Daily Archives: 2007/01/11

O duelo dos Narcisos sobre a tumba antecipada de Dom Mendes, o Fraco


(WeHaveKaosInTheGarden)

“Os Menezes, os Rios, os Sarmentos, os Melos, os Telmos, têm imensos desejos e caprichos, um ego insufladíssimo, mas na verdade, para além do espelho onde se reflectem as suas almas narcisísicas, nada têm de novo para oferecer ao país.”

Domingos Amaral, Diário Económico, 20-12-2006.

E a prova disso mesmo está em que depois do 25 de Abril se houve partido que mais anos acumulou no governo, foi o PSD. Se houve partido que melhor demonstrou que não consegue, não sabe ou não pode governar Portugal é o PSD. E se isto não fosse suficiente, bastaria recordar aqueles fatídicos quatro meses de Santanismo (Satanismo) para compreender que um partido que é capaz de catapultar para o Poder tamanhas personagens é incapaz de Governar o País.

Por isso, é meio irrelevante que personalidade, que baronete obscuro ou mediático, se tenta içar ao poleiro lá pelas bandas do laranjismo. Seja lá quem fôr pouco mais conseguirá além de repetir o eterno ritual palavroso das odes a “Sá Carneiro” – o Dom Sebastião laranja – e de tentar proteger-se por detrás da sombra do “pai Cavaco” que do alto da sua torre marfínica em Belém ainda puxa cordelinhos no seu “antigo” partido.

Estas “personagens” que se acotovelam e põem em bicos dos pés almejando o frágil trono de Marques Mendes procuram bem mais um vigor mediático que lhes permita mais tarde um encaixa numa qualquer comenda do Estado ou numa Administração do que assumir a verdadeira Missão que é a de Governar um País em Crise e onde os modelos bruxelianos já se mostraram esgotados. Procuram sobretudo safarem-se a si e à sua prole e menos Governar Portugal.

São, enfim, o exemplo acabado do pior que o político português tem para oferecer.

 

Acha que Marques Mendes vai resistir no PSD até às próximas Legislativas?
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O Alqueva vai receber as primeiras plantações de milho para a produção de bioetanol

“A área de regadio de Alqueva prepara-se para receber as primeiras culturas de milho que vão servir fins energéticos, em particular a produção de bioetanol, numa quantidade considerada vital para que ao país consiga cumprir a directiva comunitária relativa à utilização de biocombustíveis nos transportes.”

“Até 2010, para satisfazer os compromissos assumidos no Protocolo de Quioto, Portugal terá de incorporar como aditivo na gasolina e no gasóleo utilizados nos transportes públicos 5.75% de biocombustível.” (…)

“A este repto já respondeu pelo menos um consórcio, a Ethagal, constituído especificamente para a produção de bioetanol a partir do milho e de quem se prevê a instalação a curto prazo da primeira unidade industrial do género no país.”

Fonte: Público, 4 de Janeiro de 2007.”

E muito bem! Que se continue assim a livrar Portugal desta crónica e perigosa dependência das Importações Petrolíferas que tanto dano criam na Balança de Pagamentos. A medida em si peca por tardia, mas tem em semente o modelo exemplar que é o de entregar a produção de energia a um consórcio privado constituído por empresas nacionais e estrangeiras (que detêm o know-how), privadas e não públicas que estabelecerão unidades de produção agrícola e industrial no Interior e levarão ao Interior a criação de empregos e a cativação de gentes que este precisa e que entregam a Portugal a Energia que actualmente Importa do Estrangeiro. Esta será, de facto, mais uma forma de aproveitamento da Energia Solar abundante em Portugal, dado que a fonte energética última do milho é precisamente… o Sol e um bom aproveitamento das especiais condições geográficas do nosso país.

Esperemos agora que a ambição do projecto não se fique apenas pelos 5,75% dos 2262 milhões de litros de gasolina que serão consumidos em 2010 e se procure ir ainda mais além…

Categories: CodeFarmPt, Ecologia | 1 Comentário

sQuid S1-31: Qual é o terceiro maior produtor cinematográfico do mundo (país)?

(a imagem é meramente decorativa)

Categories: Delírios, sQuids S1 | 14 comentários

Custos de lançadores de satélites (Tradução do Astronautix)

Veículo # Construídos
Custo de Desenvolvimento – milhões de USDs Custo de vôo – milhões de USDs
Custo por Lançamento – Milhões de USDs Comentários
Ariane 1-3 28 3622 60
Ariane 4 116 3774 100 Os custos de Desenvolvimento podem incluir os do Ariane 1-3.
Ariane 5 31 9848 211
Atlas A-F 381 15196 12 68 Os custos de Desenvolvimento e vôo para os Atlas A a F (ICMBs), mas os de Lançamento referem-se aos Atlas renovados para uso comercial.
Atlas I 11 710 102 Custos de Desenvolvimento para as sérias I e II.
Atlas II 10 116
Atlas IIA 23 122
Atlas IIAS 30 143
Atlas III 6 397 127
Atlas V 147 Preço de Lançamento para o Atlas V 401.
Long March Series (Só preços)
CZ-1D 7 16
CZ-2A 1 27
CZ-2C 28 30
CZ-2D 7 18
CZ-2E 7 61
CZ-3 13 48
CZ-3A 10 67
CZ-3B 7 85
CZ-3C 2 91
CZ-4A 2 41
CZ-4B 10 42
Delta/Thor Series
Thor 224 5 9
Thor Able 16 17
Thor Able-Star 19 24
Thor Agena A 16 20
Thor Agena B 45 26
Thor Agena D 82 37
Thor Burner 24 22
Thorad Agena D SLV-2H 43 42
Delta A-C 24 18
Delta D-G 27 26
Delta J-N 25 35
Delta 0100 5 47
Delta 1000 8 50
Delta 2000 44 53
Delta 3000 38 54 72
Delta 4000/5000 3 64
Delta 6000 17 65
Delta 7000 107 73
Delta 3 3 109
Delta IV Medium 5 142
Delta IV Heavy 1 271
Delta IV Medium+ (4.2) 147 O custo de Desenvolvimento é somente a parcela da USAF.
Delta IV Medium+ (5.2) 160 O preço de lançamento original era estimado em 100 milhões.
Delta IV Medium+ (5.4) 171 O preço de lançamento original em 199 era de 110 milhões.
GSLV 4 605 54
H-1 9 139
H-2 7 2846 259 Os custos de Desenvolvimento incluem 800 milhões gastos no Desenvolvimento do motor L-7.
H-2A 10 969 109 Preço para o H-2A 2022 (2 SSB’s)
J-1 1 129 58
Jupiter 98 590 5 20 Os custos de Desenvolvimento, o custo de vôo é para o Jupiter IRBM.
Kosmos 11K65M 437 14
Minuteman 1 925 14278 9
Minuteman 2 668 9221 9
Minuteman 3 830 13420 14
M-V 7 276 73
Navaho G-26 11 5041 35 Os custos de Desenvolvimento são para todas as versões.
Peacekeeper 226 16863 119
Pegasus 11 67 15
Pegasus XL 28 16
Taurus 8 24
Polaris A1-A3 1092 15056 9 Os custos de Desenvolvimento e vôo para o Polaris A-1,-2,-3.
Poseidon 640 6005 11
Proton 35 68
Proton / Block DM 286 95
PSLV 8 36
R-29 512 1 Preço de lançamento para o Dnepr.
Redstone 120 686 14
Rokot 11 18
Saturn I 10 5524 459
Saturn IB 9 6417 646 Os custos de desenvolvimento para o motor J-2 estão incluídos no Saturn V.
Saturn V 13 46314 2603
Scout G 17 16
Shavit 6 18
Shuttle 116 33617 107 418 O Shuttle tem custos fixos altos e custos marginais baixos.
           
Snark 30 3010 10
Soyuz U 853 48
Soyuz ST 19 61
Start 1 13
Tier One 1 32 0.08 Fundos privados.
Titan 1 155 11198 10
Titan 2 131 2637 17 46 Custos por lançamento de ICMBs renovados.
Titan 3A 4 58
Titan 3B 70 47
Titan 3C 36 125
Titan 3D 22 98
Titan 3E 7 136
Titan 34D 19 237
Titan 4 22 13600 168 503 O contrato de Desenvolvimento do Titan IV era de 15.8 biliões, incluindo 40 veículos de lançamento e 39 lançamentos.
Titan 4B 17 158 523  
Trident C-4 630 7041 19
Trident D-5 857 16121 28
Tsyklon 2 106 16
Tsyklon 3 121 20
V-2 6084 23318 0.23
Vanguard 12 423 11
VLS 5 463 10
Zenit-2 37 61
Zenit-3SL 23 109

Fonte: Astronautix (adaptação)

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Quids S6-1: Que avião é este?

ddd1.jpg

Dificuldade: 5

Categories: Cinema, Quids S6 | 20 comentários

A Câmara Municipal de Lisboa em 2007 tinha uma dívida total avaliada em mais de mil milhões de euros


(http://www.lpmcom.pt)

A Câmara Municipal de Lisboa em 2007 tinha uma dívida total avaliada em mais de mil milhões de euros. Esta divída cresceu 134% em 2003 e 2004 e 118% em 2004 e 2005. A este ritmoa maior Câmara municipal do País cedo ficará estrangulada com o serviço da dívida e incapaz de realizar investimentos.

O crescimento absurdo e descontrolado da dívida começou durante o Consulado João Soares e agravou-se durante os “Anos Loucos” da gestão Santanaz e com a “continuidade danosa e inercial” providenciada aos projectos babilónicos (Túnel do Saldanha, entre outros).

Esta imensa e crescente dívida resulta em primeiro lugar de uma gestão autárquica feita com demasiada promiscuidade com os ciclos eleitorais… Toda a Obra, toda a Calendarização é feita em função do “betão construído” e de actividades “circenses” como a Maior Árvore de Natal da Europa… Isto numa Lisboa onde os Sem Abrigo tiritam de frio e à chuva e onde existem mais de 100 habitações devolutas e em ruína eminente.

Sem dúvida que a este situação podem ser atribuídas responsabilidades aos eleitores, demasiado expostos à Demagogia que noutros locais do País fez eleger e reeleger caciques como Fátima Felgueiras e Alberto João Jardim, o que serve de prova que Democracia sem Educação Cívica é uma Utopia impossível de concretizar. Mas será que a raíz desta gestão municipal escravizada aos ciclos eleitorais e sem racionalidade económica não está precisamente na existência dos ditos ciclos? Porque não referendar medida a medida, ano a ano, usando as técnicas informáticas (eVoting) que são hoje possíveis e tecnicamente viáveis e seguras?

Fonte: Público de 3 de Janeiro de 2007.

Carmona Rodrigues vai ganhar as próximas municipais em Lisboa?
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