Uma nova forma de emigrar de Cuba usando a… DHL ?!


Imagem: http://www.al-airliners.be

Uma jovem cubana tentou emigrar usando um meio mais seguro do que as balsas e os pequenos barcos que são usados geralmente pelos cubanos para deixarem Cuba e inovou radicalmente nessa área recorrendo ao… Correio Expresso da DHL.

Sandra, o seu único nome que é conhecido, desembarcou no aeroporto de Miama dentro de uma caixa de madeira expedida a partir das Bahamas. Quanto os funcionários do aeroporto abriram a caixa, alertados pelo barulho que vinha do seu interior, encontraram no seu interior uma pequena rapariga, de 21 anos, com uma garrafa de água, um telemóvel e uma boneca…

Fonte: AirWise

Na sua opinião, a maioria dos cubanos está contra Fidel?
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Categories: Humor, Sociedade, Wikipedia | 7 comentários

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7 thoughts on “Uma nova forma de emigrar de Cuba usando a… DHL ?!

  1. a necessidade aguça o engenho não é?

  2. Bom, confesso que a ideia é boa, mas eu conhecendo os correio portugueses nunca faria isso, pois os maus tratos que dão às encomendas não chegaria vivo nem a Lisboa….quanto mais aos EUA!

  3. jornada

    é triste e heroico.
    Filinto

  4. Cuba é uma terra de contradições. falam de muita miséria, mas culpam mais os EUA que o seu próprio governo. São gente com um grande orgulho na sua terra mas, há sempre o desejo do el dourado americano.
    abraço

  5. kaos: também é essa a minha opinião… e contudo suspeito que existe em Cuba uma convicção demasiado forte (propaganda…) de que a Crise e as dificuldades económicas que aqui se vivem se devem unicamente ao Bloqueio… e eu desconfio sempre de causas únicas… Agora que em Cuba se vive melhor do que na maioria dos países da região, isso parece-me indubitável.

  6. FedEx no Brasil

    Pessoal, acabamos de ler a mensagem no Brasil e estamos passando para todo mundo aqui… Abraços…

  7. Golani

    Segunda-feira, Agosto 13

    CUBA, ATÉ QUANDO?

    Quem não conseguiu ver a reportagem sobre Cuba que a RTP exibiu há duas semanas, «Hasta Cuando?», pode agora vê-la integralmente aqui [44 minutos].

    http://video.google.com/videoplay?docid=-3558611932214626384&q=cuba+rtp&total=7&start=0&num=10&so=0&type=search&plindex=0

    Através deste documentário podemos observar a realidade ditatorial em Cuba, o regime policial e censório de Fidel Castro, o encarceramento e a execução de opositores políticos, o futuro adiado para gerações de cubanos que tiveram o azar de nascer numa ilha-prisão de onde não podem sair e onde tudo lhes é negado. Cuba será talvez o expoente de um dos mais habituais erros de senso comum sobre o ideário marxista: aquele que considera a igualdade como a normalização da vida colectiva, onde todos vestem camisolas com a mesma cor, a mesma gola e a mesma tristeza. Essa é uma concepção totalitária da sociedade que nega a individualidade dos sujeitos sociais, aquilo que nos torna humanos.

    Pelo meio, este documentário aborda os dois dogmas do regime: a educação e a saúde. Têm sido eles, no último meio século, a sustentar as teorias de compensação sobre Cuba e a generalidade dos regimes comunistas, menos a Coreia do Norte que também tem saúde e educação mas é mais ditadura do que as outras ditaduras com os mesmos pressupostos (tal como a RDA era «menos» ditadura do que a URSS). Em ideologias ditatoriais, as simbologias são tudo. Mas dizem os apoiantes de Cuba que a ditadura é o reverso dessas duas aquisições da «revolução». A ideia é fascinante, porque qualquer condenado numa prisão tem direito a saúde — e, assim o queira, educação. Não deixa de ser uma bela metáfora.

    Mas podemos perguntar que educação existe num regime opressivo, asfixiante, policial? Que livros são lidos? Que liberdade intelectual existe? O que pode ser ali discutido, escrito, debatido? É chocante, logo no começo do documentário, ver aquelas crianças arregimentadas pelo regime a papaguearem os «princípios da revolução» como se fossem os rios da Península Ibérica e a lerem livros de «história» onde Fidel é apresentado como «líder indiscutível». E aquelas crianças, aos seis, sete ou oito anos de idade, não sabem ainda que mais tarde terão provavelmente de deitar-se com alguns turistas para conseguirem um prato de comida na ilha que lhes foi imposta. Trágico.

    Quanto à saúde, qualquer país europeu com um modelo inclusivo de Estado-providência sempre conseguiu melhores condições para os seus cidadãos sem recurso à pobreza e à ignomínia repressiva. De resto, pelo que se vê, os cubanos parecem preferir arriscar ser mortos por tubarões a caminho da Florida do que ficar com vacinas gratuitas em Cuba. Lanço por isso um repto: os comunistas que ainda restam nos outros países do mundo, a começar por Portugal, não aceitariam trocar de lugar com eles? Isso sim, seria coerência revolucionária.

    in http://kontratempos.blogspot.com/2007/08/cuba-at-quando-quem-no-conseguiu-ver.html#comments

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