empregos nao custumam durar muinto pode ser que estes fiscais e outros que não entendem que a vida ta cara e que custa deixar no paquimetro perto de 7 euros ou mais por dia para trabalhar venham um dia a passar por isto de certeza que eles quando vao trabalhar não pagam paquimetro …a gente sabe que nao foram os fiscais que inventaram as regras.mas ate a policia de transito é mais humana

  43. maradona

    Respeito a opinião do sr rui martins. Mas no exercicio da minha liberdade de expressão tenho de dizer-lhe que os seus argumentos são os argumentos mais banais e ingénuos dos HABITUAIS defensores da emel. eu acho que nem o sr. acredita no que está a dizer. Está ai cheio de moralismos, a dizer que devemos respeitar o trabalho dos emelianos e de que devemos cumprir as regras e a lei
    Mas quem é o senhor para dar moralismos seja a quem for?
    A mim não mos dá porque não tem categoria para isso..
    E porque raio vem a alemanha aqui ao caso….
    Se gosta assim tanto da alemanha vá para lá viver, deixe-se é desses discursos morais…
    Como cidadão temos o direito de criticar os poderes que são os poderes de uma empresa….
    E se não respeitarmos temos de reclamar. e se não tivermos razão ou reclamamos ou pagamos.
    Mas a emel nem isso faz………além de nos penalizar (TRÊS VEZES PELO MESMO ACTO) -MULTA-BLOQUEIA E REBOCA), TEMOS PRIMEIRO DE PAGAR E DEPOIS SIM RECLAMAR.
    POR FAVOR ESSE SEU DISCURSO DE POLITICAMENTE CORRECTO TAMBÉM EU O SEI FAZER SE O QUISER…
    APOSTO QUE QUANDO FOR MULTADO JÁ NÃO TEM ESSE DISCURSO.
    E SDESEJO-LHE QUE QUANDO LHE REBOCAREM O CARRO QUE NÃO TENHA DINHEIRO PARA PAGAR…QUE É PARA VER SE CONTINUA COM ESSES MORALISMOS.
    EU JÁ FUI MULTADO VÁRIAS VEZES E SIMPLESMENTE PAGUEI…..E PORQUE TENHO DINHEIRO PARA AS PAGAR………E O SRO. ESTÁ AI COM ESSE DISCURSO E ÁS TANTAS É UM BORRA BOTAS QUE ANDA A ARRUMAR CARROS

  44. PB

    coitadinhos… “fui só ao café… só foram 5 minutos (são sempre 5 minutos, de 1quarto de hora cada minuto, claro)… penalizam 3 vezes (esta consegue ganhar ao título de frase estúpida do dia) como se para bloquear não fosse preciso haver uma infracção, logo uma coima; e se alguma vez alguém tivesse pago um bloqueio e um reboque de uma assentada. Poupem os lenços de papel com tanta choradeira, e não cumpram com as regras, que assim nunca há-de faltar rodinhas para eu bloquear 😉

  45. pois é.
    é por causa de energúmenos como você que a EMEL tem a imagem pública que tem e é por causa dela que quem lá trabalha tem vergonha de o admitir em público.

    (energúmeno s.m. possesso do Demónio; [fig.] pessoa que, dominada por uma obsessão, pratica desatinos (Do gr. energoúmenos, «possesso», pelo lat. energuměnos, «possesso do demónio»)
    in Dicionário da Língua Portuguesa, 8.ª edição, da Porto Editora)

  46. Filipe C.

    A EMEL não garante lugares para todos os moradores da rua onde vivo. Resultado, andam a multar, rebocar e bloquear viaturas que pagam a mensalidade mas não podem estacionar nos estacionamentos por questões de logística. A rua é de sentido único, tem passeios de 2 metros de cada lado e só tem lugares do lado direito. Acho que com um metro de passeio de cada lado e estacionamentos dos dois lados ou estacionamento de um lado em espinha as coisas seriam resolvidas mas pronto, isto sou eu a encontrar soluções óbvias onde a demoníaca EMEL não quer mais do que roubar (sim, é roubo o que faz) os seus próprios utentes. O meu desejo é que sobre a sede caia um pequeno meteorito para que se f*da 🙂 Bem haja, minha gente

  47. zeca

    morte à emel e aos que a defendem!

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

Site no WordPress.com.

Eleitores de Portugal (Associação Cívica)

Associação dedicada à divulgação e promoção da participação eleitoral e política dos cidadãos

Vizinhos em Lisboa

A Vizinhos em Lisboa tem em vista a representação e defesa dos interesses dos moradores residentes nas áreas, freguesias, bairros do concelho de Lisboa nas áreas de planeamento, urbanismo, valorização do património edificado, mobilidade, equipamentos, bem-estar, educação, defesa do património, ambiente e qualidade de vida.

Vizinhos do Areeiro

Núcleo do Areeiro da associação Vizinhos em Lisboa: Movimento de Vizinhos de causas locais e cidadania activa

Vizinhos do Bairro de São Miguel

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos

TRAVÃO ao Alojamento Local

O Alojamento Local, o Uniplaces e a Gentrificação de Lisboa e Porto estão a destruir as cidades

Não aos Serviços de Valor Acrescentado nas Facturas de Comunicações !

Movimento informal de cidadãos contra os abusos dos SVA em facturas de operadores de comunicações

Vizinhos de Alvalade

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos de Alvalade

anExplica

aprender e aprendendo

Subscrição Pública

Plataforma independente de participação cívica

Rede Vida

Just another WordPress.com weblog

Vizinhos do Areeiro

Movimento informal, inorgânico e não-partidário (nem autárquico independente) de Vizinhos do Areeiro

MDP: Movimento pela Democratização dos Partidos Políticos

Movimento apartidário e transpartidário de reforma da democracia interna nos partidos políticos portugueses

Operadores Marítimo-Turísticos de Cascais

Actividade dos Operadores Marítimo Turísticos de Cascais

MaisLisboa

Núcleo MaisDemocracia.org na Área Metropolitana de Lisboa

THE UNIVERSAL LANGUAGE UNITES AND CREATES EQUALITY

A new world with universal laws to own and to govern all with a universal language, a common civilsation and e-democratic culture.

looking beyond borders

foreign policy and global economy

O Futuro é a Liberdade

Discussões sobre Software Livre e Sociedade

%d bloggers like this: