Daily Archives: 2007/02/02

A “Parque Expo” vai construir uma nova cidade na Argélia…

Parece que a “Parque Expo” foi seleccionada pelo governo argelino para construir uma cidade nova a 15 quilómetros de Argel. O ambicioso projecto estende-se por mais de 200 hectares e reunirá um pólo empresarial e tecnológico, além de uma zona habitacional.

Mas será que a “Parque Expo” fez assim um trabalho tão exemplar no Parque das Nações? Apesar da excelência da construção e da existência no local de algumas das mais belas e modernas instalações arquitectónicas de Lisboa a zona (que conheço melhor do que gostaria) tem seríssimos problemas de urbanismo…

Praticamente todas as estruturas urbanas datam da época da Expo 98 e algumas não têm sido devidamente mantidas… A cobertura de transportes públicos é miserável, especialmente em transportes rodoviários. As rotundas, os cruzamentos a colocação de semáforos é confusa e induz a quem não conhece a zona uma grande confusão com rotundas atravessadas a meio por vias de trânsito que se traduz em dezenas de acidentes semanais… As novas construções de espaços para escritórios multiplicam-se, sacrificando antigos parques de estacionamento, dos quais resta apenas um em espaço aberto e caríssimo… farmácias escasseiam… fecham à hora de almoço e estão ambas (são duas) nos dois extremos opostos do recinto da antiga Expo98…

E como cúmulo, a Parque Expo está a sacrificar cada metro quadrado onde ainda não existe construção, seja ela jardim, espaço público, passeio, estacionamento concedendo-o a novas construções de escritório já que atravessa crónicas dificuldades financeiras porque tem que suportar na zona todos os serviços que as autarquias geralmente asseguram e que aqui competem à Parque Expo… Ou seja, Loures e Lisboa recebem as suas contribuições autárquicas na mesma, mas esgotos, água, saneamento, arruamentos, etc, tudo isto entra nas despesas da Parque Expo que só as pode financiar… autorizando novas construções!

Actualmente, constroiem-se quatro grandes edificios no recinto, que trarão perto de 3000 novos trabalhadores para o Parque das Nações e… nenhum espaço de restauração! Os restaurantes da zona, já de si sobrepovoados e muitíssimo caros ficarão sobrecarregados e vão, certamente… aumentar explosivamente os seus preços…

É este modelo de gestão que queremos exportar para a Argélia?

De certeza?

 

Fontes:

http://semanal.expresso.clix.pt/2caderno/default.asp?edition=1618

http://www.amcpn.com/n_oparque.asp

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Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 1 Comentário

Hoax: “Amor de Tubarão” e Arnold Pointer

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O Dae Su-Ho chamou-me a atenção para esta corrente de Mail:

“Se não fossem as fotos alguém acreditaria?

Na última imagem podem ver a história contada por um pescador profissional que está em francês…

Básicamente, o que se passou foi o seguinte:

Nas águas onde costuma pescar, ele encontrou um tubarão branco de 5 METROS, à beira da morte… ele estava preso e incapacitado de sair do sítio onde estava…

O pescador, com uma grande coragem, diga-se de passagem, decidiu salvar este enorme tubarão desprendendo-o com a ajuda do seu barco e devolvendo-o à liberdade. Só que a história não ficou por aqui, agora o tubarão vê o pescador como um “amigo” e segue-o para todo o lado.
Como podem ver nas fotos, ele até pede festinhas…

O pior é que o pescador desde que fez este novo amigão, não consegue pescar mais…O enorme tubarão espanta os demais peixes.”

Na verdade, é mais um Hoax (Mito Urbano). O homem na fotografia é de facto um oceanógrafo especialista em Tubarões Brancos chamado Michael Scholl. O investigador tem site em http://www.whitesharktrust.org e encontramos aqui algumas das fotografias que acompanham este email…

Fontes:

http://www.hoaxbuster.com/hoaxteam/forum_contributions.php?page=2&idForum=3152&idMess=52330

http://pescapeixesepescadores.blogspot.com/2006/04/histria-de-amor-revista-francesa-le.html

http://discmat.free.fr/galerie.html

http://www.marlinnegro.na-web.net/phpBB2/viewtopic.php?p=5472&sid=dec8af53fd74da8d34a1ea9ab3c3e317

Conhecia este Hoax do Arnold Pointer
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Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos | 12 comentários

sQuid S1-46: Que avião é este?

Categories: Delírios, sQuids S1 | 6 comentários

Os primeiros desenvolvimentos da construção naval em Portugal.

Com a consumação da Reconquista, o movimento para sul que caracterizara desde sempre a monarquia portuguesa cessara temporariamente, mas o tradicional inimigo muçulmano continuava a ameaçar a navegação cristã e as pequenas vilas e cidades da periferia do Reino. Surgiam então duas alternativas: ou se defendiam essas costas permamente sugeitas ao corso muçulmano ou se ía destruir esta ameaça no seu próprio covil, no norte de África. Para o bom sucesso de ambas as hipóteses tinha que existir uma forte marinha mercante, e, sobretudo, uma robusta marinha de guerra.

A Cruzada Marítima

Os fundamentos de uma marinha de guerra portuguesa foram lançados por Dom Dinis, embora o seu desenvolvimento tivesse sido sucessivamente prejudicado pelas constantes guerras com Castela até à assinatura do Tratado de Paz de 1411, isto, muito embora a Santa Sé tivesse promulgado diversas bulas em que incentivava ao empenhamento nacional numa cruzada marítima contra os muçulmanos.

Estas pressões por parte da Santa Sé são bem visíveis numa Súplica de Dom Afonso IV ao papa Bento XII, solicintando-lhe uma bula que seria concedida a 30 de Abril de 1341 sob o nome Gaudemus et Exultamus, onde se pode ler:

“Que el-rei de Portugal Dom Dinis (…) considerando que o dito reino do
Algarve está na fronteira e vizinhança dos ditos inimigos, e que seria mais
fácil a guerra (…) se estes fossem atacados por mar, em galés (…), por
pessoas dextras na arte da guerra por mar; mandou chamar de longes terras
para o seu reino um homem conhecedor das coisas do mar e da guerra naval e
nomeou-o almirante de seus reinos com grande soldo, o qual mandou construir
galés e outros navios.”

Também o contrato celebrado entre Dom Dinis e o genovês Pessanha, datado de 1 de Fevereiro de 1317 dá especial relevo ao papel militar da armada que este comandaria, nomeadamente no ponto em que se diz que o almirante jurou servir o rei “contra todos os homens do mundo (…) também cristãos como mouros”, embora acessoriamente fosse autorizado a utilizar os seus navios e homens em actividades comerciais: “Pero, quando vós, sobredito rei,ou vossos sucessores não houverdes mester serviço dos ditos vinte homens, que eu, micer Manuel e meus sucessores nos possamos servir deles em as nossas mercandias”.

Categories: Economia, História, Os Descobrimentos Portugueses, Sexo Tântrico e Budismo | Deixe um comentário

Quid S6-18: Que avião é este?


Dificuldade: 3

Categories: Cinema, Quids S6 | 7 comentários

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