Daily Archives: 2007/01/15

Portugal: “De 2001 para 2006 o rendimento disponível caiu um por cento. O pior da Europa a 15 ou mesmo da Europa a 25.”


(http://inverso.universia.pt)

“Entre o início de 1998, o ano da euforia, e 2006, o produto nacional bruto (PNB) cresceu em Portugal, a preços constantes: 18,9%. Pior, apenas a Itália e a Alemanha, já que a média da UE a 15 foi de 21,8% e a da UE a 25 de 22,8%. A nossa situação relativa degrada-se quando consideramos só o período de 2001 a 2006, durante o qual apenas a Itália se comportou marginalmente pior. Porém, se passarmos deste indicador para o do PNB por habitante, um indicador que nos aproxima mais da riqueza disponível para cada português (ou imigrante), verificamos que de 2001 para 2006 o rendimento disponível caiu um por cento. O pior da Europa a 15 ou mesmo da Europa a 25.”

(…)

“Ou seja, apesar de Portugal só ter estado tecnicamente em Recessão durante o ano de 2003, em que o nosso PNB diminuiu, o crescimento tem sido tão anémico que ao dividir a riqueza criada pelo número de habitantes chegamos à conclusão de que empobrecemos nos últimos cinco anos. E isso nota-se no dia-a-dia, pois a procura interna dos privados, sobretudo dos particulares, tem crescido cada vez mais devagar nos últimos anos, só não tendo evoluído ainda pior porque o consumo tem sido alimentado por níveis de endividamento muito elevados. Como, entretanto, as taxas de juro, que tinham atingido níveis historicamente baixíssimos, começaram a subir, a verdade é que muitas famílias confrontam-se hoje com o duplo problema de os seus rendimentos não terem crescido do suficiente e de os jutos que têm que pagar.”

José Manuel Fernandes, in Público de 3 de Janeiro de 2007.

Neste curto, mas conciso e esclarecedor editorial, José Fernandes, coloca o dedo na ferida: o crescimento económico português tem crescido devagar nos últimos anos, mas apenas devido à expansão do endividamento dos particulares. E o nível de envididamento destes chegou hoje ao limite (provavelmente, já o terá mesmo ultrapassado). Assim sendo, o modelo económico que temos seguido está efectivamente esgotado, isto é, o modelo fundado na chamada “Economia de Serviços”, imposto por Bruxelas e religiosamente adoptado por Cavaco e Mário Soares está efectivamente esgotado, esgotados que estão os grandes fluxos financeiros que jorravam do norte da Europa.

Urge assim encontrar um novo Paradigma Económico. E esse, julgamos saber qual é… O da Administração Descentralizada do Estado pelas Autarquias, transformando a República “Central” Portuguesa, numa Federação de Municípios Autónomos e devolvendo às Economias Locais a importância que sempre devia ter sido delas, recorrendo aos modelos económicos desenhados por E. F. Schumacher

Mas isso é só o que penso! Outras alternativas haverão!… Manter tudo como está é que não dá… Como irá demonstrar o ano de 2007.

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Categories: Economia, Política Internacional, Política Nacional, Websites | 6 comentários

sQuid S1-32: Quantos aviões perdeu a França…

… na Primeira Grande Guerra?


(imagem meramente ilustrativa)

Categories: Delírios, sQuids S1 | 9 comentários

O Tantrismo e o Sexo Tântrico: Citações de Gedün Chopel (1)

“A paixão de um homem é leve e fácil de despertar; a paixão de uma mulher é profunda e dif´cil de despertar. Logo, se precisarmos de, intencionalmente, despertar a paixão de uma mulher através de vários métodos passionais, dizem que os lábios vaginais e os nervos internos, a pele do lado direito e do esquerdo da boca da vagina, a buca do útero e os mamilos ficam erectos e entumecidos quando a paixão é gerada. Para os homens todo o falo, a região púbica e os sítios peludos sentem a felicidade quando a paixão é gerada. Um nervo essencial encontra-se na frente do falo.”

“Além disso, a felicidade das mulheres espalha-se intensamente pelo corpo todo e não é identificável. Elas sentem a felicidade em todo o lado, no umbigo, na parte de cima das coxas, dentro da vagina, na porta do útero, no ânus e na zona à volta das nádegas. Em resumo, todo o interior e exterior das partes inferiores do corpo de uma mulher são impregnados pela felicidade e, como ela pode sentir tamanha felicidade, dizem que todo o corpo de uma mulher é o órgão feminino.”

“Todos os sistemas de esclarecimento discordam sobre se as mulheres têm ou não uma emissão regenerativa. No “Sutra do Ensinamento de Nanda sobre como Entrar no Útero”, e nos Tantras das Escolas da Nova Tradução, diz-se que as mulheres têm um fluido regenerativo. Os seguidores do mestre Babhravya explicam que, logo desde o início do acto de copulação até ao fim, as mulheres têm uma emissão regenerativa. Por isso, dizem que, se calcularmos o prazer da paixão, a mulher tem um cêntuplo mais do que o homem. Porém, outros dizem que a segregação feminina durante o acto sexual é confundida com o fluido regenerativo.”

 

Fonte:

“Tratado da Paixão, A Arte Tibetana do Amor e Yoga Tântrico”

Gedun Chöpel

Editora Prefácio, 2001

Já experimentou a prática do Sexo Tântrico?
1) Sim
2) Não

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Categories: Futebol e Corrupção, Sexo Tântrico e Budismo | 2 comentários

Quids S6-4: De que cidade era esta moeda?

32.jpg
Dificuldade: 5

Categories: Cinema, Quids S6 | 18 comentários

Bárbara Guimarães, o “Chiringuito” e o “Império dos Quatrocentos”

Bárbara Guimarães
(Peço desculpa à audiência masculina por não ter encontrado uma fotografia que exponha de forma mais generosa as formas guimarianas)

Certo dia liguei a televisão e vejo imagens de um programa que a Bárbara Guimarães
apresenta com o nome “Páginas Soltas” e que geralmente evito porque serve essencialmente de forma da elite no Poder se perpetuar e de encaixar a descendência das famílias dos “Quatrocentos” em tachos “culturais”.

Mas nesse aí fiquei curioso com o nome do entrevistado que em rodapé: “Chiringuito“. Intrigou-me o facto de alguém omitir o seu nome verdadeiro e se esconder por detás de um pseudónimo. Mas mais intrigado ainda fiquei com a função que aparecia nesse rodapé: “Animador Cultural”. E depois, à medida que decorria a entrevista foi-se tornando cada vez mais evidente a irrelevância cultural da cabeluda personagem. Aliás, o personagem não conseguiu arranjar entre toda a rica língua portuguesa uma palavra lusófona para escolher como alcunha e tinha que escolher uma palavra da gíria castelhana?

E daí… Na Wikipedia o termos é assim descrito: “Usualmente, la actividad del chiringuito se ve reducida a la temporada vacacional alta, consiguiendo grandes beneficios en un corto espacio de tiempo. Tales beneficios suelen corresponder a unos elevados precios de venta.”. O que até nem é totalmente despropositado. O maior feito do personagem parece ter sido a organização de um volume da obra completa de Camilo Pessanha para a Assírio & Alvim. Mas espera lá. Qual é o mesmo o trabalho criativo, cultural e intelectual da “selecção” da obra completa de um poeta? Caramba, os poemas não foram escolhidos, nem ordenados, nem classificados. Pois se falamos de “obra completa”… Portanto, o “Chiringuito” não escreveu os poemas (foi o Camilo Pessanha), não os publicou (foi a Assírio & Alvim) e nem sequer os seleccionou (obra completa)… Então… Porque aparece no programa de Bárbara Guimarães?

Porque…

É filho da leitora de poemas do programa: Maria do Céu Guerra.

E zás! Eis mais um filho dos “Quatrocentos” a tentar encaixar-se na nossa Sociedade.

Porque é que pessoas muito mais relevantes, como o Pedro, que publicou recentemente o “Crónica de Feaglar” que é até uma das recomendações do Jornal de Letras (ver AQUI) não aparecem nestes programas de divulgação? Hum?

Acha que existe uma «conspiração» dos Quatrocentos?

1) Sim
2) Não

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Categories: A Escrita Cónia, Sociedade Portuguesa | 14 comentários

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