Daily Archives: 2007/02/16

Agostinho da Silva: “Uma reforma que o reintegrasse [a Portugal] na sua função histórica de universalismo”

(…) “uma reforma que o reintegrasse [a Portugal] na sua função histórica de universalismo, reforma que se tinha de exercer basilarmente em dois campos: o da economia, com atenção essencial a todos os problemas de produção e de consumo, instaurando um sistema, qualquer que fosse o nome, que garantisse racionalidade em planejamento e justiça na distribuição; e o da Educação, preparando as novas gerações portuguesas para o entendimento científico dos problemas práticos, para o entendimento humano da convivência política e para o entendimento filosófico, nalguns até de coloração mística, dos problemas de criação espiritual.”

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I; Âncora Editora.

E aqui estão claramente expostos aqueles que deverão ser os dois eixos fundamentais da instauração do Quinto Império: a Economia e a Educação. A Economia assume o papel central na vida material do Homem, e a Educação propicia o sadio e equilibrado desenvolvimento da primeira e a satisfação intelectual e mental do ser humano.

É deste binómio que nasce a verdadeira Utopia cumprida na Terra, prometida pelos profetas do quintanismo, de Vieira e Bandarra a Fernando Pessoa e Agostinho. Sem que as mais básicas necessidades físicas do ser humano não pode haver Filosofia ou pensamento… Homem que passe fome não consegue disponibilidade para Pensar. Para Pensar, é preciso, antes, Agir… E por isso, a Economia com a satisfação das necessidades materiais fundamentais deve ser central ao quintanismo, mas para que esta possa ser alcançada, a Educação, livre, criadora e não-castradora e doutrinal deve ser imposta a todos os níveis de ensino, mas especialmente aos primeiros anos e no ensino académico. Uma Educação Livre, que ofereça aos alunos Problemas e não Soluções. Uma Educação emitida não por professores mas por investigadores sem bata que se sentem e compartilhem com os seus educandos os problemas que lhes são apresentados. Uma Educação prática desprovida de manuais e de programas, mas que aplique no concreto todos os ramos do Saber e da Técnica. Uma Educação que, em suma, seja direccionada para o Homem, para os seus problemas e questões do dia-a-dia e não para abstraccionismos ou futilidades vãs.

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Categories: Economia, Educação, Movimento Internacional Lusófono | Deixe um comentário

sQuid S1-55: Quem era este homem?

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(Lamento… mas obrigações profissionais vão fazer aumentar a aleatoriedade da hora do lançamentos do Quids e sQuids, mas tentando sempre manter os limites 12:30 e 14:30)

Categories: Delírios, sQuids S1 | 18 comentários

Quids S6-28: Como se chama este Super-herói?

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Dificuldade: 2

Categories: Cinema, Quids S6 | 10 comentários

Agostinho da Silva: “o signo fundamental de Portugal, dos dois sob que ele nasceu, é o da Saudade.

“o signo fundamental de Portugal, dos dois sob que ele nasceu, o da Saudade. A qual ideia, dado o âmbito puramente nacional em que o grupo sempre se moveu, se poderia tomar por dois ângulos: ou Saudade do passado histórico daquele Portugal em que havia de meter de novo o páis, inclusive com regresso da Galiza, e nessa altura a nação, atingido o objectivo deixaria de ser saudosista.”
página 78

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I; Âncora Editora.

Agostinho identifica nesta passagem aquela que acredita ser a mais profunda raíz do profundo sentimento de “Saudade” que descreve toda a Cultura, vivência e civilização portuguesa: a Saudade, tornada por vezes num quase sistema mítico nacional, criadora de poderosos mitos quinto impériais e messiânicos, a originalidade deste sentimento colectivo assume-se simultâneamente como uma das maiores riquezas da portugalidade, mas também como uma das suas mais reveladores fontes originais… É que se este é o sentimento predominante de Portugal, enquanto Alma Colectiva, tal sucede porque a entidade colectiva que é Portugal sente no seu mais profundo seio a ausência de uma parte fundamental de Si, a Galiza… Abandonada logo no arranque da Nacionalidade por prioridades políticas e pelo apelo de uma Guerra de Cruzada que chamava os primeiros portugueses para as planícies do Sul e, depois, para o longínquo Oriente… Separando Potugal e afastando-o cada vez mais da sua secção matricial e feminina, a Galiza… Tornando-o numa entidade esquizofrénica e mentalmente doente, capaz do pior e do melhor, simultâneamente, como um doente mental a que removeram cirurgicamente metade do cérebro: a metade galiciana…

 

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Categories: Movimento Internacional Lusófono | 1 Comentário

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