Daily Archives: 2006/12/06

Sobre o “hoax” da fotografia de uma cabeça de Chupacabra

Esta imagem do Ideias Fixas 2 que supostamente representaria a cabeça de um chupacabra circula pela Internet pelo menos desde 2003. As primeiras versões da corrente de e-mail omitiam completamente uma descrição da criatura, mas as mais recentes assumem que se trata da cabeça de um chupacabra, provavelmente devido ao carácter hispânico do indíviduo que segura o “troféu” e isto porque esta criatura mítica tem revelado alguma actividade no sul dos Estados Unidos até ao Brasil.

Tecnicamente, trata-se de um bom trabalho… Resistindo a uma análise mais cuidada, não aparentando ser uma cabeça de cão manipulada, nem uma máscara de Carnaval, como alguns cépticos já referiram…

Isto contudo, não quer dizer que seja mesmo uma cabeça de Chupacabra…

A página inglesa da Wikipedia sobre o dito, refere: “Another purported chupacabra photograph has circulated around the internet since 2003. The image is actually an artistic work titled Highland Park (1999) by video artist Charlie White. It is one of nine photographs which comprise his “In a Matter of Days” exhibit.[1]

Que tem as precisas indicaçõe:

Charlie White
Highland Park
1999
Light jet chromogenic print mounted on plexiglas, Edition of 3, 1 AP
48 x 96 “
Andrea Rosen Gallery, New York

Ou seja, encontramos aqui o URL para a página pessoal do artista que fez a montagem, o endereço da Galeria Nova Iorquina que comercializa as suas fotografias… Onde também consta esta outra fotografia montada digitalmente da mesma série:


Imagem: http://www.artincontext.org

Encontando-se aqui esta informação sobre o artista:

Andrea Rosen Gallery is pleased to announce “In a Matter of Days”, consisting of nine large scale photographs, is Charlie White’s first full-scale one-person exhibition.

Goya utilized grotesque, monstrous creatures in his work as phantasms of moral savagery. The monsters in White’s images read both as literal/naturalistic in the context of LA/horror cinema, and as phantasmic symbols of social decline. Looking as if they’ve happened on Los Angeles by accident, the monsters in these images (created by Hollywood effects artist Jordu Schell) seem almost as panic stricken as their human victims.

White fashions his characters, blandly recognizable from television or other pre-formed notions of Los Angeles, as blank figures who come alive only in constructed “theme” environments. By creating an overall narrative and introducing monsters straight out of special effects cinema, a further degree of artificiality is introduced into a world which already reads as fake, thus allowing these characters and places to be scrutinized in a state of suspended animation. Each photo is titled after a subdivision of LA’s vast and varied yet familiar terrain, and each is held to a 2:1 aspect ratio, suggesting the composition of both landscape and movie screen.

Los Angeles is known as the non-city, an anti-polis shaped by money, greed and social fear. White investigates the resulting environment, creating characters who are deeply and permanently bound to their surroundings, at once alienated from and dependent upon the overbuilt world around them. When Hollywood monsters (already somehow incipient to this city of movie magic, plastic surgery, and profound social inequity) come out of the woodwork, the landscapes and interiors of Los Angeles become only more set-like and useless for shelter.

For the people in these images, life has the easy and even veneer of fantasy. The dream of Los Angeles, just like a scary movie, encapsulates its own nightmares within the pleasures of its fantasy world. Come earthquakes, riots, or hordes of murderous beasts, it is this dream that we first rush to resuscitate. White’s goal is to present scenes that are at once metaphors for reality, moral allegories, and even, however fantastic, literally possible. White explores the notion that in the world of Los Angeles and its bizarre citizenry, the monstrous is already among us.

Charlie White is a recent graduate of the MFA program at The Art Center College of Design in Pasadena, California. White has previously produced two magazine pictorials “Femalien” and “Demonatrix” that were published respectively in Cheri and Penthouse Comix magazines. Displayed and sold at newsstands across the country the publications were also displayed and sold at Andrea Rosen Gallery."

Ou seja, o artista que originalmente criou esta fotografia, mais as restantes oito do mesmo conjunto não tinha na altura a intenção de as apresentar como fotografias verdadeiras do chupacabra ou como provas documentais da existência da dita criatura mítica… De certo semelhantes ao segundo grupo de fotografias do feto chinês de Zhu Yu a que aludo AQUI, estas fotografias parecem corresponder a um trabalho artístico e não são as provas documentais da existência do chupacabra conforme é propagandeado pela mensagem de correio electrónico…

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Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos, Justiça, Mitos e Mistérios | 8 comentários

A Comunidade “Southern Berkshire”

A “E. F. Schumacher Society” tem como um dos seus objectivos a construção de economias regionais independentes, precisamente o tipo de Economias que o economista Fritz Schumacher advogada no seu livro “Small is Beautiful, Economics as if People Mattered”, nestas, os bens consumidos numa região são, produzidos nessa mesma região. Seguindo as ideias de Shumacher, Jane Jacobs descreveu em “Cities and the Wealth of Nations”, uma estratégia para o desenvolvimento económico que passava pela criação de industrias de substituição das importações. Jane Jacobs sugeria que deveríamos examinar aquilo que era importado para as nossas regiões e desenvolver as condições para produzir esses produtos a partir de recursos locais e trabalho local. Ao contrário de um ramo de uma corporação multinacional que podem abrir uma unidade local e encerrá-la precipitadamente, conduzida apenas pelas flutuações caprichosas da Economia Global, um negócio localmente detido e gerido é mais certo que estabeleca uma rede complexa de interacções económicas e sociais em torno das suas raízes regionais, mantendo o negócio no lugar de nascimento e responsável perante as pessoas, terra e pela própria comunidade. Uma economia regional independente requer novas instituições económicas regionais para a terra, trabalho e o capital, adequadas à sua escala, propósito e estrutura.

 

Estas novas instituições não podem ser conduzidas pelo Governo, e essa é a ideia. Elas foram moldadas seguindo a forma de associações livres de consumidores e produtores, trabalhando de forma cooperativa, partilhando o Risco da criação de uma Economia que reflicta a cultura comum e os valores partilhados pelo grupo. Pequenas na escala, transparentes na estrutura, desenhadas para oferecer lucro à comunidade em vez de recolher lucro da comunidade, estas novas instituições podem responder perante as preocupações comuns de segurança e justiça no Trabalho.

Tradução Livre de um segmento de um texto que pode ser encontrado em: www.berkshares.org

Categories: E. F. Schumacher Society, Movimento Internacional Lusófono, Quids S2 | 2 comentários

Do Peso do Estado na Economia Portuguesa

Muito se tem dito e escrito sobre o chamado “Peso do Estado na Economia”… Pois bem, este texto de Martim Avillez Figueiredo sintetiza excelentemente o problema:

“Os números impressionam: em 1980, no I Governo de Sá Carneiro, o peso do Estado na economia valia 33,5%. Um ano mais tarde, Pinto Balsemão assumiu o poder até 1983, entregando o país ao executivo do Bloco Central com o Estado a pesar 36,5% do PIB. E por ai em diante: Cavaco recebeu o Governo em 1985 com 38,8% do PIB e saiu em 1995 com uma despesa pública em função do PIB fixada em 42,8%. Guterres manteve-se até 2002 e passou uma despesa a Durão Barroso contabilizada em 44,4% do PIB. Durão arrancou para Bruxelas deixando o registo de 45,8%, e Santana elevou a fasquia aos 46,4%. Será Sócrates (que fechou 2005 com uma despesa de 47,8%) capaz de chegar às eleições de 2009 com um valor inferior? Isso sim seria inédito, e louvável.”

É inegável que não existe riqueza bastante gerada em Portugal pelo sector Privado para sustentar um “monstro” destas dimensões… Importa assim reduzir o tamanho da Besta (engordada por Cavaco e Guterres, sobretudo) em vez que a alimentar com um número crescente de impostos directos e indirectos ou com um aumento explosivo da eficácia da Máquina Fiscal, como tem feito Sócrates… A Besta tem que dimunuir de tamanho, sob pena de que, se não o fizer, cedo engolirá o resto de Portugal.

Mas haverá agora condições para o fazer? É que reduzir o peso do Estado implicará sempre despedir alguém, mais cedo ou mais tarde… E a Economia, globalizante e neoliberal que se oferece como alternativa, tem condições para absorver estes novos desempregados, a engrossarem uma legião já grosse de quase meio milhão de almas?

Não creio… Este modelo de Sociedade e de Economia estão esgotados… E esta contradição insanável é prova desse mesmo ultrapassamento.

Urge portante encontrar alternativas…

Fonte: Diário Económico

Categories: Economia, Movimento Internacional Lusófono, Sociedade Portuguesa | 8 comentários

sQuid S1-6: Quem escreveu esta frase?

“Ama aos animais. Deus deu-lhes os rudimentos do pensamento e a alegria imperturbada. Não a perturbes, não os persigas, não os prives da sua felicidade, não vás contra a vontade de Deus.”

Categories: Máximas, sQuids S1 | 9 comentários

Quids S5-16: Qual era a função deste objecto?

7777s.jpg

Dificuldade: 4

 

Regulamento:

1. Cada participante pode dar uma resposta antes da minha réplica, confirmando ou não a correcção da mesma.

2. Sempre que fôr desejável, ou que o Quid se revele mais difícil que o esperado podem ser dadas ajudas, sempre uma de cada vez e com facilidade crescente. As ajudas não diminuem a pontuação do Quid.

3. Haverá um Quid por dia, lançado entre as 12:30 e as 14:30 (salvo imprevistos!) de Segunda a Sexta.

4. Os Quids da Série terminam quando um dos participantes alcançar 50 pontos.

5. Cada Quid conterá uma cópia deste Regulamento.

 

Categories: As Ilhas Míticas do Atlântico, Quids S5 | 30 comentários

“Hoax”: Afinal a Grande Muralha pode ou não ser vista do Espaço? E da Lua?


Imagem: http://www.rlrouse.com

A propósito deste Post da Candeia e no seguimento da “sanha caçadora” de mitos urbanos que recentemente me contagiou fui dar umas voltas pela Internet procurando esclarecer algo que surge recorrentemente, em várias fontes, desde a Imprensa, a televisão, correntes de mail, boca-a-boca (remember?) entre outras formas de comunicação:

A afirmação de que a Muralha da China seria o único objecto construído pelo Homem que pode ser visto da Lua, ou noutra – mais modesta – variante, o único que pode ser visto do “Espaço”.

Este rumor em particular anda pelas bocas do mundo desde há décadas, praticamente desde que começou a Era Espacial e a recente chegada da China ao grupo restrito de nações que foram capazes de colocar astronautas em órbita através de meios próprios só veio reforçar ainda mais esta lenda (ver AQUI). Contudo quando o astronauta chinês Yang Liwei a bordo da sua Shenzhou V procurou a Muralha da China e não a encontrou… Contudo, anos antes, Gene Cernan, um astronauta americano da Apollo 17 afirmara tê-la visto a olho nú em Dezembro de 1972 quando orbitava a Terra.

De facto, e segundo a própria NASA, embora outras construções humanas possam ser vistas do Espaço, a Grande Muralha não é uma delas… Principalmente porque foi construída com materiais que se confundem com o terreno circumdante e também porque embora sejam muito extensa, é de facto muito pouco espessa, com apenas alguns metros de espessura máxima…

Então como pôr Gene Cernan afirmar ter avistado a Muralha? Talvez porque a poluição na China tenha aumentado severamente desde 1972… Ou talvez porque Cernan fez aquelas afirmações num contexto da primeira visita de um Presidente americano à China, Nixon, precisamente… Nesse ano de 1974 (ver AQUI)

De qualquer modo, com toda a certeza que um objecto que pode ser visto em órbita terrestre com tantas dúvidas não pode certamente ser visto a partir da Lua… Ou seja, se não é visto, ou se mal é visto a 180 milhas de altitude, sê-lo-á a mais de 237 mil milhas de distância?…

A origem deste mito parece residir num livro de “Maravilhas do Mundo” de Richard Halliburton, publicado em 1938 onde a afirmação de que “os astronómos afirmam que a Grande Muralha é a única construção feita pelo Homem que pode ser vista do Espaço” surgia. Óbviamente, a afirmação foi feita muito antes do Homem lançar qualquer satélite artificial e trinta anos antes de chegar à Lua e…

Não tinha base científica.

Categories: Hoaxes e Mitos Urbanos, Justiça | 6 comentários

O Paquistão testa mais um míssil Shaheen-1 de Médio Alcance


Imagem: http://newsimg.bbc.co.uk

O Paquistão testou um míssil de médio alcance com capacidade nuclear, precisamente dois dias depois da Índia testar com sucesso o seu primeiro sistema autóctone de intercepção balística. O míssil paquistanês Hatf4 ou Shaheen-1 com um alcance de 700 Kms coloca as maiores cidades da União Indiana ao alcance de uma ogiva nuclear paquistanesa e segue-se a um ensaio semelhante realizado em 16 de Novembro quando foi lançado – também com sucesso – um míssil Ghauri com um alcance máximo de mais de 1300 Km.

Este segundo teste, realizado apenas dois dias depois do teste indiano de um sistema anti-míssil foi certamente antecipado e exprime uma mensagem clara à Índia: “Se desenvolverem um sistema ABM eficaz, nós responderemos com um ataque de saturação.”

E assim se fortelece a corrida nuclear no subcontinente indiano… De um lado, desenvolvem-se cada vez mais mísseis nucleares, do outro começam a criar-se sistemas ABM… Até que um dia, um insano qualquer, obcecado com as crescentemente populares doutrinas hindus radicais ou que um fanático islâmico aceda a um botão desses cada vez mais numerosos mísseis e… Dê início ao Dilúvio de Fogo.

Fonte: SpaceWar

Categories: DefenseNewsPt, O Código da Vinci | 2 comentários

Humor (3)

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A Sonda “Mars Reconnaissance Orbiter” fotografa o Lander do Rover Opportunity


Imagem: http://www.space.com

Novas imagens obtidas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter da NASA foram divulgadas e mostram a cratera Endurance que o Rover Opportunity explorou durante mais de dez meses.

A imagem mostra o local de aterragem do Rover com o seu paraquedas, o escudo térmico (noutra fotografia) e o airbag (noutra ainda).

As fotografias foram obtidas com a câmara HiRISE, que tira fotografias a áreas de seis quilómetros a uma altitude de entre 250 a 316 quilómetros de altitude. A câmara é capaz de identificar detalhes de apenas 101 centímetros.

De seguida a HiRISE vai procurar os locais onde está o outro rover, o Spirit e as sondas Viking 1 e 2 que aterraram em Marte em Julho de 1997.

A MRO foi lançada em Agosto de 2005 e depois de uma inovadora e algo arriscada manobra de abrandamento de velocidade através da passagem pelas camadas mais altas da atmosfera marciana a sonda alcançou a órbita desejada e começou a sua tarefa de mapear a superfície marciana no começo de Novembro.

Fonte: Space.com

Categories: SpaceNewsPt | 3 comentários

Agostinho da Silva: “O liberalismo de tipo parlamentar era em Portugal pouco menos que absurdo”

“O liberalismo de tipo parlamentar era em Portugal pouco menos que absurdo. Em primeiro lugar, os portugueses eram demasiado individualistas para que se pudessem acomodar a um sistema que só funciona bem com a condição de haver dois grandes partidos de massa e talvez um terceiro, sem real influência política, mas que possa de certo modo propugnar reformas de progresso: uma espécie de partido de verdadeiros aristocratas ou de verdadeiros intelectuais; em segundo lugar, não têm os portugueses aquela mentalidade de clube que permite a discussão calma das teses, que permite saber ganhar e saber perder, e que acima de tudo garante os direitos das minorias; em terceiro lugar, ao passo que o parlamentarismo inglês teve sempre o conteúdo real do interesse da expansão industrial do país, o conteúdo real do parlamentarismo português, quanto a questões de economia, sempre foi menos do que nulo.”

página 68

Agostinho da Silva: “Ensaios sobre Cultura e Literatura Portuguesa e Brasileira I; Âncora Editora

1. O individualismo português foi o aspecto do nosso carácter que impediu a existência de verdadeiros, absolutos e duros totalitarismos em Portugal e deixou apenas sobreviver (ainda que por 50 longos anos) a versão tímida e contumaz do fascismo italiano que Salazar adoptou. A total abnegação do Ego, imposta e necessária às formas mais absolutas dos totalitarimos europeu e aplicada na Alemanha Nazi e na Rússia Estalinista não estava conforme à Liberdade viriática do português, e por isso, nunca frutificou…

2. O modelo dos dois grandes partidos que se vão alternando no Poder, e que na actualidade é corporizada pela alternância entre PSD e PS já demonstrou a sua ineficiência e inadequação… Depois de décadas de “alternância democrática”, a situação do País continua a ser o de cauda da Europa, sob todos os índices económicos e de desenvolvimento. Se Portugal tiver mesmo que sair desta humilhante posição, tem que encontrar novas alternativas fora deste quadro de tépida e cinzenta “alternância democrática”, tão conviente às 400 famílias que nos governam desde finais do século XIX, mas tão inconvenientes para o Progresso e Desenvolvimento da portugalidade.

3. A paixão de sentimentos e objectivos que carateriza a Alma Portuguesa e que nos levou de Ceuta às Molucas não se coaduna com as mornas e entediantes discussões parlamentares, onde somente sobrevivem os mais tenebrosos usurpadores da Coisa Pública (ResPublica) e os mais contumazes discursadores “licenciados em Direito”, nas justas e mordazes palavras de Eça… Essa gente, que se empurra e multiplica no Poder, vivendo nele e nele instalando a sua ébria descendência sampaísta representa o pior de nós, a parte mais conspurcada pelos Estranjeirados da contemporâneidade: Os “Grandes (pequenos) Partidos”.

Categories: Movimento Internacional Lusófono | 4 comentários

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