Daily Archives: 2006/12/09

Pinto da Costa… Mandante de agressões, ligações turvas, corrupção e a tirania da Bola sobre a Sociedade Portuguesa

A “autobiografia” da ex-alternadeira Carolina Salgado que partilhou cama e carteira com o “Papa Negro da Corrupção no Futebol”, que é Pinto da Costa confessou na sua “obra” que o dito “Papa Negro” comprava árbitos (como se todos – menos a Justiça – não o soubessem já) e que teria até sido o responsável pelas agressões ao vereador socialista da câmara de Gondomar, Ricardo Bexiga, precisamente o autor das denúncias à PJ que deram origem ao processo “Apito Dourado”. Segundo as suas palavras, à TSF:

“[Pinto da Costa] pediu-me para fazer os contactos necessários. Eu fiz os contactos, o trabalho foi feito e fiz o pagamento”

O advogado do “Papa Negro”, um tal de Lourenço Pinto, teria ficado muito desiludido ao saber que o dito denunciador estava ainda em estado de poder falar:

“O doutor Lourenço Pinto disse-me: “Parabéns minha querida, mas ele ficou a falar”. Porque o objectivo era muito mais do que uma sova”.

Sobre a estranhamente conveniente fuga para Espanha de Pinto da Costa, esclarece ainda que este teria sido avisado da eminência da detenção pela PJJ por Reinaldo Teles.

Estas notícias, mais aquelas que surgiram hoje e que dizem que alguém (presumivelmente Pinto da Costa e/ou Valentim Loureiro) pagaram a detectives privados para seguirem e vigiarem os passos de Procuradores, Juízes e agentes da PJ que investigavam os seus clientes e a recente constituição do presidente do Benfico como arguido no “Caso Mantorras”, levantam novamente a grande questão:

Até que ponto é que o corrupto e turvo “Mundo da Bola” é capaz de ir para manter o seu Império tirânico e saqueador sobre a Sociedade Portuguesa? E até que ponto é que esta está disposta a tolerar esta perigoso, corrupto e mafioso “Mundo da Bola”?

Fonte: TSF

Categories: A Escrita Cónia, Futebol e Corrupção, Sociedade Portuguesa, sQuids S1 | 11 comentários

O Tantrismo e o Sexo Tântrico: Formas de Iluminação no Budismo (3)

Como se escreve no Livro Tibetano dos Mortos (recentemente re-editado pela Esquilo), depois da morte do corpo físico, o corpo mental percorre o mundo intermédio (Bardo), designado nas fontes tibetanas como “Bardo-Thödol” onde lhe são oferecidas, uma após outras, diversas oportunidades de alcançar a libertação do Samsara (ciclo de Renascimentos). Depois de ter deixado escapar todas as janelas de oportunidade, o Corpo Mental (não confundir com Alma, conceito estranho ao Budismo), é levado pela sua carga kármica ao momento do renascimento seguinte. Se tiver a carga positiva suficiente, os seus progenitores serão humanos e o Corpo Mental observa os seus pais no momento da União Sexual e toma então lugar junto do Corpo Físico que daí adveio.>

A carga kármica existente no Corpo Mental nesse momento determina o sexo do novo Renascimento e no momento em que se consuma a união do Corpo Mental com o Corpo Físico, em plena união sexual dos pais, o próprio novo Ser Renascido experiencia ele/ela também um Estado alterado que as fontes designam como “beatitude inata”.

 

continua…

Para saber mais:

http://en.wikipedia.org/wiki/Tantra

http://en.wikipedia.org/wiki/Tibetan_Buddhism

http://en.wikipedia.org/wiki/Vajrayana

http://www.mahendranath.org/

http://www.sacred-texts.com/tantra/maha/

http://www.shivashakti.com/

http://www.aypsite.com/TantraDirectory.html

Categories: Budismo, Futebol e Corrupção, Política Nacional, Sexo Tântrico e Budismo | 5 comentários

Agostinho da Silva: “um sistema propriamente político que não fosse contrário à sua essência. Como alicerce indispensável, uma descentralização da autoridade, num regresso ao direito de foral”

“(…) só restaria ao português construir um sistema propriamente político que não fosse contrário à sua essência. Como alicerce indispensável, uma descentralização da autoridade, num regresso ao direito de foral; sem descentralização administrativa, sem autonomia o mais ampla possível das Juntas de Paróquia e das Câmaras, tudo o resto seria pura retórica; tudo o restoseria pura reforma de títulos e de papel timbrado. Logo a seguir, deveria ter o liberalismo assegurado a um governo eleito por cortes ou escolhido pelo rei, mas sujeito em qualquer caso a periódico exame, pelas cortes, de directivas económicas, políticas e educacionais, amplos períodos de administração, de modo a garantir continuidade administrativa tanto mais necessária à medida que se iam desenvolvendo técnicas e levantando problemas que exigiam planejamento e tempo largo de experiência. Além de tudo, o só se reunirem cortes a períodos largos teria ainda a vantagem de diminuir a um mínimo o parasitismo de pares e de deputados que se criou com o sistema liberal substituindo o parasitismo dos fidalgos do antigo regime.”

página 70

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I; Âncora Editora

1. Este é um dos mais expressivos, claros e sintéticos parágrafos que Agostinho da Silva jamais dedicou ao assunto da “reorganização de Portugal” e à refundação de um sistema político verdadeiramente português. Agostinho começa por descartar aqui, e em parágrafos anteriores, a utilidade que o “parlamentarismo liberal” pode ter para o Espírito Português e explica por essa inadequação o fracasso de sucessivos governos e formas de governação que se têm sucedido em Portugal depois do período aúreo da Expansão e dos Descobrimentos.

2. O sistema político “essencialmente português” de Agostinho assenta fundamentalmente no princípio da Descentralização. Uma redução profundo dos Poder e dos poderes reservados actualmente ao Centro e uma refundação de Portugal a partir das suas Regiões (menos) e dos seus Munícipios (mais), verdaeeiro pilar da Democracia em todos os aspectos em que se pode exercer o Poder, desde o meramente Político, à Justiça, à Educação, à Saúde e até ao aspecto monetário e financeiro, com a criação de “Moedas Locais” e “Bancos Locais de Investimento” bem segundo os modelos propostos pela Sociedade E. F. Schumacher.

3. Para além destes Governos Locais, sediados nos Munícipios Autónomos e reunidos numa Federação, haveria no modelo de Agostinho, um Governo Central, destituído de muitas funções administrativas, económicas e judiciais, mas detendo ainda a parte maior das competências militares e diplomáticas, para além de todos os demais domínios que pela sua própria natureza extravazem a natureza local das administrações municipais. Este Governo seria eleito em Cortes, isto é, no Conselho reunindo os representantes eleitos localmente por cada Conselho da Federação e respondendo apenas perante ele. Agostinho considera noutros textos, a possibilidade de se constituir um “Chefe de Estado” num rei eleito, à maneira suévica e visigótica, detendo um poder pouco mais que simbólico e recusando assentar Paço numa ou noutra “Capital”, mas vivendo em todos os Munícipios federados, uma de cada vez.

4. O governo central, assim como as administrações locais seriam sujeitas a períodicas avaliações, mas teria períodos de governação mais amplos que o concedidos pelo actual sistema Parlamentar, desta forma se garantiria “continuidade administrativa” e dispensaria a necessidade de manter uma classe parasitária de Deputados, Pares ou Fidalgos que vivem de e para a conflitualidade política e para o estéril debate verbal, nada conhecendo da Realidade para além dos limites do edifício onde reunem e vivem.

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 1 Comentário

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